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O fator de transcrição CsZAT10 amplia a resistência do pepino à mosca-branca (Bemisia tabaci). O alvo surge como opção para programas de melhoramento voltados ao controle da praga.
Estudo avaliou a função do CsZAT10 em Cucumis sativus. A proteína reúne dois domínios dedo de zinco. Essa estrutura enquadra o fator no grupo Cys2/His2-type ZFP. A expressão do gene subiu após infestação por mosca-branca. O mesmo padrão ocorreu após aplicação de ácido salicílico, metil jasmonato e peróxido de hidrogênio.
O silenciamento de CsZAT10 elevou a sobrevivência da mosca-branca e aumentou a preferência do inseto pela planta hospedeira. A superexpressão gerou efeito inverso e reduziu ambos os indicadores.
Os ensaios também mostraram queda nas respostas de defesa após o silenciamento do gene. Houve redução nos níveis de moléculas sinalizadoras ligadas à defesa. Os pesquisadores também registraram menor expressão de genes relacionados à resistência. A atividade de enzimas de defesa caiu, com destaque para superóxido dismutase, peroxidase e fenilalanina amônia-liase. Os teores de fenóis, taninos e flavonoides também diminuíram.
Na direção oposta, a superexpressão de CsZAT10 ativou essas respostas. O gene promoveu rotas associadas a espécies reativas de oxigênio, ácido salicílico e ácido jasmônico.
Outras informações em doi.org/10.1002/ps.70747
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