Tamanho corporal afeta aclimatação térmica de Solenopsis invicta
Operárias médias e pequenas ganharam tolerância ao frio e ao calor após 15 dias de exposição
Começou nesta segunda-feira, 21 de setembro, o período do vazio sanitário do algodão no Tocantins. Até 10 de dezembro, fica proibida a manutenção de plantas vivas da cultura no campo. Com base na safra 2025/26, o Estado possui cerca de 9.763,34 hectares de algodão cultivados.
A medida tem como objetivo prevenir e controlar o bicudo-do-algodoeiro, uma das principais pragas da cultura. Trata-se de um besouro de coloração cinza ou castanha, com tamanho entre 3 e 7 milímetros, que pode infestar as lavouras desde o início da emissão dos botões florais até a colheita. O inseto pode apresentar de quatro a seis gerações durante um único ciclo da cultura. Quando não controlado, pode causar perdas de até 70% da produção.
Durante o período vigente, a Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec) realizará o monitoramento das áreas onde houve cultivo de algodão na última safra, com o objetivo de verificar o cumprimento das medidas de controle fitossanitário.
A Adapec orienta os produtores a verificarem as áreas de cultivo e eliminarem eventuais plantas vivas de algodão durante o período do vazio sanitário.
Caso sejam identificadas plantas vivas, o proprietário ou ocupante da área será notificado para realizar a eliminação por meio mecânico ou químico. O descumprimento das normas está sujeito às sanções previstas na legislação.
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