Wilzine
Willowood Agriscience Representação Comercial Ltda – Campinas/SP
Herbicida
Atrazina (triazina) (500 g/L)

Informações

Número de Registro
1797
Marca Comercial
Wilzine
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
Atrazina (triazina) (500 g/L)
Titular de Registro
Willowood Agriscience Representação Comercial Ltda – Campinas/SP
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Seletivo sistêmico pós-emergente
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Cana-de-açúcar
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Cana-de-açúcar
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Cana-de-açúcar
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Cana-de-açúcar
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Cana-de-açúcar
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Cana-de-açúcar
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cana-de-açúcar
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cana-de-açúcar
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Cana-de-açúcar
Desmodium tortuosum
carrapicho (4); carrapicho-beiço-de-boi (2); desmodio
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cana-de-açúcar
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Cana-de-açúcar
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Cana-de-açúcar
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Cana-de-açúcar
Hyptis lophanta
catirina; cheirosa (1); fazendeiro (3)
Cana-de-açúcar
Hyptis suaveolens
bamburral; betônica-brava (2); cheirosa (2)
Cana-de-açúcar
Indigofera hirsuta
anil (1); anil-roxo; anileira (1)
Cana-de-açúcar
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Cana-de-açúcar
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Cana-de-açúcar
Murdannia nudiflora
trapoeraba (4); trapoerabinha
Cana-de-açúcar
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Cana-de-açúcar
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cana-de-açúcar
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Cana-de-açúcar
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Cana-de-açúcar
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Milho
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Milho
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Milho
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Milho
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Milho
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Milho
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Milho
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Milho
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Milho
Desmodium tortuosum
carrapicho (4); carrapicho-beiço-de-boi (2); desmodio
Milho
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Milho
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Milho
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Milho
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Milho
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Milho
Hyptis lophanta
catirina; cheirosa (1); fazendeiro (3)
Milho
Hyptis suaveolens
bamburral; betônica-brava (2); cheirosa (2)
Milho
Indigofera hirsuta
anil (1); anil-roxo; anileira (1)
Milho
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Milho
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Milho
Murdannia nudiflora
trapoeraba (4); trapoerabinha
Milho
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Milho
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Milho
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Milho
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Milho
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Sorgo
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Sorgo
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Sorgo
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Sorgo
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Sorgo
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Sorgo
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Sorgo
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Sorgo
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Sorgo
Desmodium tortuosum
carrapicho (4); carrapicho-beiço-de-boi (2); desmodio
Sorgo
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Sorgo
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Sorgo
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Sorgo
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Sorgo
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Sorgo
Hyptis lophanta
catirina; cheirosa (1); fazendeiro (3)
Sorgo
Hyptis suaveolens
bamburral; betônica-brava (2); cheirosa (2)
Sorgo
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Sorgo
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Sorgo
Murdannia nudiflora
trapoeraba (4); trapoerabinha
Sorgo
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Sorgo
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Sorgo
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Sorgo
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Sorgo
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Sorgo
indigosfera hirsuta
Anileira

Conteúdo da Bula

                                    WILZINE
                      Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob o no 01797.
COMPOSIÇÃO:
6-chloro-N2-ethyl-N4-isopropyl-1,3,5-triazine-2,4-diamine
(ATRAZINA)................................................................................................................ 500,00 g/L (50,00% m/v)
Outros Ingredientes.....................................................................................................598,80 g/L (59,88% m/v)

                   GRUPO                                               C1                                       HERBICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO.
CLASSE: Herbicida seletivo, sistêmico, pós-emergente, com controle residual, do grupo químico triazina.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC).

TITULAR DO REGISTRO (*):
WILLOWOOD AGRISCIENCE REPRESENTAÇÃO COMERCIAL LTDA.
Av. Doutor José Bonifácio Coutinho Nogueira, 214, Sala 516 Quadra 30014 Lote 20-A-5
Cep:13.091-611 – Jardim Madalena, Campinas-SP.
CNPJ: 40.503.635/0001-26 - Nº do registro estabelecimento: CFICS/GDSV/CDA/SP nº 4325
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
ATRANEX AGRICUR TÉCNICO – Registrado MAPA sob Nº 004994.
Adama Agan Ltd. - Haashlag Street 3, P.O. Box 262, 77102, Northern Industrial Zone, Ashdod – Israel.
Shandong Weifang Rainbow Chemical Co. Ltd. - Binhai Economic Development Area, 262737, Weifang,
Shandong – China.

ATRAZINA TÉCNICO RAINBOW - Registrado MAPA sob Nº 02112
Shandong Weifang Rainbow Chemical Co. Ltd. - Binhai Economic Development Area, 262737, Weifang,
Shandong – China.

ATRAZINA TÉCNICO MIL - Registrado MAPA sob Nº TC07821
Anhui Zhongshan Chemical Industry Co. Ltd. - Xiangyu Town Chemical Industry Park - Dongzhi - Anhui -
247260 – China.

ATRAZINA TÉCNICO ADAMA - Registrado MAPA sob Nº 17418
Shandong Binnong Technology Co., Ltd. - Nº 518 Yongxin Road, Binbei Town, Binzhou, Shandong –
China.

ATRAZINA TÉCNICO ADAMA BR – Registrado MAPA sob Nº TC03721
Hebei Shanli Chemical Co. Ltd. - Eighteenth Team Zhogjie Fram Cangzhou City Hebei Province 061108 –
China.

ATRAZINATÉCNICO ZS - Registrado MAPA sob Nº16316
Zhejiang Zhongshan Chemical Industry Group Co., Ltd. - Zhongshan Xiaopu 313116 Changxing,
Zhejiang China.

ATRAZINE TÉCNICO EAGROW, Registrado MAPA sob Nº TC12622
Shandong Dehao Chemical Co., Ltda. - Lingang Chemical Park Binhai Economic 262737, Weifang, China.

FORWARD ATRAZINE TÉCNICO - Registado no MAPA sob nº TC07122
Hebei Shanli Chemical Co., Ltd. Eighteenth Team, Zhongjie Farm 061108
Cangzhou City, Hebei Province – China.

ATRAZINA TÉCNICO BINNONG – Registro MAPA n° TC15921
Shandong Binnong Technology Co. Ltd.
Endereço: Nº. 518, Yongxin Road, BinbeiTown Binzhou - Shandong- China.
                                                                        1
FORMULADORES:

ADAMA BRASIL S/A.
Rua Pedro Antônio de Souza, 400 – Parque Rui Barbosa - CEP 86031-610 - Londrina/PR
Tel. (43) 3371-9000 - CNPJ: 02.290.510/0001-76
Registro Estadual n° 003263 – ADAPAR/PR.

ADAMA BRASIL S/A.
Avenida Júlio de Castilhos, 2085 - CEP 95860-000 - Taquari/RS
Tel. (51) 3653-9400 - CNPJ: 02.290.510/0004-19
Registro Estadual nº 00001047/99 – SEAPA/RS.

ADAMA AGAN LTD.
Haashlag Street 3, P.O. Box 262, 77102, Northern Industrial Zone, Ashdod – Israel.
ADAMA ANDINA B.V. SUCURSAL COLOMBIA
Calle 1C, no 7-53, Interior Zona Franca, Barranquilla – Colombia.
FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A.
Rodovia Presidente Castelo Branco, km 68,5
Mairinque/SP - CEP 18120-970
Tel. (11) 4246-6200
CNPJ: 47.226.493/0001-46
Registro Estadual no 031 – CFICS/GDSV/CDA/SP.

IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS
Avenida Liberdade, 1701 - Cajuru do Sul - CEP 18087-170 - Sorocaba/SP
Tel. (15) 3235-7700 – (15) 3235-7778 - CNPJ: 61.142.550/0001-30
Registro Estadual nº 008 – CFICS/GDSV/CDA/SP.

INDÚSTRIAS QUÍMICAS LORENA LTDA.
Rua 01, esquina com rua 06 s/nº, Distrito Industrial - CEP: 12580-000 - Roseira/SP
Tel.: (12) 3646-1116 - (12) 3646-1213 - CNPJ: 48.284.749/0001-34
Registro Estadual nº 266 - CFICS/GDSV/CDA/SP.

MAKHTESHIM AGAN OF NORTH AMERICA, INC
P.O.BOX 1463, GA 31793, 7745 Magnolia Industrial Blvd, Tifton – Estados Unidos da América.

MAKHTESHIM AGAN OF NORTH AMERICA, INC
P.O.BOX 205, GA 31774, 364 Fitzgerald Hiway, Ocilla – Estados Unidos da América.

NORTOX S.A.
Rodovia BR 369, km 197 - CEP: 86700-970 – Arapongas/PR
Tel.: (43) 3274-8585 - (43) 3274-8500 - CNPJ: 75.263.400/0001-99
Registro Estadual nº 000466 - ADAPAR/PR.

NORTOX S.A.
Rodovia BR 163, km 116 - Parque Industrial Vetorasso - CEP: 78740-275 - Rondonópolis/MT
Tel.: (66) 3439-3700 - (66) 3439-3715 - CNPJ: 75.263.400/0011-60
Registro Estadual nº 183/06 - INDEA/MT.

OURO FINO QUÍMICA S.A.
Avenida Filomena Cartafina, 22335, Quadra 14, Lote 5, Distrito Industrial III - CEP 38040-450 - Uberaba/MG
Tel. (34) 3331-0218 - CNPJ: 09.100.671/0001-07
Registro Estadual nº 8.764 – IMA/MG.

SERVATIS S.A.
Rodovia Presidente Dutra, Km 300,5, Parque Embaixador - CEP 27537-000 - Resende/RJ –
Tel. (24) 3358-1000 – (24) 3358-1080 - CNPJ: 06.697.008/0001-35
Registro Estadual nº 15 – SDA/RJ.

                                                      2
SIPCAM NICHINO BRASIL S.A.
Rua Igarapava, 599, Distrito Industrial III - Uberaba/MG – CEP 38044-755
Tel. (34) 3319-5550 – CNPJ: 23.361.306/0001-79
Registro Estadual nº 701-332/2010 – IMA/MG.

TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.
Avenida Roberto Simonsen, 1459, Recanto dos Pássaros - CEP 13140-000 - Paulínia/SP
Tel. (19) 3874-7000 – (19) 3874-7004 - CNPJ: 03.855.423/0001-81
Registro Estadual nº 477 – CFICS/GDSV/CDA/SP.

UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A.
Avenida Maeda, s/n - Distrito Industrial - CEP: 14500-000 - Ituverava/SP
Tel. (19) 3794-5600 - (16) 3829-9200 - CNPJ: 02.974.733/0003-14
Registro Estadual nº 1049 – CFICS/GDSV/CDA/SP.

SHANDONG KESAIJINONG BIOTECHNOLOGY CO. LTD.,
Hongteng Industrial Park, North End of Kaiyuan, Licheng District, Jinan, Shandong, China.

SHANDONG DEHAO CHEMICAL CO., LTD.
Lingang Chemical Park Binhai Economlc, Weifang, China.

SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO. LTD.
Binhai Economic and Development Area, 262737, Weifang / Shandong, China.

WILLOWOOD CHEMICALS LIMITED.
Block No. 69/P, Village - Manjusar, Taluka. Savli, District. Vadodara, Gujarat – 391776, Índia.
Block No. 73 & 76, Village- Manjusar, Taluka. Savli, District. Vadodara, Gujara1 – 391776, Índia.

SHANDONG BINNONG TECHNOLOGY CO., LTD.
No. 518, Yongxin Road, Binbei Town, Binzhou, Shandong, China.

ZHEJIANG ZHONGSHAN CHEMICAL INDUSTRY GROUP CO., LTD.
Zhongshan Xiaopu Changxing, Zhejiang Province, 313116, China.

HEBEI SHANLI CHEMICAL CO., LTD.
Eighteenth Team, Zhongjie Farm, Cangzhou City, Hebei Province, 061108, P.R., China.

ZHEJIANG XINAN CHEMICAL INDUSTRIAL GROUP CO., LTD.
Endereço completo: Xinanjiang, Jiande, Zhejiang, 311600, China.

MANIPULADOR:

OURO FINO QUÍMICA S.A.
Avenida Filomena Cartafina, 22335, quadra 14, lote 5, Distrito Industrial III
Cep: 38040-450 - Uberaba/MG
TEL. (34) 3331-0218 - CNPJ: 09.100.671/0001-07
Registro Estadual Nº 8.764 – IMA/MG.

PRENTISS QUIMICA LTDA.
CNPJ: 00.729.422/0001-00
Rod PR 423 s/n km 24,5, Jardim das Acácias, Campo Largo - pr, 83.603-000
Cadastro da empresa no órgão estadual – ADAPAR/PR Nº 002669.

TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.
Av. Roberto Simonsen 1459, Recanto dos Pássaros. 13148-030, Paulínia/SP.
CNPJ: 03.855.423/0001-81. Registro CFICS/GDSV/CDA/SP nº 477.

KUBIX AGROINDUSTRIAL LTDA.: Rua Bonifácio Rosso Ros, 260, Indaiatuba - SP, 13348-790
CNPJ: 47.754.052/0001-17. Registro - CFICS/GDSV/CDA/SP nº 4381.

                                                        3
INDÚSTRIA QUÍMICA LORENA LTDA.
CNPJ: 48.284.749/0001-34
R 01 esquina com Rua 06, S/N, LT Ind Nova Roseira, Roseira-SP, 12.580-000
Cadastro da empresa no órgão estadual – CFICS/GDSV/CDA/SP nº 266.

IMPORTADOR:

COPALLIANCE S. A.
Rua José Paulino, 235, salas 501-502, Centro,
CEP 13013-000, Campinas - SP
CNPJ sob o nº 10.664.726/0001-82. Registro SAA/CDA/SP nº 904.

GOPLAN S/A
Rua Antonio Lapa, n° 606, Cambuí, CEP 13025-241, Campinas/SP.
CNPJ: 37.422.096/0001-96. Registro CDA - SP nº 4296.

AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA.
Rodovia-RO 435, Km 113, Zona Rural, Cerejeiras/RO
CNPJ sob o nº 77.294.254/0022-19
Número de registro do estabelecimento/Estado: IDARON nº 0001655.

AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA.
Rodovia BR 364, KM 20, S/N, Zona Rural, Cuiabá/MT,
CNPJ sob o nº 77.294.254/0050-72
Número de registro do estabelecimento/Estado: INDEA/MT nº 20435.

AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA.
Rodovia BR 163, 2461, Expansão Urbana, Sorriso/MT,
CNPJ sob o nº 77.294.254/0077-92
Número de registro do estabelecimento/Estado: INDEA/MT nº 22956.

AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA.
Rodovia PA 125, Quadra 03, Lote 15, CEP: 68628-557, Paragominas/PA
CNPJ: 77.294.254/0083-30
Registro Estadual: 004.23 (ADEPARA).

AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA.
Avenida Ville Roy, n° 7492, Quadra 54, São Vicente, CEP: 69301-000, Boa Vista/ RR
CNPJ: 77.294.254/0079-54
Registro Estadual 1420025 (ADERR).

NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia Raposo Tavares, S/N, KM 172, Centro, Itapetininga/ SP,
CNPJ sob o nº 88.305.859/0004-00
Número de registro do estabelecimento/Estado: CFICS/GDSV/CDA/SP nº 1161.

NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Fidencio Ramos, N° 308, Andar 9 Conj 91 A 94 Torre A, Vila Olimpia, São Paulo/SP,
CNPJ sob o nº 88.305.859/0001-50
Número de registro do estabelecimento/Estado: CFICS/GDSV/CDA/SP nº 4292.

AGRILEAN INPUTS S.A.
Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 30,5, nº 11100, bairro Jardim Maria Cristina,
Barueri/SP, CEP: 06.421-300,
CNPJ sob o nº 47.983.211/0004-06.
Registro CFICS/GDSV/CDA/SP nº 4378.

DKBR TRADING S.A.
Avenida Ayrton Senna da Silva, 600, Cond Torre Siena Andar 17 - Sala 1704, Gleba Fazenda Palhano
CEP: 86.050-460, Londrina/PR
CNPJ sob o nº 33.744.380/0001-28.
Número de registro no Estado: ADAPAR/PR Nº 1007743.
                                                    4
DKBR TRADING S.A.
Avenida Miguel Sutil, 6559, Alvorada
CEP: 78048-360, Cuiabá/MT
CNPJ sob o nº 33.744.380/0002-09.
Número de registro no Estado: INDEA/MT Nº 22058.

DKBR TRADING S.A.
Rodovia SPA 008/457, s/nº, Sala 01 Km 500 Metros, Zona Rural
CEP: 19.640-000, Iepe/ SP
CNPJ sob o nº 33.744.380/0003-90.
Número de registro no Estado: CFICS/DDSIV/CDA/SP REGISTRO Nº 4303.

AGROALLIANZ S.A
Rua Avelino Silveira Franco, nº 149 - Sala 432, Cond. Comercial L’Office, Ville Sainte Hèlène
CEP: 13105-822 - Campinas/SP.
CNPJ sob o nº 27.150.699/0001-22.
Registro CFICS/GDSV/CDA/SP nº 1280.

                               No do lote ou da partida:
                                                               VIDE
                                    Data de fabricação:
                                                            EMBALAGEM
                                   Data de vencimento:

 ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS
                                   EM SEU PODER.
    É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
                  É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
                                       Corrosivo ao ferro e ao latão.
                                            Indústria Brasileira
   CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA CATEGORIA 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo

                CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL
                      II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




                                                     5
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
WILZINE é um herbicida seletivo, sistêmico, para uso em pré-emergência nas culturas de milho e cana-de-
açúcar, e, pós-emergência inicial das plantas infestantes e das culturas de milho, cana-de-açúcar e sorgo.

CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES, ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

  Cultura           Planta infestante            Dose         Época, número e intervalo de aplicação
                 Carrapicho-de-carneiro
              (Acanthospermum hispidum)
                       Mentrasto
                 (Ageratum conyzoides)                     Aplicar WILZINE na pré-emergência das
                                                           plantas infestantes e das culturas de cana-de-
                        Apaga-fogo
                                                           açúcar e milho, logo após o plantio.
                  (Alternanthera tenella)
                                                           Preferencialmente aplicar 2 dias após a última
                     Caruru-roxo                           gradagem quando em plantio convencional.
                 (Amaranthus hybridus)
                    Caruru-de-mancha                       Para a cultura do sorgo, não utilizar WILZINE
                   (Amaranthus viridis)                    em pré-emergência da cultura.
                       Picão-preto                         Pode ser também aplicado na pós-emergência
                     (Bidens pilosa)                       inicial das plantas infestantes nas culturas de
                    Capim-marmelada                        cana-de-açúcar,     milho    e   sorgo.    Essa
                 (Brachiaria plantaginea)                  modalidade de uso apresenta melhor eficiência
                                                           no controle. Em pós-emergência inicial das
                    Trapoeraba
                                                           plantas infestantes, aplicar quando as plantas
               (Commelina benghalensis)
                                                           de folhas estreitas se encontrarem no estádio
                 Carrapicho-beiço-de-boi                   de 1 a 3 folhas.
                 (Desmodium tortuosum)                     Na aplicação em pós-emergência inicial, o
                     Capim-colchão                         produto pode ser aplicado em qualquer estádio
                 (Digitaria horizontalis)*                 das culturas recomendadas, pois, o que deve
                                                           ser observado é o estádio recomendado para
                  Capim-pé-de-galinha                      as plantas infestantes.
                   (Eleusine indica)
                                              Solos Leves
                     Falsa-serralha                         Em infestação normal de plantas infestantes,
                                                4,0 L/ha
  Cana-de-         (Emilia sonchifolia)                     fazer uma aplicação durante o ciclo do milho,
   açúcar                                                   cana-de-açúcar e sorgo, e, em infestação alta
                   Amendoim-bravo            Solos Médios
                                                            de plantas infestantes, pode ser feita aplicação
                (Euphorbia heterophylla)     4,0 a 5,0 L/ha
   Milho                                                    da dose normal com posterior complemento.
                      Picão-branco
                                                Solos
   Sorgo          (Galinsoga parviflora)                   Utilizar maiores doses em solos com alto teor
                                               Pesados
                                                           de matéria orgânica e altas infestações,
                        Catirina               5,0 L/ha
                                                           principalmente em pós-emergência inicial, com
                    (Hyptis lophanta)
                                                           as gramíneas infestantes de 2 a 3 folhas e
                        Cheirosa                           folhas largas com 2 a 6 folhas. Em casos
                   (Hyptis suaveolens)                     extremos, poderá haver a necessidade de
                         Anileira                          controle complementar.
                   (Indigofera hirsuta)
                                                           *Para Capim-colchão (Digitaria horizontalis)
                    Corda-de-viola                         utilizar apenas na cultura do Milho.
               (Ipomea aristolochiaefolia)
                     Corda-de-viola                        Em pós-emergência, adicionar 0,5 a 1,5 L/ha de
                  (Ipomoea grandifolia)                    adjuvante a base de óleo vegetal.
                      Trapoeraba
                  (Murdannia nudiflora)
                                                           Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo
                     Joá-de-capote                         da cultura.
                 (Nicandra physaloides)
                        Beldroega
                   (Portulaca oleracea)

                                                     6
                      Nabo-bravo
                (Raphanus raphanistrum)
                      Poaia-branca
                 (Richardia brasiliensis)
                       Guanxuma
                    (Sida rhombifolia)

MODO DE APLICAÇÃO:
A aplicação do herbicida WILZINE poderá ser efetuada através de pulverização terrestre.

APLICAÇÃO TERRESTRE:
Para as culturas de cana-de-açúcar, milho e sorgo, o WILZINE pode ser aplicado com pulverizador
tratorizado ou autopropelido. Utilizar bicos do tipo leque, que proporcionem uma vazão adequada. Procurar
utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que evitem a ocorrência
de deriva:
- Diâmetro de gotas: usar gotas médias a grandes, acima de 300 micra
- Densidade de gotas: densidade mínima de 20 gotas/cm²
- Volume de calda: 200 a 400 L/ha

PREPARO DA CALDA:
Encher o tanque do pulverizador com cerca de 2/3 da sua capacidade com água limpa. Em seguida,
adicionar WILZINE e o adjuvante nas doses recomendadas e completar com o restante da água sempre
sob agitação e aplicar em seguida. É importante que o sistema de agitação do produto no tanque se
mantenha em funcionamento durante toda a aplicação.
Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o preparo da calda.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação, tais como:
 - Temperatura ambiente até 30ºC;
 - Umidade relativa do ar no mínimo de 60%;
 - Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h;
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas
pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Milho .......................................... (1)
Sorgo ......................................... (1)
Cana-de-açúcar ......................... (1)
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção
individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivo para culturas agrícolas.
- Não aplicar em solo seco.
- Evitar a deriva para as áreas vizinhas à área de aplicação.
- Não aplicar WILZINE na pré-emergência da cultura de sorgo.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item MODO DE APLICAÇÃO.

                                                    7
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência,
seguem algumas recomendações:
    • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C1 para o controle do mesmo
         alvo, quando apropriado.
    • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
    • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
    • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
         regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação
Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org),
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

            GRUPO                                   C1                             HERBICIDA

O produto herbicida WILZINE é composto pelo ingrediente ativo ATRAZINA, que apresenta mecanismo de
ação inibição da fotossíntese no fotossistema II, pertencente ao Grupo C1, segundo classificação
internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas), respectivamente.




DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas
de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;

                                                     8
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma
de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
- Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com
proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila;
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e
luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos
até o final do período de reentrada;
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);

- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida;




                                                    9
                                            Pode ser nocivo se ingerido ou inalado
                                            Provoca irritação à pele
                              ATENÇÃO       Pode provocar reações alérgicas na pele
                                            Pode provocar danos aos órgãos por exposição
                                            repetida ou prolongada

PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
• Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
• Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a
água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
• Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
• Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
                                  - INTOXICAÇÕES POR WILZINE -
                                      INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico         Triazina
Classe toxicológica   CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposição     Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética        A atrazina é metabolizada a seus derivados mono e dialquilados em humanos e
                      animais. Ela é excretada como derivados alquilados e derivados de ácido
                      mercaptúrico primariamente na urina, sendo as fezes uma via menor de excreção.
                      Num estudo de absorção dérmica, 10 voluntários humanos foram expostos a uma
                      dose simples tópica de 0,1667 mg (dose baixa) e 1,9751 mg (dose alta) de
                      atrazina marcada com C14. A maioria (91,1 - 95,5%) da dose não absorvida foi
                      detectada em amostras obtidas pela lavagem da pele 24 horas após a
                      administração da dose. Após 168 horas, apenas 5,6% da dose foi absorvida e
                      excretada na urina e fezes do grupo da dose baixa e apenas 1,2% no grupo da
                      dose elevada. Em ambos os grupos, o pico de eliminação urinária ocorreu em 24-
                      48 horas e o pico de e1iminacão fecal ocorreu em 48-72 horas.
Mecanismos de         O aminotriazol tem mostrado ser bociogênico em várias espécies animais. O
toxicidade            aminotriazol reduz a captação tireoideana de iodo e inibe a atividade da
                      peroxidase tireoidiana. A redução dos hormônios tireoideanos induz a um estímulo
                      hipotalâmico da hipófise mediado pelo TSH. Esta estimulação prolongada parece
                      ser responsável pela indução de câncer tireoideano em animais tratados com altas
                      doses de aminotriazol.
Sintomas e sinais     A toxicidade sistêmica aguda costuma não ocorrer até que grandes quantidades
clínicos              tenham sido ingeridas. Não há dados publicados de toxicidade sistêmica aguda
                      em humanos e, apenas em doses elevadas, outros mamíferos apresentaram
                      sintomas de neurotoxicidade (incoordenação motora, paralisia dos membros,
                      alterações respiratórias).
                      Exposição Aguda
                      Foi relatada elevação de temperatura em estudos com animais. A atrazina pode
                      causar irritação ocular.
                      Cardiovascular
                      Ocorreu colapso circulatório após a ingestão de um herbicida contendo atrazina.
                      Respiratório
                      Pode ocorrer irritação do trato aéreo superior e alterações respiratórias.
                      Neurológico
                      Tremores musculares, tetania e ataxia foram relatados em animais após a
                      ingestão de herbicidas triazínicos.
                      Gastrintestinal
                      Em estudos com animais, observou-se anorexia e salivação. Pode ocorrer náusea,
                      vômito, diarréia, dor abdominal e sensação de queimação na boca.
                      Hepático
                      Foi relatada necrose hepática.
                                                   10
                   Dermatológico
                   Irritação da pele é um dos sintomas mais frequentemente observados.
                   Endócrino
                   Foram observados em estudos com animais, hipertireoidismo e elevação dos
                   níveis de T3 com níveis de Tiroxina e TSH normais. A atrazina parece interferir no
                   controle hipotalâmico da função do eixo pituitário-ovariano em ratas
                   ovariectomizadas.
Diagnóstico        O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
                   quadro clínico compatível.
Tratamento         Não há antídoto conhecido. Tratamento sintomático de acordo com o quadro
                   clínico.
                   Exposição Oral
                       A) Êmese: A indução do vômito empregando-se ipeca não é recomendada, pois
                   há muito pouca informação acerca dos efeitos da overdose em humanos.
                       B) Carvão ativado: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240
                   ml de água / 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 25
                   a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1g/kg em infantes com menos de 1 ano de
                   idade.
                       C) Lavagem gástrica: Considere após ingestão de uma quantidade de veneno
                   potencialmente perigosa à vida, se puder ser realizada logo após a ingestão
                   (geralmente dentro de 1 hora).
                   Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível
                   diminuído de consciência em pacientes não-intubados; após ingestão de
                   compostos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração);
                   pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de
                   quantidade não significativa.
                       D) Se pessoas expostas a agrotóxicos do grupo das triazinas exibirem sintomas
                   de toxicose severa, deve ser considerada a absorção, concomitante de outras
                   toxinas.
                   Exposição Inalatória
                   Remova o paciente para um local arejado. Monitore quanto a alterações
                   respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie para irritação do
                   trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na
                   ventilação, conforme necessário. Trate o broncoespasmo com agonista beta 2 via
                   inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.
                   Exposição Ocular
                   Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidade copiosa de água
                   corrente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento
                   ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento
                   específico.
                   Exposição Dérmica
                   Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com
                   quantidade copiosa de água. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser
                   encaminhado para tratamento específico.
Contraindicações   A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração,
                   porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível dos
                   quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração
                   do conteúdo gástrico.
Efeitos das        Em testes de toxicidade aguda (96h) usando C. tentans, a atrazina produziu
interações         toxicidade sinérgica em uma mistura binária com parationa metílica. Resultados de
químicas           testes de toxicidade com atrazina em combinação binária com outros
                   organofosforados indicam mais do que uma toxicidade aditiva para todos os
                   compostos, exceto mevinfós.
ATENÇÃO               Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
                               tratamento, ligue apara o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
                            Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                                                  (RENACIAT/ANVISA/MS)
                         As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
                                             Agravos de Notificação Compulsória.
                       Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN / MS).
                           Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
                                   Telefone de Emergência da Empresa: 0800 030 3333
                                                 11
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica” do quadro acima.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:

EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg pc
DL50 dérmica em ratos: > 4800 mg/kg pc
CL50 inalatória em ratos: não determinada nas condições do teste.
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: não foram observados sinais de irritação dérmica. Nas condições
de teste, o produto não é irritante cutâneo.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: não foram observados sinais de irritação ocular. Nas condições de
teste, o produto não é irritante ocular.
Sensibilização cutânea em cobaias: o produto não é sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não é mutagênico.

Efeitos Crônicos para Animais de Laboratório:

40 % dos ratos que receberam 20 mg de atrazina/kg p.c./dia via oral, durante 6 meses, morreram com sinais
de sofrimento respiratório e paralisia dos membros do corpo. Alterações estruturais e químicas foram
observadas no cérebro, coração, fígado, pulmões, rins, ovários e órgãos endócrinos. Ratos alimentados
com 5 ou 25 mg de atrazina/kg p.c./dia, por 6 meses, apresentou retardo no crescimento. Em um estudo de
cães, por 2 anos com 7,5 mg de atrazina/kg p.c./dia, causou diminuição da ingestão de alimentos e
aumento no peso do coração e do fígado. Com a administração de 75 mg de atrazina/kg p.c./dia, observou-
se diminuição na ingestão de alimentos e no ganho de peso, aumento do peso adrenal, diminuição na
contagem de células sanguíneas e tremores ocasionais.




DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
 -   Este produto é:
     ( ) - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
     (X) - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
     ( ) - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
     ( ) - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
 •   Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
 •   Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
 •   Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
 •   Não utilize equipamento com vazamentos.
 •   Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
 •   Aplique somente as doses recomendadas.
 •   Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
     contaminação da água.
 •   A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
     água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES.

 • Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.

                                                   12
 • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
   outros materiais.
 • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
 • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
 • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
 • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
 • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para
   o recolhimento de produtos vazados.
 • Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
   Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
 • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES.

 • Isole e sinalize a área contaminada.
 • Contate as autoridades locais competentes e a empresa WILLOWOOD AGRISCIENCE
   REPRESENTACAO COMERCIAL LTDA.
 • Telefone de Emergência da empresa: 0800 110 8270 (Pró-química).
 • Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
   óculos protetor e máscara com filtros).
 • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos
   ou corpos d´água. Siga as instruções a seguir:

Piso Pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e
coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. O produto derramado não deve ser mais
utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e
destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do
vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPI’s - Equipamentos de
Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):

Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
                                                   13
 • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
   vertical durante 30 segundos;
 • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
 • Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
 • Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
 • Faça essa operação três vezes;
 • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes
procedimentos:

 •   Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
 •   Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
 •   Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
 •   A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
 •   Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:

 • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
   boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
 • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
   direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
 • Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
 • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

 •    Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
      armazenada com tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não
      lavadas.
 •    O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
      local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
      guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

 •    No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
      tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
      fiscal, emitida no ato da compra.

 •    Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
      de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
      validade.

 •    O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
      de um ano após a devolução da embalagem vazia.


TRANSPORTE
 •  As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
    rações, animais e pessoas.

                                                   14
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

   •   O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuada em
       local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
       guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

   •   É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
       o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE

   •   As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
       rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

   •   A destinação das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada
       pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
   •   É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
       OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
   •   EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
       EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTO:
   •   A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
       contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

   •   Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
       pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.

   •   A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
       equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
       competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

   •   O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
       bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
       rações, medicamentos ou outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL
OU MUNICIPAL:

   •   De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes às
atividades agrícolas.




                                                   15
                                

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