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A AGCO Corporation encerrou o ano de 2024 com uma queda de 19,1% na receita, totalizando US$ 11,7 bilhões em vendas. A margem operacional ajustada foi de 8,9%.
O CEO da AGCO, Eric Hansotia, destacou que, mesmo com um cenário desafiador, a empresa conseguiu manter margens operacionais relativamente altas, reduzindo em 33% as horas de produção e encerrando o ano com estoques mais baixos.
O setor de máquinas agrícolas enfrentou um declínio global em 2024.
Nos Estados Unidos, as vendas de tratores caíram 13%, e as de colheitadeiras recuaram 22%.
No Brasil, a retração foi de 4% para tratores e 33% para colheitadeiras, refletindo incertezas econômicas e dificuldades no crédito agrícola.
Na Europa Ocidental, as vendas de tratores caíram 6%.
Para 2025, a AGCO projeta faturamento de US$ 9,6 bilhões e um lucro por ação entre US$ 4,00 e US$ 4,50.
A empresa informou que continuará sua reestruturação para reduzir custos e melhorar a eficiência.
O foco será a ampliação da estratégia Farmer-First, com investimentos em tecnologia agrícola digital e soluções de precisão.
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