Voraz EC
Adama Brasil S.A.- Londrina/PR
Inseticida
metomil (metilcarbamato de oxima) (440 g/L) + novalurom (benzoiluréia) (35 g/L)
Informações
Número de Registro
02119
Marca Comercial
Voraz EC
Formulação
EC - Concentrado Emulsionável
Ingrediente Ativo
metomil (metilcarbamato de oxima) (440 g/L) + novalurom (benzoiluréia) (35 g/L)
Titular de Registro
Adama Brasil S.A.- Londrina/PR
Classe
Inseticida
Modo de Ação
Sistêmico/ Contato/ Ingestão
Classe Toxicológica
Categoria 2 Produto Altamente Tóxico
Classe Ambiental
Produto Altamente Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Alabama argillacea
Curuquerê; Curuquerê-do-algodoeiro
Algodão
Helicoverpa armigera
Lagarta-do-algodão
Algodão
Heliothis virescens
Lagarta-das-maçãs
Algodão
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Arroz
Pseudaletia sequax
Lagarta-da-panícula
Arroz irrigado
Pseudaletia sequax
lagarta-da-panícula
Batata
Phthorimaea operculella
Cegadeira; Traça-da-batatinha
Café
Leucoptera coffeella
Bicho-mineiro-do-café; Larva-minadora
Coco
Brassolis sophorae
Lagarta-das-palmeiras; Lagarta-do-coqueiro
Feijão
Chrysodexis includens
Falsa-Medideira
Feijão
Diabrotica speciosa
Larva-alfinete; Vaquinha-verde-amarela
Milho
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Soja
Anticarsia gemmatalis
Lagarta-da-soja; Lagarta-desfolhadora
Soja
Crysodeixis includens
Lagarta-falsa-medideira
Soja
Helicoverpa armigera
Lagarta-do-algodão
Soja
Spodoptera eridania
Lagarta-das-folhas; Lagarta-das-vagens
Tomate
Tuta absoluta
Traça-do-tomateiro
Trigo
Pseudaletia sequax
Lagarta-do-trigo
Trigo
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Conteúdo da Bula
VORAZ EC
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob nº 2119
COMPOSIÇÃO:
S-methyl N-(methylcarbamoyloxy)thioacetimidate (METOMIL) ….....................................440 g/L (44,0% m/v)
(RS)-1-[3-chloro-4-(1,1,2-trifluoro-2-trifluoromethoxyethoxy)phenyl]-3-(2,6-difluorobenzoyl)urea
(NOVALUROM) ......................................................................................................................35 g/L (3,5% m/v)
Outros Ingredientes .............................................…………........…...............................679,3 g/L (67,93% m/v)
GRUPO 1A INSETICIDA
GRUPO 15 INSETICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Inseticida sistêmico com ação de contato e ingestão dos grupos químicos Metilcarbamato de oxima
+ Benzoilureia.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC).
TITULAR DO REGISTRO (*):
ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400, Parque Rui Barbosa, CEP: 86031-610 - Londrina/PR
Tel.: (43) 3371-9000 - Fax: (43) 3371-9017 - CNPJ: 02.290.510/0001-76
Inscrição Estadual 601.07287-44 - Registro Estadual nº 003263 - ADAPAR/PR
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE PRODUTO TÉCNICO:
METHOMEX TÉCNICO - Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA
sob nº 03494.
ADAMA LTD. (PLANTA 2)
Nongji Road, Jingzhou Development Zone, Shashi, Jingzhou City, Hubei Province – China.
ADAMA MAKHTESHIM LTD.
Neot Hovav, Eco-Industrial Park, Beer-Sheva – Israel.
METOMIL TÉCNICO ADAMA - Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento -
MAPA sob nº 33819.
ADAMA LTD. (PLANTA 2)
Nongji Road, Jingzhou Development Zone, Shashi, Jingzhou, Hubei Province – China.
METOMIL TÉCNICO ADAMA BR - Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
MAPA sob nº 10518.
SINON CORPORATION
1F Nº 101, Nanrong Road, Da-Du District, Taichung City, 43245, Taiwan – R.O.C.
SINON CHEMICAL (CHINA) CO., LTD.
N° 28, Beicun Road, Zhelin, Fengxian, Shangai – China.
BULA_VORAZ_EC_11072024_v00
METOMIL TÉCNICO MIL - Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA
sob nº 17318.
SHANDONG HUAYANG PESTICIDE CHEMICAL INDUSTRY GROUP CO., LTD.
Ciyao Town, Ningyang County, 271411, Shandong – China.
RIMON AGRICUR TÉCNICO - Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento -
MAPA sob n° 03800.
ADAMA MAKHTESHIM LTD.
Neot Hovav, Eco-Industrial Park, Beer-Sheva - Israel
METHOMYL TÉCNICO - Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA
sob nº 00428203.
HUNAN HAILI CHEMICAL INDUSTRY CO., LTD.
Nº 198, Haide Road, Changde Economic and Technological Development Zone, Hunan, China.
SHANDONG HUAYANG PESTICIDE CHEMICAL INDUSTRY GROUP CO., LTD.
Ciyao Town, Ningyang County, Shandong Province – China.
SINON CHEMICAL (CHINA) CO., LTD.
N° 28, Beicun Road, Zhelin, Fengxian District, Shangai – China.
SINON CORPORATION
1 F Nº 101, Nanrong Road, Da-Du District, Taichung City, 43245, Taiwan – R.O.C.
METOMIL TÉCNICO YC - Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA
sob nº 23219.
HAILI GUIXI CHEMICAL PESTICIDE CO., LTD.
Baili Industry Area, Guixi, Jiangxi – China.
SAERFU (HENAN) AGROCHEMICAL CO., LTD.
High and New Technology Industrial Area, Mengzhou, Henan – China.
FORMULADOR:
ADAMA BRASIL S/A
Av. Júlio de Castilhos, 2085 - CEP: 95860-000 – Taquari/RS.
Tel.: (51) 3653-9400 - CNPJ: 02.290.510/0004-19
Registro Estadual nº 00001047/99 - SEAPA/RS
No do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS
EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº
7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 2 – PRODUTO ALTAMENTE TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE I - PRODUTO
ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
BULA_VORAZ_EC_11072024_v00
Cor da faixa: Vermelho PMS Red 199 C
INSTRUÇÕES DE USO:
O VORAZ EC é um inseticida sistêmico com ação de contato e ingestão, recomendado para o controle de
pragas nas culturas do algodão, arroz irrigado, arroz de sequeriro, amendoim, aveia, batata, café, coco,
centeio, cevada, dendê, feijão, milho, milheto, soja, sorgo, trigo, triticale e tomate envarado.
CULTURAS, ALVOS BIOLÓGICOS, DOSES, ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Alvo Biológico
Dose Época, número, e intervalo de
CULTURA Nome Nome (mL/ha) aplicação
Comum Científico
As aplicações com VORAZ EC deverão
ser iniciadas quando for encontrado 1
lagarta de até 1 cm por planta ou um
Alabama desfolhamento de, no máximo, 10% no
Curuquerê 400 a 500
argillacea terço superior das plantas (ponteiro).
Realizar no máximo 3 aplicações por
ciclo da cultura com intervalos de 7
dias.
As aplicações com VORAZ deverão ser
Lagarta-da- Heliothis iniciadas quando forem encontrados
maçã virescens 10% dos botões florais e/ou maçãs com
lagartas menores que 1 cm. As
menores doses são recomendadas em
ALGODÃO
áreas com menor pressão e histórico
Spodoptera da praga.
Lagarta-militar Realizar no máximo 3 aplicações por
frugiperda
ciclo da cultura com intervalos de 7
500 a 600
dias.
As aplicações com VORAZ EC deverão
ser iniciadas quando for encontrado 1
lagarta por pano de batida ou por metro
Helicoverpa linear. Iniciar o monitoramento logo
Helicoverpa
armigera após a emergência da cultura.
Realizar no máximo 3 aplicações por
ciclo da cultura com intervalos de 7
dias.
O VORAZ EC deve ser aplicado
quando for constatada a presença de
Lagarta do lagartas na lavoura. A dose menor
Stegasta
pescoço deverá ser aplicada em condições de
bosquella 400 a 500
vermelho baixa infestação.
Realizar no máximo 2 aplicações por
ciclo da cultura com intervalos de 7
dias.
AMENDOIM
O VORAZ EC deve ser aplicado
quando for constatada a presença de
lagartas na lavoura. A dose menor
Lagarta -do- Spodoptera 300 a 500 deverá ser aplicada em condições de
cartucho frugiperda baixa infestação.
Realizar no máximo 2 aplicações por
ciclo da cultura com intervalos de 7
dias.
BULA_VORAZ_EC_11072024_v00
Alvo Biológico
Dose Época, número, e intervalo de
Cultura Nome Nome (mL/ha) aplicação
Comum Científico
Aplicar VORAZ EC no início da
infestação da praga.
ARROZ DE A menor dose deve ser aplicada em
Pseudaletia
SEQUEIRO Lagarta-do-trigo 500 a 700 condições de baixa infestação.
sequax
Realizar no máximo 2 aplicações por
ciclo da cultura com intervalos de 10
dias.
Aplicar VORAZ EC no início da
infestação da praga.
A menor dose deve ser aplicada em
ARROZ Pseudaletia
Lagarta-do-trigo 500 a 700 condições de baixa infestação.
IRRIGADO sequax
Realizar no máximo 2 aplicações por
ciclo da cultura com intervalos de 10
dias.
Aplicar VORAZ EC no início da
infestação da praga.
Pseudaletia
Lagarta-do-trigo 300 a 400 Realizar no máximo 2 aplicações por
sequax
ciclo da cultura com intervalo de 7
dias.
AVEIA
Aplicar VORAZ EC no início da
infestação da praga.
Spodoptera 400
Lagarta-militar Realizar no máximo 2 aplicações por
frugiperda
ciclo da cultura com intervalo de 7
dias.
Aplicar VORAZ EC logo após constatar
a presença da praga na lavoura. A
menor dose deverá ser aplicada em
Phthorimaea condições de baixa infestação ou
BATATA Traça-da-batata 400 a 500
operculella menor histórico da praga na região.
Realizar no máximo 3 aplicações por
ciclo da cultura com intervalos de 7
dias.
Aplicar VORAZ EC quando houver
níveis de infestação (% de folhas do
Cafeeiro atacadas com larvas vivas) de
no máximo 3%. A menor dose deverá
Bicho-mineiro- Leucoptera
CAFÉ 500 a 700 ser aplicada em áreas com menor
do-café coffeella
pressão e histórico da praga.
Realizar no máximo 2 aplicações por
safra da cultura com intervalos de 30
dias.
Aplicar VORAZ EC no início da
infestação da praga.
Lagarta-do-trigo Pseudaletia
300 a 400 Realizar no máximo 2 aplicações por
sequax
ciclo da cultura com intervalo de 7
dias.
CENTEIO
Aplicar VORAZ EC no início da
infestação da praga.
Spodoptera
Lagarta-militar 400 Realizar no máximo 2 aplicações por
frugiperda
ciclo da cultura com intervalo de 7
dias.
Aplicar VORAZ EC no início da
infestação da praga.
Pseudaletia
CEVADA Lagarta-do-trigo 300 a 400 Realizar no máximo 2 aplicações por
sequax
ciclo da cultura com intervalo de 7
dias.
BULA_VORAZ_EC_11072024_v00
Alvo Biológico
Dose Época, número, e intervalo de
Cultura Nome Nome (mL/ha) aplicação
Comum Científico
Aplicar VORAZ EC no início da
infestação da praga.
Spodoptera
CEVADA Lagarta-militar 400 Realizar no máximo 2 aplicações por
frugiperda
ciclo da cultura com intervalo de 7
dias.
Aplicar VORAZ EC logo no início do
aparecimento da praga.
Lagarta-das- Brassolis
COCO 500 a 700 Realizar no máximo 2 aplicações por
palmeiras sophorae
safra da cultura com intervalos de 7
dias.
Aplicar VORAZ EC logo no início do
aparecimento da praga.
Lagarta-das- Brassolis
DENDÊ 500 a 700 Realizar no máximo 2 aplicações por
palmeiras sophorae
safra da cultura com intervalos de 7
dias.
Iniciar a aplicação de VORAZ EC
quando for constatado 20 insetos/pano
de batida ou 30% de desfolha antes da
Vaquinha-verde- Diabrotica floração e 15% de desfolhas após a
400 a 500
amarela speciosa floração.
Realizar no máximo 2 aplicações por
ciclo da cultura com intervalos de 7
dias.
FEIJÃO
O controle com VORAZ EC deverá ser
iniciado, quando for constatado até 10
lagartas menores que 1,5 cm por batida
de pano. A menor dose deve ser
Lagarta-falsa- Chrysodeixis
300 a 500 aplicada em condições de baixa
medideira includens
infestação.
Realizar no máximo 2 aplicações por
ciclo da cultura com intervalos de 7
dias.
Aplicar VORAZ EC antes das lagartas
penetrarem no cartucho, quando 20%
das plantas apresentarem o sintoma de
folha raspada. A menor dose deverá
ser aplicada em condições de baixa
infestação ou menor histórico da praga
na região.
Realizar no máximo 2 aplicações por
ciclo da cultura com intervalos de 7
dias.
Lagarta-do- Spodoptera
MILHO 400 a 500 Aplicação em pré-plantio: Deve-se
cartucho frugiperda
monitorar a ocorrência da lagarta-do-
cartucho nas plantas daninhas, na
palhada e no solo da área a ser
cultivada. VORAZ deve ser aplicado
antes da semeadura do milho, quando
constatada a presença da lagarta.
OBS: Se realizar aplicação em pré-
plantio do milho, deve-se realizar
apenas uma aplicação foliar em pós
emergência da cultura.
BULA_VORAZ_EC_11072024_v00
Alvo Biológico
Dose Época, número, e intervalo de
Cultura Nome Nome
(mL/ha) aplicação
Comum Científico
Aplicar VORAZ EC antes das lagartas
penetrarem no cartucho, quando 20%
das plantas apresentarem o sintoma de
folha raspada. A menor dose deverá
Spodoptera ser aplicada em condições de baixa
MILHETO Lagarta-militar 400 a 500
frugiperda infestação ou menor histórico da praga
na região.
Realizar no máximo 2 aplicações por
ciclo da cultura com intervalos de 7
dias.
O controle com VORAZ EC deverá ser
iniciado, quando for constatado até 10
lagartas menores que 1,5 cm por batida
Lagarta-falsa- Chrysodeixis
400 a 500 de pano.
medideira includens
Realizar no máximo 2 aplicações por
ciclo da cultura com intervalos de 7
dias.
SOJA
As aplicações com VORAZ EC deverão
ser iniciadas no início da infestação,
quando as lagartas encontram-se nos
Lagarta-das- Spodoptera
400 a 500 primeiros estágios de desenvolvimento.
folhas eridania
Realizar no máximo 2 aplicações por
ciclo da cultura com intervalos de 7
dias.
Antes da floração: aplicar VORAZ EC
quando atingir 30% de desfolhamento
ou 20 lagartas (maiores que 1,5 cm)
por batida de pano. Após a floração:
aplicar quando atingir 15% de
desfolhamento ou 20 lagartas (maiores
Anticarsia
Lagarta-da-soja 200 a 300 que 1,5 cm) por batida de pano. A
gemmatalis
menor dose deverá ser aplicada em
condições de baixa infestação ou
menor histórico da praga na região.
Realizar no máximo 2 aplicações por
ciclo da cultura com intervalos de 7
dias.
VORAZ EC deverá ser aplicado
quando for encontrado 1 lagarta por
pano de batida ou por metro linear.
SOJA
Iniciar o monitoramento logo após a
emergência da cultura.
Realizar no máximo 2 aplicações por
ciclo da cultura com intervalos de 7
dias.
Aplicação em pré-plantio: Deve-se
Helicoverpa
Helicoverpa 500 monitorar a ocorrência da lagarta
armigera
Helicoverpa nas plantas daninhas, na
palhada e no solo da área a ser
cultivada. VORAZ deve ser aplicado
antes da semeadura da soja, quando
constatada a presença da lagarta.
OBS: Se realizar aplicação em pré-
plantio da soja, deve-se realizar apenas
uma aplicação foliar em pós
emergência da cultura.
BULA_VORAZ_EC_11072024_v00
Alvo Biológico
Dose Época, número, e intervalo de
Cultura Nome Nome (mL/ha) aplicação
Comum Científico
Aplicar VORAZ EC antes das lagartas
penetrarem no cartucho, quando 20%
das plantas apresentarem o sintoma de
folha raspada. A menor dose deverá
Spodoptera 400 a 500 ser aplicada em condições de baixa
SORGO Lagarta-militar
frugiperda mL/ha infestação ou menor histórico da praga
na região.
Realizar no máximo 2 aplicações por
ciclo da cultura com intervalos de 7
dias.
A pulverização com VORAZ EC deve
ser iniciada quando os frutos estiverem
pequenos, aplicando o produto
50 a 100
Broca-pequena- Neoleucinodes principalmente no local da postura
mL/100 L
do-fruto elegantalis (sépalas).
de água
Realizar no máximo 3 aplicações por
ciclo da cultura com intervalos de 7
dias.
A aplicação com VORAZ EC deve ser
TOMATE
iniciada quando forem constatados a
ENVARADO
presença de adultos na lavoura ou os
primeiros sintomas de ataque das
75 a 100 pragas a campo. A dose menor deverá
Traça-do-
Tuta absoluta mL/100 L ser aplicada em condições de baixa
tomateiro
de água infestação ou menor histórico da praga
na região.
Realizar no máximo 3 aplicações por
ciclo da cultura com intervalos de 7
dias.
Aplicar VORAZ na fase da maturação
fisiológica (grão leitoso) no início da
infestação da praga. A dose menor
deverá ser aplicada em condições de
Pseudaletia
Lagarta-do-trigo 300 a 400 baixa infestação ou menor histórico da
sequax
praga na região.
Realizar no máximo 2 aplicações por
ciclo da cultura com intervalos de 7
TRIGO dias.
A lagarta-militar ocorre na fase de início
de desenvolvimento da cultura do trigo,
desde a emergência até o
Spodoptera perfilhamento. Aplicar VORAZ no início
Lagarta-militar 400
frugiperda da infestação.
Realizar no máximo 2 aplicações por
ciclo da cultura com intervalos de 7
dias.
Aplicar VORAZ EC no início da
infestação da praga.
Pseudaletia
Lagarta-do-trigo 300 a 400 Realizar no máximo 2 aplicações por
sequax
ciclo da cultura com intervalo de 7
dias.
TRITICALE
Aplicar VORAZ EC no início da
infestação da praga.
Spodoptera
Lagarta-militar 400 Realizar no máximo 2 aplicações por
frugiperda
ciclo da cultura com intervalo de 7
dias.
BULA_VORAZ_EC_11072024_v00
MODO DE APLICAÇÃO
A aplicação do inseticida VORAZ EC poderá ser efetuada através de pulverização terrestre ou aérea.
APLICAÇÃO TERRESTRE:
Para as culturas de algodão, amendoim, arroz irrigado, arroz de sequeiro, aveia, batata, centeio,
cevada, feijão, milheto, milho, soja, sorgo, tomate envarado, trigo e triticale, VORAZ EC pode ser
aplicado na parte aérea das plantas com equipamento terrestre (costal, tratorizado ou autopropelido).
Na cultura do café, coco e dendê, o produto poderá ser aplicado com equipamento tratorizado turbo-
atomizador, buscando atingir a parte externa e interna das plantas, bem como utilizar pulverizador costal,
manual ou motorizado.
Utilizar equipamentos com pontas de pulverização (bicos) do tipo cônico ou leque, que proporcionem uma
vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Procurar utilizar equipamentos e pressão de
trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que apresentem pouca deriva:
- Diâmetro de gotas: 150 a 300 µ (micra) VMD;
- Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm2;
- Volume de calda:
• Algodão, amendoim, aveia, centeio, cevada, feijão, milheto, milho, soja, sorgo, trigo e triticale: 150 a 300
L/ha
• Arroz irrigado e arroz de sequeiro: 150 L/ha
• Batata: 200 a 500 L/ha
• Café: 300 a 500 L/ha
• Coco e dendê: 600 L/ha
• Tomate envarado: 500 a 1000 L/ha.
APLICAÇÃO AÉREA:
Para as culturas de algodão, amendoim, arroz irrigado, arroz de sequeiro, aveia, café, centeio, cevada,
feijão, milho, soja, trigo e triticale, VORAZ EC pode ser aplicado via aérea através de aeronaves
agrícolas equipadas com barra contendo bicos hidráulicos Spraying Systems D8, core 46 ou atomizadores
rotativos (Micronair AU 5000 ou semelhante) apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota
fina a média. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de
desgaste e vazamentos.
Altura de vôo: A altura do vôo depende das características da aeronave, das condições da área-alvo, em
especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao vôo, do diâmetro das gotas e das condições
atmosféricas, em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral, a altura de vôo
situa-se entre 2 a 4 metros acima da vegetação a controlar, sendo maior quanto maior o porte da aeronave.
Largura da faixa de deposição: 12 a 15 metros. Deve ser determinada mediante testes de deposição com as
aeronaves e equipamentos que serão empregados na aplicação. Varia principalmente com a altura de vôo,
porte da aeronave e diâmetro das gotas.
Diâmetro de gotas: 150 a 300 µ (micra) DMV. Usar o diâmetro maior nas condições mais críticas de
evaporação e/ou deriva, monitorando sempre as variáveis meteorológicas.
Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm² variando com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação.
Volume de aplicação: Deve ser estabelecido em função do diâmetro e densidade de gotas. Como
orientação geral, aplicar de 20 a 40 litros/hectare de calda.
MODO DE PREPARO DA CALDA:
Colocar água limpa até aproximadamente 2/3 da capacidade do tanque de pulverização. Em seguida,
adicionar VORAZ EC nas doses recomendadas, completando o tanque com água e mantendo a agitação
da calda durante o processo de preparo. Realizar a aplicação em seguida, mantendo o sistema de agitação
do tanque em funcionamento durante a aplicação.
Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o processo de preparo da calda.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação via terrestre e aérea do produto, tais
como:
- Temperatura ambiente até 30ºC;
- Umidade relativa do ar no mínimo de 50%;
- Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h;
BULA_VORAZ_EC_11072024_v00
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas
pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão ................................ 93 dias
Amendoim…………………… 21 dias
Arroz irrigado………………… 14 dias
Arroz de sequeiro…………… 14 dias
Aveia………………………….. 14 dias
Batata .................................... 9 dias
Café ....................................... 21 dias
Centeio………………………... 14 dias
Cevada……………………….. 14 dias
Coco…………………………... 10 dias
Dendê…………………………. 10 dias
Feijão ..................................... 21 dias
Milho ....................................... 83 dias
Milheto…………………………. 83 dias
Soja ........................................ 53 dias
Sorgo…………………………... 83 dias
Tomate envarado…………….. 7 dias
Trigo ....................................... 14 dias
Triticale………………………… 14 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual
(EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivo para culturas agrícolas.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item MODO DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
GRUPO 1A INSETICIDA
GRUPO 15 INSETICIDA
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema
econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
BULA_VORAZ_EC_11072024_v00
O inseticida VORAZ EC pertence ao Grupo 1A+15 (antagonista de receptores muscarínicos) e o uso
repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento
de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do VORAZ EC como uma ferramenta útil de manejo de pragas
agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução
da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto dos Grupos 1A+15. Sempre rotacionar com
produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar VORAZ EC ou outro produto dos mesmos grupos químicos somente dentro de um “intervalo de
aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de VORAZ EC podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de
aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso
específico do VORAZ EC o período total de exposição a inseticidas dos grupos químicos dos
Metilcarbamato de oxima + Benzoilureia não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número
total de aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do VORAZ EC ou outros produtos dos Grupos
1A+15, quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem
controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de
culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o
IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
(www.agricultura.gov.br).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e
medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de
culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, manejo da irrigação e outros,
visam o melhor equilíbrio do sistema.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
NOVA FÓRMULA
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas
de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
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- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma
de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO OU PREPARAÇÃO DA CALDA
- Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com
proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila;
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção
lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos
até o final do período de reentrada;
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
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Fatal se ingerido
Nocivo se inalado
PERIGO Pode ser nocivo em contato com a pele
Provoca irritação ocular grave
Pode causar sonolência ou vertigem
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa
de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave
com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro
olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
– INTOXICAÇÕES POR VORAZ EC –
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Metomil: Metilcarbamato de oxima
Novalurom: Benzoilureia
Classe toxicológica CATEGORIA 2 – PRODUTO ALTAMENTE TÓXICO
Vias de exposição Oral, dermal, inalatória e ocular.
Toxicocinética Metomil: carbamatos inibem competitivamente a pseudocolinesterase e
acetilcolines-terase, impedindo a hidrólise e inativação da acetilcolina. A
acetilcolina se acumula na junção dos nervos causando a superestimulação das
terminações nervosas, tornando inadequada a transmissão de seus estímulos
às células musculares, glandulares, ganglionares e do Sistema Nervoso Central
(SNC).
Novalurom: Estudos em animais (camundongos ratos, cães) mostraram que o
alvo de ação do Novalurom é o eritrócito maduro. O mecanismo exato não foi
elucidado, porém é provável quo o produto cause dano oxidativo ao eritrócito
maduro. A produção de eritróctos não está diminuída, ao contrário, está
incrementada para compensar a perda de células na circulação. A
hematopoiese está incrementada nos ossos e nas reservas funcionais do baço
e do fígado.
Ação oxidativa nos eritrócitos foi evidente pela presença de metahemoglobina,
sulfahemoglobina e corpos de Heinz, resultantes da oxidação da hemoglobina.
Toxicodinâmica Metomil: O Metomil é um carbamato que inibe transitoriamente a enzima
acetilcolinesterase através de sua fosforilação, impossibilitando-a de exercer
sua função de hidrolisar o neurotransmissor acetilcolina em colina e ácido
acético. Isso leva ao acúmulo de acetilcolina e consequente superestimulação
das terminações nervosas, tornando inadequada a transmissão de seus
estímulos às células musculares, glandulares, ganglionares e do Sistema
Nervoso Central (SNC).
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A Acetilcolina está presente no sistema nervoso central (SNC), sistema nervoso
periférico (SNP) e também nos eritrócitos. Inativa a acetilcolina, responsável pela
transmissão do impulso nervoso no SNC, nas fibras pré-ganglionares, simpáticas e
parassimpáticas e na placa mioneural.
Os carbamatos agem de modo semelhante aos organofosforados, mas formam
um complexo menos estável com a colinesterase, permitindo a recuperação da
enzima mais rapidamente.
Novalurom: Nos insetos atua inibindo a síntese de quitina, que o ser humano
não possui. Estudos em animais (camundongos, ratos, cães) mostraram que o
alvo de ação do Novalurom é o eritrócito maduro. O mecanismo exato não tem
sido elucidado, porém é provável que o produto cause dano oxidativo ao
eritrócito maduro. A produção de eritrócitos não está diminuída, ao contrário,
está incrementado para compensar a perda de células na circulação. A
hematopoiese está incrementada nos ossos e nas reservas funcionais do baço
e do fígado. Ação oxidativa nos eritrócitos foi evidente pela presença de
metahemoglobina, sulfahemoglobina e corpos de Heinz, resultantes da
oxidação da hemoglobina. A ação é reversível e de pouca significância
toxicológica.
Estudos em animais (camundongos, ratos, cães) mostraram que o alvo de ação
do Novalurom é o eritrócito maduro. O mecanismo exato não tem sido
elucidado, porém é provável que o produto cause dano oxidativo ao eritrócito
maduro. A produção de eritrócitos não está diminuído, ao contrário, está
incrementado para compensar a perda de células na circulação. Hematopoiese
está incrementada nos ossos e nas reservas funcionais do baço e fígado. Dano
oxidativo a eritrócitos foi evidente pela presença de metahemoglobina,
sulfahemoglobina e corpos de Heinz, resultantes da oxidação da hemoglobina.
A ação é reversível e de pouca significância toxicológica.
Os resultados em animais demonstraram que o Novaluron é muito pouco
absorvido após administração oral. Não é metabolizado facilmente e pode
acumular-se no tecido adiposo inalterado devido a sua propriedade lipofílica e
em menor proporção no fígado, bile, rins, pâncreas e nódulos linfáticos,
principalmente como molécula inalterada. É excretado inalterado e lentamente
nas fezes (76-95%) e na urina (0,6-19,9%), permanecendo (0,1-4,3%) no corpo.
Após 72 horas da administração, os níveis de concentração do produto no
plasma, sangue e tecidos foram reduzidos a aproximadamente metade daquela
atingida 5 horas depois da administração. A via metabólica principal após
administração oral em ratos é a hidrólise da união amido entre o anel clorofenil
e o anel difluorofenil. Estudo de exposição dérmica em animais de laboratório
com doses repetidas demonstrou que o produto é muito pouco absorvido pela
pele.
Sintomas e Metomil: Os efeitos da intoxicação podem incluir efeitos muscarínicos:
sinais clínicos braquicardia, salivação, lacrimação, diaforese, vômito, diarreia, urinação e miose;
efeitos nicotínicos: taquicardia, hipertensão, midríase e cãimbra muscular.
Quando a intoxicação é severa os efeitos muscarínicos incluem broncorreia,
broncoespasmo e dano agudo pulmonar, fasciculação muscular, fraqueza,
falência respiratória; efeito no Sistema Nervoso Central: depressão do SNC,
agitação, confusão, delírio, coma e convulsões. Hipotensão, disritmia ventricular,
acidose metabólica, pancreatite e hiperglicemia também podem se desenvolver.
Em crianças podem ocorrer depressão do sistema nervoso central, estupor,
coma, dispneia e convulsões. Crianças podem apresentar alguns sinais
muscarínicos e nicotínicos de intoxicação (secreções, braquicardia, fasciculações
e miose).
Oral: Em ratos que receberam doses de 5 mg/kg foram observados fasciculação
muscular e convulsões, a temperatura corpórea estava abaixo do normal.
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Inalatória: vapores produzem irritação rapidamente na membrana mucosa e no
trato respiratório superior, além de broncoespasmo seguido de efeitos sistêmicos
muscarínicos, nicotínicos e central se ocorrer exposição a concentrações
significativas.
Novalurom: Não há casos conhecidos de intoxicação para o ser humano. Em
estudos com animais de laboratório, o produto demonstrou irritabilidade dérmica
causando leve irritação. Quando os animais foram submetidos a altas doses,
foram observados sintomas como: letargia, diminuição da frequência
respiratória, palidez nas extremidades, diarreia e aumento da salivação.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
quadro clínico compatível, devendo ser feito baseado no exame clínico e
informações disponíveis. O decréscimo de 25% ou mais da atividade da
colinesterase plasmática indica exposição importante. Queda de 50% é
geralmente associada com exposição intensa. O decréscimo da atividade da
pseudocolinesterase é um indicador sensível, mas não especifico. Dosagem de
metahemoglobina deve ser feito em todos os pacientes com cianose.
Tratamento Tratamento geral: as medidas gerais devem estar orientadas à estabilização
do paciente com avaliação de sinais vitais e do "status mental", a efetividade da
respiração e circulação, manutenção de vias aéreas patentes e adequada
oxigenação, remoção da fonte de exposição ao produto com a
descontaminação do paciente, administração de antídotos, medidas para
aumentar a eliminação do tóxico do organismo, medidas sintomáticas e de
manutenção.
Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea,
frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal).
Estabelecer via endovenosa. Atenção especial para parada cardiorrespiratória,
hipotensão e arritmias cardíacas. Usar vasopressores na hipotensão severa
(evitar adrenalina pelo risco de fibrilação). Avaliar estado de consciência do
paciente.
Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente.
Sucção de secreções orais se necessário. lntubação e ventilação conforme
necessário, especialmente se o paciente tiver depressão respiratória ou
comprometimento neurológico.
Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão
tecidual. Se intoxicação severa, pode ser necessária ventilação pulmonar
assistida.
Medidas de descontaminação:
Exposição oral: Tratamento de suporte vital, monitorização cardíaca e
respiratória. Controlar convulsões anteriormente a qualquer método de
descontaminação gastrintestinal. A lavagem gástrica deve ser indicada se a
dose ingerida for acima de 40 mg/Kg de ingrediente ativo (adulto), seguido de
carvão ativado.
Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade
do produto (geralmente dentro de 1 hora). Atentar para nível de consciência e
proteger vias aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do tubo
orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação
endotraqueal com cuff.
Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou
alteração de consciência em pacientes não-intubados; pacientes com risco de
hemorragia (alterações prévias de coagulação) ou perfuração gastrintestinal; e
ingestão de quantidade não significativa do produto.
Carvão ativado: liga-se à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a sua
absorção sistêmica, se administrado logo após a ingestão (1 h).
Dose: administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de
água/30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 25 a 50
g (ou 0,5 a 1,0 g/Kg) em crianças de 1 a 12 anos e 10 a 25g (ou 0,5 a 1,0 g/Kg)
em crianças com menos de 1 ano.
Contraindicações: pacientes neurologicamente comprometidos e com as vias
aéreas desprotegidas, perfuração do trato gastrintestinal e quando o carvão
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ativado pode aumentar o risco de aspiração.
Na presença de vômito, pode ser administrado através de um tubo orogástrico
ou tubo nasogástrico. Nos casos moderados a severos, a administração
repetida de carvão ativado a cada 2-4 horas pode ser benéfica na tentativa de
diminuir a absorção e a circulação entero-hepática, mas o uso de formulações
contendo sorbitol (um catártico) deve ser evitada após a primeira dose.
- Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses desse composto, podem
aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de
lado para evitar que aspire resíduos.
ATENÇÃO: nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente,
vomitando, com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição.
Exposição ocular: Lave os olhos expostos abundantemente com água ou
solução salina 0,9% à temperatura ambiente por cerca de 20 a 30 minutos.
Assegure que não fiquem partículas na conjuntiva. Evitar que a água da
lavagem contamine o outro olho. Pode-se utilizar colírio anestésico no início da
descontaminação ocular. Realizar avaliação oftalmológica de urgência.
Exposição dérmica: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta,
não negligenciando unhas e dobras cutâneas, com água abundante e sabão por
cerca de 20 a 30 minutos para remover resíduos de agrotóxicos da pele e
cabelo. Muitos agrotóxicos são corrosivos e irritantes e causam processo
inflamatório local que pode se intensificar com a exposição ao sol. Podem
ocorrer queimaduras químicas. Tratamento dos sintomas de acordo com as
manifestações clínicas.
Exposição inalatória: Remover o paciente para um local arejado e fornecer
adequadas ventilação e oxigenação. Muitos agrotóxicos possuem solventes
derivados de petróleo e outras substâncias, como surfactantes, agravando a
irritação de mucosas e os efeitos da intoxicação, podendo causar pneumonite e
pneumonia química. Administrar oxigênio, corticoides, broncodilatadores,
antagonistas H1, antibioticoterapia conforme indicação clínica.
Antídoto: Atropina - antagonista dos efeitos muscarínicos, a atropina não age
sobre os efeitos nicotínicos. Dose de 1,0 - 4,0 mg em fase de ataque (adultos),
e 0,01 a 0,05 mg/kg em crianças, via EV, diluída em soro fisiológico na
proporção de 1:2. As preparações de Atropina disponíveis no mercado,
normalmente têm a concentração de 0,25 a 0,50 mg/mL. Repetir, se necessário,
a cada 5 a 10 minutos. O parâmetro para a manutenção ou suspensão do
tratamento é clínico e se baseia ou na reversão da ausculta pulmonar indicativa
de broncorreia e na constatação do desaparecimento da fase hipersecretora, ou
no aparecimento de sintomas de intoxicação atropínica ligeira (hiperemia de
pele, boca seca, pupilas dilatadas e taquicardia). Alcançados sinais de
atropinização, ajustar a dose de manutenção destes efeitos por 24 horas ou
mais. A presença de taquicardia e hipertensão não contraindica a atropinização.
São indicados a supervisão e o tratamento sintomático do paciente por pelo
menos 48 horas, mas aconselha-se mantê-lo em observação por 72 horas, com
monitoramento cardiorrespiratório e oximetria de pulso. A administração de
atropina só deverá ser realizada na vigência de sintomatologia.
Oximas (pralidoxima) - Ela desfosforiliza e reativa a acetilcolinesterase. Seu
efeito é importante na regressão dos efeitos nicotínicos e a prevenção da
Síndrome Intermediária, mas ela não age sobre os efeitos muscarínicos. A
pralidoxima não substitui a atropina. Nos casos de contaminação importante seu
uso deve ser iniciado desde as primeiras 24 horas para ser mais efetivo, mas a
pralidoxima pode ser aportada mais tarde, em especial em intoxicações por
compostos lipossolúveis.
Dose de ataque: Adultos: 1g, preferencialmente EV, podendo ser utilizada IM ou
SC, em doses não maiores que 200 mg/minuto, diluídas em soro fisiológico.
Pode ser repetida a partir de 2 horas após a primeira administração, não
ultrapassando a dose máxima de 12 g/dia.
Crianças: 20 a 40 mg/kg, preferencialmente EV, podendo ser utilizada IM ou
SC. Não exceder 4 mg/kg/min. A pralidoxima pode causar bloqueio
neuromuscular se utilizada em altas doses, com taquicardia, laringoespasmo,
rigidez muscular, náusea, cefaleia e tontura.
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Se houver convulsões, o paciente pode ser tratado com benzodiazepínicos, sob
controle médico. Atenção especial para parada respiratória repentina,
hipotensão e arritmias. Monitorar funções vitais frequentemente. Manter
internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado,
especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá
estar protegida por luvas e avental impermeável de forma a não se contaminar
com o agente tóxico.
Contraindicações O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração e
pneumonite química.
Efeitos das interações Com outros organofosforados ou carbamatos. N-metilpirrolidona pode aumentar
químicas a absorção de outras substâncias.
ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS).
As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação
(SINAN/MS).
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da Empresa: 0800-200-2345
Endereço Eletrônico da Empesa: www.adama.com
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.
EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
DL50 oral em ratos: 25 mg/kg p.c.
DL50 cutânea em ratos: > 4000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: > 0,8865 mg/L.
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: Não foram observados edemas ou entemas nos animais. Devido
à ausência de reações cutâneas, o teste foi finalizado em 72 horas e foi classificada como não irritante
(GHS).
Corrosão/irritação ocular em coelhos: Todos os sinais de irritação retornaram ao normal na leitura em 48
horas após o tratamento para 1/3 dos olhos testados, em 72 horas após tratamento para 1/3 dos olhos
testados e em 7 dias após o tratamento para 1/3 dos olhos testados.
Sensibilização cutânea: Aproximadamente 24 e 48 horas após a remoção do curativo, foram realizadas
avaliações para a presença de eritema e edema. Não foram observados eritemas e edemas no flanco direito
após a exposição de desafio, o produto foi considerado como não sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não é mutagênico.
EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Metomil: estudos em cães por 2 anos utilizando metomil (31,12 e 32,67 mg/kg/dia para machos e fêmeas,
respectivamente) na dieta mostraram sinais clínicos de inibição de acetilcolinesterase, aumento de
mortalidade, anemia leve a moderada, evidência de hematopoiese compensatória no baço e medula óssea,
depósitos de hemosiderina, aumento epitelial dos túbulos renais. Em ratos machos alimentados com
metomil (200 e 400 mg/kg/dia) foram observados diminuição no consumo de alimentos e menor crescimento
em relação ao grupo controle; em fêmeas alimentadas com 200 e 400 mg/kg/dia de metomil foram
observados aumento da incidência e severidade de hematopoiese extramedular; em ambos os sexos a
dose de 400 mg/kg/dia foram observadas alterações renais (vacuolização de células epiteliais e hipertrofia
dos túbulos convolutos proximais); o NOEL na dieta para ratos foi estimado em 100 mg/kg/dia.
Toxicidade reprodutiva: Em ratos alimentados com 17 mg/kg/dia de metomil por 2 meses mostraram
diminuição no nível de testosterona e aumento nos níveis de hormônio folículo estimulante, hormônio
luteinizante e prolactina, além de alterações nos testículos de grau variável até a destruição total de túbulos
seminíferos. As alterações hormonais persistiram por 30 dias após a última exposição, indicando efeito
persistente. O estudo conclui que a exposição crônica de metomil tem efeitos deletérios em testículos de ratos.
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Novalurom: Em ratos tratados com novalurom na dieta por 90 dias, em doses maiores que 10000 ppm, foram
observados aumento da hematopoiese extramedular no baço, da concentração de metahemoglobina, do
número de reticulócitos e do peso relativo do baço; diminuição da hemoglobina e do número de eritrócitos.
Em camundongos tratados com novalurom foram observados diminuição na contagem de glóbulos vermelhos
e hematócrito, aumento do peso relativo do baço e do número de reticulócitos.
Estudos crônicos com ratos e camundongos mostraram alterações hematológicas, aumento da
concentração de hemoglobina corpuscular, do número de reticulócitos, pigmentação das células de Kupffer,
diminuição da contagem de células vermelhas, do conteúdo de hemoglobina e deposição de hemossiderina
no baço. O NOAEL para ratos foi calculado em 1,1 e 1,4 mg/kg/dia (machos e fêmeas, respectivamente) e
para camundongos 3,6 e 4,3 mg/kg/dia (machos e fêmeas, respectivamente).
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
(X) ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE I)
( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo
atingir principalmente águas subterrâneas;
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
- Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos);
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique
o produto no período de maior visitação das abelhas;
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água
e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos
e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação
susceptível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser venlado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
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INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa (ADAMA)
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
dependem das proporções do acidente, das caracteríscas do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico, etc., ficando a favor
do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos
de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca
do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
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DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
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É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através
do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem
ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL
OU MUNICIPAL:
Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes às
atividades agrícolas.
Ceará: é vetada a pulverização aérea de agrotóxicos no Estado, conforme Lei nº 16.820, de 08 de janeiro
de 2019.
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