Como planejar irrigação por sulcos em declive

Por Bruno Pilecco Bisognin, Lucas Rodrigues Bastos e Lucas Migotto Alves, Campo e Lavoura

19.01.2024 | 10:56 (UTC -3)
Um trator com uma bomba envia a água pelos politubos ou mangueiras, que fazem a distribuição final no sulco - Fotos: Campo e Lavoura
Um trator com uma bomba envia a água pelos politubos ou mangueiras, que fazem a distribuição final no sulco - Fotos: Campo e Lavoura

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A irrigação por sulcos em declividade consiste em construir sulcos no sentido do aclive/declive, ou seja, os sulcos devem ser demarcados da parte mais alta do terreno para a mais baixa, de forma que a água entre no início do sulco e pela superfície o percorra até a parte inferior, denominado tecnicamente como “tempo de avanço” (Ta).

Depois de a água chegar ao final do sulco, inicia-se a irrigação propriamente dita, denominada “tempo de oportunidade” (To). Esta é a fase mais importante, pois é nesse momento que se aplica a lâmina requerida, ou seja, o To é o tempo exigido para que se infiltre a lâmina requerida no final do sulco.

Para a sua construção são utilizados sulcadores, que podem ser de um dos vários modelos disponíveis no mercado de implementos agrícolas, onde são feitos sulcos com profundidade média de 15 cm e com espaçamento de 0,9 m a 1,5 m entre os sulcos, dependendo das características físicas do solo e da inclinação do terreno. O número de hastes varia de acordo com a potência do trator disponível na propriedade, variando de três a seis hastes.

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Por Bruno Pilecco BisogninLucas Rodrigues Bastos e Lucas Migotto Alves, Campo e Lavoura. Artigo publicado na edição 242 da Revista Cultivar Máquinas

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