Plano Agrícola e Pecuário garante R$ 7 bilhões para o agronegócio mineiro
A Bayer convidou diversas instituições de pesquisa e criou um grupo de estudo denominado Academia Bayer de Inovação/Fitopatologia. Com presença de pesquisa na região do cerrado brasileiro a Bayer convidou a Fundação Chapadão para integrar esta equipe e a frente da pesquisa ficará o pesquisador Edson Borges. O pesquisador vem desde 1987 desenvolvendo pesquisa no manejo e controle das doenças na cultura da soja.
A Academia Bayer tem como objetivo integrar as principais instituições, como Universidades, Institutos, Embrapa e Fundações de pesquisa e planejar protocolo únicos em rede para definir formas de manejo e controle das doenças que atacam as culturas em especial a da soja, o milho e o algodão. A idéia básica destes grupos é reunir e definir um protocolo único ou regionalizado, implantação dos trabalhos a campo.
Os grupos também como foco programar uma visita técnica em algumas das áreas para avaliarem os resultados a campo e discutirem novos rumos e caminhos, após a colheita o grupo se reúne novamente para apresentarem os resultados. Após, é composto os resultados em conjunto e analisados a performance dos produtos sobre o manejo e controle das doenças, detectarem possíveis perda de eficácia por tolerância ou resistência das doenças aos fungicidas. “A Fundação Chapadão tem participado ativamente de todos estes grupos de estudos dando sua contribuição científica visando melhoria no manejo e controle das doenças e pragas que atacam as lavouras da soja, algodão e milho”, afirma o presidente da instituição, Adriano Loeff.
Outros grupos de estudos já atuam nesta linha de programa como o Consfit, coordenado pela Syngenta; Expert soja pela BASF, Expret Team, pela Dupont, Consórcio Anti Ferrugem, pela Embrapa soja com apoio da Andef e Ensaio cooperativo de Mofo branco, coordenado pela Embrapa soja.
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