IPCF sobe e fecha abril em 1,56
Alta dos fertilizantes e valorização das commodities pressionaram o indicador
No dia 24 de maio é celebrado o Dia Nacional do Café, data que marca o início da colheita nas principais regiões produtoras do país. E por se tratar de um dos principais exportadores mundiais de café, os produtores brasileiros necessitam cada vez mais de máquinas agrícolas adaptadas aos seus desafios. Entre os principais obstáculos no dia a dia da cafeicultura está a operação em áreas de difícil acesso e em cultivos adensados, onde a ergonomia e o design do maquinário se tornam fatores decisivos para a produtividade.
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projeta crescimento de pouco mais de 17% na atual safra de café, em relação ao ciclo anterior, estimando que a produção brasileira supere as 66 milhões de sacas beneficiadas. Segundo eles, a expansão é explicada pela entrada de novas áreas em produção, pela combinação de condições climáticas favoráveis e pelo uso crescente de tecnologias e insumos. É exatamente para atender a esse aumento de demanda produtiva, que o produtor precisa tomar decisões bem pensadas na escolha do maquinário.
“Operar em espaçamentos reduzidos sem danificar a lavoura e proporcionar um conforto operacional exige um projeto específico. Para operar nessas condições indicamos um trator como a Série A3F, resultado de sete anos de pesquisa e desenvolvimento com a participação direta de produtores do setor, sendo criado sob medida para o trabalho no café”, ressalta Winston Quintas, coordenador de Marketing e Produto Trator Valtra.
Para garantir alta produtividade, o sistema hidráulico da Série A3F (com modelos de 69 a 99 cv) foi desenvolvido considerando os desafios da cultura: o levante de três pontos possui a maior capacidade de levante da categoria (25% superior à média), além de válvulas de controle remoto de alta vazão capaz de operar com as colhedoras mais modernas do mercado. Além disso, os motores 3 cilindros da Série proporciona uma redução de até 12% no consumo de combustível, mantendo a sustentação da rotação mesmo nas operações mais pesadas, como o uso de trinchas.
Além do bem-estar interno, a máquina precisa "vestir" a lavoura. Para evitar a propagação de pragas e prejuízos físicos às plantas e aos frutos, o trator conta com uma cabine estreita, mas ao mesmo tempo muito ampla e um design externo arredondado, ideal para operações nas entrelinhas da cultura adensada sem causar interferências. A agilidade nas manobras, fator crítico em espaços limitados, é assegurada pelo excelente raio de giro de sua categoria.
A Valtra acompanha de perto a evolução da cafeicultura no Brasil e entende que essa cultura exige soluções específicas. É por isso que investimos continuamente em pesquisa e desenvolvimento para oferecer maquinários que respeitam as particularidades da lavoura e colocam a segurança e o conforto do operador no centro de uma operação produtiva em constante crescimento”, conclui Winston Quintas.
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