Corteva quer crescer no Brasil

Chuck Magro, CEO da empresa, voltou a enaltecer a estratégia aplicada nos Estados Unidos

14.03.2025 | 14:35 (UTC -3)
Schubert Peter

A Corteva reforçou sua intenção de conquistar 30% do mercado de sementes de soja no Brasil até 2030. Em visita ao país, Chuck Magro, CEO da empresa, voltou a enaltecer a estratégia aplicada nos Estados Unidos e a possibilidade de replicá-la em outro lugar.

A manifestação de Magro aconteceu poucos dias após a Bayer, sua maior concorrente, anunciar datas para a comercialização de sementes de variedades de soja tolerantes a cinco diferentes herbicidas (em 2027 nos EUA; em 2028 no Brasil). Atualmente, estima-se que a empresa alemã detenha mais de 80% do mercado de sementes de soja no Brasil.

Para alterar o cenário, imagina-se a necessidade de a Corteva apresentar inovações ou vantagens diversas.

Magro, contudo, manteve menções apenas a ideias abstratas. Discorreu sobre "agregar valor para o agricultor" e "parcerias com multiplicadores".

Há três meses, falando sobre o mesmo assunto, mencionou a oferta de solução mais eficiente e acessível para os agricultores que buscam maximizar a produtividade. Todavia, não forneceu detalhes.

Acredita-se como uma das possibilidades para aumentar a participação no mercado a ampliação de benefícios genéticos em seu pacote tecnológico, o Enlist, lançado em 2019 nos Estados Unidos e em 2021 no Brasil.

A tecnologia atual, o Enlist E3, contém genes de tolerância aos hebicidas 2,4-D, glifosato e glufosinato de amônio.

Também faz parte desse conjunto a tecnologia denominada Conkesta E3, que inclui o Enlist E3 e genes expressores de duas proteínas de Bacillus thuringiensis (Cry 1F e Cry1Ac).

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