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Test Drive Semeadora USAP 3200 da Tatu Marchesan

22/11/2021

Com uma construção mecânica robusta e dotada de soluções projetadas para otimizar o transporte e proporcionar autonomia durante as operações, a USAP 3200 se destaca também pela qualidade apresentada durante a distribuição de sementes

Um test drive sempre provoca certa curiosidade, por conhecer pessoas, propostas e sistemas mecânicos novos. E não foi diferente nesta edição. Apesar de Tatu Marchesan ser uma marca forte, referência em plantio e com 75 anos de mercado, a Revista Cultivar Máquinas ainda não tinha tido a oportunidade de fazer nenhum teste de campo com máquinas da marca. O test drive desta edição traz a Semeadora articulada Tatu Marchesan, modelo USAP 3200, de 15 linhas.

Este modelo de semeadora é denominado pelo fabricante como, USAP - Plantadeira dobrável, e pode ser adquirido nas versões de 15, 17, 19, 21, 23 e 25 linhas. O fundamento básico do projeto desta máquina é a capacidade de se articular sobre uma base central de sete linhas, com 45cm e 50cm de espaçamento entre linhas, com dois módulos laterais de três, quatro e cinco linhas, respectivamente. No projeto, estipulou-se a largura de 3,20m com a máquina fechada, para o transporte, que é a largura máxima para o trânsito em caminhos e estradas rurais e vicinais e para o deslocamento entre áreas e talhões. Em rodovias é possível transportar com caminhões tipo prancha com 3,2m de largura de transporte, sem a necessidade de escolta ou batedores. É uma solução importante para aqueles produtores que necessitam movimentar a máquina de uma lavoura para outra.

A série USAP foi lançada em 2007, na Agrishow de Ribeirão Preto, como USAP 6000. Com a proposta de realizar o plantio apenas de semente e não colocar o fertilizante, este modelo atende a um perfil de agricultor que faz a fertilização em separado, principalmente nas áreas do Mato Grosso, Goiás, Tocantins, Bahia, Piauí e Maranhão. O significado de USAP vem de USA (Estados Unidos) e o P de Planter, pois no início do projeto este modelo foi enviado, testado e comercializado nos Estados Unidos da América.

Posteriormente, para atender à necessidade de boa parte dos produtores brasileiros, foi lançada a USAP nas versões Suprema, com dosadores de sementes a vácuo; a USAP CSC, com depósito de sementes no centro da máquina, e a USAP 6000 AS, com colocação de semente e aplicação de adubo superficial. Mais recentemente, para atender às necessidades dos produtores, foi lançada a USAP 3200, com mecanismo de distribuição de adubo e que apresenta um sistema bastante efetivo de articulação de módulos de linhas, que reduz, pelo fechamento, a largura total da máquina para 3,20m.

A USAP 3200 é uma semeadora com possibilidade de 15, 17, 19, 21, 23 e 25 linhas com sistema pneumático de distribuição de sementes

Este projeto é muito interessante em termos mecânicos, principalmente no que se refere ao projeto e à facilidade de operação. Como mencionamos, o projeto da máquina foi inicialmente concebido com os chassis 15 e 17 linhas para o espaçamento de 45 ou 50cm para número ímpar de linhas a partir de um chassi central de sete linhas e com módulos laterais, deixando a largura da máquina nos 3,20m. Como o espaçamento usado é de 45cm, havendo a necessidade do produtor utilizar número par de linhas, esta possibilidade existe apenas para o espaçamento de 50cm. Estas configurações facilitam também a adaptação destas versões aos tratores disponíveis na propriedade, pois a demanda de potência de tração é diretamente relacionada com o número de linhas da máquina, atendendo também à padronização dos espaçamentos utilizados em outras semeadoras da propriedade.

Ao todo, a marca Tatu oferece 23 modelos de semeadoras para grãos graúdos com diferentes versões, mantendo o principal e mais conhecido conceito da máquina, que é a robustez adicionada com tecnologia avançada.

Principal diferencial da USAP 3200 é a largura de transporte de 3,20 metros

A equipe da Tatu Marchesan, que nos acompanhou no teste, nos contou que a empresa adota a chamada venda consultiva, em que os departamentos comerciais das empresas parceiras e os vendedores são treinados para oferecer a diversidade de modelos e versões e analisar, em conjunto com o cliente, qual a máquina que adequa-se às suas condições e necessidade, pois a empresa possui semeadoras para todos os tamanhos de propriedade, regiões ou demandas tecnológicas em seus projetos. Através do relacionamento da sua equipe de vendas e os revendedores locais, são identificados os modelos utilizados em cada região, para o atendimento de todas as suas necessidades.

A estimativa de potência requerida pela semeadora, informada pela Tatu Marchesan, depende do tipo de sulcador, basicamente se usa haste sulcadora ou discos. Mas a movimentação de todo o sistema hidráulico e as turbinas para geração da corrente de ar demanda aproximadamente 15cv para o acionamento do depósito de semente com pressão e mais 15cv para o acionamento da turbina hidráulica, na versão de distribuição pneumática de semente. Já a demanda de potência aproximada por linha de semeadura, à velocidade normal de trabalho é de 14cv para a configuração com haste escarificadora.

CHASSI, DEPÓSITOS E ENGATE AO TRATOR

Durante o teste nos chamou a atenção a importância, nesta máquina, da estrutura central do chassi e do engate à barra de tração do trator. O engate tem duas articulações, para acoplamento, nivelamento e regulagem de altura. Não é necessário o macaco telescópico, usado na maioria das máquinas, porque há uma sapata estabilizadora para descanso e o cabeçalho com regulagem hidráulica de altura, tanto para o processo de acoplamento quanto para a colocação em posição de estacionamento.

O acionamento de todo o sistema, tanto de acoplamento quanto de acionamento da parte hidráulica da máquina, é feito por meio das válvulas de controle remoto (VCR) do trator. Um sistema hidráulico totalmente independente do trator (SHT) será opcional aos clientes deste modelo. Atualmente, já se pode considerar certa independência do sistema, pela presença de válvulas e comandos de controle no cabeçalho de engate da máquina. O operador pode fazer todo o acoplamento, após conectar as mangueiras de óleo às válvulas, não necessitando estar dentro da cabine, utilizando os comandos do trator.

O depósito de sementes é único e central, usado nas máquinas de até 21 linhas, tendo capacidade para até 1.250 litros, correspondente a um bag de sementes, mas para as maiores máquinas terá a opção, a partir de 21 linhas, de 2.500 litros ou dois bags de semente. Para os reservatórios de adubo a USAP 3200 conta com dois padrões de autonomia: de 130 litros/linha para os chassis 15/17/19 e de 175 litros/linha para os chassis 21/23/25 proporcionando maior capacidade de trabalho.

O depósito de sementes é único e central, usado nas máquinas de até 21 linhas, tendo capacidade para até 1.250 litros

A centralização do depósito de sementes, com a colocação de todo o material em apenas um ponto, simplifica o processo de abastecimento em relação a outros sistemas que possuem distribuição em pequenas porções ao longo de toda a largura da máquina. Outro fator importante é o posicionamento mais à frente, em direção ao cabeçalho, que facilita a aproximação com o bag pela frente, reduzindo a possibilidade de colisão com os elementos de deposição de sementes e, ainda, melhora a distribuição do peso.

O módulo central da USAP 3200 é suportado e acionado por rodas de transporte, que estão fixadas ao chassi por meio de uma estrutura tipo balancim, com rodados duplos nas extremidades de cada eixo, um de cada lado. Os módulos laterais são suportados por rodados simples, que são travados para a posição de trabalho e destravados, ficando oscilantes, quando do fechamento da máquina. Com quatro rodas no módulo central e uma em cada um dos módulos laterais, os rodados usam pneus da medida 300-15 NHS.

Toda a conexão lógica, engates, tomadas e chicotes obedecem ao padrão ISOBUS, permitindo total conectividade com os sistemas de outras marcas. O pleno funcionamento depende da configuração que cada marca coloca no seu sistema, mas com a devida liberação do monitor, a máquina pode ser operada pelas diferentes marcas de tratores.

CORTE DE PALHA, ABERTURA DO SULCO E FERTILIZAÇÃO

Durante o teste de campo analisamos o funcionamento de todos os componentes na operação de semeadura direta da cultura da soja, com aplicação de fertilizante na linha. As linhas se iniciam com um disco de corte de palha, com 20 polegadas (18 polegadas como opcional) de diâmetro, suportado por um único braço (monobraço). Em seguida, ligada à mesma estrutura, há uma haste sulcadora, tipo facão, que faz a abertura do sulco e por onde é colocado o fertilizante.

A potência exigida por linha de semeadura é de aproximadamente 14cv

Chamam a atenção, na análise que fizemos, algumas características deste sistema mecânico. Os braços que suportam tanto o disco de corte de palha quanto a haste sulcadora são pressionados por molas individuais, de forma que se pode fazer a regulagem da pressão de corte de palha e de sulcamento separadamente, dependendo da quantidade de palha e da textura do solo. Outro detalhe é que os braços que suportam as hastes sulcadoras têm comprimento diferente, para que a palha flua entre elas, impedindo o embuchamento de material. Esta defasagem de comprimento é de 50cm e parece ser suficiente para que a palha não seja retida. No nosso teste de campo, a quantidade de palha era pequena e em nenhum momento houve embuchamento de material.

Como era de se esperar, as linhas são pivotantes em relação à estrutura, dando total independência entre elas, principalmente nas ondulações do terreno e passagens sobre terraços. Durante o trabalho notamos a ótima articulação das linhas, principalmente pela forma de construção e porque utilizam luvas autolubrificadas na união.

Também cabe ressaltar como uma característica positiva, o fato de que os discos de corte de palha são montados no cubo com a aptidão de troca rápida, pois os parafusos de fixação do disco no cubo são pelo lado externo do monobraço, necessitando pouco trabalho para a troca do disco.

Quanto à haste sulcadora, pode-se dizer que atua como um pequeno escarificador. Durante o teste verificamos que a máquina estava montada com a haste sulcadora padrão, porém há ainda outras três opções de haste, sendo duas com desarme, um automático e outro por pino, e uma haste direcionada à menor mobilização ou revolvimento do solo. Relataram-nos que, para aqueles clientes que preferem a colocação do fertilizante em superfície, a máquina pode ser montada também com um disco simples de 18 polegadas, em substituição à haste sulcadora. Na máquina que testamos não havia este componente.

O modelo que testamos era de uma versão básica de dosagem de fertilizante, feito pela troca de rodas dentadas e acionadas por corrente, a partir das rodas de apoio. Outra possibilidade é o acionamento hidráulico do dosador.

DOSAGEM E DEPOSIÇÃO DAS SEMENTES

O sistema dosador de sementes pneumático que estava na USAP 3200 que testamos é a melhor opção oferecida para esta máquina, fornecida pelo fabricante Precision Planting, modelo V-Set II. Outras opções oferecidas são os tipos mecânicos, Radial Tatu e Radial Titanium.

Sistema dosador de sementes pneumático utilizado na semeadora a é o modelo vSet, da Precision Planting

Muito interessante e inovador é o sistema de acionamento do dosador feito por sistema de corrente encapsulada, denominado TCE, que possui lubrificação permanente e é utilizado para os dois sistemas de distribuição de sementes: pneumático e radial, com lubrificação permanente da marca Mahm. Nos dois casos, a transmissão flexível é vedada e lubrificada internamente na montagem, não requerendo engraxamento periódico.

A formação do sulco e a deposição da semente são feitas por meio de discos de 15 polegadas de diâmetro, montados em dupla e desencontrados em sua fixação no cubo, também montado com o sistema que permite a troca rápida automática (TRA).

O controle de profundidade da semente é feito por rodas limitadoras em quatro opções: padrão, afastado alto/largo, angular e incorporado, e também pelo rodado em V. Também no sistema de deposição da semente os discos estão montados em uma estrutura pantográfica, com bucha autolubrificada com vedação. A finalização do sulco é feita por meio de um rodado em V, que além de ajudar a fechar o sulco, realiza certa “compactação” do solo para manter a umidade, proporcionando contato com a semente e ajudando a regular a profundidade de deposição da semente. Este conjunto, denominado SPICRR, pode ser substituído por outras opções, dependendo das condições de solo do local.

POSIÇÃO DE TRANSPORTE

Embora o nosso teste tenha como objetivo analisar toda a máquina e a sua funcionalidade em semear e colocar o fertilizante no solo, outros aspectos, principalmente relacionados à construção mecânica, foram analisados.

Com a largura de transporte de 3,20m, a USAP 3200 pode ser transportada em rodovias sem uso de caminhões tipo prancha e sem necessidade de escoltas ou batedores

É inegável que um grande diferencial é a possibilidade de articular os módulos laterais sobre o chassi, diminuindo a largura total, para 3,20m, para o transporte. Durante o teste fizemos a abertura e o fechamento, verificando que a entrada no modo fechado (transporte) e a saída para a posição de trabalho são feitas totalmente pelo sistema hidráulico e que apenas o chaveamento é alterado. Em nenhum momento é necessário o uso de ferramentas para montagem ou desmontagem. Isto significa que após a chegada da máquina no local de trabalho ela é aberta apenas por meio da ação do operador, em segundos, e ao final do trabalho a posição de transporte também é acionada por uma pessoa. Este diferencial faz com que a largura de trabalho seja reduzida de 7,44m para 3,20m, por exemplo. No caso do conjunto mecanizado do teste, com o trator Case-IH, modelo Puma 230, a largura total era inferior à largura total do trator, com rodado duplo. O comprimento total da máquina é de 7,70m. Todas as travas da máquina em posição de operação foram destacadas na cor amarela.

Interessante o acoplamento do eixo de movimentação dos dosadores de fertilizante no processo de articulação da máquina. Quando a máquina se fecha, automaticamente os eixos da parte fixa central se encaixam nos eixos da parte que articula, não necessitando nenhuma ação do operador para conectá-los. Outro fator a se destacar é o posicionamento das rodas das extremidades laterais quando em posição de transporte, que ocorre sob o cabeçalho e funciona como eixo direcional. Isso possibilita o alívio dos esforços aplicados à barra de tração, devido à melhor distribuição do peso da máquina, além de promover a melhor absorção de impactos e vibrações, devido ao tráfego em estradas irregulares, que poderiam causar fadiga e até danos na estrutura.

TESTE EM CAMPO

Após ter reconhecido toda a máquina, recebendo a explicação do pessoal técnico da Marchesan, tivemos a oportunidade de realizar um teste de semeadura, acoplando a máquina ao trator da Case-IH, modelo Puma 230. O teste foi feito em um talhão de 170 hectares, em semeadura real com soja, na população de 220 mil plantas por hectare, de uma cultivar de hábito de crescimento indeterminado, com 50cm de espaçamento entre linhas, o que resultava em 11 sementes por metro linear e, portanto, um espaçamento projetado de 9cm entre plantas.

A USAP 3200, de 15 linhas, foi tracionada por um trator Case IH Puma 230

O trator Puma 230 foi colocado em 8ª marcha e 2.200rpm no motor, desenvolvendo a velocidade de trabalho entre 7km/h e 8km/h. Quanto à demanda de potência, notamos que o solo estava muito macio e tinha bastante umidade, sendo necessário diminuir a profundidade do sulco, pela regulagem das molas de pressão, tanto do disco de corte de palha, quanto da haste sulcadora, visto que possuem regulagens independentes. Tanto o operador, senhor Leonardo da Silva Batista, como o fiscal, senhor Isaias Neves do Nascimento, acompanhavam a qualidade da operação, a todo o momento parando o trator e verificando as condições da operação.

Como forma de amostragem, fizemos a abertura de um sulco e verificamos que, mesmo em uma avaliação preliminar, a qualidade na distribuição de sementes era bastante boa, com mais de 90% dos espaçamentos de sementes dentro do padrão esperado.

Durante a etapa de reconhecimento da máquina e do teste de campo tivemos o apoio da equipe técnica da Marchesan, com o coordenador de Marketing da Tatu Marchesan, senhor Luis Fernando Varella, o senhor Carlos Rogério Leite de Morais, coordenador de Marketing de Produto, Especialidade Plantio, Colheita e Transporte de Grãos, que é grande conhecedor da máquina e seus sistemas mecânicos, do senhor Rodrigo Davassi, que é o supervisor de Vendas Região de São Paulo, comercial de equipe de campo, e do senhor Leonardo Mingossi, vendedor para o estado de São Paulo.

OPCIONAIS

Como opcionais, a Tatu Marchesan oferece o equipamento para monitoramento linha a linha, tanto para adubo quanto para sementes, dosadores hidráulicos e elétricos, mecanismo de desligamento de linha a linha, compensação de curva e taxa variada de deposição de sementes. Para o uso dos sistemas dos fabricantes, basta que o cliente providencie o desbloqueio da tela do monitor.

Ao final do teste, saímos com uma excelente opinião sobre a construção mecânica e as soluções de projeto adotadas pelo fabricante neste modelo. Notadamente a articulação para o recolhimento à posição de transporte foi muito bem avaliada, pela autonomia, não necessitando ferramentas nem trabalho mecânico.

Mas também as montagens de elementos de união, como luvas autolubrificadas e acionamento encapsulado, cubos vedados, que não necessitam engraxamento, e o sistema de troca rápida dos discos de corte, foram pontos que nos chamaram a atenção.

Finalmente, a qualidade da distribuição de sementes, destacada na avaliação que fizemos no sulco de semeadura, indica que este modelo agrega novidades, sem deixar de lado as funções que se exige de uma máquina como esta.

A Tatu Marchesan

A empresa, com 75 anos de história, está estabelecida na cidade de Matão, no interior do estado de São Paulo. Derivou-se da pequena Oficina Brasil, alterando o nome para Irmãos Marchesan Ltda., agora Marchesan Implementos e Máquinas Agrícolas Tatu S.A.

A tradição e o conceito de fabricar produtos duráveis e de qualidade, agora agregam a tecnologia avançada. Produz, principalmente, implementos para o preparo do solo, como escarificadores, arados, grades, plainas, cultivadores com fertilização, enleiradores e também máquinas mais complexas, como distribuidores de diversos tamanhos, semeadoras de fluxo contínuo e de precisão, roçadoras, plataformas de colheita de milho, carretas graneleiras e abastecedores de sementes e fertilizante.

Nomenclatura

A fim de esclarecimento, é bom ressaltar que usamos a terminologia semeadora para designar aquelas máquinas destinadas a implantar culturas por meio de sementes. É muito comum que esta máquina também seja comercialmente conhecida como plantadeira, pelos fabricantes em geral. Este afastamento terminológico entre a academia, a indústria e o usuário não é relevante e pode ser superado com o entendimento entre estes setores produtivos. Por norma, o termo plantadora é usado para aquelas máquinas destinadas a implantar determinada cultura por meio de partes vegetativas, como a cana-de-açúcar, por exemplo, e a transplantadora, seria a máquina que coloca plantas no estado vegetativo jovem, como as culturas florestais e hortaliças, por exemplo. Agrega-se a esta dissonância o regionalismo, que também influi no uso de termos técnicos.

Test drive em Campo Florido (MG)

O local do teste foi a Fazenda Boa Esperança, situada na Localidade de Gameleira, município de Campo Florido, Minas Gerais. O proprietário é cliente da Tatu Marchesan, tendo mais três máquinas, uma do modelo Cop Trio e duas máquinas do modelo que testamos, a USAP 3200.

Para a realização do test drive, contamos com a colaboração da equipe da Tatu Marchesan

Conversamos com os operadores e técnicos de campo da Fazenda e a opinião é muito positiva sobre a marca e os modelos que eles adquiriram. Estão bem habituados com a Cop Trio, e recém agora estão iniciando a conhecer os detalhes de operação, regulagem, calibração e manutenção da USAP 3200. O ponto mais elogiado foi a capacidade de movimentação da máquina, entre uma lavoura e outra.

José Fernando Schlosser,
Marcelo Silveira de Farias e
Junior Garlet Osmari,
Laboratório de Agrotecnologia – Nema – UFSM

Revista Cultivar

 

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