CropLife Brasil propõe diálogo e inovação após reeleição de Lula

Organização defende segurança jurídica e políticas de incentivo à pesquisa e à tecnologia agrícola

26.10.2026 | 09:05 (UTC -3)
Revista Cultivar, a partir de informações de Danilo Lysei

A CropLife Brasil aponta a segurança jurídica, o incentivo à pesquisa e o aperfeiçoamento regulatório como medidas importantes para ampliar a competitividade da agricultura brasileira. Em posicionamento dirigido ao governo federal, a entidade também defende condições favoráveis a investimentos e à adoção de novas tecnologias no campo.

A organização cumprimentou Luiz Inácio Lula da Silva pela reeleição à Presidência da República e manifestou disposição para contribuir com o governo, o Congresso Nacional e outras instituições públicas na construção de uma agenda voltada ao desenvolvimento sustentável do agronegócio.

Segundo a CropLife Brasil, a posição do país como um dos principais produtores mundiais de alimentos resulta de décadas de investimentos em ciência, pesquisa e tecnologia. Para a entidade, a continuidade desse avanço depende de condições que favoreçam novos investimentos, ampliem o acesso dos produtores rurais às tecnologias e aumentem a participação brasileira no mercado internacional.

O posicionamento também ressalta a necessidade de marcos regulatórios baseados em critérios científicos, transparência e estabilidade normativa, além de mecanismos de incentivo à pesquisa e à proteção da propriedade intelectual. No comércio internacional, a entidade considera a cooperação técnica e a convergência regulatória com parceiros estratégicos importantes para ampliar o acesso a mercados e facilitar a adoção de novas tecnologias no campo.

Representante de 53 empresas dos segmentos de sementes e mudas, biotecnologia, defensivos químicos e bioinsumos, a CropLife Brasil destaca a complementaridade dessas soluções para atender às demandas da agricultura tropical. De acordo com a organização, a integração dessas tecnologias pode contribuir para aumentar a produtividade, ampliar a resiliência dos sistemas produtivos e fortalecer a segurança alimentar.

A entidade afirma, por fim, que pretende colaborar tecnicamente com o poder público na elaboração de políticas que estimulem a inovação, ampliem as oportunidades de negócios e consolidem o Brasil como potência agrícola e tecnológica no cenário internacional.

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