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A Copercampos realizou, na noite de segunda-feira (18/5), a 65ª Assembleia Geral Extraordinária (AGE), em Campos Novos (SC), reunindo associados para deliberar sobre a reforma do Estatuto Social da cooperativa. As alterações aprovadas buscam fortalecer a governança, ampliar a profissionalização da gestão e garantir sustentabilidade financeira e administrativa para os próximos anos.
Durante a assembleia, o presidente Luiz Carlos Chiocca destacou que as mudanças estatutárias são fundamentais para preparar a cooperativa para um novo ciclo de crescimento e expansão dos negócios.
Segundo Chiocca, a Copercampos vive um momento sólido financeiramente, porém exige ajustes estratégicos para acompanhar a evolução do mercado e garantir segurança à cooperativa e aos associados. “A Copercampos está muito bem financeiramente, mas ajustes são necessários no estatuto. Precisamos valorizar e pensar sempre no bem da cooperativa. Estamos profissionalizando ainda mais a gestão e essas mudanças focam justamente nisso”, afirmou o presidente.
O dirigente também ressaltou os investimentos realizados nos últimos anos e a estratégia de industrialização da cooperativa. “Em três anos investimos mais de R$ 1 bilhão. Estamos investindo na industrialização e atuando em negócios ligados ao nosso associado para termos ainda mais eficiência. Queremos industrializar ainda mais a Copercampos e focar em negócios estratégicos”, destacou.
Entre os setores apontados como prioritários para o futuro, Chiocca enfatizou o segmento energético. “Vamos focar em energia, porque ela é fundamental para o desenvolvimento mundial. A inteligência artificial está avançando rapidamente e demanda muita energia. Estamos pensando lá na frente, com visão de futuro, para garantir o sucesso da cooperativa”, declarou.
Entre as principais mudanças aprovadas pelos associados no Estatuto Social, está a inclusão de novos critérios relacionados à restituição do capital social para associados que solicitarem desligamento antes de completar 15 anos de filiação. As alterações também estabelecem que a restituição do capital social somente poderá ser exigida após aprovação do balanço do exercício pela Assembleia Geral.
Outro ponto importante aprovado foi a modernização da estrutura administrativa da cooperativa. O Estatuto passa a prever uma Diretoria Executiva composta pelo Diretor Presidente e Diretores Superintendentes e Executivos contratados, reforçando o processo de profissionalização da gestão.
A AGE também aprovou novas regras para o Conselho Fiscal, incluindo a perda automática de mandato para membros que acumularem faltas não justificadas nas reuniões ordinárias do órgão.
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