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O Brasil possui 93 espécies de abelhas sem ferrão registradas, selecionadas pelo ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) e divulgadas no Catálogo Nacional de abelhas nativas sem ferrão. A criação dos insetos permite geração de renda para a população, através da comercialização do mel, geoprópolis, pólen e cera. Os indicadores compõem o Atlas da Meliponicultura brasileira, nova incorporação ao Painel de Polinizadores do CropData, portal de dados da CropLife Brasil. Nesta funcionalidade é possível visualizar o nome científico, o nome popular e os estados onde cada uma delas ocorre.
A distribuição geográfica de cada espécie por UF considera as informações da ICMBio e do Catálogo de Abelhas Moure. Das 93 espécies, a região Norte é a que apresenta a maior variedade de criações de meliponicultura, com 65 espécies, seguida pelo Nordeste, com 58. Ou seja, a mesma espécie pode ocorrer em diferentes localidades. Juntas, as regiões se destacam pela biodiversidade, pela preservação ambiental, tradições locais associadas à meliponicultura e pelo potencial de geração de renda.
No Norte manifestam-se as abelhas sem ferrão popularmente conhecidas como lambe-lágrima / abelhamosquito, jataí-preta, borá / jataizinho, jataí / jaty e olho-de-vidro / irapuá-amarela. No Nordeste o destaque fica para as espécies jandaíra, moça-branca / abelha-branca, rajada / munduri, mandaçaia / mandaçaia-menor, jati / abelha-mosquito e jataí / jaty.
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