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A CNH Industrial encerrou o segundo trimestre de 2026 com lucro líquido de US$ 141 milhões, resultado inferior aos US$ 217 milhões registrados no mesmo período do ano passado. O lucro líquido ajustado foi de US$ 161 milhões, frente aos US$ 216 milhões apurados no segundo trimestre de 2025.
Apesar da redução no lucro, a companhia informou crescimento das receitas. As receitas consolidadas somaram US$ 4,80 bilhões no período encerrado em 30 de junho, enquanto as vendas líquidas das atividades industriais atingiram US$ 4,14 bilhões, ambos os indicadores acima dos registrados no segundo trimestre de 2025.
A geração de caixa também apresentou resultado positivo. O caixa líquido proveniente das atividades operacionais alcançou US$ 145 milhões, e o fluxo de caixa livre das atividades industriais foi de US$ 150 milhões.
Segundo a empresa, a despesa com imposto de renda foi de US$ 43 milhões, abaixo dos US$ 76 milhões registrados no mesmo período do ano anterior. A alíquota efetiva de imposto ficou em 25,0%, ante 27,6% no segundo trimestre de 2025.
Para o CEO da CNH, Gerrit Marx, o desempenho reflete a capacidade de execução da companhia em um momento de baixa do ciclo agrícola. Segundo ele, embora a situação financeira dos produtores rurais continue pressionada, já há sinais de melhora no mercado de máquinas, como a normalização dos estoques das concessionárias, o envelhecimento das frotas e um equilíbrio maior entre os preços de equipamentos novos e usados.
Marx afirmou ainda que a empresa mantém os investimentos em qualidade, eficiência operacional, cadeia de suprimentos, fortalecimento da rede de concessionários e desenvolvimento de novas tecnologias, com foco na preparação para o próximo ciclo de crescimento do mercado.
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