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A Coamo ampliou sua infraestrutura com a entrega de novas unidades nas regiões de Faxinal, Cruzmaltina e Rio Ivaí, no Paraná. As estruturas foram projetadas para melhorar o desempenho operacional e atender às demandas dos cooperados, além de integrarem um planejamento de longo prazo para acompanhar o crescimento da produção em sua área de atuação.
“Atualmente, a Coamo recebe entre 10 e 11 milhões de toneladas de grãos por ano e mantém uma estrutura de armazenagem que permite administrar com eficiência o fluxo entre as safras de verão e inverno, garantindo a conservação e a qualidade dos produtos destinados à comercialização”, destacou Edenison Carlos de Oliveira, diretor de Logística e Operações.
Segundo a cooperativa, importantes investimentos foram realizados em diversas unidades nos últimos anos. Em Rio Ivaí, foram aplicados R$ 31,4 milhões na instalação de um novo secador e de novos silos, ampliando a capacidade para 20 mil toneladas de grãos e o processamento para até 200 toneladas por hora. Em Cruzmaltina, o aporte de R$ 28,1 milhões em novos silos acrescentou capacidade para 40 mil toneladas. Já em Faxinal, foram investidos R$ 26,1 milhões na construção de estruturas capazes de armazenar mais 30 mil toneladas.
Em 2024, considerando obras de armazenagem, logística, estrutura portuária e industrial, os investimentos da Coamo somaram aproximadamente R$ 1,1 bilhão.
A cooperativa também estabeleceu metas para expandir sua capacidade estática de armazenagem. Segundo Edenison, o objetivo é alcançar 7 milhões de toneladas, fortalecendo a logística e reduzindo os impactos dos períodos de safra intensa para os cooperados e para a própria cooperativa.
“Além de ampliar a capacidade de armazenagem, os investimentos trazem ganhos operacionais importantes. A expansão das estruturas reduz a necessidade de armazenagem terceirizada e diminui custos com transporte e movimentação de grãos”, afirmou.
Outro benefício está na agilidade do recebimento. Com o avanço da tecnologia no campo e o aumento da capacidade das colheitadeiras, cresce também a necessidade de estruturas capazes de receber a produção com rapidez. Por isso, os investimentos frequentemente incluem melhorias nos sistemas de descarga, secagem e beneficiamento.
Atualmente, a Coamo opera nos estados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, além de contar com estrutura portuária em Paranaguá. Com esse volume, a cooperativa se destaca como a maior empresa em capacidade de armazenagem de grãos do Brasil.
“Por trás de cada silo existe uma operação complexa e cuidadosamente planejada. Enquanto uma safra está sendo concluída, o planejamento da próxima já está em andamento. O trabalho envolve a movimentação estratégica dos estoques, o direcionamento da produção para as indústrias e a preparação das unidades para receber novos volumes”, explicou o engenheiro agrônomo José Carlos de Andrade, gerente de Produtos Agrícolas.
Os cooperados são os principais beneficiados pelos investimentos. Estruturas mais próximas e modernas representam menos tempo na estrada, mais rapidez na descarga e maior segurança para armazenar a produção. "Todo o processo envolve estudos técnicos detalhados para assegurar que os equipamentos entreguem a capacidade prevista e operem com máxima eficiência", explicou o engenheiro Jarbas Luiz Kleveston, gerente de Engenharia da Coamo.
Para os produtores, a ampliação das unidades é fundamental diante do crescimento das lavouras. O aumento da capacidade de armazenagem oferece mais tranquilidade para a entrega da safra e garante melhores condições de atendimento. Reginaldo Pavezzi, agricultor de Faxinal e cooperado há décadas, resume a percepção dos associados.
“A diretoria da Coamo está atenta e acompanhando a evolução da produção e as nossas necessidades. Esta nova estrutura é resultado de uma decisão estratégica e nos ajuda a ter mais tranquilidade e segurança com os serviços da Coamo”, afirmou.
A expansão da infraestrutura segue com o objetivo de oferecer condições para que os cooperados produzam mais, com eficiência, qualidade e segurança, ampliando os resultados gerados pelo cooperativismo.
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