Evento em Rio Branco formaliza a criação da Rede de Sementes do Acre

Encontro reuniu profissionais que atuam na cadeia produtiva de florestas nativas

28.11.2023 | 13:57 (UTC -3)
Vera Barão, edição Cultivar
Foto: divulgação
Foto: divulgação

Integrantes do Comitê Técnico de Sementes Florestais, da Associação Brasileira de Tecnologias de Sementes (Abrates), participaram do 1º Encontro da Rede de Sementes do Acre, realizado em Rio Branco neste mês. Além de palestras e formação de um grupo de trabalho, uma das iniciativas mais importantes do encontro foi a elaboração de um plano de ação da Rede de Sementes para os próximos três anos, visando estimular uma economia de base florestal na região. 

Juliana Müller Freire, da Embrapa Agrobiologia, palestrou sobre a “Legislação de sementes e mudas florestais, enquanto Fátima Piña Rodrigues, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e diretora interina da Rede Tecnológica de Sementes e Mudas Florestais (Remas), abordou o tema “Redes de Sementes, o passado, o presente e o futuro”.

Além das palestras, as representantes do CTSF/Abrates colaboraram na formação de um grupo de trabalho que discutiu os objetivos e as estratégias da futura Rede de Sementes do Acre. Nesse grupo, foram identificadas as forças, as fraquezas, as oportunidades e as ameaças para o desenvolvimento da rede, bem como a elaboração de um plano de ação.

O plano prevê a organização de grupos de coletores de sementes, a definição de espécies prioritárias, a viabilização da comercialização de sementes no Acre e na região do Amazonas e a criação de uma gestão participativa da rede.

A pesquisadora da Embrapa Semiárido, Bárbara Dantas, que coordena o Comitê Técnico de Sementes Florestais, afirmou que o evento foi uma oportunidade para o CTSF/Abrates e a Remas promoverem, difundirem e incentivarem a produção de sementes com qualidade e legalidade em todo o território nacional.

O evento, promovido pelo governo do Acre, por meio Fundação de Tecnologia do Estado do Acre (Funtac), reuniu profissionais que atuam na cadeia produtiva de florestas nativas, bem como representantes de instituições governamentais, organizações não governamentais, instituições de pesquisa e membros da sociedade civil.

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