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Ihara trabalha com tecnologia eficiente no manejo de doenças em hortaliças e frutas

04/08/2022 | Robson Silva
O “vira-cabeça”, doença recorrente em climas secos, age de maneira rápida e silenciosa, e precisa de atenção e rápida ação do agricultor. - Foto: Wenderson Araujo/CNA

A IHARA, empresa de pesquisa e desenvolvimento especializada em defensivos agrícolas, tem em seu DNA a inovação para ajudar o agricultor no controle dos principais detratores de produtividade. Para isso, a empresa está ao lado do produtor no dia a dia no campo, entendendo as suas necessidades e oferecendo tecnologias de ponta que contribuem no manejo eficiente em diversos tipos de cultivos. A bataticultura, por exemplo, pode ser atacada por inúmeras pragas e doenças como o “vira-cabeça”, causado por vírus Orthotospovirus, doença que atinge de forma agressiva as lavouras em todo o Brasil, gerando prejuízos significativos na produção desse cultivo.

“O uso de defensivos é a ferramenta mais eficaz, principalmente quando utilizamos um inseticida moderno e com amplo espectro, ação de choque e longo residual. Neste caso, o Eleitto apresenta tecnologia inovadora e desenvolvida especificamente para a hortifruticultura. Esta tecnologia é uma grande aliada do fruticultor, principalmente por ser multipragas, podendo ser aplicada via terrestre ou via aérea em qualquer fase da cultura, inclusive na florada”, explica Marcos Vilhena, Gerente de Marketing Regional da IHARA.

A ocorrência do vira-cabeça se dá em meses mais secos e quentes do ano, propiciando o aumento desse inseto vetor que, em muitos casos, é responsável pela perda da plantação. O vírus é transmitido por tripes da ordem Thysanoptera, sendo adquirido pelo inseto no estágio larval e transmitido pelo adulto. Em batatas, observa-se sinais de necrose nas folhas, tecidos necrosados nos tubérculos, murcha no ponteiro, manchas no caule e presença de manchas marrons na polpa. “Além dos problemas ocasionados no cultivo, o vira-cabeça também prejudica a rentabilidade do agricultor já que não é recomendado o consumo dessa batata, o que acarreta a comercialização do produto”, explica Vilhena.

Por isso, o correto diagnóstico é importante para tentar impedir a expansão da doença, pois há grandes diferenças no controle de pragas como pulgões e tripes, que afetam de forma significativamente a cultura da batata. Além disso, a eliminação de plantas daninhas é parte essencial do manejo, pois elas servem de fonte inóculo do vírus e permanência da doença no campo.

“O correto posicionamento de defensivos agrícolas é fundamental para o controle não só das pragas transmissoras, mas também para o controle das plantas daninhas hospedeiras desse vírus. Todo agricultor preza por colheitas fartas, mas na cultura da batata ganha-se nos detalhes com um manejo eficiente e satisfatório do tospovirus”, ressalta o Gerente de Marketing Regional da IHARA.

O Eleitto é um grande aliado do agricultor por ser uma tecnologia segura que apresenta com um dos benefícios o baixo período de carência (intervalo de segurança), o que permite a aplicação até próximo à colheita, além de oferecer suporte de limite máximo de resíduos (LMR) para as principais culturas de exportação. Isso transforma o inseticida em uma alternativa viável para os agricultores que exportam para os mercados mais exigentes do mundo.

Revista Cultivar

 

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