Corteva divulga resultados do segundo trimestre de 2026
Companhia prevê EBITDA operacional de até US$ 4,3 bilhões em 2026 e mantém separação para outubro
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou, no Monitoramento Semanal das Condições das Lavoura, que a semeadura do trigo atingiu 98,8% da área prevista no Brasil. No Rio Grande do Sul, as chuvas interromperam os trabalhos de campo e também reduziram o ritmo de desenvolvimento das lavouras, que permanecem majoritariamente em fase vegetativa.
No Paraná, o tempo firme permitiu a conclusão da semeadura e manteve as lavouras em boas condições. Em Santa Catarina, o clima favoreceu a finalização do plantio e, no Planalto Sul, geadas de baixa intensidade estimularam o perfilhamento. Em São Paulo, o enchimento de grãos está praticamente concluído, sem registros de danos por geadas, enquanto em Minas Gerais a colheita começou lentamente nas áreas de sequeiro, com perdas de produtividade em parte do estado devido à brusone e ao clima mais quente.
A colheita do milho de primeira safra alcançou 99% da área cultivada. Os trabalhos já foram concluídos em Santa Catarina, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Goiás, Minas Gerais e Pará. No Rio Grande do Sul, o plantio da safra 2026/27 já teve início de forma pontual.
Já a colheita do milho segunda safra chegou a 58,3% da área. Em Mato Grosso, os trabalhos seguem acelerados e as produtividades continuam acima das estimativas iniciais. No Paraná, a redução das chuvas favoreceu o avanço da colheita, enquanto em Mato Grosso do Sul os rendimentos são considerados satisfatórios. Em Goiás e São Paulo, a umidade retardou as operações. No Tocantins, Maranhão e Piauí, as produtividades permanecem inferiores às da safra passada, principalmente nas áreas semeadas fora da janela ideal. No Pará, a colheita avança com bons resultados nos polos de Santarém e Paragominas.
No algodão, a colheita alcançou 16,5% da área cultivada. Mato Grosso mantém ritmo acelerado de colheita, favorecido pelas condições climáticas, enquanto o controle do bicudo-do-algodoeiro segue como prioridade no manejo fitossanitário. Em Mato Grosso do Sul, metade da área já foi colhida e as lavouras dos Chapadões apresentam elevado potencial produtivo. Em Minas Gerais, Goiás e Piauí, as produtividades superam as estimativas iniciais, embora chuvas recentes tenham reduzido a qualidade da pluma em parte do extremo sul goiano.
Na segunda safra de feijão, a colheita do feijão-caupi no oeste da Bahia alcança quase 60% da área, com boa qualidade dos grãos. As lavouras irrigadas de feijão cores seguem em enchimento de grãos, enquanto a colheita foi concluída no Paraná e em Minas Gerais.
Para o feijão de terceira safra, a Conab destaca o início da colheita na Bahia, apesar do estresse hídrico persistente em parte das áreas. Em Goiás, a colheita já alcança 35% da área, favorecida pelo tempo seco, que também contribui para a qualidade dos grãos. Em Minas Gerais, os trabalhos ainda são incipientes e concentrados no Noroeste do estado, onde há menor pressão de mosca-branca.
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