Weedforce
NGC Agrosciences Brasil Ltda - Botucatu/SP
Herbicida
Dibrometo de diquate (bipiridílio) (374 g/L)
Informações
Número de Registro
01123
Marca Comercial
Weedforce
Formulação
SL - Concentrado Solúvel
Ingrediente Ativo
Dibrometo de diquate (bipiridílio) (374 g/L)
Titular de Registro
NGC Agrosciences Brasil Ltda - Botucatu/SP
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 2 Produto Altamente Tóxico
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Algodão
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Algodão
Gossypium hirsutum
algodão
Algodão
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Algodão
Zea mays
milho
Batata
Dessecação da Cultura
Café
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Café
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Café
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Café
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Café
Leonotis nepetifolia
carda-de-leão; cordão-de-frade; cordão-de-são-francisco (1)
Café
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Citros
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Citros
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Citros
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Citros
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Citros
Leonotis nepetifolia
carda-de-leão; cordão-de-frade; cordão-de-são-francisco (1)
Citros
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Feijão
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Feijão
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Feijão
Dessecação da Cultura
Feijão
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Feijão
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Feijão
Leonotis nepetifolia
carda-de-leão; cordão-de-frade; cordão-de-são-francisco (1)
Feijão
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Girassol
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Girassol
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Girassol
Conyza canadensis
Girassol
Euphorbia heterophylla
Leiteiro
Girassol
Gossypium hirsutum
algodão
Girassol
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Girassol
Zea mays
milho
Milho
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Milho
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Milho
Conyza canadensis
Milho
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Milho
Glycine max
soja
Milho
Gossypium hirsutum
algodão
Milho
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Milho
Zea mays
milho
Soja
Cardiospermum halicacabum
baga-de-chumbo; balãozinho (1); coração-da-índia
Soja
Dessecação da Cultura
Conteúdo da Bula
WEEDFORCE®
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sob no 01123
COMPOSIÇÃO:
1,1’-ethylene-2,2’-bipyridyldiylium dibromide
(Dibrometo de diquate) ..........................................................374 g/L (37,4 % m/v)
9,10-dihydro-8a,10a-diazoniaphenanthrene (DIQUATE) ............... 200 g/L (20,0 % m/v)
Outros Ingredientes .............................................................. 802 g/L (80,2 % m/v)
GRUPO D HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida não-seletivo de ação não sistêmica
GRUPO QUÍMICO: Bipiridílio
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL)
TITULAR DO REGISTRO (*):
NGC Agrosciences Brasil Ltda.
Av. Universitária, 3162. Botucatu/SP CEP: 18610-034.
CNPJ 50.157.389/0001-51 – Cadastro na SAA/CDA/ SP sob no 4383.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
DIQUAT TÉCNICO NGC – Registro MAPA nº TC09020
Nanjing Huazhou Pharmaceutical Co., Ltd.
No. 9 Dongfeng Road, Yaxi Town, Gaochun County, Nanjing, Jiangsu – China
FORMULADOR:
Nanjing Huazhou Pharmaceutical Co., Ltd.
No. 9 Dongfeng Road, Yaxi Town, Gaochun County, Nanjing, Jiangsu – China
Industria Química Lorena Ltda.
Rua 01, Loteamento Industrial Nova Roseira – 12580-000 – Roseira/SP – Brasil
CNPJ: 48.284.749/0001-34
Cadastro Estadual – CDA/SP: 266
Tagma Brasil Industria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Av. Roberto Simonsen, 1459 – Recanto dos Pássaros, Paulínia/SP, 13148-030 – Brasil
CNPJ: 03.855.423/0001-81
Cadastro Estadual – CDA/SP: 477
Fersol Indústria e Comércio S/A.
Rod. Pres. Castelo Branco, km 68,5, Olhos D’água, Mairinque/SP, 18120-970 – Brasil
CNPJ: 47.226.493/0001-46
Cadastro Estadual – CDA/SP: 31
Ouro Fino Química S/A.
Av. Filomena Cartafina, 22335, quadra 14, lote 5 - Uberaba/MG, 38044-750 – Brasil
CNPJ: 09.100.671/0001-07
Cadastro Estadual – IMA/MG: 8764
Av. Universitária, 3162 CEP 18610-034 Altos do Paraiso - Botucatu / SP
Brasil Telefone 55 14 3361 1657
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Dezhou Luba Fine Chemical Co., Ltd.
No. 288, Hengdong Road, Tianqu Industrial Park, Dezhou, China.
Jiangsu Noon Crop Science Co., Ltd.
North of Xujia Fast-track Xuzhou Industrial Park, Jiangsu, China.
Jiangxi Zhengbang Crop Protection Co. Ltd.
West Side of Xingyun Avenue, Spark Industrial Park, Yongxiu County, Jiujiang City, Jiangxi
Province, China.
Lanxi Jinghang Biotechnology Co., Ltd.
The B District of the Industrial Park in the nvbu Street, Lanxi City, Jinhua City, Zhejiang
Province, China.
Lier Cropscience Co., Ltd.
No.329 South Mianzhou Avenue, Mianyang, Sichuan, P.R. China 621000.
Nantong Jinling Agrochemical Co., Ltd.
Second Huanghai Road, ChemicalIndustrial Park, Coastal Economic Development Zone,
Rudong, Jiangsu, China.
Anhui Richen Plant Protection Engineering Co., Ltd.
No.30 Kaiyuan Avenue, Mohekou Industrial Park, Bengbu, Anhui, China.
Shaanxi Hengtian Biological Agriculture Co., Ltd.
Dali Core Zone, Weinan National Agricultural Science and Technology Park, Shaanxi Province,
China.
Weifang Maoyuan Biotechnology Co., Ltd.
No. 7666 Huanghe West Street, Dajiawa Subdistrict, Binhai Development District, Weifang
City, Shandong Province, China.
IMPORTADOR:
DKBR TRADING S.A.
Avenida Ayrton Senna da Silva, 600 - Condomínio Torre Siena Andar 17 - Sala 1704 - Gleba
Fazenda Palhano – CEP: 86.050-460 - Londrina/PR - CNPJ: 33.744.380/0001-28.
Número de registro do estabelecimento/Estado: 1007743 – ADAPAR/PR.
DKBR TRADING S.A.
Avenida Miguel Sutil, n.º 6.559, Anexo A, Sala 3, Alvorada – CEP: 78048-000 - Cuiabá/MT -
CNPJ: 33.744.380/0002-09.
Número de registro do estabelecimento/Estado: 22058 – INDEA/MT.
DKBR TRADING S.A.
Rodovia SPA 008/457, s/nº, Sala 01 km 500 Metros – Zona Rural - CEP: 19640-000 - Iepê/SP
- CNPJ: 33.744.380/0003-90.
Número de registro do estabelecimento/Estado: 4303 -CDA/SP.
ALTA – América Latina Tecnologia Agrícola Ltda.
Avenida Silva Jardim, 2600, conjuntos 1901 a 1910, 19º andar, Bairro Água Verde, CEP
80.240-020, Curitiba/PR - CNPJ 10.409.614/0001-85
Av. Universitária, 3162 CEP 18610-034 Altos do Paraiso - Botucatu / SP
Brasil Telefone 55 14 3361 1657
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ALTA – América Latina Tecnologia Agrícola Ltda.
Rodovia PR 090 - km 374, S/N, Lote 44-C-2, Parque Industrial Nenê Favoretto –
Ibiporã/PR, CEP: 86.200-000 - CNPJ: 10.409.614/0002-66
Número de registro do estabelecimento/Estado: 1000151 – ADAPAR/PR.
ALTA – América Latina Tecnologia Agrícola Ltda.
Rodovia Presidente Castelo Branc o, 11.100, km 30,5, módulo 5H, Bairro dos Altos -
Barueri/SP, CEP 06.421-400 - CNPJ 10.409.614/0003-47
Número de registro do estabelecimento/Estado: 1164 – CDA/SP.
ALTA – América Latina Tecnologia Agrícola Ltda.
Rua Projetada, 150, Armazém 1 Distrito Industrial – Cuiabá/MT, CEP: 78.098-970 - CNPJ
10.409.614/0004-28
Número de registro do estabelecimento/Estado: 24946 – INDEA/MT.
ALTA – América Latina Tecnologia Agrícola Ltda.
Rodovia BR-050, S/N – KM 185 GALPAO 10, Jardim Santa Clara – Uberaba/MG, CEP: 38.038-
050 - CNPJ 10.409.614/0005-09
Número de registro do estabelecimento/Estado: 11.975 – IMA/MG.
ALTA – América Latina Tecnologia Agrícola Ltda.
Rod. BR 285, nº 7870, km 297, Bairro José Alexandre Zachia – Passo Fundo/RS CEP: 99.042-
890 - CNPJ 10.409.614/0006-90
Número de registro do estabelecimento/Estado: 93/17 – SEAPA/RS.
Sinon do Brasil Ltda.
Av. Carlos Gomes, 1340, Conjuntos 1001 E 1002, Boa Vista, CEP 90480-00, Porto Alegre/RS.
CNPJ: n° 03.417.347/0001-22
Número de registro do estabelecimento/Estado: 1094/99 – SEAPA/RS.
Sinon do Brasil Ltda.
Rodovia BR 285, Km 297, nº 7870, CEP 99042-800, Passo Fundo/RS. CNPJ: n°
03.417.347/0004-75;
Número de registro do estabelecimento/Estado: 82/10 – SEAPA/RS.
Sinon do Brasil Ltda.
Rua Fioravante Mancino, n° 1560, sala 10 Cond. PIB, CEP 13175-575, Sumaré/SP. CNPJ: n°
03.417.347/0008-07;
Número de registro do estabelecimento/Estado: 4269 – CDA/SP.
Sinon do Brasil Ltda.
Rua Igarapava, 600, QD 19, LT 59 A 69 ARMZ A, Sala Sinon, CEP 38.044-755 –Uberaba -MG.
CNPJ: 03.417.347/0010-13;
Número de registro do estabelecimento/Estado: 15.874 – IMA/MG.
Sinon do Brasil Ltda.
Rua Industrial 01, s/n, KM 196, Sala 01, - 85525-000 na cidade de Mariópolis-PR. CNPJ:
03.417.347/0009-80;
Número de registro do estabelecimento/Estado: 1007920 – ADAPAR/PR.
Perterra Insumos Agropecuários S.A.
Avenida Dr. Cardoso de Melo, No. 1470, salas 1005-1006, Vila Olímpia, São Paulo/SP, CEP:
04548-005. CNPJ: 33.824.613/0001-00
Número de registro do estabelecimento/Estado: 4206 – CDA/SP
Av. Universitária, 3162 CEP 18610-034 Altos do Paraiso - Botucatu / SP
Brasil Telefone 55 14 3361 1657
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Perterra Insumos Agropecuários S.A.
Rodovia PR 090- nº 5695 – Km 5 – Armaz 1 – Parque Industrial Nenê Favoretto – Ibiporã/PR
- CEP: 86.200-000. CNPJ: 33.824.613/0003-64
Número de registro do estabelecimento/Estado: 1008263 – ADAPAR/PR
Perterra Insumos Agropecuários S.A.
Rua: Projetada nº 150 - Armaz 1W Distrito Industrial - Area Rural de Cuiabá – Cuiabá/MT
CEP: 78.099-899. CNPJ: 33.824.613/0004-45
Número de registro do estabelecimento/Estado: 27005 – INDEA/MT
Fiagril Ltda.
Avenida da Produção, 2330-W, Quadra 999, lote 26 - 85525-000 na cidade de Lucas do Rio
Verde / MT. CNPJ: 02.734.023/0013-99
Número de registro do estabelecimento/Estado: 25157 – INDEA/MT.
Agrilean Inputs S.A.
Rodovia Presidente Castelo Branco, 11.100 – km 30,5 – Jardim Maria Cristina – Cep: 06421-
300, Barueri/SP. CNPJ 10.409.614/0001-85
Número de registro do estabelecimento/Estado: 4378 – CDA/SP.
Agro Import Do Brasil LTDA.
Av. Cristóvão Colombo, 2955 – Salas 703/704 – Bairro Floresta – CEP: 90.560-003 – Porto
Alegre/RS – Fone: (51) 3343-0388
CNPJ: 05.625.220/0001-24 - Registro no Estado nº 1448/04 – DISA/DDA/SEAPA/RS
Agro Import Do Brasil LTDA.
Rodovia BR 386, Km 173,5, s/nº – sala 5A – Bairro Boa Vista – CEP: 99.500-000 -
Carazinho/RS
CNPJ: 05.625.220/0009-81 - Registro no Estado nº 42/18 – DISA/DDA/SEAPA/RS
Agro Import Do Brasil LTDA.
Rua Adolfo Zieppe Filho, s/nº, Quadra 17, Setor 13, Anexo 01, Módulo G – Distrito Industrial
Carlos Augusto Fritz – CEP: 99.500-000 – Carazinho/RS
CNPJ: 05.625.220/0013-68 – Registro no Estado nº 65/20 – DISA/DDA/SEAPA/RS
Agro Import Do Brasil LTDA.
Rodovia PR 090, Km 374, s/nº - Lote 44-C-2 - Módulo I – Parque Industrial Nene Favoretto
– CEP: 86.200-000 - Ibiporã/PR
CNPJ: 05.625.220/0005-58 - Registro no Estado nº 1000021 - ADAPAR-PR
Agro Import Do Brasil LTDA.
Rodovia Presidente Castelo Branco, 11100 – Km 30,5 – Módulo 2N – Jardim Maria Cristina –
CEP: 06.421-400 - Barueri/SP
CNPJ: 05.625.220/0012-87 - Registro no Estado nº 4252 – CDA/SP
Agro Import Do Brasil LTDA.
Rodovia BR 163, Km 116, s/nº, Armazém 2, Sala 06 - Parque Industrial Vetorasso – CEP:
78.746-055 - Rondonópolis/MT
CNPJ: 05.625.220/0011-04 - Registro no Estado nº 23445/2022 – INDEA/MT
Av. Universitária, 3162 CEP 18610-034 Altos do Paraiso - Botucatu / SP
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Agro Fauna Comercio De Insumos LTDA.
Rua Jair Martins Mil Homens, 500 Sala 515 B Vila São José – São José Do Rio Preto CEP:
15.090-080
CNPJ: 47.626.510/0001-32 - Registro no Estado nº 4305 – CDA/SP
Agrícola Online Trading S.A.
Rodovia Anhanguera, Km. 296, CEP 14140-000 - Cravinhos/SP
CNPJ: 47.257.997/0001-23 - Registro no Estado nº 4396 – CDA/SP
Agriconnection Importadora E Exportadora De Insumos Agrícolas Ltda.
Rodovia Presidente Castelo Branco 11.100 Km 30.5 P36 Anexo 12, Jd. Maria Cristina – Barueri/SP
CEP: 06421-400 – CNPJ 39.496.730/0015-66
Agriconnection Importadora E Exportadora De Insumos Agrícolas Ltda.
Rodovia Senador José Ermirio de Moraes, S/N, Km 11, Galpão 09, Itú/SP, CEP: 13.314-012
CNPJ: 39.496.730/0009-18 - Registro no Estado nº 4410 - CDA/SP
Agriconnection Importadora E Exportadora De Insumos Agrícolas Ltda.
Rua Ronat Walter Sodré, 2800, Parque Industrial, Ibiporã/PR - CEP:86.200-000
CNPJ: 39.496.730/0008-37 - Registro no Estado nº 1008310 - ADAPAR/PR.
Agriconnection Importadora E Exportadora De Insumos Agrícolas Ltda.
Rodovia dos Imigrantes, SN, Zona Rural, Cuiabá-MT - CEP: 78099-899
CNPJ: 39.496.730/0002-41 - Registro no Estado nº 29497 – INDEA/MT
Amaggi Exportação E Importação Ltda.
Rodovia BR 163, 2461, Expansão Urbana, Sorriso / MT - CEP 78890-000.
CNPJ n° 77.294.254/0077-92 - Registro no Estado nº 22956/2024 – INDEA/MT
Amaggi Exportação E Importação Ltda.
Rodovia BR 364, Km 20, s/nº, Zona Rural, Cuiabá / MT - CEP 78098-970.
CNPJ n° 77.294.254/0050-72 - Registro no Estado nº 20435/2024 – INDEA/MT
Green Place Comercio E Distribuição Ltda.
Rua Américo Brasiliense, 1923, Conj. 1103 - Chácara Santo Antônio
CEP: 04715-005 - São Paulo / SP
CNPJ: 26.401.815/0001-76 - Registro no Estado nº 1302 - CDA/SP
Green Place Comercio E Distribuição Ltda.
Estrada PR090, 5.900, km 374,9, Sala GPlace - Zona Rural
CEP: 86200-000 - Ibiporã / PR
CNPJ: 26.401.815/0002-57 - Registro no Estado nº 1007782 - ADAPAR/PR
Green Place Comercio E Distribuição Ltda.
Rodovia BR 163, Km 116, SN – Zona Rural – Rondonópolis / MT - CEP 78750-899
CNPJ: 26.401.815/0004-19 - Registro no Estado nº 31307 - INDEA / MT
Green Place Comercio E Distribuição Ltda.
Rodovia BR-050, Km 185 – Galpão 34 – Jardim Santa Clara – Uberaba / MG – CEP: 38038-
050 - CNPJ: 26.401.815/0007-61 - Registro no Estado nº 19.382 - IMA / MG
Green Place Comercio E Distribuição Ltda.
Anel Viário, S/N – Quadra Area, Lote 005B – Jardim Paraiso Acréscimo – Aparecida de
Goiania / GO – CEP: 74984-321 - CNPJ: 26.401.815/0005-08
Registro no Estado nº 5278/2023 - AGRODEFESA / GO
Av. Universitária, 3162 CEP 18610-034 Altos do Paraiso - Botucatu / SP
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Somax Agro do Brasil Ltda.
Rua Marechal Floriano Peixoto, nº 960 – complemento: salas 165, 166, 167, 168 – Ed. Torre
Marechal – Centro – CEP 85.851-020 – Foz do Iguaçu / PR, CNPJ: 45.923.627/0001-52.
Registro no Estado nº 1008194 - ADAPAR / PR.
Somax Agro do Brasil Ltda.
Rodovia dos Imigrantes S/N – KM 5 Galpão 1A Sala 7 – Distrito Industrial – Cuiabá / MT, CEP:
78.098-325, CNPJ: 45.923.627/0004-03.
Registro no Estado nº 328037 - INDEA / MT
Novachem Importação e Comércio Ltda.
Rod. BR 369, KM 37,5 sala 04 - Área Industrial - CEP: 86380-000 - Andirá/PR
CNPJ: 48.054.057/0001-08 - Registro ADAPAR/PR nº 1008435
Novachem Importação e Comércio Ltda.
Rua Emília Garcia de Souza, 270, sala 01 - CEP: 14.096-120 - Ribeirão Preto/SP
CNPJ: 48.054.057/0002-80 - Registro CFICS / DDSIV / CDA nº 4472
Terra Fértil Comercio e Representação Ltda.
Rua Coronel Antônio Joaquim, 857 - Centro - CEP: 62930-000 – Limoeiro do Norte/CE
CNPJ:00.235.798/0001-50 - Registro SEMACE nº 02143
No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-
OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
PRODUTO CORROSIVO
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA – CATEGORIA 2: PRODUTO ALTAMENTE TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL – Perigoso ao
Meio Ambiente (CLASSE III)
Cor da faixa: Vermelho PMS red 199 C
Av. Universitária, 3162 CEP 18610-034 Altos do Paraiso - Botucatu / SP
Brasil Telefone 55 14 3361 1657
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INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
WEEDFORCE é um herbicida não seletivo e dessecante de contato indicado para o controle
pós-emergente de plantas daninhas.
Recomendamos para o controle não seletivo em pós-emergência de plantas daninhas nas
Ssguintes situações:
PLANTAS DANINHAS DOSES DE PRODUTO
COMERCIAL VOLUME DE ÉPOCA e NÚMERO DE
CULTURAS
CALDA APLICAÇÕES
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) g i.a./ha L/ha
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe Controlar as plantas
daninhas antes da
Picão-preto Bidens pilosa semeadura da cultura do
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla Pulverizador feijão. Deve ser aplicado
Feijão Corda-de-viola Ipomoea aristolochiaefolia 300 – 400 1,5 – 2,0 costal: nas fases iniciais de
200 L/ha. crescimento das plantas
Cordão-de-frade Leonotis nepetifolia daninhas (5 – 15cm).
Realizar somente 1
Guanxuma Sida rhombifolia
Pulverizador aplicação
Caruru-de-mancha Amaranthus viridis 400 2,0 tratorizado:
200 – 300 Realizar 1 aplicação, 2
Trapoeraba Commelina benghalensis 400 2,0
L/ha. dias antes da semeadura
Buva Conyza canadenses 400 2,0 das culturas, em área
Algodão
Leiteiro Euphorbia heterophylla 300 1,5 total e pós-emergência
Girassol das plantas daninhas
Pulverização
Milho Soja Voluntária Glycine max 400 2,0 presentes na área quando
aérea:
Soja Algodão Voluntário Gossypium hirsutum 400 2,0 30 – 40 L/ha. estas apresentarem porte
de 5 a 15 cm.
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia 500 2,5
Milho Voluntário Zea mays 700 3,5
Obs.: Adicionar espalhante adesivo não-iônico a 0,1% v/v à calda de aplicação de acordo com
a recomendação do fabricante.
PLANTAS DANINHAS DOSES DE PRODUTO
COMERCIAL VOLUME DE ÉPOCA e NÚMERO DE
CULTURAS
CALDA APLICAÇÕES
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) g i.a./ha L/ha
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe Controlar as plantas
Pulverizador
daninhas nas entrelinhas
Picão-preto Bidens pilosa costal:
das culturas do café e
200 L/ha.
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla citros. Deve ser aplicado
Café
Corda-de-viola Ipomoea aristolochiaefolia 300 – 500 1,5 – 2,5 nas fases iniciais de
Citros Pulverizador
crescimento das plantas
Cordão-de-frade Leonotis nepetifolia tratorizado:
daninhas (5 – 15cm).
200 – 300
Realizar somente 1
Guanxuma Sida rhombifolia L/ha.
aplicação
Obs.: Adicionar espalhante adesivo não-iônico a 0,1% v/v à calda de aplicação de acordo com
a recomendação do fabricante.
Dessecação na pré-colheita das culturas:
Dose
Culturas Época e Número de aplicações Volume de Calda
g i.a/ha L/ha
Aplicar no mínimo 7 dias antes da colheita. Pulverizador costal:
Batata 300 - 500 1,5 – 2,5 200 L/ha.
Realizar somente 1 aplicação.
Aplicar quando a feijão estiver fisiologicamente maduro.
Feijão 300 – 400 1,5 – 2,0 Pulverizador
Realizar somente 1 aplicação. tratorizado:
200 – 300 L/ha.
Aplicar quando a soja estiver fisiologicamente madura.
Soja 200 – 400 1,0 – 2,0
Realizar somente 1 aplicação. Pulverização aérea:
30 – 40 L/ha.
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PLANTAS DANINHAS DOSES DE PRODUTO
COMERCIAL ÉPOCA e NÚMERO
CULTURAS VOLUME DE CALDA
DE APLICAÇÕES
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) g i.a./ha L/ha
Pulverizador costal:
200 L/ha. Na dessecação de saco-
de-padre na pré-
Pulverizador colheita da cultura da
Soja
Saco-de-padre Cardiospermum halicacabum 300 – 400 1,5 – 2,0 tratorizado: soja.
200 – 300 L/ha.
Realizar somente 1
Pulverização aérea: aplicação
30 – 40 L/ha.
Obs.: Adicionar espalhante adesivo não-iônico a 0,1% v/v à calda de aplicação de acordo com
a recomendação do fabricante.
NÚMERO, INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Utilizar o WEEDFORCE no controle das plantas daninhas, antes da semeadura das seguintes
culturas:
- Feijão: nas doses de 1,5 a 2,0 L/ha.
- Algodão, Girassol, Milho e Soja: nas doses de 1,5 a 3,5.
-
Para as culturas de Café e Citros, utilizar o WEEDFORCE aplicado em jato dirigido nas
entrelinhas para o controle das plantas daninhas, nas doses de 1,5 a 2,5 L/ha.
Dessecação das culturas:
- Soja: utilizar de 1 a 2 L/ha. Aplicar quando a soja estiver fisiologicamente madura.
- Feijão: utilizar de 1,5 a 2 L/ha. Aplicar quando o feijão estiver fisiologicamente maduro.
- Batata: utilizar de 1,5 a 2,5 L/ha. Aplicar no mínimo 7 dias antes da colheita.
Deve-se fazer apenas uma aplicação do herbicida WEEDFORCE. Na dessecação das culturas
indicadas observar o intervalo de segurança, e na aplicação como herbicida, o produto deve ser
aplicado nas fases iniciais de crescimento das plantas daninhas (de 5 a 15 cm).
MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
WEEDFORCE deve ser aplicado através de equipamentos costais manuais, pulverizadores
tratorizados ou equipamentos aéreos. Os equipamentos de pulverização devem ser equipados
com filtros adequados para cada tipo de bico.
Para a dessecação das culturas de Batata, Feijão e Soja, WEEDFORCE deve ser aplicado em área
total, com o uso de pulverizador costal, pulverizador tratorizado com barra ou por pulverização
aérea.
No controle de plantas daninhas nas culturas do Algodão, Feijão, Girassol, Milho e Soja,
WEEDFORCE deve ser aplicado em área total, com o uso de pulverizador costal, pulverizador
tratorizado ou por pulverização aérea.
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No controle de plantas daninhas nas culturas do Café e Citros, WEEDFORCE deve ser aplicado
nas entrelinhas da cultura com o uso de pulverizador costal ou tratorizado com barra. Utilizar
protetores de bicos, evitando que a deriva atinja a cultura.
Equipamentos para aplicação terrestre:
Volume de calda: Pulverizador costal: 200 L/ha e Pulverizador tratorizado: 200 a 300 L/ha.
Bicos: Jatos tipo leque da série 80 ou 110 ou similares.
Pressão: 15 a 20 lb/pol² (Costal) e 30 a 40 lb/pol² (Tratorizado) ou conforme especificação do
fabricante dos bicos.
Equipamentos para aplicação aérea:
Barra com bicos para aeronaves de asa fixa – Ipanema de qualquer modelo.
Volume de calda: 30 a 40 L/ha, altura de voo de 2 a 3 m acima do topo da cultura, com faixa
de deposição de 12 a 15 m de largura e tamanho de gotas entre 250 a 300 µm.
Densidade de gotas de 30 a 40 gotas/cm², com pressão de 25 lb/pol².
Bicos de pulverização: Bicos de jato cônico da série D (D6 e D12), providos de caracóis e placas
com orifícios (ângulo de 90º).
Observações locais devem ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por deriva.
Condições climáticas ideais: Temperatura máxima de 28ºC; Umidade relativa mínima de
55% e velocidade do vento máxima de 10 km/h.
PREPARO DA CALDA PARA PULVERIZAÇÃO:
Deve-se encher o tanque do pulverizador com água até a metade de seu volume e adicionar
WEEDFORCE e o espalhante adesivo nas doses recomendadas. Manter o misturador mecânico
ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação
da calda de forma contínua durante todo o preparo e durante a aplicação do produto.
Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
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INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última
aplicação e a colheita):
CULTURA DIAS
Algodão (1)
Batata 7
Café 16
Citros 14
Feijão 7
Girassol (1)
Milho (1)
Soja 7
Soja (pré-plantio) (1)
(1): Não Determinado devido à modalidade de emprego.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no
mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os
equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
- WEEDFORCE não é fitotóxico às culturas quando aplicado nas modalidades e doses
recomendadas.
- O produto é um herbicida de contato, portanto, durante a aplicação, deve-se evitar que a
deriva atinja a cultura para evitar a fitotoxicidade.
- Na dessecação da batata não utilizar espalhante adesivo e não pulverizar a folhagem da batata
quando o solo estiver muito seco e, especialmente, se a folhagem murchar durante o dia.
- Depois de um período de seca é importante esperar que o solo tenha sido completamente
molhado pela chuva em volta das raízes. Não aplicar com solo seco.
- Sempre utilizar a calda no mesmo dia da sua preparação. A utilização da calda preparada no
dia anterior pode reduzir a eficiência do produto.
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INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA E INFORMAÇÕES SOBRE O
MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS.
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do
mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha
alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do
produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com
a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo D para o controle
do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas
agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do
produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação
de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser
consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas
(SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas
Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e
Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO D HERBICIDA
O produto herbicida WEEDFORCE é composto por Diquate, que apresenta mecanismo de ação
dos inibidores do Fotossistema I, pertencente ao Grupo D (22), segundo classificação
internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de plantas daninhas, envolvendo todos
os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, e a aplicação do herbicida Diquate
deve ser realizada uma única vez. Se houver novas incidências de plantas daninhas, é
recomendável a alternância deste produto com outros herbicidas, com mecanismos de ação
diferentes.
O uso de rotação de culturas, cobertura verde, época adequada de semeadura, variação de
espaçamento, adubação equilibrada, uso herbicidas com mecanismos de ação distintos,
cultivo mecânico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema e mínimo
impacto sobre o meio ambiente.
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DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola;
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas;
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados;
• Não utilize equipamento com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca;
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou
com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo
fabricante;
• Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas
e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um
profissional habilitado;
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas
em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e de animais;
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI)
com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável,
máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral;
touca árabe e luvas de nitrila;
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de
proteção individual (EPI) recomendados;
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
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PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível, o contato com a área tratada;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita);
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na
área em que estiver sendo aplicado o produto;
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região;
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar da névoa do produto;
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental
impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança
com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila;
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e
manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área
tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os
equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a
aplicação;
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em
áreas tratadas logo após a aplicação;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita);
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), sempre lave as luvas
ainda vestidas para evitar contaminação;
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original,
em local trancado, longe do alcance de crianças e animais;
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais
roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
aplicação;
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• Não reutilizar a embalagem vazia;
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de proteção individual (EPI):
macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e
botas de borracha;
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e
devidamente protegida;
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
Nocivo se ingerido
Pode ser nocivo em contato com a pele
Fatal se inalado
PERIGO
Provoca moderada irritação à pele
Provoca lesões oculares graves
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência
levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico
do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque o vômito, exceto quando houver
indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê
nada para beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES. Em caso de
contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a
água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos,
relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão
neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto
e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.
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INTOXICAÇÕES POR WEEDFORCE
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Diquate .................................................................. Bipiridílio
Classe
Categoria 2: Produto Altamente Tóxico
toxicológica
Vias de exposição Dérmica, inalatória, oral
Diquate: é pouco absorvido pelo trato gastrointestinal. Em ratos,
Toxicocinética após a administração oral, 77% da dose foram encontradas nas fezes
como diquate e 12% como outros produtos metabólicos, sendo
mais da metade monopiridona de diquate e outra parta dipiridona de
diquate, abmos metabólitos são menos tóxicos que o próprio
diquate. Outro estudo mostrou que diquate é pouco absorvido em
ratos, sendo 90% excretados pelas fezes e 6% na urina após 48
horas. Absorção pela pele intacta é mínima.
Após administração de Diquate em ovelhas, nenhum resíduo foi
detectado no leite ou na carne dos animais.
Diquate: O mecanismo de ação do diquate nas plantas e nos
mamíferos é semelhante: o diquate sofre uma única adição de
elétrons para formar um radical livre, na presença de NADPH e
citocromo P450 redutase. O radical diquate reage com oxigênio para
formar um radical ânion superóxido que é altamente reativo. Os
radicais superóxido podem reagir uns com os outros formando
Toxicodinâmica
peróxido de hidrogênio e oxigênio molecular, uma reação que pode
ocorrer espontaneamente ou através da enzima superóxido
dismutase. O radical hidroxila ataca os lipídeos insaturados das
membranas celulares e produz o hidroperóxido lipídico. Este último
forma radicais livres de lipídios com consequentes danos à
membrana e morte celular.
Diquate: declínio das funções renais e hepáticas e efeitos
neurológicos.
Exposição Oral: Náusea, vômito, diarreia, ulceração na boca e
esôfago, ulceração no trato gastrointestinal, desidratação, melena e
hematêmese (resultado da ulceração gastrointestinal). Efeitos
menos comuns incluem: pneumonia, disritmia ventricular,
convulsões e edema pulmonar não-cardiogênico.
Exposição Cutânea: irritação severa e queimação. Descoloração ou
deformidade das unhas.
Exposição respiratória: sangramento nasal, irritação do trato
respiratório superior, tosse, dificuldade respiratória e dor no peito.
Sintomas e sinais Exopsição Ocular: irritação severa e queimação.
clínicos Neurotoxicidade: nervosismo, irritabilidade, agitação, reflexos
diminuídos, combatividade, desorientação, declarações sem sentido,
incapacidade de reconhecer amigos ou familiares, depressão,
letargia, colapso, convulsão, coma e morte.
Hepatotoxicidade: aumento da atividade de transaminase.
Se a exposição for suficiente para causar intoxicação sistêmica,
monitorar nível de nitrogênio uréico no sangue e creatinina por pelo
menos 12 horas após a ingestão. Monitorar contagem sanguínea,
enzimas hepáticas, eletrólitos e eliminação de urina.
Efeitos crônicos: lesões inflamatórias crônicas no intestino grosso,
aumento no peso do rim, redução no peso da adrenal e epidídimo.
Além disso, foi observado o aparecimento de catarata.
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Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela
ocorrência de quadro clínico compatível, devendo ser feito baseado
no exame clínico e informações disponíveis. Análise do sangue e/ou
urina.
Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo
com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Atenção
especial deve ser dada ao suporte respiratório.
Tratamento
Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão
sanguínea, frequência cardíaca, frequência respiratória e
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temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Atenção
especial para parada cardiorespiratória, hipotensão e arritimias
cardíacas. Usar vasopressores na hipotensão severa (evitar
adrenalina pelo risco de fibrilação). Avaliar estado de consciência
do paciente.
Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção
de secreções orais se necessário. Intubação e ventilação conforme
necessário, especialmente se o paciente tiver depressão respiratória
ou comprometimento neurológico. Administrar oxigênio conforme
necessário para manter adequada perfusão tecidual. Se o quadro de
intoxicação for severo, pode ser necessária ventilação pulmonar
assistida.
Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para
limitar a absorção e os efeitos locais.
Exposição oral: tratamento de suporte vital, monitorização
cardíaca e respiratória. Controlar convulsões anteriormente a
qualquer método de descontaminação gastrointestinal. A lavagem
gástrica deve ser indicada se a dose ingerida for acima de 40 mg/kg
de ingrediente ativo (adulto), seguido de carvão ativado.
- Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande
quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora). Atentar para
nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração com
a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito
lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff.
- Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias
respiratórias ou alteração de consciência em pacientes não-
intubados; pacientes com risco de hemorragia (alterações prévias de
coagulação) ou perfuração gastrointestinal; e ingestão de
quantidade não significativa do produto.
- Carvão ativado: liga-se à maioria dos agentes tóxicos e pode
diminuir a sua absorção sistêmica, se administrado logo após a
ingestão (1h).
- Dose: administre uma suspensão de carvão ativado em água (na
proporção de 30g de carvão ativado para 240 mL de água). Dose
usual de 25-100 g em adultos/adolescentes e 25-50g em crianças
de 1-12 anos, e 10-25g em crianças menores de 1 ano.
- Contraindicações: pacientes neurologicamente comprometidos e
com as vias aéreas desprotegidas, perfuração do trato
gastrointestinal e quando o carvão ativado pode aumentar o risco de
aspiração.
ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do
produto, podem aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser
evitado. Deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos.
Nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente, vomitando,
com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição.
Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar
abundantemente com solução salina a 0,9% ou água, por cerca de
20 a 30 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Caso a
irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, encaminhar
o paciente para tratamento específico.
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Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a
descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e
orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a
vítima para local ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente
deve ser encaminhado para tratamento.
Exposição Inalatória: Remover o paciente para local seguro e
arejado. Fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar
atentamente a ocorrência de insuficiência respiratória. Se
necessário, administrar oxigênio e ventilação mecânica.
Antídoto: Não há antídoto específico conhecido para a substância.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido
o produto; utilizar equipamento intermediário de reanimação manual
(Ambu) para realizar o procedimento.
A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
durante à adoção das medidas de descontaminação, deverá estar
protegida por luvas e avental impermeáveis, de forma a não se
contaminar com o agente tóxico.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de
aspiração e pneumonite química.
Efeitos das Geralmente diquate pode retardar a absorção de monossacarídeos
interações (glicose e galactose).
químicas
ATENÇÃO Para notificar e obter informações especializadas sobre diagnóstico
e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-
6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT – ANVISA/MS)
As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as
Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao
Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN / MS).
Notifique ao Sistema de Informação em Vigilância Sanitária
(Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800 999 7999
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Ver itens toxicocinética e toxicodinâmica no quadro acima.
EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
DL50 oral em ratas: 500 mg/kg de peso corpóreo.
DL50 cutânea em ratos: > 2000 mg/kg de peso corpóreo.
CL50 inalatória em ratos: 0,40 mg/L por 4 horas.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Irritante leve. Em contato com a pele dos
coelhos, foram apresentados eritema e edema. Todos os sinais de irritação ainda foram
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observados ao final do período de observações em todos os animais testados. Como alteração
cutânea adicional, também foi observada hiperqueratose nos animais testados.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Severamente Irritante. Os animais testados
apresentaram opacidade, hiperemia e secreção. Não houve reversibilidade das lesões oculares
para um animal dentre os 3 animais testados. As alterações clínicas e oculares adicionais
observadas incluíram alopecia periocular e neovascularização.
Sensibilização cutânea em cobaias: Não sensibilizante.
Mutagenicidade: O WEEDFORCE não apresentou efeitos mutagênicos, de acordo com os
testes de Ames e Micronúcleo.
EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Os órgãos alvo na exposição crônica são trato gastrointestinal, rins e, particularmente, olhos.
Diquate causa o aparecimento de catarata em ratos e cachorros, o efeito é dose-dependente
e tempo-dependente.
Experimentos subcrônicos em coelhos tratados com diquate na pele foram observados,
eritema, espessamento e formação de crosta, perda de peso, vertigem e fraqueza muscular.
Experimentos crônicos em ratos mostraram lesões inflamatórias crônicas no intestino grosso,
aumento no peso do rim, redução no peso da adrenal e epidídimo. Além disso, foi observado
o aparecimento de catarata.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
□ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
□ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
■ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
□ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a
500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para
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abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água,
moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas
ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa NGC Agroscirnces Brasil Ltda. -
Telefone da empresa: (14) 3361-1657
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o
auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto
derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do
telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do
corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO,
ETC., ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE
E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS
PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos
EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda
do produto.
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Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem
sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem,
por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve
ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente
das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou
no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro
de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses
após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
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TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou
no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro
de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses
após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou
no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco
plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABN T), devidamente
identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
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DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou
no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro
de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses
após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e
com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde
foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo
estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA
DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.
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PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo
de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
rações, medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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