FMC registra prejuízo de US$ 2,07 bilhões no terceiro trimestre
Resultado reflete ajustes comerciais de US$ 672 milhões, queda nas vendas e enfraquecimento da demanda por defensivos agrícolas
O fenômeno El Niño deve se intensificar ao longo de 2026 e pode atingir intensidade muito forte a partir de novembro. Para o período entre novembro de 2026 e janeiro de 2027, a previsão indica maior probabilidade de chuvas acima da média na Região Sul e em partes do Sudeste e Centro-Oeste. O cenário exige atenção do setor agropecuário, especialmente em relação aos riscos associados ao excesso ou à irregularidade das precipitações.
As projeções constam na quinta edição do Painel El Niño, divulgada na quinta-feira (29/10) pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e outros órgãos federais.
De acordo com o boletim, grande parte do Norte e áreas do Nordeste e Centro-Oeste apresentam maior probabilidade de chuvas abaixo da normal climatológica. As temperaturas, por sua vez, tendem a ficar acima da média em quase todo o país, principalmente no Norte. No Rio Grande do Sul, a tendência é de temperaturas abaixo da normal.
As instituições alertam que a evolução do fenômeno pode provocar impactos hidrometeorológicos em diferentes regiões. A intensidade e a distribuição desses efeitos dependerão do comportamento das condições atmosféricas e oceânicas nos próximos meses.
O monitoramento também envolve a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), o Serviço Geológico do Brasil (SGB), a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec) e o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam).
O boletim recomenda acompanhamento contínuo das previsões e dos alertas oficiais para orientar ações de prevenção e preparação diante de possíveis eventos adversos.
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