Mercado de defensivos da soja cresce 6% no Brasil
Área plantada e maior intensidade de aplicações elevam faturamento, aponta estudo da Kynetec Brasil
A busca constante por estabilidade e altos tetos produtivos têm levado agricultores brasileiros a reavaliarem o papel da genética das sementes de soja no resultado de produtividade das suas lavouras. Na região Sul do Brasil, como nas cidades de Maringá e São Jerônimo da Serra (PR), essa transformação já é realidade. Os novos episódios da websérie Vozes da Mudança, promovida pela marca Golden Harvest, da Syngenta, revelam como a escolha das variedades, aliada a um manejo técnico rigoroso, está redefinindo os índices de produtividade. O objetivo da produção é mostrar produtores que decidiram mudar, conhecer novas cultivares e, com isso, alcançar novos resultados.
Em Maringá, o agricultor Cleber Veroneze Filho enfrentava o desafio de manter a rentabilidade frente às oscilações climáticas da região, mesmo com um solo muito fértil e propício para os cultivos de soja e milho. “Temos vários anos de veranicos, com altas temperaturas, e problemas de geada no inverno”, relata. Ao adotar o híbrido GH2564I2X, da Golden Harvest, o produtor conta que observou uma resposta superior em termos de vigor inicial e adaptabilidade, com benefícios até a colheita.
“Ela secou de forma muito padronizada, diferente das outras variedades. E mesmo com essas adversidades, o que nós tivemos de resultado foi muito interessante. Então, ela mostra que tem estabilidade e uma caixa produtiva alta”. Unindo a qualidade genética da variedade ao manejo fitossanitário robusto, com aplicações planejadas de fungicidas, o resultado foi positivo e muito satisfatório. “Eu tenho a intenção de plantar uma área maior no ano que vem para entender realmente o comportamento dos materiais da Golden”, conclui Veroneze Filho.
Da mesma maneira, o cenário em São Jerônimo da Serra exigia sementes capazes de suportar estresses hídricos e térmicos sem comprometer o potencial produtivo. O agricultor André Luiz Machado, que cultiva soja na região há cerca de seis safras, conta que enfrentou desafios principalmente com a altitude. “A gente vem testando a cada safra cultivares novas para adaptarmos. E a cultivar 2463I2X se adaptou muito bem à nossa região, e está entregando muitos bons resultados”, explica Machado. Na safra 2024/25, com chuvas regulares, mas de baixa densidade, a cultivar entregou 176 sacas por alqueire (2,42 hectares) de produtividade, superando a média de 140 sacas das outras safras.
O manejo fúngico também fez diferença no resultado do agricultor. Enfrentando resistência a doenças como mofo branco, ferrugem e oídio, a região também é propícia ao acamamento das plantas, por conta da altitude elevada. “A Golden Harvest vem se comportando muito bem nessa questão de sanidade. Entregou um bom porte, não acamou, não perdeu as folhas do baixeiro, não abortou vagens por conta de estresse hídrico como tivemos, com pouca chuva”, destaca o produtor.
Para a Syngenta, esses resultados reafirmam o compromisso da marca Golden Harvest com o sucesso do produtor. “A combinação de genética de ponta, equipe técnica especializada e a proximidade com quem faz a produção acontecer é o que sustenta a agricultura brasileira. Na Syngenta, investimos em pesquisa e desenvolvimento para entregar os melhores materiais para que nossos licenciados e parceiros prosperem cada vez mais. É por isso que temos incentivado agricultores a conhecerem novas variedades para mostrar que é possível produzir mais e melhor”, afirma Ricardo Formentini, diretor Comercial para Golden Harvest na Syngenta Seeds no Brasil.
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