Corteva divulga resultados do segundo trimestre de 2026
Companhia prevê EBITDA operacional de até US$ 4,3 bilhões em 2026 e mantém separação para outubro
O Brasil reúne uma das maiores biodiversidades do planeta e uma estrutura de pesquisa reconhecida internacionalmente, fatores que colocam o país entre os principais candidatos a liderar o mercado global de bioinsumos. Transformar esse potencial em competitividade comercial, porém, ainda depende de avanços em inovação, proteção do patrimônio genético e integração entre pesquisa e setor produtivo.
Segundo análises do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNuma), o país concentra até 20% da biodiversidade mundial e abriga uma ampla variedade de microrganismos adaptados a biomas como Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga, Pantanal e Pampa. Esses ativos podem contribuir para o desenvolvimento de novas soluções voltadas à nutrição das plantas, ao controle biológico de pragas e ao aumento da eficiência produtiva no campo.
Transformar biodiversidade e conhecimento científico em inovação, escala e competitividade internacional será um dos principais desafios debatidos durante o III Fórum Bioinsumos no Agro, que será realizado em formato híbrido (presencial e com transmissão online ao vivo), no dia 18 de agosto. A programação reunirá especialistas para discutir estratégias capazes de fortalecer a pesquisa, ampliar a produção, proteger o patrimônio genético brasileiro e consolidar a posição do país no cenário internacional.
O evento reúne o apoio de entidades representativas do agronegócio, pesquisa e indústria, além do patrocínio de empresas e instituições do setor.
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