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A FMC Corporation iniciou um processo para avaliar opções estratégicas, incluindo a possível venda da companhia. A decisão partiu do conselho de administração e ocorre junto à divulgação dos resultados do quarto trimestre e do ano de 2025, além das projeções para 2026.
A empresa definiu como prioridades para 2026 o fortalecimento do balanço, a melhora da competitividade do portfólio principal e a gestão da fase pós-patente do inseticida Rynaxypyr (chlorantraniliprole). A estratégia inclui a redução de US$ 1 bilhão em dívidas por meio de venda de ativos e acordos de licenciamento. A FMC já havia anunciado a venda do negócio comercial na Índia.
A companhia também mantém foco na expansão de novos ingredientes ativos. O plano envolve Isoflex (bixlozone), fluindapyr, Dodhylex (tetflupirolimet) e rimisoxafen. A empresa avalia que esses produtos e o pipeline de desenvolvimento podem ampliar o valor aos acionistas com maior investimento e aceleração do crescimento.
Para 2026, a FMC projeta receita entre US$ 3,60 bilhões e US$ 3,80 bilhões, queda de 5% no ponto médio em relação a 2025. A empresa prevê pressão de preços em patamares médios de um dígito, principalmente por Rynaxypyr, em linha com a estratégia pós-patente. As vendas de novos ingredientes ativos devem alcançar entre US$ 300 milhões e US$ 400 milhões, crescimento superior a 75% no ponto médio.
O EBITDA ajustado esperado para 2026 varia de US$ 670 milhões a US$ 730 milhões, retração de 17%. O lucro por ação ajustado deve ficar entre US$ 1,63 e US$ 1,89. O fluxo de caixa livre pode oscilar entre negativo US$ 65 milhões e positivo US$ 65 milhões.
No quarto trimestre de 2025, a FMC registrou receita de US$ 1,08 bilhão, queda de 12% na comparação anual. A retração refletiu redução de preços, sobretudo em Rynaxypyr, e maior concorrência em produtos do portfólio principal, com destaque para a América Latina. O EBITDA ajustado trimestral somou US$ 280 milhões, recuo de 17%.
Em 2025, a receita total alcançou US$ 3,47 bilhões, queda de 18% frente a 2024. As vendas de novos ingredientes ativos atingiram cerca de US$ 200 milhões no ano. O resultado líquido anual apresentou prejuízo, impactado por baixa contábil de goodwill associada à desvalorização das ações e aos ajustes do negócio da Índia.
A revisão estratégica segue em estágio preliminar. A companhia informou que não há garantia de conclusão de transação e que novos comentários ocorrerão apenas se considerados necessários.
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