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Com o mercado brasileiro de bioinsumos movimentando R$ 5,7 bilhões na última safra e projeção de crescimento de 60% até 2030, a Associação Nacional de Promoção e Inovação da Indústria de Biológicos (Anpii Bio) abriu inscrições para a 3ª edição do Programa Interlaboratorial para Inoculantes Biológicos e para duas capacitações voltadas ao controle de qualidade no setor.
O programa, realizado em parceria com a IdeeLab Biotecnologia, recebe inscrições até 20 de fevereiro e atende às exigências do Ministério da Agricultura (Mapa), que determina a participação de laboratórios em iniciativas de avaliação e padronização de análises químicas, físicas e biológicas. A proposta é fortalecer a qualidade analítica, reduzir não conformidades e garantir maior segurança e eficiência dos inoculantes utilizados no campo.
Entre as atividades previstas estão a comparação de resultados laboratoriais, análises estatísticas, discussão de desvios e treinamentos técnicos opcionais, com foco na padronização de métodos e na melhoria contínua dos processos de controle de qualidade.
Além do programa interlaboratorial, a Anpii Bio promove duas capacitações presenciais. De 2 a 6 de março, em Piracicaba (SP), será realizada a 3ª edição do Treinamento e Aperfeiçoamento em Controle de Qualidade para Inoculantes Biológicos, em parceria com a IdeeLab. Já entre 13 e 17 de abril, ocorre a 1ª edição do Treinamento em Controle de Qualidade para Fungos, com aulas online e atividades presenciais na unidade da ALS Laboratórios, em Charqueada (SP). As inscrições para ambos seguem abertas até o fim de fevereiro.
Segundo a entidade, as iniciativas integram a estratégia de fortalecimento técnico do setor, em um momento de maior exigência regulatória e de consolidação do mercado de bioinsumos no Brasil, com foco em qualidade, rastreabilidade e confiabilidade dos produtos entregues ao produtor rural.
“Investir em programas interlaboratoriais e capacitações técnicas é uma forma de garantir que os bioinsumos sejam eficientes, seguros e confiáveis para quem recomenda e para quem usa. Esse movimento mostra que o setor deixou uma fase mais exploratória e avança para um estágio mais regulado, técnico e responsável, no qual a qualidade analítica e a formação contínua das equipes se tornam fatores estratégicos para a competitividade e a sustentabilidade do mercado”, conclui Larissa Bonotto, diretora de operações da Anpii Bio.
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