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Tempo firme predomina no Brasil entre terça e quarta; geada no Sul e baixa umidade são os principais destaques
Microcápsulas produzidas com a bactéria Serratia marcescens G4 alcançaram 55,84 por cento de controle da esclerotiniose da soja em experimento em vasos. Estudo de pesquisadores chineses avaliou a otimização do meio de fermentação, a preparação da formulação G4Ms e o efeito do agente biológico contra Sclerotinia sclerotiorum (DOI 10.1002/ps.71092).
Nas condições iniciais de cultivo, a densidade óptica da linhagem G4 chegou a 2,241 após 12 horas. Sacarose e peptona de soja apresentaram melhor desempenho como fontes de carbono e nitrogênio. A otimização por superfície de resposta indicou meio com 13,21 gramas por litro de sacarose, 10,33 gramas por litro de peptona de soja, 10,95 gramas por litro de extrato de levedura e 10 gramas por litro de cloreto de sódio. Com essa composição, a densidade óptica prevista subiu para 2,474. O aumento chegou a 10,4 por cento.
As melhores condições de cultivo incluíram temperatura de 35 graus Celsius, pH 7,0, inóculo de 3 por cento em volume por volume, agitação de 155 rotações por minuto e volume de trabalho de 50 mililitros.
As microcápsulas G4Ms foram preparadas com 80 por cento de maltodextrina. A formulação apresentou maior estabilidade em armazenamento, maior formação de biofilme e maior atividade inibitória em comparação com células livres da linhagem G4.
Nos vasos, além do controle da esclerotiniose, a aplicação das microcápsulas aumentou atividades enzimáticas no solo e a diversidade microbiana. Conforme os cientistas, os resultados indicam potencial da formulação G4Ms como agente de biocontrole contra a esclerotiniose da soja causada por Sclerotinia sclerotiorum.
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