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Entidades pedem auxílio para enfrentar frustração de safra

12/01/2022 | Renan Tadeu Martins Pereira
Alongamento de dívidas e agilidade na liberação dos seguros foram reivindicações dos produtores do oeste do Paraná ao Ministério da Agricultura. - Foto: Divulgação

Alongamento de dívidas e agilidade na liberação dos seguros. Estas são as duas principais reivindicações dos produtores do oeste do Paraná ao Ministério da Agricultura. Os pedidos foram apresentados, na terça-feira, dia 11 de janeiro, ao diretor de Gestão de Risco do ministério, Pedro Loyola, durante reunião em Palotina.

A C.Vale apresentou um relatório apontando as perdas causadas pela estiagem às lavouras de soja. Segundo o gerente do Departamento Agronômico da cooperativa, Carlos Konig, a quebra de safra no Paraná, até agora, varia entre 35 e 40%, mas no oeste do estado a redução está entre 65 e 90%. Para minimizar os efeitos de frustração de safra, o presidente da C.Vale, Alfredo Lang, pediu o alongamento das dívidas de custeio e investimento

O vice-presidente do Sindicato Patronal Rural, Edmilson Zabot, pediu a Loyola que levasse à ministra da Agricultura, Tereza Cristina, a preocupação dos produtores com a alta nos custos da energia que estaria inviabilizando a produção de leite e carnes. “Nossas prioridades são o alongamento de dívidas e um programa de auxílio aos produtores de leite, peixes, frangos e suínos na questão da energia elétrica. Precisamos disso para ontem porque a energia elétrica está inviabilizando nossas atividades”, alertou.

Loyola respondeu que entregará um relatório sobre as perdas no Paraná à ministra Tereza Cristina. Ele orientou os municípios que estão passando por estiagens para que elaborem decretos de situação de emergência para facilitar o recebimento de auxílio federal. Loyola acrescentou que as ações mais imediatas do governo federal serão medidas para agilizar vistorias e liberação de áreas para plantio de outras culturas. Segundo o diretor, reivindicações que dependem de recursos do orçamento da União serão encaminhadas ao ministro da Economia, Paulo Guedes. “Questões de demandam orçamento podem demorar de 15 a 45 dias. Acredito que entre o final de janeiro e fevereiro o ministério já esteja com algumas ações em relação à questão do crédito”, afirmou.

As principais reivindicações foram: 

Revista Cultivar

 

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