Inmet: previsão do tempo entre os dias 17 a 24 de agosto de 2026

São esperadas chuvas de até 150 mm no Sul e tempo seco em grande parte do Centro-Oeste

17.08.2026 | 15:49 (UTC -3)
Inmet, edição Revista Cultivar
Previsão de chuva acumulada (17 a 24 de agosto de 2026); fonte: Inmet
Previsão de chuva acumulada (17 a 24 de agosto de 2026); fonte: Inmet

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou nesta segunda-feira (17/8) a previsão do tempo para a semana de 17 a 24 de agosto de 2026. De acordo com o modelo numérico da entidade, a previsão de chuva acumulada para o período indica os maiores volumes de precipitação sobre a Região Sul, parte da Região Norte e litoral Norte e Leste do país.

Na Região Sul, onde são esperados os maiores acumulados do período, os volumes podem atingir até 150 mm em áreas pontuais no extremo do sul do Rio Grande do Sul. Na Região Nordeste, os maiores acumulados são previstos para a faixa litorânea, especialmente entre o Recôncavo Baiano e Pernambuco, onde pontualmente os acumulados podem atingir cerca de 20 mm.

Já na Região Norte, as maiores precipitações são esperadas na porção oeste da região, com acumulados pontuais de até 80 mm no oeste do Amazonas. Na Região Sudeste, o tempo deverá permanecer predominantemente estável, com possibilidade de chuvas fracas no sul e leste de São Paulo, no Rio de Janeiro, além do Espírito Santo, cujos acumulados, de maneira geral, não devem ultrapassar 10 mm durante toda a semana.

Na Região Centro-Oeste, o tempo permanecerá estável, sem previsão de chuva na maior parte da região. A exceção é o extremo sul do Mato Grosso do Sul, onde há possibilidade de chuva isolada.

Região Norte

Os maiores acumulados de precipitação devem ocorrer no noroeste do estado do Amazonas, região da cabeça do cachorro, com volumes que, pontualmente, podem ultrapassar 80 mm ao longo da semana. No litoral do Pará, no Amapá e em Roraima, os acumulados devem ficar em torno de 10 mm. Nas demais áreas da região, são previstas precipitações pouco significativas, com acumulados de até 5 mm ao longo da semana. Já no Tocantins e em Rondônia, não há previsão de chuva ao longo desta semana.

Região Nordeste

As chuvas devem ocorrer ao longo da faixa litorânea. Entre os dias 17 e 18, o destaque é para a faixa que se estende entre o Recôncavo Baiano e o Rio Grande do Norte, onde pontualmente os acumulados podem atingir cerca de 20 mm. Após o dia 18, a tendência é de enfraquecimento das precipitações, com redução gradual da intensidade e ocorrência de chuvas isoladas, acompanhadas de baixos acumulados em toda a faixa litorânea da região. À medida que se avança do litoral em direção ao agreste e ao sertão, não há previsão de chuva para o período.

Região Centro-Oeste

As condições de tempo seco e estável continuarão predominando ao longo dos próximos sete dias, abrangendo o Distrito Federal, o estado de Goiás e a maior parte de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Há previsão de chuva isolada com baixos acumulados, em torno de 3 mm, para áreas no extremo sul do Mato Grosso do Sul.

Região Sudeste

O tempo seco e estável deverá predominar até o dia 23 de agosto. A partir desta data, a passagem de uma frente fria pelo oceano poderá favorecer a ocorrência de chuvas fracas e isoladas em trechos da faixa litorânea de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. São esperados valores acumulados em torno de 10 mm. Já em Minas Gerais, o tempo seguirá firme pelos próximos sete dias.

Região Sul

A semana inicia com previsão de chuva em grande parte do Rio Grande do Sul, devido à atuação de uma frente fria associada à propagação de um cavado. As condições permanecem favoráveis à ocorrência de precipitações até o dia 23 de agosto. Os maiores acumulados são esperados para o extremo sul do estado, especialmente na Região Sudeste do Rio Grande do Sul, onde os volumes podem superar 150 mm no período. Entre os dias 17 e 18 de agosto, são previstos acumulados da ordem de 100 mm nessa área.

Em direção ao interior do estado, entre as regiões Sudoeste, Centro-Oeste e Noroeste do Rio Grande do Sul, os acumulados tendem a diminuir, ficando em torno de 50 mm ao longo do período. Além disso, as áreas de instabilidade poderão se expandir para todo o território gaúcho e avançar para Santa Catarina e para o sudoeste do Paraná. Nesses estados, a chuva deverá ocorrer de forma mais fraca e isolada, com acumulados previstos em torno de 10 mm.

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