BNDES anuncia mais R$ 40 milhões para produção de bioinsumos
Novo ciclo do BNDES Bioinsumos para agricultura familiar foi anunciado em Brasília, durante Plenária do Consea
Pulgões com diferentes isolados de vírus e endossimbiontes facultativos apresentaram mudanças na aptidão, na dispersão e no comportamento alimentar. Estudo avaliou populações de pulgões e isolados virais para medir os efeitos interativos da presença do vírus, do isolado viral e de bactérias endossimbiontes facultativas.
Os pulgões atuam como vetores eficientes de muitos vírus de plantas. Também mantêm associação com bactérias endossimbiontes. Uma delas possui caráter obrigatório. Outras espécies facultativas não garantem a sobrevivência do inseto, mas podem gerar benefícios fenotípicos ao hospedeiro.
A pesquisa focou um vírus de transmissão persistente, seu principal vetor e um endossimbionte facultativo defensivo. Os resultados indicaram efeitos dependentes do isolado viral sobre a produção de pulgões alados, a aptidão reprodutiva e a dispersão dos insetos.
A infecção por endossimbiontes influenciou principalmente o comportamento alimentar. Pulgões infectados iniciaram a sondagem dos tecidos vegetais mais cedo. Também aumentaram a ingestão de floema.
O trabalho identificou interações entre isolado viral e infecção por endossimbionte nas taxas iniciais de crescimento populacional. O efeito do endossimbionte variou conforme o isolado viral presente.
Os cientistas apontam a diversidade dentro da espécie como fator importante para compreender pulgões como vetores de vírus de relevância agrícola. Estratégias futuras de controle de pragas e doenças precisam considerar essa complexidade para ampliar a eficiência das medidas de manejo.
Outras informações em https://doi.org/10.1111/een.70099
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