Xtendimax 2
Monsanto do Brasil Ltda - São Paulo
Herbicida
Dicamba (Ácido Benzóico) (480 g/L)

Informações

Número de Registro
42425
Marca Comercial
Xtendimax 2
Formulação
SL - Concentrado Solúvel
Ingrediente Ativo
Dicamba (Ácido Benzóico) (480 g/L)
Titular de Registro
Monsanto do Brasil Ltda - São Paulo
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Não Classificado - Produto Não Classificado
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Algodão
Amaranthus palmeri
Algodão
Amaranthus spinosus
bredo-branco; bredo-de-espinho; caruru-de-espinho
Algodão
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Algodão
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Algodão
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Algodão
Desmodium tortuosum
carrapicho (4); carrapicho-beiço-de-boi (2); desmodio
Algodão
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Algodão
Ipomoea hederifolia
amarra-amarra (1); corda-de-viola (7); corriola (5)
Algodão
Ipomoea triloba
Corda de viola; Corriola
Algodão
Merremia aegyptia
batatão-roxo; corda-de-viola (12); jetirana (8)
Algodão
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Algodão
Senna obtusifolia
fedegoso-branco; mata-pasto (5); mata-pasto-liso
Algodão
Senna occidentalis
fedegoso; mamangá; manjerioba
Algodão OGM
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Algodão OGM
Amaranthus palmeri
Algodão OGM
Amaranthus spinosus
bredo-branco; bredo-de-espinho; caruru-de-espinho
Algodão OGM
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Algodão OGM
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Algodão OGM
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Algodão OGM
Desmodium tortuosum
carrapicho (4); carrapicho-beiço-de-boi (2); desmodio
Algodão OGM
Ipomoea hederifolia
amarra-amarra (1); corda-de-viola (7); corriola (5)
Algodão OGM
Ipomoea triloba
Corda de viola; Corriola
Algodão OGM
Merremia aegyptia
batatão-roxo; corda-de-viola (12); jetirana (8)
Algodão OGM
Senna obtusifolia
fedegoso-branco; mata-pasto (5); mata-pasto-liso
Algodão OGM
Senna occidentalis
fedegoso; mamangá; manjerioba
Milho
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Milho
Amaranthus palmeri
Milho
Amaranthus spinosus
bredo-branco; bredo-de-espinho; caruru-de-espinho
Milho
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Milho
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Milho
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Milho
Desmodium tortuosum
carrapicho (4); carrapicho-beiço-de-boi (2); desmodio
Milho
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Milho
Ipomoea hederifolia
amarra-amarra (1); corda-de-viola (7); corriola (5)
Milho
Ipomoea triloba
Corda de viola; Corriola
Milho
Merremia aegyptia
batatão-roxo; corda-de-viola (12); jetirana (8)
Milho
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Milho
Senna obtusifolia
fedegoso-branco; mata-pasto (5); mata-pasto-liso
Milho
Senna occidentalis
fedegoso; mamangá; manjerioba
Milho OGM
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Milho OGM
Amaranthus palmeri
Milho OGM
Amaranthus spinosus
bredo-branco; bredo-de-espinho; caruru-de-espinho
Milho OGM
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Milho OGM
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Milho OGM
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Milho OGM
Desmodium tortuosum
carrapicho (4); carrapicho-beiço-de-boi (2); desmodio
Milho OGM
Ipomoea hederifolia
amarra-amarra (1); corda-de-viola (7); corriola (5)
Milho OGM
Ipomoea triloba
Corda de viola; Corriola
Milho OGM
Merremia aegyptia
batatão-roxo; corda-de-viola (12); jetirana (8)
Milho OGM
Senna obtusifolia
fedegoso-branco; mata-pasto (5); mata-pasto-liso
Milho OGM
Senna occidentalis
fedegoso; mamangá; manjerioba
Soja
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Soja
Amaranthus palmeri
Soja
Amaranthus spinosus
bredo-branco; bredo-de-espinho; caruru-de-espinho
Soja
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Soja
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Soja
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Soja
Desmodium tortuosum
carrapicho (4); carrapicho-beiço-de-boi (2); desmodio
Soja
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Soja
Ipomoea hederifolia
amarra-amarra (1); corda-de-viola (7); corriola (5)
Soja
Ipomoea triloba
Corda de viola; Corriola
Soja
Merremia aegyptia
batatão-roxo; corda-de-viola (12); jetirana (8)
Soja
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Soja
Senna obtusifolia
fedegoso-branco; mata-pasto (5); mata-pasto-liso
Soja
Senna occidentalis
fedegoso; mamangá; manjerioba
Soja OGM
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Soja OGM
Amaranthus palmeri
Soja OGM
Amaranthus spinosus
bredo-branco; bredo-de-espinho; caruru-de-espinho
Soja OGM
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Soja OGM
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Soja OGM
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Soja OGM
Desmodium tortuosum
carrapicho (4); carrapicho-beiço-de-boi (2); desmodio
Soja OGM
Ipomoea hederifolia
amarra-amarra (1); corda-de-viola (7); corriola (5)
Soja OGM
Ipomoea triloba
Corda de viola; Corriola
Soja OGM
Merremia aegyptia
batatão-roxo; corda-de-viola (12); jetirana (8)
Soja OGM
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Soja OGM
Senna obtusifolia
fedegoso-branco; mata-pasto (5); mata-pasto-liso
Soja OGM
Senna occidentalis
fedegoso; mamangá; manjerioba

Conteúdo da Bula

                                    XTENDIMAX® 2
                                                                             Herbicida MONSANTO


REGISTRADO NO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO MAPA SOB
                                  NO 42425

COMPOSIÇÃO:
Equivalente ácido de 3,6-dicloro-o-anisico (DICAMBA)....................................... 480,0 g/L (48,0% m/v)
Sal de Monoetanolamina de dicamba...................................................................870,0 g/L (87,0% m/v)
Outros Ingredientes...............................................................................................406,0 g/L (40,6% m/v)

               GRUPO                                             O                                      HERBICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO.

CLASSE: Herbicida auxínico de ação sistêmica, pós-emergente, do grupo químico do ácido benzoico.

TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL)

TITULAR DO REGISTRO:
MONSANTO DO BRASIL LTDA.
Rua Domingos Jorge, 1.100 - CEP: 04779-900 - São Paulo/SP
CNPJ 64.858.525/0001-45 - Registro Estadual nº 426 - CDA/SP

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
DICAMBA TÉCNICO MONSANTO I - Registro no MAPA nº TC07020
Gharda Chemicals Limited - D-1/2 - M.I.D.C. Lote Parshuram - Dist. Ratnagiri Taluka Khed 415722 -
Maharashtra – Índia

DICAMBA TÉCNICO SA - Registro no MAPA N° TC08722
Youjia Crop Protection Co. Ltd. - Fifth TongHai Road, Rudong Coastal - Economic Development Zone,
Nantong, 226407, Jiangsu - China.

DICAMBA TÉCNICO SYN - Registro no MAPA nº TC10122
Youjia Crop Protection Co., Ltd. - Fifth TongHai Road, Rudong Coastal Economic Development Zone,
Nantong, 226407, Jiangsu, China

FORMULADOR:
MONSANTO DO BRASIL LTDA.
Av. Carlos Marcondes, 1200, km 159,5
Limoeiro - CEP 12241-421 - São José dos Campos/SP - Tel.: 0800-940-6000
CNPJ: 64.858.525/0002-26 - Registro Estadual nº 525 CDA/SP

BAYER CROPSCIENCE LP
Muscatine Plant - 2.500 - Wiggins Road - Muscatine - Iowa - 52.761 - E.U.A.

AGRO BAYER S.R.L
Planta Zarate – Ruta Provincial 6, km 83,1 - Zarate - 2800 - Bueno Aires - Argentina

BAYER S.A.


XTENDIMAX 2_16/12/2025
Camino de la Costa Brava S/N - Zarate - CP 2800 - Bueno Aires - Argentina

BAYER S.A.
Estrada da Boa Esperança, 650 - CEP: 26110-100 – Belford Roxo/RJ
CNPJ 18.459.681/0033-00 - Registro do Estabelecimento no INEA/RJ - LO n˚ 023132

OURO FINO QUÍMICA LTDA.
Av. Filomena Cartafina, 22335, quadra 14, lote 5 – Distrito Industrial III – CEP: 38044-450 –
Uberaba/MG - CNPJ 09.100.671/0001-07 - Registro do Estabelecimento no IMA/MG n˚ 701-
4896/2012

TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.
Av. Roberto Simonsem, 1459 Recanto dos Pássaros – CEP: 13140-000 – Paulínia/SP
CNPJ 03.855-423/0001-81 - Registro do Estabelecimento no CDA/SAA-SP n˚ 477

UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A.
Avenida Maeda, s/n, térreo, Prédio comercial, Distrito Industrial
CEP 14500-000 - Ituverava/SP - CNPJ: 02.974.733/0003-14 - Registro Estadual no 1049 CDA/SP

                         Nº do lote ou partida:
                         Data de Fabricação:                VIDE EMBALAGEM
                         Data de Vencimento:

            ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E
                            CONSERVE-OS EM SEU PODER.
           É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
                                    PROTEJA-SE.
                  É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                         Agite antes de usar

                                         Indústria Brasileira

    CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA NÃO CLASSIFICADO - PRODUTO NÃO
                                CLASSIFICADO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III - PRODUTO
                        PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




XTENDIMAX 2_16/12/2025
    MODO DE AÇÃO:
    XTENDIMAX® 2 é um herbicida auxínico, à base de dicamba (sal de MEA), sistêmico, pós-
    emergente, derivado do grupo dos ácidos benzoicos e específico para controle de plantas daninhas
    de folhas largas. É absorvido pelas folhas e pela raiz, via floema e xilema, sendo transportado a todas
    as partes da planta de forma rápida, acumulando-se nas áreas de crescimento ativo, inibindo seu
    desenvolvimento. As aplicações devem ser feitas em plena atividade de crescimento vegetativo e nas
    condições recomendadas, requerendo um período mínimo de 4 horas para ser completamente
    absorvido pelas plantas. Em condições estressantes do ambiente, a translocação do produto dentro
    das plantas pode ser diminuída.

    INSTRUÇÃO DE USO:
    XTENDIMAX® 2 é recomendado para aplicação em área total, em pós-emergência das plantas
    daninhas e no pré-plantio dos cultivos de algodão, milho e soja.

    Algodão: Respeitar o intervalo de segurança de 15 a 20 dias entre a aplicação e o plantio do
    Algodão Não Tolerante ao Herbicida Dicamba, dependendo da dose e condições climáticas
    após a aplicação.

    Milho: Respeitar o intervalo de segurança de 15 dias entre a aplicação e o plantio do Milho Não
    Tolerante ao Herbicida Dicamba.

    Soja: Respeitar o intervalo de segurança mínimo de 60 dias entre a aplicação e o plantio da
    Soja Não Tolerante ao Herbicida Dicamba.

    XTENDIMAX® 2 é recomendado para aplicação em área total, em pós-emergência das plantas
    daninhas e em pós-emergência das culturas do algodão, milho e da soja geneticamente modificadas
    tolerantes ao herbicida dicamba. Não há restrições quanto ao intervalo entre a aplicação em pré-
    plantio e os plantios de cultivos tolerantes ao herbicida dicamba.

    O uso do XTENDIMAX® 2 em desacordo com quaisquer das orientações contidas nesta bula pode
    ocasionar injúria em culturas não-alvo da aplicação do herbicida.

                 CULTURAS - PLANTAS DANINHAS - DOSES - ÉPOCA DE APLICAÇÃO

     Produto comercial: Cada Litro (L) do XTENDIMAX® 2 corresponde a 870 g/L do sal de dicamba
                            ou 480 g/L do equivalente ácido de dicamba.

                             Controle de plantas daninhas em pré-plantio da cultura

                Plantas Daninhas            Dose
                                                       N° máximo                         Volume     Intervalo de
                                           Produto                   Equipamento de
 Cultura                                                   de                            de calda    segurança
               Nome           Nome        Comercial                    Aplicação
                                                       aplicações                         (L/ha)       (dias)
             Comum          Científico      (L/ha)
              Caruru      Amaranthus
                                          0,75 - 1,5
              palmeri         palmeri
            Picão-preto   Bidens pilosa    1,0 - 1,5
                          Amaranthus
            Caruru-roxo
                             hybridus                                                               Intervalo de
ALGODÃO      Caruru-      Amaranthus                                                                 segurança
            espinhoso        spinosus                    1 (uma)                                        não
 MILHO      Caruru-da-    Amaranthus                    aplicação        Terrestre      100 - 150   determinado
             mancha            viridis                                                                devido à
                                           1,5 - 2,0
 SOJA                         Conyza                                                                modalidade
               Buva                                                                                 de emprego.
                           bonariensis
                          Desmodium
            Pega-pega
                            tortuosum
              Picão-        Galinsoga
              branco         parviflora


    XTENDIMAX 2_16/12/2025
                Corda-de-Ipomoea
                  viola hederifolia
                Corda-de-Ipomoea
                  viola    triloba
                        Merremia
              Jetirana
                         aegyptia
                        Portulaca
             Beldroega
                         oleracea
                          Senna
             Fedegoso
                        obtusifolia
                          Senna
             Fedegoso
                       occidentalis
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Aplicar em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas), em áreas de plantio
direto ou de cultivo mínimo.

Utilizar a maior dose em situações onde haja maior infestação e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas.

As aplicações deverão ser feitas em fases iniciais do desenvolvimento das plantas daninhas (até no máximo 10,0 cm),
fisiologicamente ativas e preferencialmente até 6 folhas.

Para uso em pré-emergência da cultura do Algodão, recomenda-se aplicação única, respeitando o intervalo de 15 dias para
doses de 1 L/ha e o intervalo de 20 dias para doses de 1,5 L/ha entre a aplicação e o plantio do Algodão Não Tolerante
ao Herbicida Dicamba.

Para uso em pré-emergência da cultura do Milho, recomenda-se aplicação única, respeitando o intervalo mínimo de 15
dias entre a aplicação e o plantio do Milho Não Tolerante ao Herbicida Dicamba.

Para uso em pré-emergência da cultura da Soja, recomenda-se aplicação única, respeitando o intervalo mínimo de 60 dias
entre a aplicação e o plantio da Soja Não Tolerante ao Herbicida Dicamba.

Para as aplicações do Algodão, Milho e Soja Tolerantes ao Herbicida Dicamba, não há restrições quanto ao intervalo entre a
aplicação em pré-plantio e os plantios destes cultivos.

Para manejo e complementação no controle de plantas daninhas, recomenda-se a aplicação de herbicidas a base de glifosato
sal potássico, conforme dose e recomendações de uso descrito nas respectivas bulas.

Obs: Recomenda-se adicionar à calda de pulverização um adjuvante redutor de deriva, volatilidade e espalhante a base de
Acetato de Potássio e Polímero Acrílico na concentração de 1,0% v/v (volume/volume), não ultrapassando a dose de 1,0
litro/ha de adjuvante na calda de pulverização.



                              Controle de plantas daninhas em pós-emergência da cultura

                            Plantas Daninhas          Dose                                                        Intervalo
                                                                   N° máximo      Equipamento      Volume
                                                     Produto                                                          de
      Cultura                                                          de              de          de calda
                         Nome           Nome        Comercial                                                    segurança
                                                                   aplicações      Aplicação        (L/ha)
                        Comum         Científico      (L/ha)                                                        (dias)
                        Caruru       Amaranthus                     1 (uma
                                                     0,75 - 1,5
                        palmeri        palmeri                     aplicação)
                        Caruru-      Amaranthus
                          roxo         hybridus
                        Caruru-      Amaranthus
                       espinhoso      spinosus
   ALGODÃO                                                          2 (duas)
                       Caruru-da-    Amaranthus                                                      100 -
GENETICAMENTE                                                      aplicações       Terrestre                       113
                        mancha          viridis                                                       150
  MODIFICADO                                          1,0 - 1,5    durante o
                         Picão-
                                    Bidens pilosa                   ciclo da
                         preto
                                                                     cultura
                                       Conyza
                          Buva
                                     bonariensis
                                     Desmodium
                       Pega-pega
                                      tortuosum



      XTENDIMAX 2_16/12/2025
                        Corda-de-       Ipomoea
                          viola        hederifolia
                        Corda-de-       Ipomoea
                          viola           triloba
                                        Merremia
                         Jetirana
                                        aegyptia
                                         Senna
                        Fedegoso
                                       obtusifolia
                                                           1,5
                                         Senna
                        Fedegoso
                                      occidentalis
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Em pós-emergência da cultura do algodão geneticamente modificado tolerante ao herbicida dicamba e em pós-emergência das
plantas daninhas, em áreas de plantio direto ou de cultivo mínimo.

Não há restrições quanto ao intervalo entre a aplicação em pré-plantio e o plantio da cultura do algodão geneticamente
modificado.

Recomenda-se aplicação sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura.

Na maioria dos casos uma única aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, entretanto em áreas de alta
infestação, e/ou com espécies com múltiplos fluxos de germinação das plantas daninhas, pode ser necessário a realização de
aplicações sequenciais, com intervalo de aproximadamente 14 dias entre as aplicações, sendo a primeira (1ª) aplicação em
torno de 14 dias após a emergência da cultura e a segunda (2ª) em torno de 28 dias após a emergência da cultura.

As aplicações deverão ser feitas em fases iniciais do desenvolvimento das plantas daninhas (até no máximo 10,0 cm),
fisiologicamente ativas e preferencialmente até 6 folhas.

Utilizar a maior dose em situações onde haja maior infestação e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas.

Para manejo e complementação no controle de plantas daninhas, recomenda-se a aplicação de herbicidas a base de glifosato
sal potássico, conforme dose e recomendações de uso descrito nas respectivas bulas.

Obs: Recomenda-se adicionar à calda de pulverização um adjuvante redutor de deriva, volatilidade e espalhante, a base de
Acetato de Potássio e Polímero Acrílico na concentração de 1,0% v/v (volume/volume), não ultrapassando a dose de 1,0
litro/ha de adjuvante na calda de pulverização.


                              Controle de plantas daninhas em pós-emergência da cultura

                           Plantas Daninhas            Dose                                                       Intervalo
                                                                   N° máximo      Equipamento       Volume
                                                      Produto                                                         de
      Cultura            Nome           Nome                           de              de           de calda
                                                     Comercial                                                   segurança
                                                                   aplicações      Aplicação         (L/ha)
                        Comum         Científico       (L/ha)                                                       (dias)
                         Picão-
                                     Bidens pilosa    0,75 - 1,0
                         preto
                        Caruru       Amaranthus
                                                      0,75 - 1,5
                        palmeri         palmeri
                        Caruru-      Amaranthus
                          roxo         hybridus
                        Caruru-      Amaranthus
                       espinhoso       spinosus
                       Caruru-da-    Amaranthus                      2 (duas)
                        mancha           viridis                    aplicações
     MILHO
                                        Conyza                      durante o                         100 -
 GENETICAMENTE            Buva                                                       Terrestre                      70
                                     bonariensis                     ciclo da                          150
   MODIFICADO                                         1,0 - 1,5
                                     Desmodium                       cultura.
                       Pega-pega
                                      tortuosum
                        Corda-de-      Ipomoea
                          viola       hederifolia
                        Corda-de-      Ipomoea
                          viola          triloba
                                      Merremia
                         Jetirana
                                       aegyptia
                        Fedegoso        Senna            1,5


      XTENDIMAX 2_16/12/2025
                                       obtusifolia
                                         Senna
                        Fedegoso
                                      occidentalis
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Em pós-emergência da cultura do milho geneticamente modificado tolerante ao herbicida dicamba e em pós-emergência das
plantas daninhas, em áreas de plantio direto ou de cultivo mínimo.

Não há restrições quanto ao intervalo entre a aplicação em pré-plantio e o plantio da cultura do milho geneticamente modificado

Na maioria dos casos uma única aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, entretanto em áreas de alta
infestação, e/ou com espécies com múltiplos fluxos de germinação das plantas daninhas, pode ser necessário a realização de
aplicações sequenciais, com intervalo de aproximadamente 14 dias entre as aplicações, sendo a primeira (1ª) aplicação em
torno de 14 dias após a emergência da cultura e a segunda (2ª) em torno de 28 dias após a emergência da cultura.

As aplicações deverão ser feitas em fases iniciais do desenvolvimento das plantas daninhas (até no máximo 10,0 cm),
fisiologicamente ativas e preferencialmente até 6 folhas.

Utilizar a maior dose em situações onde haja maior infestação e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas.

Para manejo e complementação no controle de plantas daninhas, recomenda-se a aplicação de herbicidas a base de glifosato
sal potássico, conforme dose e recomendações de uso descrito nas respectivas bulas.

Obs: Recomenda-se adicionar à calda de pulverização um adjuvante redutor de deriva, volatilidade e espalhante, a base de
Acetato de Potássio e Polímero Acrílico na concentração de 1,0% v/v (volume/volume), não ultrapassando a dose de 1,0
litro/ha de adjuvante na calda de pulverização.


                               Controle de plantas daninhas em pós-emergência da cultura

                            Plantas Daninhas              Dose                                                      Intervalo
                                                                      N° máximo      Equipamento       Volume
                                                         Produto                                                        de
      Cultura                                                             de              de           de calda
                          Nome              Nome        Comercial                                                  segurança
                                                                      aplicações      Aplicação         (L/ha)
                         Comum           Científico       (L/ha)                                                      (dias)
                         Caruru        Amaranthus                    1 (uma)
                                                         0,75 - 1,5
                         palmeri           palmeri                  aplicação
                                       Amaranthus
                       Caruru-roxo
                                          hybridus
                         Caruru-       Amaranthus
                        espinhoso         spinosus
                       Caruru-da-      Amaranthus
                         mancha             viridis
                       Picão-preto     Bidens pilosa
                                           Conyza
                          Buva                            1,0 - 1,5
                                        bonariensis
       SOJA                              Merremia                    2 (duas)
GENETICAMENTE            Jetirana                                   aplicações    Terrestre     100 - 150    70
                                          aegyptia
   MODIFICADO                            Portulaca                  durante o
                       Berldroega                                    ciclo da
                                          oleracea
                        Corda-de-         Ipomoea                    cultura.
                          viola          hederifolia
                        Corda-de-         Ipomoea
                          viola             triloba
                                       Desmodium
                       Pega-pega
                                         tortuosum
                                           Senna
                        Fedegoso                             1,5
                                         obtusifolia
                                           Senna
                        Fedegoso
                                        occidentalis
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Em pós-emergência da cultura da soja geneticamente modificada tolerante ao herbicida dicamba e em pós-emergência das
plantas daninhas, em áreas de plantio direto ou de cultivo mínimo.


Não há restrições quanto ao intervalo entre a aplicação em pré-plantio e o plantio da cultura da soja geneticamente


       XTENDIMAX 2_16/12/2025
modificada.

Na maioria dos casos uma única aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, entretanto em áreas de alta
infestação, e/ou com espécies com múltiplos fluxos de germinação das plantas daninhas, pode ser necessário a realização de
aplicações sequenciais, com intervalo de aproximadamente 14 dias entre as aplicações, sendo a primeira (1ª) aplicação em
torno de 14 dias após a emergência da cultura e a segunda (2ª) em torno de 28 dias após a emergência da cultura.

As aplicações deverão ser feitas em fases iniciais do desenvolvimento das plantas daninhas (até no máximo 10,0 cm),
fisiologicamente ativas e preferencialmente até 6 folhas.

Utilizar a maior dose em situações onde haja maior infestação e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas.

Para manejo e complementação no controle de plantas daninhas, recomenda-se a aplicação de herbicidas a base de glifosato
sal potássico, conforme dose e recomendações de uso descrito nas respectivas bulas.

Obs: Recomenda-se adicionar à calda de pulverização um adjuvante redutor de deriva, volatilidade e espalhante, a base de
Acetato de Potássio e Polímero Acrílico na concentração de 1,0% v/v (volume/volume), não ultrapassando a dose de 1,0
litro/ha de adjuvante na calda de pulverização.


          MODO DE APLICAÇÃO:

          Aplicação Terrestre:
          As recomendações a seguir relacionadas são importantes para uma correta aplicação e para se
          obter os efeitos desejados:

          • Equipamento de Aplicação:
            Utilizar equipamento de pulverização tratorizado ou automotriz provido de barras apropriadas. Ao
            aplicar o produto, siga sempre as recomendações da bula garantindo uma boa cobertura da
            pulverização sobre o alvo desejado, evitando a sobreposição das faixas de aplicação. Proceda a
            regulagem e manutenção preventiva e periódica do equipamento de aplicação para assegurar
            uma distribuição uniforme na dose correta sobre o alvo desejado.

          • Seleção de Pontas de Aplicação:
            A seleção correta da ponta de aplicação é um dos parâmetros mais importantes para redução da
            deriva. Pontas que produzem gotas de diâmetro mediano volumétrico (DMV) maior apresentam
            menor risco de deriva de produto para áreas não-alvo. Dentro deste critério, utilize pontas que
            forneçam gotas de categoria extremamente grossa a ultra grossa, conforme norma ASABE
            S572.1. Para gotas deste calibre utilize pontas com indução de ar, com indução de ar defletora
            ou com indução de ar e pré-orifício. Em caso de dúvida quanto a pressão de trabalho correta e o
            tamanho das gotas consulte a recomendação do fabricante da ponta (bico).

          • Redutor de Volatilização e Redutor de Deriva:
            Visando garantir uma aplicação adequada do produto, recomenda-se utilizar produtos que visem
            a redução da volatilização e deriva. Antes de adquirir e utilizar esses produtos consultar um
            Engenheiro Agrônomo.

          •    Volume de Aplicação:
               Utilize o volume de calda entre 100 a 150 litros/ha.

          • Pressão de Trabalho:
            Observar sempre à recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada da
            ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado.
            A pressão de trabalho deve estar de acordo com a classe de gota a ser gerada extremamente
            grossa a ultra grossa e a recomendação do fabricante. Caso o equipamento possua sistema de
            controle de pressão, assegure que a pressão de trabalho atenda a recomendação de uso.

      •       Altura de barras de aplicação:
              A barra pulverizadora deverá estar posicionada a no máximo 50 cm de altura do alvo a ser
              atingido. Quanto menor a distância entre a altura da barra e o alvo a ser atingido (desde que não


      XTENDIMAX 2_16/12/2025
      comprometa a qualidade da aplicação), menor a exposição das gotas e menor o impacto na
      aplicação pelas condições ambientais, como a evaporação e transporte pelo vento. Recomenda-
      se o uso de controladores automáticos de altura da barra para manter a altura ideal da ponta em
      relação ao alvo a ser atingido.

•     Velocidade do equipamento:
    Selecione uma velocidade adequada às condições do terreno e topografia, equipamento e cultura,
    não devendo ser superior a 25 km/h observando o volume de aplicação e a pressão de trabalho
    desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resultam em uma melhor
    cobertura e deposição na área alvo.

PREPARAÇÃO DA CALDA:
Certifique-se de que o tanque do equipamento de pulverização esteja limpo (isento de resíduos)
antes de iniciar a operação.

Coloque água limpa no tanque do pulverizador até 3/4 de sua capacidade de tal forma que atinja a
altura do agitador (ou retorno), adicione a quantidade recomendada de XTENDIMAX® 2. Com o
agitador ligado complete o volume do tanque com água e mantenha agitando a calda pronta por no
mínimo 15 minutos, durante a pulverização a calda deve estar sob constante agitação. A aplicação
deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda. Não adicione redutor de pH, ácido bórico
ou produtos à base de sal de amônio ou isopropilamina.

Não deixe a calda de agroquímicos preparada de um dia para outro dentro do tanque de pulverização
ou no sistema (mangueiras, filtros, barras, etc.).

CONDIÇÕES METEREOLOGICAS QUE DEVEM SER OBSERVADAS, PARA APLICAÇÃO DO
XTENDIMAX® 2:

•     Velocidade do vento:
      A faixa para pulverização entre 03 a 10 km/h dependendo da configuração do sistema de
      aplicação, reduz o efeito de deriva do produto. A topografia do terreno pode influenciar os padrões
      de vento. Um aplicador familiarizado com os padrões de ventos locais minimiza possíveis riscos
      da pulverização atingir áreas não alvo. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação
      quando há culturas sensíveis presentes na direção do vento (vide limitações de uso).

•     Inversão térmica:
      O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o
      movimento do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas próxima ao solo. Sua
      presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina,
      as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte
      no solo.
      Não realizar aplicações noturnas. Realizar as aplicações a partir de uma hora após o nascer do
      sol até duas horas antes do pôr do sol.

•     Temperatura e umidade:
       As condições meteorológicas recomendadas para aplicação são: temperatura inferior a 30ºC e
       umidade relativa do ar maior que 55%. Evite aplicar em condições desfavoráveis. A baixa
       umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco da evaporação da calda de
       pulverização, reduzindo o tamanho das gotas e aumentando o potencial de deriva.
       Consulte um engenheiro agrônomo em caso de dúvidas.

•     Período de chuvas:
       A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após aplicação pode afetar o
       desempenho do produto. Evite aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de
       orvalho.




XTENDIMAX 2_16/12/2025
O responsável pela aplicação da calda herbicida do XTENDIMAX® 2 deve considerar todos
estes fatores para uma adequada utilização do produto evitando atingir áreas não alvo. Todos
os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela
aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da
deriva.

LIMPEZA DE TANQUE E SISTEMA DE PULVERIZAÇÃO:
Logo após a pulverização, esgote o tanque imediatamente e limpe completamente o equipamento de
aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem, conforme procedimento
abaixo:
- Esgote ao máximo a calda presente no tanque;
- 1ª. Lavagem: Para máquinas com tanque de polietileno e aço inox, colocar água limpa no tanque até
no mínimo 50% de sua capacidade, enxaguando as paredes internas do tanque durante o
enchimento. Para máquinas com tanque de fibra de vidro, colocar água limpa no tanque até 100% de
sua capacidade, enxaguando as paredes internas do tanque durante o enchimento. Acione o sistema
de agitação e recirculação para manter circulando a água em todo o sistema (tanque, barra, pontas e
filtros) e mantenha ligado por, no mínimo, 20 minutos. Com o equipamento ainda ligado, esgote ao
máximo o conteúdo do tanque pelas pontas de pulverização.
- 2ª. Lavagem: Remova as capas, pontas de pulverização, finais de seção (quando houver) e
telas/cestos de filtros, e coloque-as em recipiente contendo água limpa e solução comercial de
limpeza de tanque. Coloque água limpa no tanque até no mínimo 50% de capacidade para tanques
de polietileno e aço inox e 100% da capacidade para tanques de fibra de vidro, enxaguando as
paredes internas do tanque durante o enchimento. Adicione solução comercial de limpeza de tanque,
conforme recomendação do fabricante. Acione o sistema de agitação e recirculação para manter
circulando a água em todo o sistema (tanque, barra, pontas e filtros) e mantenha ligado por, no
mínimo, 20 minutos. Com o equipamento ainda ligado, esgote ao máximo o conteúdo do tanque pelas
barras de pulverização. Reinstale as telas/cestos dos filtros, capas e pontas de pulverização, limpas
na barra de pulverização.
- 3ª. Lavagem: Coloque água limpa no tanque até no mínimo 50% de capacidade para tanques de
polietileno e aço inox e 100% da capacidade para tanques de fibra de vidro, enxaguando as paredes
internas do tanque durante o enchimento. Acione o sistema de agitação e recirculação para manter
circulando a água em todo o sistema (tanque, barra, pontas e filtros) e mantenha ligado por, no
mínimo, 20 minutos. Com o equipamento ainda ligado, esgote ao máximo o conteúdo do tanque pelas
pontas de pulverização. Certifique-se de que o tanque do equipamento de pulverização esteja limpo
(isento de resíduos) antes de iniciar uma nova preparação de calda de agroquímicos.
Realize a limpeza externa do pulverizador após tríplice lavagem.
Atenção à limpeza em “zonas mortas” dos equipamentos, como áreas terminais de linha, filtros,
válvulas, mangueiras dobradas, além do tanque de pré-diluição e lavagem de embalagem de
agroquímicos. Descarte as águas de lavagem em área adequada e de acordo com a Legislação local.
Após a limpeza do pulverizador, sempre manter o tanque com 50% da capacidade de água e com
água no sistema entre aplicações. A repetição desse procedimento após períodos de aplicação é de
extrema importância para a manutenção do tanque limpo.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Recomenda-se aguardar 24 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda.
Caso haja necessidade de entrar na área tratada antes da secagem total da calda aplicada, utilizar
os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

 • Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
 • O XTENDIMAX® 2 não deve ser aplicado em pulverização aérea.
 • São exemplos de culturas sensíveis ao herbicida dicamba: Batata, café, cítricos, crucíferas,
   feijão, flores ornamentais, girassol, leguminosas, maçã, pepino, tabaco, tomate, uva, além de
   algodão e soja não tolerantes ao herbicida dicamba.
 • Deve-se adotar uma área de bordadura de no mínimo 50 metros entre a área de aplicação e
   estas culturas para evitar potenciais efeitos adversos em culturas sensíveis a esse herbicida.



XTENDIMAX 2_16/12/2025
 • Deve-se observar condições de inversão térmica para prevenir potenciais riscos de deriva e
   volatilidade.
 • Evite aplicar em condições de estresse hídrico das plantas daninhas, visto que a sua
   translocação dentro das plantas, nestas condições é reduzida.
 • Recomenda-se que a calda do XTENDIMAX® 2 seja preparada e aplicada no mesmo dia. Isso
   visa reduzir o acumulo de resíduos e contaminação das partes do pulverizador (barra, pontas,
   filtros e mangueiras).
 • Não aplicar o produto com previsão de geadas.

Para maiores esclarecimentos consulte um representante técnico da Monsanto do Brasil Ltda.

ATENÇÃO QUANTO À RECOMENDAÇÃO DE USO DO XTENDIMAX® 2:
Deve-se observar TODAS as recomendações descritas no item MODO DE APLICAÇÃO, como os
equipamentos de aplicação, seleção da ponta de aplicação, etc, das CONDIÇÕES
METEREOLÓGICAS que devem ser observadas, como temperatura e umidade, condições de
inversão térmica, dentre outros descritos no referido tópico, e LIMITAÇÕES DE USO, para prevenir
potenciais riscos de deriva e volatilidade do XTENDIMAX® 2.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS Ä PROTECAO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO

INFORMAÇÕES SOBRE DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA
EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO APLICAÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO APLICAÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO APLICAÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de
ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
 - Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do mesmo
  alvo, quando apropriado.
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
  regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org),
Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR:
www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

            GRUPO                               O                           HERBICIDA


XTENDIMAX 2_16/12/2025
O herbicida XTENDIMAX® 2 é composto por Dicamba que apresenta mecanismo de ação dos
mimetizadores das auxinas, pertencente ao Grupo O, segundo classificação internacional do HRAC
(Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência
das plantas daninhas e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de
controle. A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de
espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada,
inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem
como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente.


                    DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
  com a boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida
  útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
  áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
  socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
  do alcance de crianças e animais.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
  ordem: calça, jaleco, botas, avental, respirador, viseira facial ou óculos, touca árabe e luvas de
  nitrila.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
  forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

- Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): vestimenta com tratamento hidrorrepelente de
  corpo inteiro com nível de proteção 2 (calça, jaleco, touca árabe), respirador semifacial filtrante
  PFF2 e viseira facial (ou respirador com filtro mecânico classe P2 e óculos com proteção lateral),
  botas de PVC ou sapato impermeável, avental com nível de proteção 3 (impermeável), e luvas de
  nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
  (EPI) recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
  de tempo entre a última aplicação e a colheita).



XTENDIMAX 2_16/12/2025
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
   estiver sendo aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando
   as melhores condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento, aplique o produto de forma a evitar o contato do aplicador com a névoa
   do produto.
- Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e
filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
  avisos até o final do período de reentrada.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
  produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual
  (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
  aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
  de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para
  evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
  trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
  família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com
  tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte
  ordem: touca árabe, viseira ou óculos, jaleco, botas, calça, luvas e respirador.
- A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida.

PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
OLHOS: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite
que a água de lavagem entre no outro olho.
PELE: em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão
neutro.
INALAÇÃO: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve-se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.


                                - INTOXICAÇÕES POR XTENDIMAX® 2 –
                                      INFORMAÇÕES MÉDICAS

As informações presentes nesta tabela são para uso exclusivo do profissional de saúde. Os
procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de
saúde, etc.).

Grupo químico            Ácido benzóico
Vias de exposição        Oral, inalatória, ocular e dérmica.


XTENDIMAX 2_16/12/2025
                         Dicamba é rapidamente absorvido pela via oral e lentamente absorvido pela via
                         dérmica. O isômero 3,5-dicloro-2-metoxibenzóíco apresenta absorção e
                         excreção mais lenta. Em um estudo para avaliar o coeficiente de
                         permeabilidade dérmica realizado com ratos, as maiores concentrações
                         sanguíneas de dicamba e do isômero foram encontradas em 1 e 9 horas ,
                         respectivamente. Dicamba foi distribuído em todos os tecidos examinados em
                         ratos, incluindo fígado, rim, sangue, músculo e tecido adiposo. Em estudos
                         realizados com ratos após administração intravenosa, em dose única, de uma
                         formulação com dicamba e seu isômero, a eliminação sanguínea de dicamba
                         foi rápida, com uma meia­vida de 0,64 horas, enquanto que a eliminação do
                         isômero foi muito mais lenta, com uma meia-vida de 16,5 horas. Testes in vitro
                         mostraram que o isômero apresenta uma maior afinidade para ligação à
Toxicocinética
                         proteína plasmática (83,3% de ligação) que dicamba (33,8% de ligação). O
                         metabolismo de dicamba em animais é limitado. Em mamíferos, demetilação e
                         descarboxilação foram observados. Quando dicamba foi administrado pela via
                         intravenosa ou oral em ratos, cerca de 90% da dose foi recuperada inalterada
                         na urina e cerca de 20% na forma de conjugado com ácido glícurônico. O
                         principal metabólito identificado foi 3,6-dicloro-2-hidroxibenzoico, e como
                         metabólitos minoritários foram identificados 2,5-diclorofenol e conjugado
                         glicuronídeo de 3,6-dicloro-2-hidroxibenzoico. Quando dicamba foi
                         administrado pela via inalatória ou intravenosa em ratos, mais de 90% da dose
                         administrada foi excretada na urina dentro de 24 horas; quando administrado
                         pela via oral, a taxa de excreção urinária alcançou 96% em aproximadamente
                         48 horas.
                         Ainda não foi identificado um modo de ação claro da toxicidade do dicamba em
                         humanos. Os mecanismos precisos de toxicidade            de          herbicidas
Mecanismos de            clorofenoxi não foram completamente elucidados, mas estudos experimentais
toxicidade               indicam o possível envolvimento de três ações: (1) danos da membrana
                         celular; (2) a interferência em vias metabólicas envolvendo acetil-coenzima A;
                         (3) e desacoplamento de fosforilação oxidativa.
Sintomas e sinais        Não são conhecidos sintomas e sinais clínicos em humanos para a formulação.
clínicos
                         O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro
                         clínico compatível.
Diagnóstico
                         Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o
                         paciente imediatamente
                         Antídoto: não há antídoto específico.

                         Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação do paciente,
                         proteção das vias respiratórias. Tratamento sintomático e de suporte, de
                         acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. As
                         ocorrências clínicas devem ser tratadas segundo seu surgimento e gravidade.
                         O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando principalmente luvas.

                         Exposição Oral:
                         • Enxaguar a boca e administrar uma pequena quantidade de água (5
                            ml/Kg até 200 mL) após a ingestão, se o paciente pode engolir e tem um
Tratamento
                            forte reflexo de vômito.
                         • Não provocar vômito.
                         • Emergência, suporte e tratamento sintomático: Estabelecer uma via aérea
                             permeável (orofaríngea ou aéreo nasofaríngeo, se necessário). Aspirar
                             secreções, se necessário. Atenção aos sinais de insuficiência respiratória
                             e ventilação assistida, se necessário. Administrar oxigênio por máscara
                             em 10 a 15 L/min. Monitorar para edema pulmonar e tratar, se
                             necessário. Monitorar para o choque e tratar, se necessário. Monitorar e
                             tratar arritmias cardíacas, se necessário.
                          • Fluidos intravenosos e monitorização laboratorial.
                          • Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos



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                             sintomas.

                          Exposição Inalatória:
                          • Se ocorrer tosse/dispnéia, avalie quanto à irritação, bronquite ou
                             pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Trate
                             broncoespasmos com β2-agonistas via inalatória e corticosteróides via
                             oral ou parenteral.

                          Exposição Ocular:
                          • Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina
                             0,9%, à temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se os
                             sintomas persistirem, encaminhar o paciente para o especialista.

                          Exposição Dérmica:
                          • Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante
                             água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação
                             ou dor persistirem.

                          CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
                           • EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do
                              produto; usar equipamento de reanimação manual (Ambu).
                           • Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e
                              inalatório com o produto.
                         A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de
Contra-indicações
                         pneumonite química.
Efeitos sinérgicos       Não são conhecidos.
                         As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as
                         Enfermidades de Notificação Compulsória
                         Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
                         informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
ATENÇÃO                  Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                         RENACIAT – ANVISA/MS
                         Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
                         Telefone de Emergência da empresa: 08000-701-0450

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

EFEITOS AGUDOS
DL50 via oral em ratos: maior que 5000 mg/kg peso corpóreo por dia;
DL50 via dérmica em ratos: maior que 5000 mg/kg peso corpóreo por dia;
CL50 via inalatória em ratos: 5,15 mg/L de ar (4h);
Irritação dérmica em coelhos: levemente irritante para a pele;
Irritação ocular em coelhos: levemente irritante para os olhos;
Sensibilização cutânea: não causa sensibilização dérmica em cobaias.

EFEITOS CRÔNICOS
Em estudos sub-cronicos em animais o órgão-alvo foi o fígado. Nenhum efeito foi observado em
ratos alimentados com dicamba por 90 dias com doses até aproximadamente 500 mg/kg/dia.
Com doses próximas de 1000 mg/kg/dia, foram observados menor ganho de peso corporal, e
alterações no peso, cor etamanho do fígado. Em estudos crônicos em ratos e camundongos expostos
pela via oral, dicamba não apresentou potencial cancerígeno. Estudos in vitro e in vivo demonstraram
que dicamba é não-genotóxico e não causa mutação de DNA. Quando testado em ratos ao longo de
2 gerações, Dicamba causou decréscimo no crescimento das crias e retardamento da maturidade
sexual em machos, na presença de toxicidade materna, como decréscimo no ganho de peso e
decréscimo no consumo de alimentos; nenhum efeito foi observado nos fetos nem na performance


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reprodutiva dos animais. Estudos de desenvolvimento mostraram que dicamba não apresentou
potencial teratogênico mesmo em doses elevadas e na presença de toxicidade materna. Em estudos
sub-crônicos (21 e 28 dias) pela via dérmica em coelhos, irritação dérmica dose-dependente foi
observada no local de aplicação. Nenhuma toxicidade sistêmica foi observada. Não foram
encontradas informações sobre a toxicidade crônica de dicamba em seres humanos.

EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS
Por não se tratar de produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos.

SINTOMAS DE ALARME:
Não são conhecidos sintomas de alarme, sendo recomendada a suspensão do uso do produto se
surgirem quaisquer sintomas durante a sua manipulação.


                    DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1- PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:

 - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
 - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
 - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
 - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).

- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
  podendo atingir, principalmente, águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE ao meio ambiente.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
   Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo,
   da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
− Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
− O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
   ou outros materiais.
−  A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
− O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
− Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
− Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
− Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou
   para o recolhimento de produtos vazados.
− Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 -1 da Associação
   Brasileira de Normas Técnicas (ABNT); (Parte 1: Armazenamento em armazéns industriais, armazéns
   gerais ou centros de distribuição) demais casos, consultar a parte específica da norma (Parte 2:
   Armazenamento comercial em distribuidores e cooperativas; Parte 3: Armazenamento em
   propriedades rurais ou Parte 4: Armazenamento em laboratórios).
− Observe as disposições constantes nas legislações estadual e municipal.


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INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
− Isole e sinalize a área contaminada.
− Contate as autoridades locais competentes e a empresa MONSANTO DO BRASIL LTDA. através
   do Telefone de Emergência: 0800-011-5560.
− Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
   borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
− Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
   drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
   − Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio
      de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado
      não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo
      para a sua devolução e destinação final.
   − Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
      material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
      registrante conforme indicado.
   − Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
      contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
      medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo
      hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
− Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ
   QUÍMICO, ETC., ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s -
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
− Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
   posição vertical durante 30 segundos;
− Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
− Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
− Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
− Faça esta operação três vezes;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
− Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
− Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
− Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
− A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.




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Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
− Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre
   a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
− Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
   direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
− Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não
lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Esta embalagem vazia deve ser armazenada com a sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,


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rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU
O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causam
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo
telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos e outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL
OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.




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