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A área afetada pela seca no Brasil aumentou de 41% para 50% do território nacional entre abril e maio de 2026, segundo a mais recente atualização do Monitor de Secas. Embora o fenômeno tenha perdido intensidade em estados das regiões Nordeste, Sul e Sudeste, houve avanço da área atingida e agravamento das condições em parte do Centro-Oeste e do Norte do País.
De acordo com o levantamento, a severidade da seca diminuiu em nove unidades da Federação: Ceará, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Em contrapartida, o fenômeno se intensificou em Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rondônia e Tocantins.
Em termos de abrangência, a seca expandiu-se em 11 estados, incluindo Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rondônia e Tocantins. Já houve redução da área afetada em nove estados, entre eles Bahia, Ceará, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e São Paulo.
O Monitor também registrou o retorno da seca ao Acre e a Mato Grosso, enquanto Amapá e Roraima passaram a ser os únicos estados brasileiros livres do fenômeno em maio.
Entre as regiões do País, o Sudeste apresentou o quadro mais severo, com registro de seca grave em 2% de seu território. Já o Norte teve as condições mais brandas. O Sul permaneceu como a região com maior percentual de área afetada, com seca presente em 84% do território regional, enquanto o Centro-Oeste registrou a menor proporção, com 25%.
O Distrito Federal e o Rio Grande do Sul foram as únicas unidades da Federação com seca em 100% de seus territórios durante o mês de maio. Nos demais estados, a área atingida variou entre 0,45% e 86%.
Considerando a extensão territorial afetada, o Amazonas liderou a área total sob seca em maio, seguido por Bahia, Minas Gerais, Pará e Goiás. No acumulado nacional, a área com registro do fenômeno passou de 3,43 milhões para 4,21 milhões de quilômetros quadrados entre abril e maio.
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