Satis tem maratona de eventos técnicos em fevereiro
Empresa reforça seu empenho em acompanhar de perto as realidades regionais
A Corteva projeta concluir a separação em duas empresas listadas no quarto trimestre de 2026. A companhia confirmou o cronograma durante conferência do Bank of America, realizada hoje. A cisão vai criar uma empresa focada em proteção de cultivos e outra dedicada a sementes e genética avançada.
O CEO Chuck Magro informou que a empresa anunciará, ainda no primeiro semestre, as sedes, as lideranças e o CEO da nova Corteva. O impacto financeiro líquido da duplicação de conselhos e lideranças deve ficar próximo de US$ 100 milhões anuais.
Na área de proteção de cultivos, a Corteva avalia que o setor atravessa um ciclo de baixa, puxado por oferta, e não por demanda. A empresa prevê expansão do mercado em 2026, com avanço em volume e pressão em preços.
A companhia mantém um pipeline de US$ 9 bilhões em proteção de cultivos. O portfólio inclui meia dúzia de novos ingredientes ativos e diversos biológicos. Executivos destacaram crescimento consistente da demanda global e potencial de consolidação no setor.
No segmento de sementes, a empresa ressaltou a estratégia de licenciamento de tecnologia. A administração informou que a posição líquida de royalties deve atingir neutralidade em 2026, dois anos antes do previsto. Há cinco anos, o saldo negativo chegava a cerca de US$ 700 milhões.
A Corteva também aposta no trigo híbrido. A empresa planeja lançar a tecnologia nos Estados Unidos em 2027. A administração calcula potencial de receita de US$ 1 bilhão na próxima década.
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