WW 24-D 868 SL
Willowood Agriscience Representação Comercial Ltda Campinas/SP
Herbicida
24-D (ácido ariloxialcanóico) (868 g/L)
Informações
Número de Registro
01696
Marca Comercial
WW 24-D 868 SL
Formulação
SL - Concentrado Solúvel
Ingrediente Ativo
24-D (ácido ariloxialcanóico) (868 g/L)
Titular de Registro
Willowood Agriscience Representação Comercial Ltda Campinas/SP
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Arroz
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Arroz
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Arroz
Amaranthus spinosus
bredo-branco; bredo-de-espinho; caruru-de-espinho
Arroz
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Arroz
Brassica rapa
colza; mostarda (3); mostarda-selvagem
Arroz
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Arroz
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Arroz
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Arroz
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Arroz
Leonurus sibiricus
chá-de-frade; cordão-de-são-francisco (2); erva-macaé
Arroz
Lepidium virginicum
mastruz (1); mastruço (2); mentrusto (1)
Arroz
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Arroz
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Arroz
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Arroz
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Arroz
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Arroz irrigado
Aeschynomene rudis
angiquinho (1); maricazinho (1); paquinha
Arroz irrigado
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Arroz irrigado
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Arroz irrigado
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Café
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Café
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Café
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Café
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Café
Amaranthus spinosus
bredo-branco; bredo-de-espinho; caruru-de-espinho
Café
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Café
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Café
Brassica rapa
colza; mostarda (3); mostarda-selvagem
Café
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Café
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Café
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Café
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Café
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Café
Leonurus sibiricus
chá-de-frade; cordão-de-são-francisco (2); erva-macaé
Café
Lepidium virginicum
mastruz (1); mastruço (2); mentrusto (1)
Café
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Café
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Café
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Café
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Café
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Cana-de-açúcar
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Cana-de-açúcar
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Cana-de-açúcar
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Cana-de-açúcar
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Cana-de-açúcar
Amaranthus retroflexus
bredo (5); caruru (4); caruru-gigante
Cana-de-açúcar
Amaranthus spinosus
bredo-branco; bredo-de-espinho; caruru-de-espinho
Cana-de-açúcar
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Cana-de-açúcar
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cana-de-açúcar
Brassica rapa
colza; mostarda (3); mostarda-selvagem
Cana-de-açúcar
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Cana-de-açúcar
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Cana-de-açúcar
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Cana-de-açúcar
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Cana-de-açúcar
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Cana-de-açúcar
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Cana-de-açúcar
Leonurus sibiricus
chá-de-frade; cordão-de-são-francisco (2); erva-macaé
Cana-de-açúcar
Lepidium virginicum
mastruz (1); mastruço (2); mentrusto (1)
Cana-de-açúcar
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cana-de-açúcar
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Cana-de-açúcar
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Cana-de-açúcar
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Cana-de-açúcar
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Milho
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Milho
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Milho
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Milho
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Milho
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Milho
Amaranthus retroflexus
bredo (5); caruru (4); caruru-gigante
Milho
Amaranthus spinosus
bredo-branco; bredo-de-espinho; caruru-de-espinho
Milho
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Milho
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Milho
Brassica rapa
colza; mostarda (3); mostarda-selvagem
Milho
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Milho
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Milho
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Milho
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Milho
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Milho
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Milho
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Milho
Leonurus sibiricus
chá-de-frade; cordão-de-são-francisco (2); erva-macaé
Milho
Lepidium virginicum
mastruz (1); mastruço (2); mentrusto (1)
Milho
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Milho
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Milho
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Milho
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Milho
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Pastagens
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Pastagens
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Pastagens
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Pastagens
Croton glandulosus
gervão (3); gervão-branco (1); malva-vermelha
Pastagens
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Pastagens
Momordica charantia
erva-de-lavadeira; fruto-de-cobra; melão-de-são-caetano
Pastagens
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Pastagens
Senecio brasiliensis
flor-das-almas; flor-de-finados; maria-mole (2)
Pastagens
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Pastagens
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Pastagens
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Pastagens
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Pastagens
Solanum palinacanthum
joá-bagudo; joá-bravo (3); juá (3)
Soja
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Soja
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Soja
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Soja
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Soja
Amaranthus spinosus
bredo-branco; bredo-de-espinho; caruru-de-espinho
Soja
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Soja
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Soja
Brassica rapa
colza; mostarda (3); mostarda-selvagem
Soja
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Soja
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Soja
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Soja
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Soja
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Soja
Leonurus sibiricus
chá-de-frade; cordão-de-são-francisco (2); erva-macaé
Soja
Lepidium virginicum
mastruz (1); mastruço (2); mentrusto (1)
Soja
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Soja
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Soja
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Soja
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Soja
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Trigo
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Trigo
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Trigo
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Trigo
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Trigo
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Trigo
Amaranthus spinosus
bredo-branco; bredo-de-espinho; caruru-de-espinho
Trigo
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Trigo
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Trigo
Brassica rapa
colza; mostarda (3); mostarda-selvagem
Trigo
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Trigo
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Trigo
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Trigo
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Trigo
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Trigo
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Trigo
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Trigo
Leonurus sibiricus
chá-de-frade; cordão-de-são-francisco (2); erva-macaé
Trigo
Lepidium virginicum
mastruz (1); mastruço (2); mentrusto (1)
Trigo
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Trigo
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Trigo
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Trigo
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Trigo
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Conteúdo da Bula
WW 2,4-D 868 SL
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob no 01696.
COMPOSIÇÃO:
(2,4-dichlorophenoxy)acetic acid (2,4-D)............................................…........ 868,0 g/L (86,8% m/v)
Equivalente ácido........................................................................................... 720,0 g/L (72,0% m/v)
Outros ingredientes.........................................................................................369,0 g/L (36,9% m/v)
GRUPO O HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO.
CLASSE: Herbicida sistêmico do grupo químico Ácido ariloxialcanóico.
TIPO FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL).
TITULAR DO REGISTRO (*):
WILLOWOOD AGRISCIENCE REPRESENTAÇÃO COMERCIAL LTDA.
Av. Doutor José Bonifácio Coutinho Nogueira, 214, Sala 516 Quadra 30014 Lote 20-A-5
Cep:13.091-611 – Jardim Madalena, Campinas-SP.
CNPJ: 40.503.635/0001-26
Nº do registro estabelecimento: CFICS/GDSV/CDA/SP nº 4325.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
2,4-D ÁCIDO TÉCNICO MIL – Registro MAPA sob nº 10708.
ADAMA BRASIL S/A.
Avenida Júlio de Castilhos, 2085
Taquari/RS – CEP 95860-000
Tel. (51) 3653-9400 – Fax: (51) 3653-1697
CNPJ: 02.290.510/0004-19
Registro Estadual nº 1047/99 – SEAPA/RS.
ATUL LIMITED.
Atul 396020, Valsad, Gujarat – Índia.
2,4-D TÉCNICO AGRISOR – Registro MAPA sob nº 20418
CAC NANTONG CHEMICAL CO., LTD.
Fourth Huanghai Road) Yangkou Chemical
Industrial Park Rudong County 226407 Nantong, Jiangsu – China.
JIANGXI TIANYU CHEMICAL CO., LTD.
Yanhua Road, Xingan Salt Chemical Industrial Park, Xingan Country, Jiangxi Province – China.
2,4-D TECHNICAL WYNCA - Registro MAPA sob nº TC12123
Ningxia Wynca Technology Co., Ltd.
Taisha Industrial Park 753401 Pingluo, Ningxia - China.
1
FORMULADOR:
ADAMA BRASIL S/A.
Rua Pedro Antônio de Souza, 400 – Parque Rui Barbosa - Londrina/PR
– CEP 86031-610
Tel. (43) 3371-9000 – Fax: (43) 3371-9017
CNPJ: 02.290.510/0001-76
Registro Estadual no 003263 – ADAPAR/PR.
ADAMA BRASIL S/A.
Avenida Júlio de Castilhos, 2085
Taquari/RS – CEP 95860-000
Tel. (51) 3653-9400 – Fax: (51) 3653-1697
CNPJ: 02.290.510/0004-19
Registro Estadual nº 00001047/99 – SEAPA/RS.
ADAMA AGAN LTD.
Haashlag Street 3, P.O. Box 262, 77102, Northern Industrial Zone, Ashdod – Israel.
ADAMA ANDINA B.V. SUCURSAL COLOMBIA
Calle 1C, nº 7-53, Interior Zona Franca, Barranquilla – Colômbia
ATUL LIMITED.
Atul 396020, Valsad, Gujarat – Índia
CAC NANTONG CHEMICAL CO. LTD.
Fourth Huanghai Road,Yangkou Chemical Industrial Park, Rudong County, Nantong City, Jiangsu
Province, China
WILLOWOOD CHEMICALS LIMITED.
Block No. 69/P, Village Manjusar, Taluka. Savli, District. Vadodara, Gujarat - 391776, India
WILLOWOOD CHEMICALS LIMITED.
Block No. 73 & 76, Village-Manjusar, Taluka. Savli, District. Vadodara, Gujarat - 391776, India
ZHEJIANG XINAN CHEMICAL INDUSTRIAL GROUP CO., LTD.
Endereço completo: Xinanjiang, Jiande, Zhejiang, 311600, China.
MANIPULADOR:
TAGMA BRASIL INDUSTRIA E COMERCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA
CNPJ: 03.855.423/0001-81
Avenida Roberto Simonsen, 1459, Paulínia - SP, 13148-030
Cadastro da empresa no órgão estadual – CFICS / GDSV / CDA nº 477.
ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.
R. Alberto Guizo, 859, Indaiatuba - SP, 13347-402 CNPJ: 50.025.469/0001-53.
Registro – CFICS / GDSV / CDA nº 466.
KUBIX AGROINDUSTRIAL LTDA.
Rua Bonifácio Rosso Ros, 260, Indaiatuba – SP, 13348-790
CNPJ: 47.754.052/0001-17. Registro – CFICS/GDSV/CDA/SP nº 4381.
INDÚSTRIA QUÍMICA LORENA LTDA.
CNPJ: 48.284.749/0001-34
R 01 esquina com Rua 06, S/N, LT Ind Nova Roseira, Roseira-SP, 12.580-000
Cadastro da empresa no órgão estadual – CFICS / GDSV / CDA nº 266
2
IMPORTADOR:
COPALLIANCE S. A.
Rua José Paulino, 235, salas 501-502, Centro,
CEP 13013-000, Campinas - SP
CNPJ sob o nº 10.664.726/0001-82. Registro SAA/CDA/SP nº 904.
GOPLAN S/A
Rua Antonio Lapa, n° 606, Cambuí, CEP 13025-241, Campinas/SP.
CNPJ sob n.º 37.422.096/0001-96. Registro CDA - SP nº 4296.
AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA.
Rodovia-RO 435, Km 113, Zona Rural, Cerejeiras/RO
CNPJ sob o nº 77.294.254/0022-19
Número de registro do estabelecimento/Estado: nº 0001655.
AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA.
Rodovia BR 364, KM 20, S/N, Zona Rural, Cuiabá/MT,
CNPJ sob o nº 77.294.254/0050-72
Número de registro do estabelecimento/Estado: nº 20435
AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA.
Rodovia BR 163, 2461, Expansão Urbana, Sorriso/MT,
CNPJ sob o nº 77.294.254/0077-92
Número de registro do estabelecimento/Estado: nº 22956.
AMAGGI EXPORTACAO E IMPORTACAO LTDA.
Rodovia PA 125, Quadra 03, Lote 15, CEP: 68628-557, Paragominas/PA
CNPJ: 77.294.254/0083-30
Registro Estadual: nº 004.23 (ADEPARA).
AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA.
Avenida Ville Roy, n° 7492, Quadra 54, São Vicente, CEP: 69301-000, Boa Vista/ RR
CNPJ: 77.294.254/0079-54
Registro Estadual: nº 1420025 (ADERR).
NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia Raposo Tavares, S/N, KM 172, Centro, Itapetininga/ SP,
CNPJ sob o nº 88.305.859/0004-00
Número de registro do estabelecimento/Estado: nº 1161.
NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Fidencio Ramos, N° 308, Andar 9 Conj 91 A 94 Torre A, Vila Olimpia, São Paulo/SP,
CNPJ sob o nº 88.305.859/0001-50
Número de registro do estabelecimento/Estado: nº 4292.
AGRILEAN INPUTS S.A.
Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 30,5, nº 11100, bairro Jardim Maria Cristina
CEP: 06.421-300, Barueri/SP
CNPJ sob o nº 47.983.211/0004-06.
Registro CFICS/GDSV/CDA nº 4378.
DKBR TRADING S.A.
Avenida Ayrton Senna da Silva, 600, Cond Torre Siena Andar 17 - Sala 1704, Gleba Fazenda Palhano
CEP: 86.050-460, Londrina/PR
CNPJ sob o nº 33.744.380/0001-28.
Número de registro no Estado: ADAPAR/PR nº 1007743.
3
DKBR TRADING S.A.
Avenida Miguel Sutil, 6559, Alvorada
CEP: 78048-360, Cuiabá/MT
CNPJ sob o nº 33.744.380/0002-09.
Número de registro no Estado: INDEA/MT nº 22058.
DKBR TRADING S.A.
Rodovia SPA 008/457, s/nº, Sala 01 Km 500 Metros, Zona Rural
CEP: 19.640-000, Iepe/ SP
CNPJ sob o nº 33.744.380/0003-90.
Número de registro no Estado: CFICS / DDSIV / CDA REGISTRO nº 4303.
AGROALLIANZ S.A.
Rua Avelino Silveira Franco, nº 149 - Sala 432, Cond. Comercial L’Office, Ville Sainte Hèlène
CEP: 13105-822 - Campinas/SP.
CNPJ sob o nº 27.150.699/0001-22.
Registro CFICS/GDSV/CDA/SP nº 1280.
No do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA
E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº
7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
CLASSE II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C S DE USO:
4
WW 2,4-D 868 SL é um herbicida sistêmico aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e das
culturas de arroz, café, cana-de-açúcar, milho, pastagem e trigo, bem como, no manejo em dessecação em
pré-plantio de arroz, café, cana-de-açúcar, milho, soja e trigo.
CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES, ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Plantas infestantes
Dose Época, número e intervalo
Cultura
Nome Comum Nome Científico (mL/ha) de aplicação
Fazer uma aplicação em
Corriola Ipomoea grandifolia pós-emergência entre o
1000 perfilhamento e o
emborrachamento da
cultura, estando as plantas
Angiquinho Aeschynomene rudis 1400 infestantes no estádio de 4
a 6 folhas.
Caruru-rasteiro Amaranthus deflexus
Caruru-roxo Amaranthus hybridus
Aplicação em pós-plantio:
Caruru-de-espinho Amaranthus spinosus Fazer uma aplicação em
área total na pós-
Caruru-de-mancha Amaranthus viridis emergência do arroz, no
Picão-preto Bidens pilosa intervalo compreendido entre
o perfilhamento e
Mostarda Brassica rapa emborrachamento da
ARROZ
Commelina benghalensis
cultura. Para uma melhor
Trapoeraba
ação herbicida o solo deve
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla estar úmido no momento da
aplicação.
Picão-branco Galinsoga parviflora 460 a 1390 Não associar espalhante
Corda-de-viola Ipomoea aristolochiaefolia adesivo ou óleos à calda
herbicida.
Corda-de-viola Ipomoea purpurea Aplicação em pré-plantio
Rubim Leonorus sibiricus da cultura (dessecação
para plantio direto)
Mastruz Lepidium virginicum Plantar o arroz com um
Beldroega Portulaca oleracea intervalo mínimo de 15 dias
após a aplicação, a fim de
Nabo-bravo Raphanus raphanistrum
evitar possível
Poaia-branca Richardia brasiliensis fitotoxicidade na cultura.
Guanxuma Sida rhombifolia
Serralha Sonchus oleraceus
Época, número e
Plantas infestantes Dose
Cultura intervalo de aplicação
(mL/ha)
Nome Comum Nome Científico
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum Aplicação em pós- plantio:
Mentrasto Ageratum conyzoides Aplicar em pós-emergência
Caruru-rasteiro Amaranthus deflexus da planta
infestante em jato dirigido nas
Caruru-roxo Amaranthus hybridus
entrelinhas do café. Aplicar
CAFÉ Caruru-de-espinho Amaranthus spinosus 920 a 1390 em época quente logo após
Caruru-de-mancha Amaranthus viridis a arruação ou esparramação.
Picão-preto Bidens pilosa Aplicação em pré- plantio
da cultura (dessecação para
Mostarda Brassica rapa plantio direto)
Trapoeraba Commelina benghalensis
5
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla A aplicação deve ser feita de
Picão-branco Galinsoga parviflora 10 a 15 dias antes do plantio
Corda-de-viola Ipomoea aristolochiaefolia da cultura de café, a fim de
Corda-de-viola Ipomoea purpúrea evitar possível fitotoxicidade.
Rubim Leonorus sibiricus
Mastruz Lepidium virginicum
Beldroega Portulaca oleracea
Nabo-bravo Raphanus raphanistrum
Poaia-branca Richardia brasiliensis
Guanxuma Sida rhombifolia
Serralha Sonchus oleraceus
Em pós-emergência das
plantas infestantes, aplicar o
produto antes da emissão do
Caruru, Bredo Amaranthus retroflexus 2000 colmo da cana. Após este
estádio aplicar em jato dirigido
Na aplicação em pré-
emergência (planta
infestante), aplicar 2,5 L/ha
para o controle da Falsa
Falsa serralha Emilia sonchifolia 2500
serralha até o período anterior
a formação do colmo da cana.
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum Aplicação em pós- plantio:
Mentrasto Ageratum conyzoides Aplicar em época quente,
Caruru-rasteiro Amaranthus deflexus quando a cana atingir 30 cm
Caruru-roxo Amaranthus hybridus de altura. Não há
CANA-DE- Caruru-de-espinho Amaranthus spinosus necessidade de aplicação
AÇÚCAR dirigida.
Caruru-de-mancha Amaranthus viridis Repetir a aplicação após cada
Picão-preto Bidens pilosa corte da cana em pós-
Mostarda Brassica rapa emergência da cultura. Não
Trapoeraba Commelina benghalensis adicionar espalhante adesivo
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla ou óleos.
460 a 1390 Aplicação em pré- plantio
Picão-branco Galinsoga parviflora
Corda-de-viola Ipomoea aristolochiaefolia da cultura (dessecaçãopara
Corda-de-viola plantio direto)
Ipomoea purpúrea
Realizar uma aplicação antes do
Rubim Leonorus sibiricus plantio da cultura visando
Mastruz Lepidium virginicum controle em pós- emergência
Beldroega Portulaca oleracea das plantas infestantes de folha
Nabo-bravo Raphanus raphanistrum larga.
Poaia-branca Richardia brasiliensis
Ganxuma Sida rhombifolia
Serralha Sonchus oleraceus
Plantas infestantes
Dose Época, número e
Cultura
(mL/ha) intervalo de aplicação
Nome Comum Nome Científico
Fazer uma aplicação em
Caruru, Bredo Amaranthus retroflexus 1250
pós-emergência em área
total, com o milho até 4
folhas e as plantas
MILHO Carrapicho rasteiro Acanthospermum australe infestantes em estádio inicial
Corda de viola Ipomoea grandifolia 1000 (de 4 a 6 folhas). Não utilizar
Falsa serralha Emilia sonchifolia plantas tratadas para
alimentar animais até sete
dias após a aplicação
6
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum Aplicação em pós-plantio:
Mentrasto Ageratum conyzoides Aplicar em área total em pós-
Caruru-rasteiro Amaranthus deflexus emergência das plantas
Caruru-roxo Amaranthus hybridus infestantes e do milho. A
Caruru-de-espinho Amaranthus spinosus aplicação deve ser feita
Caruru-de-mancha Amaranthus viridis quando o milho atingir o
Picão-preto Bidens pilosa estádio de 4 a 5 folhas.
Mostarda Não associar espalhantes ou
Brassica rapa
Trapoeraba qualquer outro aditivo à calda
Commelina benghalensis
herbicida.
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla
Picão-branco 460 a 1390
Galinsoga parviflora Aplicação em pré-plantio
Corda-de-viola Ipomoea aristolochiaefolia da cultura (dessecação
Corda-de-viola Ipomoea purpurea para plantio direto)
Rubim Leonorus sibiricus Realizar uma aplicação
Mastruz Lepidium virginicum antes do plantio da cultura
Beldroega Portulaca oleracea visando controle em pós-
Nabo-bravo Raphanus raphanistrum emergência das plantas
Poaia-branca Richardia brasiliensis infestantes de folha larga.
Guanxuma Sida rhombifolia
Serralha Sonchus oleraceus
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum
Mentrasto Ageratum conyzoides
Caruru-rasteiro Amaranthus deflexus
Caruru-roxo Amaranthus hybridus
Caruru-de-espinho Amaranthus spinosus
Caruru-de-mancha Amaranthus viridis
Picão-preto Bidens pilosa
Mostarda Brassica rapa Aplicação em pré-plantio
Trapoeraba Commelina benghalensis da cultura (dessecação
SOJA Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla 920 a 1390 para plantio direto)
Picão-branco Galinsoga parviflora A aplicação deve ser feita de
Corda-de-viola 10 a 15 dias antes do plantio
Ipomoea aristolochiaefolia
Corda-de-viola da cultura da soja, a fim de
Ipomoea purpurea
Rubim evitar possível fitotoxicidade.
Leonorus sibiricus
Mastruz
Lepidium virginicum
Beldroega
Portulaca oleracea
Nabo-bravo
Raphanus raphanistrum
Poaia-branca
Richardia brasiliensis
Guanxuma
Sida rhombifolia)
Serralha
Sonchus oleraceus
Plantas infestantes Dose Época, número e
Cultura
(mL/ha) intervalo de aplicação
Nome Comum Nome Científico
Caruru-rasteiro Amaranthus deflexus
Picão-preto Bidens pilosa
Buva Conyza bonariensis
Malva-vermelha Croton grandulosus Aplicação em pósplantio
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla da cultura: Aplicar em
Beldroega Portulaca oleracea 1390 a 1850 área total quando as
Guanxuma Sida cordifolia plantas infestantes
PASTAGEM estiverem em pleno
Joá-bravo Solanum palinacanthum
Melão-de-São-Caetano Momordica charantia desenvolvimento vegetativo
Guanxuma Sida rhombifolia e antes do florescimento.
Maria-pretinha Solanum americanum
Flor-das-almas Senecio brasiliensis
1850
Guanxuma-branca Sida glaziovii
7
Flor-das-almas Senecio brasiliensis Fazer uma aplicação em
Guanxuma-branca Sida glaziovii pós-emergência durante a
Corda de viola Bidens pilosa fase de perfilhamento da
1000
Falsa serralha cultura.
Nabiça
Picão preto
Acanthospermum hispidum
Acanthospermum australe Aplicação em pós-plantio:
Ageratum conyzoides Fazer uma aplicação em
Carrapicho-de-carneiro Amaranthus deflexus área total na pós-emergência
Mentrasto Amaranthus hybridus do trigo, no intervalo
Caruru-rasteiro compreendido entre o
Amaranthus spinosus
Caruru-roxo perfilhamento e
Amaranthus viridis
Caruru-de-espinho emborrachamento da cultura.
Brassica rapa
Caruru-de-mancha Para uma melhor ação
Bidens pilosa
Mostarda herbicida o solo deve estar
Commelina benghalensis úmido no momento da
Trapoeraba
Emilia sonchifolia aplicação.
Amendoim-bravo
TRIGO Picão-branco
Euphorbia heterophylla 460 a 690 Não associar espalhante
Corda-de-viola Galinsoga parviflora adesivo ou óleos à calda
Corda-de-viola Ipomoea aristolochiaefolia herbicida.
Rubim Ipomoea grandifolia Aplicação em pré-plantio
Mastruz Ipomoea purpurea da cultura (dessecação
Beldroega Leonorus sibiricus para plantio direto):
Poaia-branca Lepidium virginicum Realizar uma aplicação antes
Guanxuma Portulaca oleracea do plantio da cultura visando
Serralha Raphanus raphanistrum controle em pós-emergência
Richardia brasiliensis das plantas infestantes de
Sida rhombifolia folha larga.
Sonchus oleraceus
MODO DE APLICAÇÃO:
A aplicação do herbicida WW 2,4-D 868 SL deve ser efetuada através de pulverização terrestre.
APLICAÇÃO TERRESTRE
O herbicida WW 2,4-D 868 SL nas culturas de arroz, café, cana-de-açúcar, milho, soja, pastagem e trigo deve
ser aplicado com equipamento tratorizado com barra, ou autopropelido de modo a providenciar uma boa
cobertura nas plantas infestantes.
É obrigatório o uso de equipamentos de aplicação que utilizem tecnologia de redução da possibilidade de
deriva de pelo menos 50% para aplicação tratorizada nas culturas de café e cana-de-açúcar.
Fica proibido o emprego de aplicação tratorizada com turbina de fluxo de ar.
Para o uso e aplicação do produto WW 2,4-D 868 SL, observe as prescrições conforme a receita agronômica
e utilize equipamentos adequados que proporcionem redução da possibilidade de deriva, tal como pontas de
pulverização tipo leque com indução de ar, para a produção de gotas grossas a extremamente grossas.
• Pressão de trabalho: 30-70 lbf/pol².
• Diâmetro de gotas: acima de 350µ (micra);
• Altura da barra de pulverização e espaçamento entre bicos: deve permitir uma boa sobreposição dos
jatos e cobertura uniforme no alvo. Não ultrapassando 50 cm, tanto para o espaçamento quanto para
a altura da barra;
• Volume de calda: 150 a 300 L/ha.
Somente aplique o produto WW 2,4-D 868 SL com equipamentos de aplicação tecnicamente adequados ao
relevo do local, corretamente regulados e calibrados, conforme a recomendação do fabricante do pulverizador
e do responsável pela aplicação.
Siga sempre as orientações do Engenheiro Agrônomo responsável, que poderá conciliar o tipo de bico
(por exemplo: bicos com pontas tipo leque com indução de ar), o tamanho da gota adequada à tecnologia de
aplicação e a redução da possibilidade de deriva, a altura da barra e outras características do equipamento
8
de aplicação, a topografia do terreno, bem como, as doses e recomendações de uso prescritas na bula do
produto para os respectivos alvos e culturas. Direcione os cuidados na aplicação para reduzir a possibilidade
de deriva.
O profissional que prescrever o uso do WW 2,4-D 868 SL deverá recomendar a especificação do equipamento
mais adequado para correta aplicação do produto, de modo a reduzir a possibilidade de deriva.
Observe atentamente as instruções de uso de todos os equipamentos envolvidos. Em caso de
equipamentos diferentes e regulagens específicas, consulte sempre um Engenheiro Agrônomo ou profissional
responsável.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Para evitar os prejuízos causados pela deriva, é importante seguir rigorosamente as recomendações quanto
as condições climáticas e equipamento de aplicação. O produto somente deve ser aplicado sob as seguintes
condições meteorológicas:
- Temperatura ambiente inferior a 30ºC;
- Umidade relativa do ar superior a 55%;
- Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h.
Se a velocidade do vento estiver menor que 3 km/h não aplique o produto WW 2,4-D 868 SL, pois pode haver
risco de inversão térmica, principalmente durante as primeiras horas do dia.
Se a velocidade do vento estiver acima de 10 km/h não aplique o produto WW 2,4-D 868 SL, devido ao
potencial de deriva pelo movimento do ar.
Não aplique o produto WW 2,4-D 868 SL, se o vento estiver no sentido das culturas sensíveis.
OBS: O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
aplicação e as condições climáticas. O tamanho das gotas, as características do equipamento de aplicação,
o relevo, a altura da barra de pulverização, altura do voo da aeronave, a cultura e, especialmente, as
condições climáticas (temperatura, umidade relativa do ar e velocidade do vento) são aspectos relevantes
que devem ser considerados para reduzir a possibilidade de deriva. O responsável pela aplicação deve
considerar todos estes fatores para tomar a decisão de quando aplicar o produto.
Toda a pulverização com o produto WW 2,4-D 868 SL feita fora das condições operacionais e meteorológicas
adequadas, pode gerar deriva de gotas e atingir cultivos vizinhos e/ou culturas sensíveis.
MODO DE PREPARO DA CALDA:
Para a aplicação, colocar água limpa até aproximadamente 2/3 da capacidade do tanque de pulverização.
Em seguida, adicionar WW 2,4-D 868 SL na dose recomendada completando o tanque com água limpa e
mantendo a agitação da calda durante o processo de preparo. Realizar a aplicação em seguida, mantendo o
sistema de agitação do tanque em funcionamento durante toda a aplicação.
Realizar o processo do tríplice lavagem das embalagens durante o preparo da calda.
LIMPEZA DE EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
A limpeza do pulverizador deve ser realizada logo após o término das aplicações com WW 2,4-D 868 SL. Esta
etapa é importante para que não haja resíduos remanescentes em aplicações seguintes com outros herbicidas
ou outras classes de produtos. Estes resíduos também podem gerar problemas de contaminação de culturas
vizinhas e/ou culturas sensíveis, caso haja deriva de gotas pelo vento.
INFORMAÇÕES DETALHADAS SOBRE O MODO DE PREPARO DA CALDA DO PRODUTO:
Para a aplicação terrestre, colocar água limpa até aproximadamente 2/3 da capacidade do tanque de
pulverização. Em seguida, adicionar WW 2,4-D 868 SL na dose recomendada completando o tanque com
água limpa e mantendo a agitação da calda durante o processo de preparo. Realizar a aplicação em seguida,
mantendo o sistema de agitação do tanque em funcionamento durante toda a aplicação. Realizar o processo
da tríplice lavagem das embalagens durante o preparo da calda.
9
INTERVALOS DE SEGURANÇA:
Arroz e Trigo.......................................... (1)
Café ...................................................... 30 dias
Cana-de-açúcar..................................... (2)
Milho.......................................................(3)
Pastagem ............................................. UNA
Soja ...................................................... (4)
(1) Intervalo de segurança não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento.
(2) Intervalo de segurança não determinado por ser de uso em pré e pós-emergência até três meses após o
plantio ou corte.
(3) O intervalo de segurança para a cultura do milho/milheto convencional é não determinado por ser de uso
desde a fase pré-emergência até o milho/milheto atingir a altura de 25 cm.
(4) O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em
pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. UNA – Uso não alimentar
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Modalidade de emprego Intervalo de reentrada*
Cultura (Aplicação)
2h de atividades 8h de atividades
Arroz Pré / Pós-emergência 24 horas 14 dias
Café Pré / Pós-emergência 24 horas 24 horas
Cana-de-açúcar(1) Pré / Pós-emergência 13 dias 31 dias
Milho Pré / Pós-emergência 24 horas 18 dias
Pastagem(2) Pós-emergência 5 dias 23 dias
Soja Pré-emergência 24 horas 18 dias
Trigo Pré / Pós-emergência 2 dias 20 dias
MEDIDAS DE MITIGAÇÃO DE RISCO PARA OS RESIDENTES E TRANSEUNTES DE ÁREAS PRÓXIMAS
DAS CULTURAS COM APLICAÇÃO COM HERBICIDA A BASE DE 2,4-D:
- É exigida a manutenção de bordadura de, no mínimo, 10 metros livres de aplicação costal e tratorizada de
produtos a base de 2,4-D. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior
e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas
isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação.
- Para aplicação através de aeronaves agrícolas, fica proibido o sobrevoo com o produto em áreas povoadas,
moradias e agrupamentos humanos. Não execute aplicação aérea em áreas situadas a uma distância inferior
a 500 (quinhentos) metros de povoações e de mananciais de captação de água para abastecimento público
e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas e agrupamentos de
animais.
- Inclusão de medidas que dificultem a entrada em área tratada de transeuntes e residentes (ex. uso de placas
de advertência com avisos sobre aplicação de produtos a base de 2,4-D).
LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivo para culturas agrícolas.
- Não aplicar o produto quando for observadas condições operacionais e meteorológicas inadequadas que
resultam na formação de deriva e atingimento de cultivos vizinhos e/ou culturas sensíveis.
- Em aplicações próximas a culturas sensíveis, tais como, algodão, banana, batata, maçã, oliva, pepino,
tabaco, tomate, uva, entre outras, manter atenção redobrada com a tecnologia de aplicação, adotando as
práticas agrícolas recomendadas para o produto, para minimizar a possibilidade de deriva.
- A deriva de pequenas quantidades do produto WW 2,4-D 868 SL pode causar danos às culturas sensíveis.
- O produto em contato com sementes pode inibir a sua germinação.
- O produto pode apresentar fitotoxicidade para cereais (arroz e trigo), quando a aplicação é feita antes do
perfilhamento ou após o emborrachamento, e para milho, quando a aplicação é feita fora do período
recomendado.
- Para uso na cultura do milho, verificar junto às empresas produtoras de semente a existência de cultivares
sensíveis ao 2,4-D.
- Para uso no café, fazê-lo de modo a não permitir o contato do produto com as folhas da cultura.
- Para a cultura de soja, seu uso é permitido somente em pré-plantio (dessecação).
10
- WW 2,4-D 868 SL não deve ser misturado com óleos, espalhantes adesivos e outros adjuvantes, pois isso
diminui a seletividade do produto.
- Solo seco, estiagem prolongada e baixa umidade relativa do ar podem comprometer a eficiência do produto.
- A eficiência do produto pode ser reduzida se ocorrerem chuvas até o período de 6 horas após a aplicação.
- WW 2,4-D 868 SL não deve ser aplicado em pós-emergência da planta infestante, quando seu estádio de
desenvolvimento estiver maior que 10 folhas.
- WW 2,4-D 868 SL não deve ser aplicado com pulverizador costal (manuais, pressurizados ou motorizados)
e nem através de pulverização aérea.
- O pulverizador usado para a aplicação de WW 2,4-D 868 SL deve ser rigorosamente limpo e
descontaminado, realizando-se a tríplice lavagem (tanque, barra, filtros em geral e pontas de pulverização),
antes da aplicação de qualquer outro produto. Observar os detalhes no item Limpeza de Equipamento de
Aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo
aplicado ou logo após a aplicação do produto.
- Fica restrito a realização cumulativa das atividades de mistura, abastecimento e aplicação tratorizada de 2,4-
D pelo mesmo indivíduo.
INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item MODO DE APLICAÇÃO
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento da população da planta infestante alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda
de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes e para evitar os problemas com a resistência,
seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do mesmo alvo,
quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas infestantes seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas infestantes devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Infestantes (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação
Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Infestantes aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org),
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO O HERBICIDA
O produto herbicida WW 2,4-D 868 SL é composto pelo ingrediente ativo 2,4-D, que apresenta mecanismo
de ação como mimetizadores da auxina, pertencente ao Grupo O, segundo classificação internacional do
HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas), respectivamente. EÇÃO DA SAÚDE HUMANA
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ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA. PRECAUÇÕES
GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de
criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão com tratamento hidrorrepelente, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma
de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
- Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com
proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila;
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo
aplicado o produto;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável, máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção
lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos
até o final do período de reentrada;
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação;
12
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; - Não
reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida;
‘
Nocivo se ingerido
Pode ser nocivo em contato com a pele
PERIGO Nocivo se inalado
Provoca lesões oculares graves
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
• Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
• Olhos: ATENÇÃO: PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES. Em caso de contato, lave com muita água
corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize
lente de contato, deve-se retirá-la.
• Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
• Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
- INTOXICAÇÕES POR WW 2,4-D 868 SL - INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico 2,4-D: Ácido ariloxialcanóico
Classe toxicológica CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica,
Toxicocinética 2,4-D: Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que o 2,4-D é
excretado principalmente através da urina (84 a 94% do 2,4-D administrado) e a
eliminação fecal como via secundária de excreção (2 a 11%). Apenas uma pequena
fração de 2,4-D foi encontrado nos tecidos e na carcaça (0,4 a 3,0%) após 48 horas
Toxicodinâmica Não são conhecidos mecanismos de toxicidade específicos para este ingrediente
ativo.
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Sintomas e sinais Contato direto – irritação dos olhos, nariz e boca, irritação da pele.
clínicos Inalação – bronquite e pneumonite química.
Ingestão – febre.
Cardiovascular – taquicardia, bradicardia, anormalidades no eletrocardiograma,
assistolia, outras disritmias e hipotensão.
Respiratório – em grande quantidade pode causar bradipnéia, insuficiência
respiratória, hiperventilação ou edema pulmonar.
Neurológico – dependendo do composto envolvido, pode-se ter:
a) Exposição a baixas doses: vertigem, cefaleia, mal-estar e parestesias.
b) Exposição a doses elevadas: contrações musculares, espasmos, astenia intensa,
rabdomiólise, polineurite e coma.
c) Reações idiossincráticas: neuropatias periféricas, redução dos reflexos
miotendinosos e incontinência urinária.
Foi relatado um caso de alterações degenerativas das células cerebrais.
Gastrointestinal – náusea, vômito, diarreia e necrose da mucosa gastrointestinal.
Hepático – elevação das enzimas lactatodesidrogenase, ASAT e ALAT.
Geniturinário – albuminúria e porfiria; falência renal devida à rabdomiólise.
Hidroeletrolítico – hipocalcemia, hipercalemia e hipofosfatemia.
Hematológico – trombocitopenia e leucopenia.
Diagnóstico O diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da exposição e
pela ocorrência de quadro clínico compatível.
Tratamento Tratamento geral: as medidas gerais devem estar orientadas à estabilização do
paciente com avaliação de sinais vitais e do "status mental", a efetividade da
respiração e circulação, manutenção de vias aéreas patentes e adequada
oxigenação, remoção da fonte de exposição ao produto com a descontaminação do
paciente, administração de antídotos, medidas para aumentar a eliminação do tóxico
do organismo, medidas sintomáticas e de manutenção.
Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea, frequência
cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer via
endovenosa. Atenção especial para parada cardiorrespiratória, hipotensão e
arritmias cardíacas. Usar vasopressores na hipotensão severa (evitar adrenalina pelo
risco de fibrilação). Avaliar estado de consciência do paciente. Proteção das vias
aéreas: Garantir uma via aérea patente.
Sucção de secreções orais se necessário. lntubação e ventilação conforme
necessário, especialmente se o paciente tiver depressão respiratória ou
comprometimento neurológico.
Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão tecidual.
Se intoxicação severa, pode ser necessária ventilação pulmonar assistida. Medidas
de descontaminação:
Exposição oral: Tratamento de suporte vital, monitorização cardíaca e respiratória.
Controlar convulsões anteriormente a qualquer método de descontaminação
gastrintestinal. A lavagem gástrica deve ser indicada se a dose ingerida for acima de
40 mg/Kg de ingrediente ativo (adulto), seguido de carvão ativado.
- Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade do
produto (geralmente dentro de 1 hora).
Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração com
a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou
por intubação endotraqueal com cuff.
Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou alteração
de consciência em pacientes não-intubados; pacientes com risco de hemorragia
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(alterações prévias de coagulação) ou perfuração gastrintestinal; e ingestão de
quantidade não significativa do produto.
Carvão ativado: liga-se à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a sua absorção
sistêmica, se administrado logo após a ingestão (1 h).
Dose: administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água/30 g
de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 25 a 50 g (ou 0,5 a 1,0
g/Kg) em crianças de 1 a 12 anos e 10 a 25g (ou 0,5 a 1,0 g/Kg) em crianças com
menos de 1 ano.
Contraindicações: pacientes neurologicamente comprometidos e com as vias
aéreas desprotegidas, perfuração do trato gastrintestinal e quando o carvão ativado
pode aumentar o risco de aspiração.
Na presença de vômito, pode ser administrado através de um tubo orogástrico ou
tubo nasogástrico. Nos casos moderados a severos, a administração repetida de
carvão ativado a cada 2-4 horas pode ser benéfica na tentativa de diminuir a absorção
e a circulação entero-hepática, mas o uso de formulações contendo sorbitol (um
catártico) deve ser evitada após a primeira dose.
- Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses desse composto, podem aparecer
vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de lado para evitar
que aspire resíduos.
ATENÇÃO: nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente, vomitando,
com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição.
Exposição Ocular: Lave os olhos expostos abundantemente com água ou solução
salina 0,9% à temperatura ambiente por cerca de 20 a 30 minutos. Assegure que não
fiquem partículas na conjuntiva. Evitar que a água da lavagem contamine o outro
olho. Pode-se utilizar colírio anestésico no início da descontaminação ocular. Realizar
avaliação oftalmológica de urgência.
Exposição Dérmica: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta, não
negligenciando unhas e dobras cutâneas, com água abundante e sabão por cerca de
20 a 30 minutos para remover resíduos de agrotóxicos da pele e cabelo. Muitos
agrotóxicos são corrosivos e irritantes e causam processo inflamatório local que pode
se intensificar com a exposição ao sol. Podem ocorrer queimaduras químicas.
Tratamento dos sintomas de acordo com as manifestações clínicas.
Exposição inalatória: Remover o paciente para um local arejado e fornecer
adequadas ventilação e oxigenação. Muitos agrotóxicos possuem solventes
derivados de petróleo e outras substâncias, como surfactantes, agravando a irritação
de mucosas e os efeitos da intoxicação, podendo causar pneumonite e pneumonia
química. Administrar oxigênio, corticoides, broncodilatadores, antagonistas H1,
antibioticoterapia conforme indicação clínica.
Antídoto: não há antídoto específico conhecido para a substância.
Medidas para aumentar a eliminação do tóxico do organismo:
Fluidos intravenosos: Administrar fluidos intravenosos (salina/dextrose) para
acelerar a excreção de 2,4-D e limitar a sua concentração no rim. O fluxo urinário de
4-6 ml/minuto é desejável.
Atenção: Monitorar proteína urinária, ureia, creatina e eletrólitos séricos, bem como
a entrada e saída de fluidos cuidadosamente para assegurar que a função renal
permanece intacta e a sobrecarga de fluidos não ocorra.
Diurese: Diurese forçada e alcalinização da urina com bicarbonato de sódio (44-88
mEq por litro) na solução intravenosa acelera a excreção de 2,4-D dramaticamente e
deve ser considerada o mais cedo possível. O pH urinário deve ser mantido entre 7,6
e 8,8. É importante monitorar eletrólitos séricos cuidadosamente, especialmente
potássio e cálcio.
Deve-se monitorar cuidadosamente a integridade da função renal e o balanço de
fluido administrado, pois a concentração urinária de 2,4-D elevada pode ser tóxica
aos rins. Falência renal pode ocorrer durante a diurese alcalina em pacientes com
severa intoxicação por 2,4-D.
Hemodiálise: Realizar hemodiálise se houver insuficiência renal ou quadros graves
(acidemia, coma, evolução desfavorável), apesar deste procedimento apresentar
pouco benefício.
Medidas sintomáticas e de manutenção: Realizar exame físico completo e
neurológico. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), gases arteriais,
eletrólitos, mioglobinúria, função renal e função hepática. Corrigir distúrbios
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hidroeletrolíticos e acidose. Realizar radiografias de tórax e abdômen, ECG,
endoscopias digestivas conforme necessidade.
Convulsões: Indicado benzodiazepínicos intravenosos (IV): Diazepam (adultos= 510
mg IV e repetido a cada 5-10 minutos até o máximo de 30 mg; crianças = 0,2-0,5
mg/kg IV e repetir a cada 5 minutos ao máximo de 10 mg em crianças >5 anos e de
5 mg em crianças <5 anos) ou Lorazepam (adultos: 2-4 mg/dose IV ao longo de 2-5
minutos, repetir se necessário ao máximo de 8 mg no período de 12h; crianças até
12 anos: 0,05-0,1 mg/kg ao longo de 2-5 minutos, repetir se necessário após 10-15
minutos após a primeira dose, com a dose máxima de 4 mg). Considerar fenobarbital
ou propofol na recorrência das convulsões em maiores de 5 anos.
Atenção: Esteja preparado para ventilação pulmonar mecânica e intubação se
depressão respiratória e laringoespasmo ocorrerem, e para mediar reações
hipotensivas e arritmias cardíacas. Avaliar também hipoglicemia, distúrbios
eletrolíticos e hipóxia.
Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; e
utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o
procedimento.
A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das
medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental
impermeáveis, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
Contraindicações pneumonite química.
Não há contraindicações de medicamentos conhecidos.
Efeitos sinérgicos Não são conhecidos efeitos aditivos, sinérgicos e/ou potencializadores.
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de
Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As
intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos
ATENÇÃO de Notificação Compulsória.
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS).
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800 030 3333
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos para Animais de Laboratório:
DL50 oral em ratos: 1050 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 4000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: > 3,705 mg/L (4h)
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: não apresentou edema ou eritema nos animais, com ausência de
sintomas até os 10 dias de avaliação.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: apresentou congestão vascular da conjuntiva, aumento de secreção
ocular, edema palpebral e opacidade nos animais. Após 120 horas observou-se regressão parcial dos
sintomas os quais permaneceram até o final do experimento, sem previsibilidade de reversão.
Sensibilização cutânea em cobaias: o produto não é sensibilizante. Mutagenicidade:
o produto não é mutagênico.
Efeitos Crônicos para Animais de Laboratório:
Não são conhecidos efeitos crônicos; estudos realizados com animais de laboratório, em níveis de dose e
tempo de exposição que excedem em muito os níveis a que seres humanos são expostos, não evidenciaram
nenhum efeito adverso a longo prazo.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇ
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ÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
( ) Altamente Perigoso Ao Meio Ambiente (CLASSE I)
(X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’ água.
Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a empresa: WILLOWOOD AGRISCIENCE
REPRESENTAÇÃO COMERCIAL LTDA.
• Telefone de Emergência da empresa: 0800 110 8270 (Pró-química).
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá
e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais
utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e
destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade
do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2, pó químico, ficando a favor do
vento para evitar intoxicação.
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4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO
OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s – Equipamentos de
Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
• Faça essa operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
• Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
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de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo
de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial .
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
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contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
rações, medicamentos ou outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE ESTADUAL, FEDERAL OU
MUNICIPAL:
• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
Rio Grande do Sul: a aplicação de agrotóxicos hormonais somente poderá ser realizada por aplicador pessoa
física devidamente cadastrado no Cadastro Estadual de Aplicadores de Agrotóxicos ou por pessoas jurídicas
com o registro ativo como prestador de serviço na aplicação de agrotóxicos junto à SEAPDR.
Paraná: No estado do Paraná o produto encontra-se com restrição de uso para Amaranthus deflexus,
Solanum palinacanthum, Solanum americanum, Ipomea grandifolia e Emilia sonchifolia, na cultura da
pastagem,de acordo com restrições do produto referência.
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