Walker
Koppert do Brasil Holding S.A. - Piracicaba/SP
Fungicida microbiológico
Trichoderma harzianum (Produto Microbiológico) (10 g/kg)

Informações

Número de Registro
27718
Marca Comercial
Walker
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
Trichoderma harzianum (Produto Microbiológico) (10 g/kg)
Titular de Registro
Koppert do Brasil Holding S.A. - Piracicaba/SP
Classe
Fungicida microbiológico
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Pouco Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Todas as culturas
Fusarium oxysporum f.sp. lycopersici
Murcha de fusarium
Todas as culturas
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo branco

Conteúdo da Bula

                                    Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 27718

COMPOSIÇÃO:
Trichoderma harzianum cepa T-22 (mínimo de 1 x 108 UFC/g) ......................................10 g/kg (1% m/m)
Outros ingredientes........................................................................................................990 g/kg (99% m/m)

PESO LÍQUIDO: VIDE EMBALAGEM

CLASSE: Fungicida microbiológico
TIPO DE FORMULAÇÃO: Granulado Dispersível em Água (WG)

TITULAR DO REGISTRO (*):
KOPPERT DO BRASIL HOLDING S.A.
Rodovia Margarida Da Graça Martins, SP 135, s/n, Km 17,5 – Bairro: Água Seca
CEP: 13420-280 – Piracicaba – SP – Telefone: 0800-770-1919 - CNPJ: 11.074.190/0001-08
Registro na SAA/CDA/SP sob n° 1007
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE / FORMULADOR:
KOPPERT DO BRASIL HOLDING S.A.
Rodovia Margarida Da Graça Martins, SP 135, s/n, Km 17,5 – Bairro: Água Seca
CEP: 13420-280 – Piracicaba – SP – CNPJ: 11.074.190/0001-08
Registro na SAA/CDA/SP sob n° 1007

KOPPERT BV
Veilingweg 14, 2651 BE, P.O. Box 155 - Berkel en Rodenrijs - Holanda

KOPPERT DO BRASIL HOLDING S.A.
Rua Via Vicente Verdi, 758 - Bairro Industrial
CEP: 13518-070 - Charqueada/SP - Brasil - CNPJ: 11.074.190/0009-65 Registro da Empresa na
Secretaria do Estado SP/CDA: 4361

MANIPULADOR:
KOPPERT DO BRASIL HOLDING S.A.
Rodovia Margarida Da Graça Martins, SP 135, s/n, Km 17,5 – Bairro: Água Seca
CEP: 13420-280 – Piracicaba – SP – CNPJ: 11.074.190/0001-08
Registro na SAA/CDA/SP sob n° 1007

KOPPERT BV
Veilingweg 14, 2651 BE, P.O. Box 155 - Berkel en Rodenrijs - Holanda - Tel.: (+31) 10 514 04 44




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IMPORTADOR:
KOPPERT DO BRASIL HOLDING S.A.
Rodovia Margarida Da Graça Martins, SP 135, s/n, Km 17,5 – Bairro: Água Seca
CEP: 13420-280 – Piracicaba – SP – Telefone: 0800-770-1919 - CNPJ: 11.074.190/0001-08
Registro na SAA/CDA/SP sob n° 1007


                   Nº do lote ou da partida:
                   Data de fabricação:                   VIDE EMBALAGEM
                   Data de vencimento:

                      ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO,
            A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
  É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
                  É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
                  PRODUTO DISPENSADO DE RECEITUÁRIO AGRONÔMICO.

            ORGANISMOS VIVOS DE USO RESTRITO AO CONTROLE DE PRAGAS.
             Produto registrado para controle de mofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum)
e murcha-de-fusarium (Fusarium oxysporum f.sp. lycopersici) em todas as culturas com ocorrência do
                                           alvo biológico.

                                         Indústria Brasileira

                           CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA:
            CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
            CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
                  CLASSE IV – POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




                                                                                          29072025
INSTRUÇÕES DE USO:
WALKER é um fungicida microbiológico de contato, indicado para aplicação foliar para o controle do
Mofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum) e da Murcha-de-Fusarium (Fusarium oxysporum
f.sp.lycopersici).


                        DOENÇAS
                                            DOSES DE
   CULTURAS           Nome comum            PRODUTO          ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
                         (Nome             COMERCIAL
                       Científico)


                                                              2. Aplicar preventivamente no estádio V2
                       Mofo-branco                                 e reaplicar no estádio V4 ou no
                        (Sclerotinia         1,0 - 1,5           surgimento dos primeiros sintomas.
   Em todas as         sclerotiorum)                          Aplicar a dose mais alta em situações de
   culturas com                                                       favorecimento da doença.
  ocorrência do          Murcha-de-                              2. Aplicar preventivamente após o
 alvo biológico (*)       Fusarium                            transplante e reaplicar na pré-florada ou
                         (Fusarium           1,0 - 1,5         no surgimento dos primeiros sintomas.
                         oxysporum                            Aplicar a dose mais alta em situações de
                      f.sp.lycopersici)                               favorecimento da doença.


MODO DE APLICAÇÃO:
Preparo da calda:
Encha o tanque com água até a metade de sua capacidade e adicione a dose de WALKER
recomendada, mantendo agitação constante. Complete o volume do tanque com água.
Durante a aplicação, mantenha a agitação da calda.
Aplicação terrestre:
Pulverização foliar.
Utilizar pulverizadores de barra ou costal, usando os bicos de acordo com a recomendação dos
fabricantes. A altura da barra deve obedecer às recomendações dos fabricantes devendo, em toda a
sua extensão, estar na mesma altura e ser adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura, de
forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas. Manter a agitação do tanque e o registro do
pulverizador fechado durante as paradas e manobras do equipamento, evitando desperdícios e
sobreposição das faixas de aplicação ou danos a culturas vizinhas.
Recomenda-se aplicar com temperatura do ar inferior a 27ºC, umidade relativa acima de 60% e ventos
abaixo de 10 km/hora.
Volume de aplicação para soja e tomate: 200 L de calda/ha, sempre assegurando uma boa cobertura
na aplicação.
Aplicação aérea:
Aplicar através de aeronaves agrícolas, seguindo a recomendação do fabricante. O volume de
aplicação deve ser de 30-40 litros de calda por hectare. Respeitar as condições de velocidade do vento
inferior a 10 km/h; temperatura do ar inferior a 27ºC e umidade relativa maior que 60%, visando reduzir
ao máximo as perdas por deriva e evaporação.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduo (LMR) para
este produto.




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INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de
proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente final da tarde. Não aplicar sob
vento forte. Nessas condições a exposição dos conídios (esporos) do fungo à radiação UV do sol é
menor, propiciando a manutenção da viabilidade do fungo. O produto não é fitotóxico quando aplicado
nas doses recomendadas.
Para beneficiar a atuação do produto WALKER, protegendo o inoculo dos fatores climáticos e
melhorando as condições microclimáticas, recomendam-se as seguintes práticas:
- Usar a calda no mesmo dia do seu preparo. Aplicar logo após a irrigação ou com solo úmido. Não
   aplicar em período de chuvas intensas;
- Para melhorar as condições microclimáticas após a aplicação do microrganismo, pode-se realizar
   leve irrigação sobre a área;
- Aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente ao final da tarde ou à noite, em dias
   nublados. Nessas condições, a exposição dos esporos do fungo à radiação UV do sol (o que
   inviabiliza o fungo) é menor.
- Após a aplicação, evitar a limpeza mecânica ou química do piquete, pois essas práticas podem
   diminuir a quantidade de inoculo;
- Conservar o produto em geladeira ou lugar fresco e arejado. Nunca deixar o produto exposto ao sol;
- Lavar bem o pulverizador antes de usá-lo, ou usar um novo, sem resíduos de agroquímicos;

RECOMENDAÇÃO PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas,
seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos para o controle do mesmo alvo,
   sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas,
   tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando
   disponíveis, etc.;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
   regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos
   fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos
   devem ser consultados e/ou informados à Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF:
   www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org),
   Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e
medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação
de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e
outros, visam ao melhor equilíbrio do sistema.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS:
VIDE "MODO DE APLICAÇÃO".




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DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANS-
PORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.




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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
 ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRODUTO POTENCIALMENTE IRRITANTE PARA OS OLHOS.
PRODUTO POTENCIALMENTE SENSIBILIZANTE.
INDIVÍDUOS IMUNOSSUPRIMIDOS OU COM HISTÓRICO RECENTE DE IMUNOSSUPRESSÃO
NÃO DEVEM MANUSEAR NEM APLICAR ESTE PRODUTO.
PESSOAS COM IMPLANTE DE LENTE INTRAOCULAR OU USO DE LENTES DE
CONTATO NÃO DEVEM MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO.
PESSOAS QUE TENHAM REALIZAO CIRURGIAS OCULARES COMO TRABECULECTOMIA,
IRIDECTOMIA, IMPLANTE DE VALVULA DE AHMED OU PROCEDIMENTOS SIMILARES NÃO
DEVEM MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com
   a boca.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
   fora de especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e de animais;
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, botas de borracha,
equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2, óculos de segurança
com proteção lateral e luvas de proteção.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com
mangas e calças compridas, botas de borracha, equipamento de proteção respiratória com filtro
mecânico classe P2 ou PFF2, óculos de segurança com proteção lateral e luvas de proteção.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique o produto de modo a evitar que o aplicador entre na névoa
   do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com
mangas e calças compridas, botas de borracha, equipamento de proteção respiratória com filtro
mecânico classe P2 ou PFF2, óculos de segurança com proteção lateral e luvas de proteção.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.


                                                                                             29072025
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas
logo após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas
para evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com
tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, botas de borracha, equipamento de
proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2, óculos de segurança com proteção lateral
e luvas de proteção.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: óculos de segurança com proteção lateral, botas de borracha, macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas e calças compridas, luvas de proteção e equipamento de proteção
respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

 PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
 embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
 Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito exceto quando houver indicação médica. Caso
 o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
 Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que
 a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
 Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis etc.)
 contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
 Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local arejado.
 A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis,
 máscara por exemplo.




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                      RISCOS ASSOCIADOS À EXPOSIÇÃO POR WALKER
                                INFORMAÇÕES MÉDICAS


Nome científico       Trichoderma harzianum cepa T-22
Classe Toxicológica   CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposição     Oral, inalatória, dérmica e ocular
Mecanismos            Não foram observados sinais clínicos evidentes de toxicidade causado pela
de Toxicidade         exposição ao Trichoderma harzianum. Este fungo é utilizado para controle
                      biológico na agricultura em todo o mundo. Existem relatos de casos clínicos
                      confirmados de infecção fúngica por fungos do gênero Trichoderma. Como
                      patógeno oportunista tem sido relatado um aumento no registro de casos em
                      pacientes imunocomprometidos.
Diagnóstico           O diagnóstico pode ser feito com o isolamento e identificação macroscópica ou
                      molecular a partir de cultura de tecidos. Os estudos de
                      toxicidade/patogenicidade desenvolvidos com o microrganismo não
                      demonstraram capacidade patogênica.
Sintomas e            Irritação ocular: em estudos com coelhos este produto foi considerado não
sinais clínicos       irritante. Não foi observada irritação aos olhos durante 24h.
                      Patogenicidade: no estudo de patogenicidade pulmonar em ratos, a
                      administração intratraqueal do produto na quantidade de aproximadamente 5,8
                      x 107 UFC/animal não causou sinais de toxicidade ou patogenicidade, nem
                      mortalidade. No final do período de observação, foi encontrada infectividade
                      nos pulmões.
                      No estudo de patogenicidade oral, a administração da dose de 1,9 x 109
                      UFC/rato foi associada com a ausência de sinais de toxicidade ou
                      patogenicidade, além de não causar mortalidade. Não foi identificada
                      infectividade no sangue, rins, cérebro, fígado, baço e nódulo linfático aos 3, 7,
                      14 e 21 dias após a administração oral do produto. A liberação do produto via
                      fezes ocorreu 2 semanas após a administração.
                      O estudo de patogenicidade intraperitoneal demonstrou que a administração de
                      4,9 x 107 UFC/animal não esteve associada a sinais clínicos de patogenicidade,
                      toxicidade e não houve mortalidade. No final de período de observação foi
                      detectada infectividade no pâncreas e no baço.
                      Sensibilização dérmica: não sensibilizante dérmico conforme estudos
                      avaliados.
                      Não há informações sobre intoxicação em humanos causada por Trichoderma
                      harzianum.
Tratamento            Não há antídoto específico.
                      Tratamento é sintomático. Deve haver monitoramento para desenvolvimento de
                      possíveis reações de hipersensibilidade. Medidas de suporte devem ser
                      adotadas, se necessário.
                      Tratamento para o caso de irritação ocular deve ser sintomático. Uma vez que
                      Trichoderma harzianum T-22 não é patogênico para humanos, pacientes não
                      devem ser tratados com antibióticos. A depuração dos órgãos humanos ocorre
                      naturalmente. Entretanto, um estudo demonstrou que Trichoderma harzianum
                      T-22 é suscetível aos seguintes agentes: cetoconazol, anfotericina, voriconazol
                      e caspofungina. No caso de pacientes imunocomprometidos seu tratamento
                      deve ser decidido pelo médico.
Contraindicações      A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração.




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 ATENÇÃO               Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
                       tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
                       Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica -
                       RENACIAT – ANVISA/MS.

                       As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
                       Agravos de Notificação Compulsória.
                       Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação
                       (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
                       (Notivisa)
                       Telefone de Emergência da empresa: 0800-770-1919
                       Endereço Eletrônico da Empresa: www.koppert.com.br
                       Correio Eletrônico da Empresa: regulatorio@koppertbrasil.com.br


MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Os mecanismos de ação, absorção e excreção não são conhecidos.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:
Exposição aguda:
- DL50 dermal, em ratos, é superior a 2000 mg/kg. Não causou nenhuma morte, nem alterações
  comportamentais e clínicas.
- Estudos em porquinhos-da-Índia classificaram o produto como não sensibilizante dérmico.
- Irritação dérmica: a exposição de coelhos a este produto sobre a pele não causou nenhuma reação
  dérmica.
- Irritação ocular: em estudos com coelhos este produto foi considerado não irritante. Não foi
  observada irritação aos olhos durante 24h.
- Toxicidade/Patogenicidade oral aguda: no estudo de patogenicidade oral, a administração da dose
  de 1,9 x 109 UFC/rato foi associada com a ausência de sinais de toxicidade ou patogenicidade, além
  de não causar mortalidade. Não foi identificada infectividade no sangue, rins, cérebro, fígado, baço
  e nódulo linfático aos 3, 7, 14 e 21 dias após a administração oral do produto. A liberação do produto
  via fezes ocorreu 2 semanas após a administração.
- Toxicidade/Patogenicidade pulmonar aguda: em ratos, a administração intratraqueal do produto na
  quantidade de aproximadamente 5,8 x 107 UFC/animal não causou sinais de toxicidade ou
  patogenicidade, nem mortalidade. No final do período de observação, foi encontrada infectividade
  nos pulmões.
- Toxicidade/Patogenicidade intraperitoneal aguda: a administração de 4,9 x 107 UFC/animal não
  esteve associada a sinais clínicos de patogenicidade, toxicidade e não houve mortalidade. No final
  do período de observação foi detectada infectividade no pâncreas e no baço.
Exposição crônica:
Não são conhecidos efeitos cumulativos de toxicidade do produto em seres humanos. Não foram
realizados testes em longo prazo com mamíferos (exposição crônica). A referência de informações são
os testes com mamíferos para verificar os efeitos agudos.
Por se tratar de um agrotóxico microbiano deve ser considerado o risco biológico inerente ao mesmo.




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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
   ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
   ( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
   ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
   (X) POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE IV)

-   Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
-   Não utilize equipamento com vazamentos.
-   Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-   Aplique somente as doses recomendadas.
-   Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
    Evite a contaminação da água.
-   A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
    água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

-   Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
    (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público
    e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos
    de animais e vegetação suscetível a danos.
-   Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
    aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
   PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
   ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou
   para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
   Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa KOPPERT DO BRASIL HOLDING S.A.
- Telefone de emergência: 0800-770-1919.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
 Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material
e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
conforme indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor
do vento para evitar intoxicação.




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4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DES-
TINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZA-
ÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
- Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o
seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
   posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre
   a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
   pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
   segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
- Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não
lavadas.
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal,
emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.




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TRANSPORTE:
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o
qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal,
emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos
Canais de distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas
as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU
O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.



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PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que
inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos
não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
- De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.




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