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A comercialização da soja da safra 2025/26 em Mato Grosso alcançou 49,49% da produção estimada até janeiro, avanço de 5,34 pontos percentuais em relação a dezembro. Os dados constam no boletim do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgado nesta semana.
Segundo o instituto, o avanço nas vendas esteve atrelado à necessidade de caixa por parte de produtores e ao progresso da colheita. No entanto, a queda nos preços ao longo do mês limitou negociações mais expressivas. O valor médio da soja no estado fechou janeiro em R$ 104,12 por saca, recuo de 3,96% frente ao mês anterior.
Para a safra 2026/27, os primeiros negócios começaram a ser registrados em dezembro, e a comercialização atingiu 1,46% da produção prevista em janeiro, avanço mensal de 0,70 ponto percentual. O preço médio negociado foi de R$ 102,33 por saca. Apesar do progresso, o ritmo segue lento, refletindo o cenário de preços pressionados.
No campo, a colheita avançou 14,64 pontos percentuais na comparação semanal, alcançando 39,61% da área estimada, embora as chuvas tenham limitado um avanço mais acelerado.
No mercado externo, as exportações brasileiras de soja somaram 1,88 milhão de toneladas em janeiro, alta de 75,51% frente ao mesmo mês de 2025. Mato Grosso respondeu por 25,99% desse volume, com 487,63 mil toneladas embarcadas — crescimento de 202,52% em relação a janeiro do ano passado.
Para 2026, o Imea projeta exportações de soja mato-grossense em 32,10 milhões de toneladas, leve alta de 0,28% ante 2025.
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