
Entidades paranaenses unem forças para enfrentar o greening
Secretaria da Agricultura, Adapar, IDR-Paraná e empresas de pesquisa intensificam ações no Noroeste do Estado, onde há maior concentração de citros
Resistência do psilídeo a inseticidas, falhas de manejo e clima favorável às brotações e ao crescimento da população do inseto explicam crescimento da doença
Inseticidas à base dos ingredientes ativos bifentrina e imidacloprido já não estão sendo eficientes no controle do inseto transmissor do greening em algumas localidades e devem ser evitados temporariamente caso sejam observadas falhas de controle após seu uso
Plantas com sintomas foram encontradas nos municípios de Xanxerê, Abelardo Luz e São Domingos; hipótese é de que a introdução de greening no estado tenha ocorrido por meio de mudas contaminadas, oriundas de comércio clandestino
Objetivo do evento é reunir os citricultores das principais regiões produtoras de citros do parque citrícola e alertar sobre a incidência de greening e as principais estratégias de manejo para controlar o psilídeo
De abril de 2022 a abril de 2023, nos 34 mil hectares de citros plantados no Estado, a Secretaria realizou ações de campo em 1.800 hectares de 213 propriedades rurais das diferentes regiões, para o monitoramento do HLB, cerca de 5% da área de citros no RS