Voliam Flexi
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. São Paulo/SP
Inseticida
clorantraniliprole (antranilamida) (100 g/L) + tiametoxam (neonicotinóide) (200 g/L)
Informações
Número de Registro
2413
Marca Comercial
Voliam Flexi
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
clorantraniliprole (antranilamida) (100 g/L) + tiametoxam (neonicotinóide) (200 g/L)
Titular de Registro
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. São Paulo/SP
Classe
Inseticida
Modo de Ação
sistêmico
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Anthonomus grandis
Bicudo
Algodão
Aphis gossypii
Pulgão-das-inflorescências; Pulgão-do-algodoeiro
Algodão
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Feijão
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Feijão
Hedylepta indicata
Lagarta-do-feijão; Lagarta-enroladeira-das-folhas
Conteúdo da Bula
VOLIAM FLEXI
Bula Completa – 17.07.2025
<Logomarca do produto>
VOLIAM FLEXI
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 02413.
COMPOSIÇÃO:
3-(2-chloro-1,3-thiazol-5-ylmethyl) -5-methyl-1,3,5-oxadiazinan-4-ylidene(nitro)amine
(TIAMETOXAM)........................................................................................200 g/L (20% m/v)
3-Bromo-4’ -chloro-1-(3-chloro-2-pyridyl) -2’ -methyl-6’ -(methylcarbamoyl)pyrazole-5-
carboxanilide (CLORANTRANILIPROLE) ................................................100 g/L (10% m/v)
Outros Ingredientes:...............................................................................840 g/L (84% m/v)
GRUPO 4A INSETICIDA
GRUPO 28 INSETICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: INSETICIDA SISTÊMICO DE CONTATO E INGESTÃO
GRUPO QUÍMICO: NEONICOTINOIDE (TIAMETOXAM) E ANTRANILAMIDA
(CLORANTRANILIPROLE)
TIPO DE FORMULAÇÃO: SUSPENSÃO CONCENTRADA (SC)
TITULAR DO REGISTRO (*):
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691, 11º e 13º
andares, Torre Sigma, Bairro Várzea de Baixo, CEP: 04730-000, São Paulo/SP, Fone: (11)
5643-2322, CNPJ: 60.744.463/0001-90 – Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 001.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
THIAMETHOXAM TÉCNICO – Registro MAPA nº 09898:
Deccan Fine Chemicals (India) Private Limited – Survey Number -28/1-A - Santa Monica
Works – Corlim - Ilhas Goa 403 110 - Índia.
Viakem S.A. de C.V. – Unidad Químicos Finos - Av. Manuel L. Barragán y Lerdo de Tejada,
Zona Industrial, 66450, San Nicolás de los Garza, Nuevo León, México.
Bharat Rasayan Ltd. - Plot No. 42/4, Amod Road, GIDC, Dahej District, Bharuch, Gujarat,
392130 - Índia.
Changqing (Hubei) Biotechnology Co., Ltd. - No.6, Majiapu Road Tianjiahe area
Yaojiagang Chemical, Industrial Park, Yichang City, Hubei, China.
Handan Ruitian Pesticide Co., Ltd. - No. 1, South of Weiliu Road, Schangcheng, Industrial
Zone, Cheng’an district, Handan Hebei province, China.
Hebei de Rich Chemical Co., Ltd. - No. 1, Road No. 1, New Industrial Zone, Gaocheng
District, Shijiazhuang, Hebei Province, China.
Shandong Hailir Chemical Co., Ltd - Lingang Industrial Zone, Coastal Econ. Developement
Zone, Weifang, Shandong, China.
CHLORANTRANILIPROLE TÉCNICO – Registro MAPA nº 08809:
Corteva Agriscience Spain, S.L. – Valle de Tamón, s/n, 33469 – Carreño, Asturias -
Espanha.
FMC Corporation - U.S. Highway 43 North, Axis, Alabama, 36505, EUA
FMC (Shanghai) Agricultural Sciences Co., Ltd. - nº 39 Shungong Road Shanghai
Chemical Industry Park Shanghai, China 201507
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FORMULADOR:
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rodovia Professor Zeferino Vaz, SP 332, s/nº, km
127,5, Bairro Santa Terezinha – CEP: 13148-915 – Paulínia/SP - CNPJ: 60.744.463/0010-80
- Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 453.
Syngenta Crop Protection, LLC. - 4111 Gibson Road - 68107 - Omaha - Nebraska - EUA.
Syngenta S.A. - Carretera Via Mamonal, km 6 – Cartagena - Colômbia.
Syngenta South Africa (Pty) Limited - 4 Krokodildrift Avenue, Brits 0250, África do Sul.
Syngenta Production France S.A.S. - Route de la Gare, 30670 Aigues-Vives, França.
Arysta Lifescience do Brasil Indústria Química e Agropecuária S.A. - Rodovia Sorocaba
- Pilar do Sul, km 122- SP 264 - Distrito Industrial - CEP: 18160-000 - Salto de Pirapora/SP -
CNPJ: 62.182.092/0012-88 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 476.
Iharabras S.A. Indústrias Químicas - Avenida Liberdade, 1701 – Bairo Cajuru do Sul - CEP:
18087-170 – Sorocaba/SP - CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº
008.
Ouro Fino Química S.A. - Av. Filomena Cartafina, nº 22335 - Q14L05 - Distrito Industrial III
- CEP: 38044-750 - Uberaba/ MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Cadastro IMA/MG sob nº
8.764.
Sipcam Nichino Brasil S.A. - Rua Igarapava, 599 - Uberaba/ MG - CNPJ: 23.361.306/0001-
79 - Cadastro IMA/MG sob nº 2.972.
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. - Av. Roberto Simonsen
1459 - Paulínia/SP - CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 477.
Syngenta Limited - Grangemouth Manufacturing Centre, Earls Road, Grangemouth,
Stirlingshire FK3 8XG, Reino Unido.
Chemark Zrt. - 06/75 hrsz. Berhida, Peremarton gyártelep, 8182, Hungria.
“O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo Syngenta”.
Nº do Lote ou da Partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA
AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-
SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
AGITE ANTES DE USAR
INDÚSTRIA BRASILEIRA (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil,
conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE
CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II –
PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
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INSTRUÇÕES DE USO:
PRAGAS
VOLUME NÚMERO
ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS DOSES DE MÁXIMO DE
NOME COMUM APLICAÇÃO
CALDA APLICAÇÕES
NOME CIENTÍFICO
ÉPOCA: Lagarta-do-cartucho: Iniciar
Lagarta-do-cartucho a aplicação no início da infestação,
150-200 com no máximo 10% de plantas com
(Spodoptera
mL/ha lagartas. Reaplicar quando os níveis
frugiperda)
de dano forem atingidos.
Usar dose maior em situação de
condições de alta infestação, áreas
Pulgão-das- com histórico da praga ou quando o
inflorescências clima for favorável ao ataque, com
(Aphis gossypii) intervalo médio entre as aplicações de
7 dias.
ÉPOCA: Pulgão-das-inflorescências:
Realizar amostragens para decidir o
início das aplicações, onde avalia-se a
150 L/ha porcentagem de plantas atacadas,
(aplicação considerando como planta atacada
terrestre) aquela que tiver pelo menos uma
colônia se formando. Para cultivares
10 – 30 tolerantes ou resistentes ao mosaico-
ALGODÃO L/ha 3 aplicações das-nervuras: 10-20% de plantas
(aplicação atacadas. Em cultivares suscetíveis
200-250 aérea a ao mosaico das nervuras: De 3 a 5%
mL/ha baixo de plantas atacadas, com intervalo
Bicudo-do- volume - médio entre as aplicações de 5 a 7
algodoeiro BV) dias.
(Anthonomus
grandis) ÉPOCA: Bicudo-do-algodoeiro: iniciar
as aplicações quando o nível de
infestação obtido através do
monitoramento atingir entre 1 a 3%
dos botões florais atacados,
coincidindo com a abertura dos
primeiros botões florais ao redor dos
35-40 dias da emergência da cultura.
Fazer bateria sequencial de 3
aplicações, com intervalo médio entre
as aplicações de 5 a 7 dias.
Para aplicação aérea seguir as
instruções presentes na bula.
ÉPOCA: Mosca-branca: iniciar as
aplicações quando for constatado o
Mosca-branca início da infestação dos insetos
200-250
(Bemisia tabaci adultos na fase inicial da cultura,
mL/ha
Biótipo B) quando a cultura é mais suscetível à
virose do mosaico-dourado
transmitido pela mosca-branca. Fazer
até 3 aplicações, com intervalo de 7
dias.
200 L/ha
FEIJÃO (aplicação 3 aplicações ÉPOCA: Lagarta-enroladeira-das-
terrestre) folhas: Iniciar a aplicação no início de
ataque, quando observadas as
Lagarta-enroladeira-
100-200 primeiras lagartas e os sintomas de
das-folhas
mL/ha raspagem nas folhas. Reaplicar
(Hedylepta indicata)
somente em caso de reinfestação.
Usar a dose maior em situação de alta
infestação quando as lagartas já
estiverem alojadas e enrolando as
folhas.
INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias.
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MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Pulverização terrestre: Seguir os seguintes parâmetros de aplicação:
Tecnologia de aplicação:
Utilizar pulverizador costal ou tratorizado provido de pontas de jato leque ou cônico, com
espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados, de acordo com instruções
do fabricante. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada,
assegurando sempre uma boa cobertura na aplicação.
Algodão: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de calda
ao redor de 150 L/ha.
Feijão: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de calda de
200 L/ha.
Pulverização aérea: seguir os seguintes parâmetros de aplicação:
Algodão:
Aplicação a baixo volume (BV)
1. Volume de calda ---------------------------------------------------------- 10 a 30 L/ha.
2. Diâmetro mediano Volumétrico de gotas (DMV) ----------------- 200 a 400 µm.
3. Largura da faixa de aplicação (IPANEMA)-------------------------- 15 m.
4. Altura de voo --------------------------------------------------------------- 2 a 4 m.
5. Cobertura no alvo --------------------------------------------------------- 20 a 30 gotas/cm2.
Parâmetros meteorológicos recomendados durante a aplicação:
1. Velocidade do vento calmo ---------------------------------------------- média de 3 km/h até
10 km/h.
2. Temperatura atmosférica------------------------------------------------- Abaixo de 30o C.
3. Umidade relativa do ar ----------------------------------------------------- Acima de 50%.
Equipamentos de pulverização para Avião Ipanema:
1. Para aplicação a baixo volume (BV) 30 L/ha, faixa de 15 m e velocidade de voo 110 mph
(milhas por hora), utilizar:
• 37 Bicos hidráulicos da série “D” – Disco D10 conjugado com difusor DC45,
pressão de 2,0 bar, com jato posicionado à 90o ou
• 8 atomizadores rotativos “Micronair AU5000” com ângulo das pás entre 55 a 65o
e com o VRU selecionado no orifício N.o 14 e pressão de 3,5 bar.
Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser
constantemente monitorada com termohigrômetro.
Observação: Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas
de operação previstas nas portarias do Decreto Lei 86.765 do Ministério da Agricultura.
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e
regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que
empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários.
Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.
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VOLIAM FLEXI
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INTERVALO DE SEGURANÇA: (período de tempo que deverá transcorrer entre a última
aplicação e a colheita):
CULTURA DIAS
Algodão 21
Feijão 14
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda
aplicada estiver seca (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse
período, é necessário utilizar aqueles mesmos Equipamentos de Proteção Individual usados
durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação
importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia
da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique,
antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas
tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no
Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou
importador.
Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de Área
de Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas. Nunca
aplique este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água em caso de
aplicação terrestre, e 250 metros em caso de aplicação aérea. E utilize-se sempre das Boas
Práticas Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível em
locais de declive e o plantio direto.
Observar as Normas e Legislações complementares sobre segurança no trabalho.
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Testes de campo demonstraram que nas culturas e doses recomendadas não há efeito
fitotóxico.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS:
VIDE MODO DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
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VOLIAM FLEXI
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VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO
DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
GRUPO 4A INSETICIDA
GRUPO 28 INSETICIDA
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se
um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados
devido à resistência.
O inseticida VOLIAM FLEXI pertence aos grupos 4A (Moduladores competitivos de
receptores nicotínicos da acetilcolina - Neonicotinóides) e 28 (Diamidas - Moduladores de
receptores de rianodina) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo
grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas
culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do VOLIAM FLEXI como uma ferramenta útil de manejo
de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir,
retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto dos Grupos 4A e 28. Sempre
rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
Usar VOLIAM FLEXI ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de
um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
Aplicações sucessivas de VOLIAM FLEXI podem ser feitas desde que o período
residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da
praga-alvo.
Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações
permitidas. No caso específico do VOLIAM FLEXI, o período total de exposição
(número de dias) a inseticidas dos grupos químicos dos Neonicotinóides e Diamidas
não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações
recomendadas na bula.
Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do VOLIAM FLEXI ou outros
produtos dos Grupos 4A e 28 quando for necessário;
Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis
das pragas a serem controladas;
Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP)
como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc.,
sempre que disponível e apropriado;
Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do
produto;
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na
aplicação de inseticidas;
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VOLIAM FLEXI
Bula Completa – 17.07.2025
Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser
encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da
Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os
princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades
resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada,
Inseticidas, controle biológico, destruição dos restos culturais, manejo da irrigação e outros,
visam o melhor equilíbrio do sistema.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos,
orifícios e válvulas com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos,
vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações
determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência
de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas
específicas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações
descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de
emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e de animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: Macacão com tratamento hidro-repelente com mangas e calças
compridas; botas de borracha; avental impermeável; equipamento de proteção
respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2; óculos de segurança com
proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual
(EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
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VOLIAM FLEXI
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PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): Macacão com tratamento hidro-
repelente com mangas e calças compridas; botas de borracha; avental impermeável;
equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2; óculos
de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção para produtos
químicos.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área
em que estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir
que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): Macacão com tratamento hidro-
repelente com mangas e calças compridas; botas de borracha; equipamento de
proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2; óculos de segurança
com proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA
TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na
área tratada com os produtos antes do término do intervalo de reentrada, utilize
Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a
aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça
em áreas tratadas logo após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas
ainda vestidas para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem
original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das
demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos
de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
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VOLIAM FLEXI
Bula Completa – 17.07.2025
• No descarte de embalagens, utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI):
Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, luvas de
proteção para produtos químicos e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados
na seguinte ordem: Touca árabe, óculos de segurança com proteção lateral, botas de
borracha, macacão com tratamento hidrorepelente com mangas e calças compridas,
luvas de proteção para produtos químicos e equipamento de proteção respiratória
com filtro mecânico classe P2 ou PFF2.
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizada por pessoa treinada e
devidamente protegida.
PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência
levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do
produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação
médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para
beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15
minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato,
deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos,
relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão
neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR VOLIAM FLEXI®
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Clorantraniliprole: Antranilamida
Tiametoxam: Neonicotinoide
Classe
Categoria 5: Produto Improvável de Causar Dano Agudo.
toxicológica
Vias de exposição
Oral, inalatória, ocular e dérmica. As exposições inalatória e dérmica são
consideradas as mais relevantes.
Toxicocinética Clorantraniliprole: A absorção do 14C-clorantraniliprole em ratos foi rápida, com
picos plasmáticos alcançados dentro de 5 a 12 horas após administração única
das doses mínima ou máxima de 10 ou 200 mg/kg p.c. A absorção na dose
mínima foi de 73-85% em comparação a 12-13,3% na dose máxima pela via
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Bula Completa – 17.07.2025
biliar canulada dos ratos. A meia-vida de eliminação plasmática variou entre 38
e 82 horas. A distribuição tecidual da dose absorvida foi ampla, o que indica
baixo potencial de bioacumulação. Os maiores resíduos teciduais foram
detectados nas fêmeas. O metabolismo da dose absorvida foi amplo e envolveu
particularidades para cada um dos sexos testados, principalmente na
hidroxilação inicial de metilfenil e N-metil-carbono. O metabolismo adicional dos
metabólitos hidroxilados incluiu: N-desmetilação, ciclização de nitrogênio em
carbono com perda de uma molécula de água, oxidação de álcoois em ácidos
carboxílicos, clivagem de ponte de amida, hidrólise de amina e O-
glucuronidação. A maior parte da dose (88-97%) foi excretada após 48-72 horas
da administração, sendo a via fecal a principal via de eliminação, seguida pela
urina, sem excreção significativa por expiração. Após administração contínua de
clorantraniliprole por 14 dias, o comportamento cinético em estado estacionário
foi mais aparente em ratos machos do que em fêmeas. A distribuição tecidual,
extenso metabolismo e excreção predominante pelas fezes foram consistentes
com o observado no estudo de dosagem única.
Tiametoxam: A substância foi rápida e completamente absorvida em ratos
tratados com tiametoxam radiomarcado em dose oral única de 0,5 ou 100 mg/kg
p.c. O pico plasmático foi alcançado em 1-4 horas e os maiores níveis teciduais
identificados no fígado e sangue. A depleção dos tecidos seguiu cinética de
primeira ordem, com meia-vida de aproximadamente 2 a 6 horas. Após sete dias,
apenas 0,3% da dose administrada permaneceu nos tecidos. Em ratos, cerca de
20-30% da dose foi biotransformada, enquanto 70-80% foi eliminada como
tiametoxam inalterado. Em 24 horas, cerca de 90% da dose foi excretada pela
urina e cerca de 4% pela bile. Em camundongos, 30 a 60% da dose foi
biotransformada e eliminada principalmente pela urina; a eliminação fecal foi
responsável por cerca de 19%. Vinte e dois metabólitos foram isolados e
identificados nas excretas de ratos. O metabólito quantitativamente mais
importante foi o CGA 322704 (clotianidina), que representou cerca de 10% da
dose. A principal reação envolvida na biotransformação do tiametoxam é a
clivagem do anel de oxadiazina ao composto de nitroguanidina correspondente.
Toxicodinâmica Clorantraniliprole: A eficiência da contração muscular depende da liberação
controlada de cálcio intracelular pela ativação dos receptores de Rianodina
(RyR). O Clorantraniliprole é um inseticida pertencente ao grupo químico das
diamidas que atua como modulador desses receptores RyR, desregulando a
liberação dos estoques de cálcio nas células. Consequentemente, há contração
muscular irregular, acarretando em letargia, paralisia e, por fim, morte do inseto.
Seu modo de ação é parcialmente conservado para humanos, pois o
clorantraniliprole apresenta maior afinidade pelos receptores de rianodina de
insetos em comparação ao de mamíferos, o que explica sua letalidade para
insetos, porém baixa toxicidade para mamíferos.
Tiametoxam: Agonista do receptor nicotínico de acetilcolina em insetos. Liga-se
ao receptor da acetilcolina na membrana dos neurônios pós-sinápticos, sem ser
degradado pela acetilcolinesterase. Assim, ao abrir os canais de sódio e permitir
maior influxo deste íon na célula, causa hiperatividade nervosa e colapso do
sistema nervoso. O tiametoxam é menos tóxico para o sistema nervoso de
mamíferos devido a sua menor afinidade pelos receptores nicotínicos dos
vertebrados.
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VOLIAM FLEXI
Bula Completa – 17.07.2025
Sintomas e sinais Em humanos, reações adversas relacionadas ao tiametoxam foram reportadas
clínicos como sintomas transitórios de rash cutâneo, prurido, eritema e irritação dérmica.
Não há na literatura dados de intoxicação por clorantraniliprole em humanos.
As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com
animais de experimentação tratados com a formulação à base de
clorantraniliprole e tiametoxam, VOLIAM FLEXI®:
Exposição oral: Em estudo de toxicidade aguda oral em ratos, os animais foram
expostos à dose de 5000 mg/kg p.c. Os sinais clínicos observados foram:
Postura curvada, presente em todos os animais, sendo completamente revertida
até a leitura de 5 horas do período de observação, além de leve sedação em 1
de 3 animais com duração de 1 hora. Não foi observada mortalidade.
Exposição inalatória: Em estudo de toxicidade aguda inalatória foram
observados: Salivação, sinais geralmente associados à contenção dos animais
(como pelo molhado) e alterações indicativas de leve irritação do trato
respiratório superior (ruído respiratório anormal). Todos os sinais foram
revertidos até o dia 4 de observação. Não foi observada mortalidade.
Exposição cutânea: Em estudo de toxicidade aguda dérmica em ratos, não foi
observada mortalidade nem sinais clínicos de toxicidade nos animais expostos à
dose de 5000 mg/kg p.c. Em estudo de irritação cutânea realizado em coelhos
os animais não apresentaram sinais de irritação. No teste de Buehler em cobaias
o produto não foi considerado sensibilizante dérmico.
Exposição ocular: Em estudo de irritação ocular realizado em coelhos, foi
observada vermelhidão na conjuntiva em apenas 1 de 3 animais na avaliação de
24 horas, com total reversão em 48 horas.
Exposição crônica: Os ingredientes ativos não foram considerados
mutagênicos, teratogênicos ou carcinogênicos para seres humanos. À luz dos
conhecimentos atuais, não são considerados desreguladores endócrinos e não
interferem com a reprodução. Vide item “efeitos crônicos” abaixo.
Diagnóstico O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de exposição ao
produto e pela presença de sintomas clínicos compatíveis. Em se apresentando
sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente
imediatamente.
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VOLIAM FLEXI
Bula Completa – 17.07.2025
Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro
Tratamento clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao
suporte respiratório.
Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea,
frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer
via endovenosa. Atenção especial para parada cardiorrespiratória, hipotensão e
arritmias cardíacas. Avaliar estado de consciência do paciente.
Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar a
absorção e os efeitos locais.
Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto
proceder com:
- Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em crianças
de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de
30g de carvão ativado para 240 mL de água. É mais efetivo quando administrado
dentro de uma hora após a ingestão.
- Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade
do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos casos não é
necessária. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de
aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito
lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff.
ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto, podem
aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de
lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral para uma pessoa
inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição.
Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado,
fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência
de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e ventilação
mecânica.
Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a
descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e
cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima para local
ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser encaminhado para
tratamento.
Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com
solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com
a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem,
encaminhar o paciente para tratamento específico.
Antídoto: Não há antídoto específico.
Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar
respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um
equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o
procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO,
como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se
contaminar com o agente tóxico.
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VOLIAM FLEXI
Bula Completa – 17.07.2025
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração
Contraindicações e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça
abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado,
para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
Efeitos das Não foram relatados efeitos de interações químicas para o clorantraniliprole e
interações tiametoxam em humanos.
químicas
ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
tratamento.
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS)
As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS)
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 704 4304 (24 horas)
Endereço Eletrônico da Empresa: www.syngenta.com.br
Correio Eletrônico da Empresa: faleconosco.casa@syngenta.com
Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para animais de laboratório:
Vide quadro anterior, item “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.
Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: > 5000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 5000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: > 5,62 mg/L
Corrosão/Irritação cutânea: Em estudo de irritação cutânea realizado em coelhos, os
animais não apresentaram sinais de irritação.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Em estudo de irritação ocular realizado em coelhos,
foi observada vermelhidão na conjuntiva em apenas 1 de 3 animais na avaliação de 24 horas
com total reversão em 48 horas.
Sensibilização cutânea em cobaias (teste de buehler): No teste de Buehler em cobaias, o
produto não foi considerado sensibilizante dérmico.
Sensibilização respiratória em ratos: O produto não deve ser considerado sensibilizante
para as vias respiratórias.
Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação genética
bacteriana ou ensaio in vivo com células da medula óssea de camundongos.
Efeitos crônicos:
Clorantraniliprole: A carcinogenicidade do clorantraniliprole foi investigada em estudos
conduzidos em ratos e camundongos, com duração de 24 e 18 meses, respectivamente.
Ambos os estudos indicaram ausência de potencial carcinogênico para o produto. No estudo
de 24 meses, os ratos foram tratados pela via oral nas seguintes doses: 0; 7,71; 39; 156 e
805 mg/kg p.c./dia para machos e 0, 10,9; 51; 212 e 1076 mg/kg p.c./dia para fêmeas. Foi
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Bula Completa – 17.07.2025
observado aumento no peso relativo do fígado das fêmeas, mas como não foi associado a
nenhum outro parâmetro de toxicidade hepática, não foi considerado efeito adverso
relacionado ao tratamento. Foi observado também aumento na microvesiculação da zona
fasciculada da glândula adrenal em alguns ratos machos em todos os grupos tratados. Esse
achado, apesar de ter sido associado à substância teste, não foi considerado adverso, pois
achados histopatológicos similares foram observados nos animais do grupo controle e esse
achado não foi associado à nenhuma indicação de citotoxicidade ou de comprometimento
estrutural/funcional da glândula adrenal. Nenhum outro achado microscópico foi observado
nos machos e fêmeas tratados. Baseado na ausência de efeitos adversos relacionados ao
tratamento em machos e fêmeas, o NOAEL estabelecido foi de 805 (machos) e 1076 (fêmeas)
mg/kg p.c./dia. Em estudo de 18 meses de duração, camundongos foram expostos por via
oral nas seguintes doses: 0; 2,60; 9,20; 26,1; 158 ou 935 mg/kg p.c./dia para machos e 0;
3,34; 11,6; 32,9; 196 ou 1155 p.c./dia para fêmeas. Não houve efeitos relacionados ao
tratamento, exceto no fígado, no qual foi verificado aumento nos pesos hepáticos absolutos
e relativos (*, p≤0,05) em machos e fêmeas nos grupos expostos a 158/196 mg/kg/dia (6-
11%) e 935/1155 mg/kg/dia (15-19%), respectivamente. Também foi observado aumento da
incidência de hipertrofia hepatocelular em machos tratados com doses ≥158 mg/kg/dia. Estes
achados são consistentes com a indução enzimática hepática e, embora não sejam
considerados adversos, são consistentes e apoiam os achados de focos eosinofílicos
observados no fígado dos machos expostos a 935 mg/kg/dia. Esse efeito foi relacionado à
substância teste e considerado adverso com LOAEL estabelecido em 935 mg/kg/dia para
machos. O NOAEL para machos foi de 158 mg/kg/dia com base na presença de focos
eosinofílicos acompanhados de hipertrofia hepatocelular e aumento do peso hepático na
maior dose testada. O NOAEL para fêmeas foi de 1155 mg/kg/dia. Sendo assim, o
clorantraniliprole não foi considerado carcinogênico para seres humanos. Também não foi
considerado mutagênico em estudos in vitro com células bacterianas e de mamíferos e em
um estudo in vivo com células da medula óssea de camundongos. Em estudo de toxicidade
para a reprodução de duas gerações conduzido em ratos, foi relatado aumento da incidência
de microvesiculação do córtex adrenal em animais parentais P1 e F1. Esse efeito foi
considerado relacionado ao tratamento, porém, por ser um achado isolado, sem impacto
funcional no córtex adrenal ou qualquer evidência de degeneração ou toxicidade celular
adrenal, não é considerado adverso. O NOAEL foi estabelecido em 1199 (machos) e 1594
mg/kg/dia (fêmeas). Dois estudos de toxicidade do desenvolvimento foram realizados em
ratos e coelhos tratados com a substância teste nas seguintes doses: 0, 20, 100, 300 e 1000
mg/kg/dia. Não foram observadas malformações relacionadas ao tratamento em ratos ou
coelhos em doses de até 1000 mg/kg/dia. O NOAEL materno e para o desenvolvimento
estabelecido é de 1000 mg/kg/dia para os dois estudos de desenvolvimento, e
clorantraniliprole não foi considerado teratogênico ou tóxico para a reprodução.
Tiametoxam: Em estudo de 104 semanas em ratos nas doses de 0; 0,41; 1,29; 21; e 63
mg/kg p.c./dia para machos e 0; 0,48; 1,56; 50,3 e 155 mg/kg p.c./dia para fêmeas, machos
na dose de 21 mg/kg p.c./dia apresentaram as seguintes alterações não neoplásicas
relacionadas ao tratamento: Aumento da incidência de alterações renais tubulares
regenerativas, lesão crônica tubular e proliferação basofílica tubular; ainda em machos, na
dose de 63 mg/kg p.c./dia, foi observado leve aumento na incidência de nefropatia crônica
leve a moderada e ligeiro aumento na incidência de infiltração renal tubular e pélvica
linfocítica. Os achados renais foram considerados consequência do acúmulo de alfa-2-
microglobulina, mecanismo exclusivo do rato macho. Fêmeas na dose de 155 mg/kg p.c./dia
apresentaram aumento mínimo na severidade de hemossiderose esplênica, alem de
aumento na incidência de alteração celular focal leve a moderada no fígado, relacionado ao
tratamento (NOAEL machos: > 63 mg/kg p.c./dia; NOAEL fêmeas: 50,3 mg/kg/p.c./dia). Em
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Bula Completa – 17.07.2025
camundongos tratados por 78 semanas nas doses de 0; 0,65; 2,63; 63,8; 162; e 354 mg/kg
p.c./dia em machos e 0; 0,89; 3,68; 87,6; 215; e 479 mg/kg p.c./dia em fêmeas, os efeitos
crônicos observados foram - no grupo de maior dose - diminuição do ganho de peso corpóreo,
espessamento do estômago (machos), aumento da incidência de hematopoiese
extramedular e de hiperplasia epitelial da mucosa gástrica; nas doses de 162 e 215 mg/kg
p.c./dia houve distensão abdominal, aumento do peso do fígado (machos), diminuição de
vesículas seminais aumentadas e aumento no número e tamanho dos focos eosinofílicos
(fêmeas); nas doses de 64 e 88 mg/kg p.c./dia foi observado aumento de massas e nódulos
hepáticos (machos), aumento do peso do fígado (fêmeas), aumento no número e tamanho
de focos eosinofílicos (machos), lesões hepáticas, como aumento de infiltração de células
inflamatórias, necrose de hepatócitos, hipertrofia hepatocelular, aumento da atividade
mitótica, pigmentação, hiperplasia das células de Kupffer e diminuição da incidência de
lesões proliferativas degenerativas e inflamatórias em outros tecidos que não o fígado. Foram
observados adenocarcinomas hepatocelulares nos três grupos de maiores doses, entretanto
a sequência de efeitos hepáticos que levaram a tumores hepáticos demonstrou não ter
relevância para o homem. Assim, o tiametoxam não é considerado carcinogênico para seres
humanos, além de não apresentar efeito mutagênico em estudos in vivo e in vitro. Em estudo
da reprodução de duas gerações em ratos, as reduções no ganho de peso corpóreo dos
filhotes das gerações F1 e F2 foram observadas apenas no período pré-desmame e nas
maiores doses, não sendo considerados efeitos no desenvolvimento (NOAEL parental 118
mg/kg p.c./dia; NOAEL fetal 1,8 – 6,4 mg/kg p.c./dia). Em estudos do desenvolvimento em
ratos e coelhos, a toxicidade materna se deu por diminuição de peso corpóreo e consumo de
ração (ratos: 200 mg/kg/p.c./dia; coelhos: 50 mg/kg/p.c./dia). Os efeitos observados nos
filhotes, como redução de peso e atraso na ossificação, foram vistos apenas nas doses iguais
ou maiores àquelas indutoras de toxicidade materna (ratos: 750 mg/kg/p.c./dia; coelhos: 150
mg/kg/p.c./dia) (NOAEL materno, ratos e coelhos: 30 e 15 mg/kg/p.c./dia, respectivamente;
NOAEL fetal, ratos e coelhos: 200 e 50 mg/kg/p.c./dia, respectivamente). Não foram
observados efeitos teratogênicos nos estudos acima descritos. Sendo assim, o tiametoxam
não é classificado para toxicidade reprodutiva, carcinogenicidade ou mutagenicidade de
acordo com o GHS. Estudos de neurotoxicidade em ratos não revelaram evidências de
potencial neurotóxico. Também não foram identificados órgãos-alvo relevantes após estudos
de exposições repetidas.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
• Este produto é:
- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
X - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
- Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
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Bula Completa – 17.07.2025
• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no
solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (Microcrustáceos).
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos
benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas.
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a
500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para
abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água,
moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às
atividades aeroagrícolas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d’água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE
CULTIVOS LTDA. - telefone de emergência: 0800 704 4304.
• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas
de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com
auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O
produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante
pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
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Bula Completa – 17.07.2025
Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado,
recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado.
Contate a empresa registrante, conforme indicado.
Corpos d’água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa,
visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das
características do corpo hídrico em questão e da quantidade de produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 OU
PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO,
TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs
– Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do
produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-
a na posição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça essa operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir
os seguintes procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
• Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
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Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
segundos;
• Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem
sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem,
por 30 segundos;
• Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o
término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens lavadas.
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DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após
o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento
comercial.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas
pelos órgãos competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.
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Bula Completa – 17.07.2025
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto
de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO,
DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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