Fepagro será responsável pela reativação da CRIA

02.09.2011 | 20:59 (UTC -3)
Gislaine Freitas

A reativação da Central Riograndense de Inseminação Artifical (CRIA) é fundamental e decisiva para o incremento da qualidade genética do rebanho bovino de corte e leite, especialmente, do pecuarista familiar. A afirmação foi feita pelo diretor-presidente da Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro), Danilo Rheinheimer dos Santos, durante apresentação do Programa Dissemina, nesta sexta-feira (2), na casa da instituição no parque Assis Brasil, em Esteio.

O trabalho envolverá quatro pesquisadores da Fepagro e três zootecnistas da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa). A CRIA fará parte do Centro de Biotécnicas Reprodutivas, juntamente com a Central Riograndense de Transferência de Embriões (CRTE). O CBR será instalado no Centro de Pesquisa Iwar Beckmann, localizado na Fepagro em Hulha Negra.

O projeto prevê a captação de recursos com agentes financeiros, por meio de projetos para o BNDES e Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), para a construção de laboratórios. Na CRIA será feita a coleta de sêmen de touros de raças de leite e corte, congelamento e armazenamento e na CRTE o congelamento de embriões.

Segundo Rheinheimer, ainda este ano, será apresentada a sistemática de adesão dos municípios ao Programa Dissemina que deverá seguir o modelo do Sistema Suasa. “A recuperação da CRIA faz parte da revitalização da Fepagro e cumpre o papel da transversalidade proposta pelo governo do Estado, envolvendo diferentes instituições de pesquisa e extensão, além de integrar as políticas municipais”, afirma o dirigente.

Compartilhar

Newsletter Cultivar

Receba por e-mail as últimas notícias sobre agricultura

acessar grupo whatsapp
Agritechnica 2025