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Moscas-das-frutas Drosophila melanogaster alimentadas com dieta suplementada com própolis resistiram melhor ao estresse por etanol. O efeito apareceu sem aumento na expressão de genes clássicos ligados ao metabolismo do álcool ou à defesa antioxidante. O resultado aponta papel direto da imunidade inata na adaptação de insetos a estressores químicos, conforme pesquisadores coreanos.
O estudo avaliou fêmeas adultas criadas durante todo o ciclo de vida em dieta artificial com um grama de própolis. O grupo controle recebeu a mesma dieta sem suplementação. Depois, os insetos receberam exposição a vapor de etanol em concentrações de zero a 20%. A sobrevivência foi monitorada a cada hora por oito horas.
Na concentração de 12,5% de etanol, usada nas análises de expressão gênica, a sobrevivência após oito horas chegou a 63,33% no grupo com própolis. No controle, o índice ficou em 40,0%. A diferença apresentou significância estatística, com p igual a 0,036.
Os cientistas não observaram maior ativação dos genes Adh e Aldh, ligados ao metabolismo do etanol. A expressão desses genes permaneceu menor nas moscas alimentadas com própolis. Também não houve indução ampla de genes antioxidantes, como SOD1, SOD2, CAT, Trxr1, GstD2 e GstD5.
A principal alteração ocorreu em genes de peptídeos antimicrobianos dependentes da via IMD. A dieta com própolis elevou a expressão de DptA, DptB, AttC e Mtk antes da exposição ao etanol. A expressão permaneceu maior nas primeiras horas de exposição.
Segundo os pesquisadores, os dados indicam um estado de preparo imunológico induzido pela dieta. Essa ativação prévia pode ampliar a tolerância ao etanol em Drosophila melanogaster. O trabalho também amplia o papel dos peptídeos antimicrobianos para além da defesa contra patógenos.
Outras informações em doi.org/10.3390/insects17060542
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