Voliam Flexi
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – São Paulo/SP
Inseticida
clorantraniliprole (antranilamida) (100 g/L) + tiametoxam (neonicotinóide) (200 g/L)

Informações

Número de Registro
2413
Marca Comercial
Voliam Flexi
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
clorantraniliprole (antranilamida) (100 g/L) + tiametoxam (neonicotinóide) (200 g/L)
Titular de Registro
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – São Paulo/SP
Classe
Inseticida
Modo de Ação
sistêmico
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Anthonomus grandis
Bicudo
Algodão
Aphis gossypii
Pulgão-das-inflorescências; Pulgão-do-algodoeiro
Algodão
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Feijão
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Feijão
Hedylepta indicata
Lagarta-do-feijão; Lagarta-enroladeira-das-folhas

Conteúdo da Bula

                                    VOLIAM FLEXI
                                                                                          Bula Completa – 17.07.2025



                                                                                  <Logomarca do produto>
                                          VOLIAM FLEXI
        Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 02413.

COMPOSIÇÃO:
3-(2-chloro-1,3-thiazol-5-ylmethyl)                  -5-methyl-1,3,5-oxadiazinan-4-ylidene(nitro)amine
(TIAMETOXAM)........................................................................................200 g/L (20% m/v)
3-Bromo-4’ -chloro-1-(3-chloro-2-pyridyl) -2’ -methyl-6’ -(methylcarbamoyl)pyrazole-5-
carboxanilide (CLORANTRANILIPROLE) ................................................100 g/L (10% m/v)
Outros Ingredientes:...............................................................................840 g/L (84% m/v)

              GRUPO                                     4A                                INSETICIDA
              GRUPO                                     28                                INSETICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: INSETICIDA SISTÊMICO DE CONTATO E INGESTÃO
GRUPO QUÍMICO: NEONICOTINOIDE (TIAMETOXAM) E ANTRANILAMIDA
(CLORANTRANILIPROLE)
TIPO DE FORMULAÇÃO: SUSPENSÃO CONCENTRADA (SC)

TITULAR DO REGISTRO (*):
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691, 11º e 13º
andares, Torre Sigma, Bairro Várzea de Baixo, CEP: 04730-000, São Paulo/SP, Fone: (11)
5643-2322, CNPJ: 60.744.463/0001-90 – Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 001.

(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
THIAMETHOXAM TÉCNICO – Registro MAPA nº 09898:
Deccan Fine Chemicals (India) Private Limited – Survey Number -28/1-A - Santa Monica
Works – Corlim - Ilhas Goa 403 110 - Índia.
Viakem S.A. de C.V. – Unidad Químicos Finos - Av. Manuel L. Barragán y Lerdo de Tejada,
Zona Industrial, 66450, San Nicolás de los Garza, Nuevo León, México.
Bharat Rasayan Ltd. - Plot No. 42/4, Amod Road, GIDC, Dahej District, Bharuch, Gujarat,
392130                                         -                                   Índia.
Changqing (Hubei) Biotechnology Co., Ltd. - No.6, Majiapu Road Tianjiahe area
Yaojiagang        Chemical,    Industrial   Park,   Yichang    City,    Hubei,    China.
Handan Ruitian Pesticide Co., Ltd. - No. 1, South of Weiliu Road, Schangcheng, Industrial
Zone, Cheng’an district, Handan Hebei province, China.
Hebei de Rich Chemical Co., Ltd. - No. 1, Road No. 1, New Industrial Zone, Gaocheng
District, Shijiazhuang, Hebei Province, China.
Shandong Hailir Chemical Co., Ltd - Lingang Industrial Zone, Coastal Econ. Developement
Zone, Weifang, Shandong, China.
CHLORANTRANILIPROLE TÉCNICO – Registro MAPA nº 08809:
Corteva Agriscience Spain, S.L. – Valle de Tamón, s/n, 33469 – Carreño, Asturias -
Espanha.
FMC Corporation - U.S. Highway 43 North, Axis, Alabama, 36505, EUA
FMC (Shanghai) Agricultural Sciences Co., Ltd. - nº 39 Shungong Road Shanghai
Chemical Industry Park Shanghai, China 201507

                                                         1
                                                                                 VOLIAM FLEXI
                                                                        Bula Completa – 17.07.2025




FORMULADOR:
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rodovia Professor Zeferino Vaz, SP 332, s/nº, km
127,5, Bairro Santa Terezinha – CEP: 13148-915 – Paulínia/SP - CNPJ: 60.744.463/0010-80
- Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 453.
Syngenta Crop Protection, LLC. - 4111 Gibson Road - 68107 - Omaha - Nebraska - EUA.
Syngenta S.A. - Carretera Via Mamonal, km 6 – Cartagena - Colômbia.
Syngenta South Africa (Pty) Limited - 4 Krokodildrift Avenue, Brits 0250, África do Sul.
Syngenta Production France S.A.S. - Route de la Gare, 30670 Aigues-Vives, França.
Arysta Lifescience do Brasil Indústria Química e Agropecuária S.A. - Rodovia Sorocaba
- Pilar do Sul, km 122- SP 264 - Distrito Industrial - CEP: 18160-000 - Salto de Pirapora/SP -
CNPJ: 62.182.092/0012-88 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 476.
Iharabras S.A. Indústrias Químicas - Avenida Liberdade, 1701 – Bairo Cajuru do Sul - CEP:
18087-170 – Sorocaba/SP - CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº
008.
Ouro Fino Química S.A. - Av. Filomena Cartafina, nº 22335 - Q14L05 - Distrito Industrial III
- CEP: 38044-750 - Uberaba/ MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Cadastro IMA/MG sob nº
8.764.
Sipcam Nichino Brasil S.A. - Rua Igarapava, 599 - Uberaba/ MG - CNPJ: 23.361.306/0001-
79 - Cadastro IMA/MG sob nº 2.972.
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. - Av. Roberto Simonsen
1459 - Paulínia/SP - CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 477.
Syngenta Limited - Grangemouth Manufacturing Centre, Earls Road, Grangemouth,
Stirlingshire FK3 8XG, Reino Unido.
Chemark Zrt. - 06/75 hrsz. Berhida, Peremarton gyártelep, 8182, Hungria.



“O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo Syngenta”.

                  Nº do Lote ou da Partida:
                  Data de Fabricação:             VIDE EMBALAGEM
                  Data de Vencimento:
      ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA
                AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-
                                           SE.
             É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
                               AGITE ANTES DE USAR
 INDÚSTRIA BRASILEIRA (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil,
        conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
   CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE
                               CAUSAR DANO AGUDO
  CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II –
                PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C

                                              2
                                                                                                 VOLIAM FLEXI
                                                                                     Bula Completa – 17.07.2025



INSTRUÇÕES DE USO:
                 PRAGAS
                                             VOLUME          NÚMERO
                                                                               ÉPOCA E INTERVALO DE
 CULTURAS                          DOSES       DE           MÁXIMO DE
             NOME COMUM                                                            APLICAÇÃO
                                              CALDA        APLICAÇÕES
            NOME CIENTÍFICO


                                                                          ÉPOCA: Lagarta-do-cartucho: Iniciar
            Lagarta-do-cartucho                                           a aplicação no início da infestação,
                                   150-200                                com no máximo 10% de plantas com
               (Spodoptera
                                    mL/ha                                 lagartas. Reaplicar quando os níveis
                frugiperda)
                                                                          de dano forem atingidos.
                                                                          Usar dose maior em situação de
                                                                          condições de alta infestação, áreas
                 Pulgão-das-                                              com histórico da praga ou quando o
               inflorescências                                            clima for favorável ao ataque, com
              (Aphis gossypii)                                            intervalo médio entre as aplicações de
                                                                          7 dias.

                                                                          ÉPOCA: Pulgão-das-inflorescências:
                                                                          Realizar amostragens para decidir o
                                                                          início das aplicações, onde avalia-se a
                                              150 L/ha                    porcentagem de plantas atacadas,
                                             (aplicação                   considerando como planta atacada
                                              terrestre)                  aquela que tiver pelo menos uma
                                                                          colônia se formando. Para cultivares
                                               10 – 30                    tolerantes ou resistentes ao mosaico-
 ALGODÃO                                        L/ha       3 aplicações   das-nervuras: 10-20% de plantas
                                             (aplicação                   atacadas. Em cultivares suscetíveis
                                   200-250    aérea a                     ao mosaico das nervuras: De 3 a 5%
                                    mL/ha       baixo                     de plantas atacadas, com intervalo
                Bicudo-do-                    volume -                    médio entre as aplicações de 5 a 7
                algodoeiro                       BV)                      dias.
               (Anthonomus
                 grandis)                                                 ÉPOCA: Bicudo-do-algodoeiro: iniciar
                                                                          as aplicações quando o nível de
                                                                          infestação    obtido     através   do
                                                                          monitoramento atingir entre 1 a 3%
                                                                          dos     botões    florais    atacados,
                                                                          coincidindo com a abertura dos
                                                                          primeiros botões florais ao redor dos
                                                                          35-40 dias da emergência da cultura.
                                                                          Fazer bateria sequencial de 3
                                                                          aplicações, com intervalo médio entre
                                                                          as aplicações de 5 a 7 dias.

                                                                          Para aplicação aérea seguir as
                                                                          instruções presentes na bula.
                                                                          ÉPOCA: Mosca-branca: iniciar as
                                                                          aplicações quando for constatado o
               Mosca-branca                                               início da infestação dos insetos
                                   200-250
              (Bemisia tabaci                                             adultos na fase inicial da cultura,
                                    mL/ha
                Biótipo B)                                                quando a cultura é mais suscetível à
                                                                          virose      do      mosaico-dourado
                                                                          transmitido pela mosca-branca. Fazer
                                                                          até 3 aplicações, com intervalo de 7
                                                                          dias.
                                              200 L/ha
  FEIJÃO                                     (aplicação    3 aplicações   ÉPOCA:         Lagarta-enroladeira-das-
                                              terrestre)                  folhas: Iniciar a aplicação no início de
                                                                          ataque, quando observadas as
            Lagarta-enroladeira-
                                   100-200                                primeiras lagartas e os sintomas de
                das-folhas
                                    mL/ha                                 raspagem nas folhas. Reaplicar
            (Hedylepta indicata)
                                                                          somente em caso de reinfestação.
                                                                          Usar a dose maior em situação de alta
                                                                          infestação quando as lagartas já
                                                                          estiverem alojadas e enrolando as
                                                                          folhas.
                                                                          INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias.

                                                    3
                                                                                          VOLIAM FLEXI
                                                                                 Bula Completa – 17.07.2025



MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

Pulverização terrestre: Seguir os seguintes parâmetros de aplicação:
Tecnologia de aplicação:
Utilizar pulverizador costal ou tratorizado provido de pontas de jato leque ou cônico, com
espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados, de acordo com instruções
do fabricante. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada,
assegurando sempre uma boa cobertura na aplicação.

Algodão: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de calda
ao redor de 150 L/ha.
Feijão: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de calda de
200 L/ha.

Pulverização aérea: seguir os seguintes parâmetros de aplicação:
Algodão:
Aplicação a baixo volume (BV)
    1. Volume de calda ---------------------------------------------------------- 10 a 30 L/ha.
    2. Diâmetro mediano Volumétrico de gotas (DMV) ----------------- 200 a 400 µm.
    3. Largura da faixa de aplicação (IPANEMA)-------------------------- 15 m.
    4. Altura de voo --------------------------------------------------------------- 2 a 4 m.
    5. Cobertura no alvo --------------------------------------------------------- 20 a 30 gotas/cm2.

Parâmetros meteorológicos recomendados durante a aplicação:
   1. Velocidade do vento calmo ---------------------------------------------- média de 3 km/h até
      10 km/h.
   2. Temperatura atmosférica------------------------------------------------- Abaixo de 30o C.
   3. Umidade relativa do ar ----------------------------------------------------- Acima de 50%.

Equipamentos de pulverização para Avião Ipanema:
1. Para aplicação a baixo volume (BV) 30 L/ha, faixa de 15 m e velocidade de voo 110 mph
    (milhas por hora), utilizar:
        • 37 Bicos hidráulicos da série “D” – Disco D10 conjugado com difusor DC45,
           pressão de 2,0 bar, com jato posicionado à 90o ou
        • 8 atomizadores rotativos “Micronair AU5000” com ângulo das pás entre 55 a 65o
           e com o VRU selecionado no orifício N.o 14 e pressão de 3,5 bar.

Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser
constantemente monitorada com termohigrômetro.

Observação: Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas
de operação previstas nas portarias do Decreto Lei 86.765 do Ministério da Agricultura.

Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e
regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que
empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários.
Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.




                                                    4
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                                                                        Bula Completa – 17.07.2025



INTERVALO DE SEGURANÇA: (período de tempo que deverá transcorrer entre a última
aplicação e a colheita):

 CULTURA                   DIAS

 Algodão                   21

 Feijão                    14


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda
aplicada estiver seca (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse
período, é necessário utilizar aqueles mesmos Equipamentos de Proteção Individual usados
durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação
importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia
da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique,
antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas
tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no
Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou
importador.

Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de Área
de Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas. Nunca
aplique este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água em caso de
aplicação terrestre, e 250 metros em caso de aplicação aérea. E utilize-se sempre das Boas
Práticas Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível em
locais de declive e o plantio direto.

Observar as Normas e Legislações complementares sobre segurança no trabalho.

Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Testes de campo demonstraram que nas culturas e doses recomendadas não há efeito
fitotóxico.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS:
VIDE MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:

                                              5
                                                                             VOLIAM FLEXI
                                                                    Bula Completa – 17.07.2025



VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO
DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:

          GRUPO                            4A                       INSETICIDA
          GRUPO                            28                       INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se
um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados
devido à resistência.

O inseticida VOLIAM FLEXI pertence aos grupos 4A (Moduladores competitivos de
receptores nicotínicos da acetilcolina - Neonicotinóides) e 28 (Diamidas - Moduladores de
receptores de rianodina) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo
grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas
culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do VOLIAM FLEXI como uma ferramenta útil de manejo
de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir,
retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:

      Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto dos Grupos 4A e 28. Sempre
       rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
      Usar VOLIAM FLEXI ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de
       um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
      Aplicações sucessivas de VOLIAM FLEXI podem ser feitas desde que o período
       residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da
       praga-alvo.
      Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações
       permitidas. No caso específico do VOLIAM FLEXI, o período total de exposição
       (número de dias) a inseticidas dos grupos químicos dos Neonicotinóides e Diamidas
       não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações
       recomendadas na bula.
      Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do VOLIAM FLEXI ou outros
       produtos dos Grupos 4A e 28 quando for necessário;
      Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis
       das pragas a serem controladas;
      Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP)
       como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc.,
       sempre que disponível e apropriado;
      Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do
       produto;
      Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais
       estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na
       aplicação de inseticidas;



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                                                                         Bula Completa – 17.07.2025



      Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser
       encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da
       Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).


INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os
princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades
resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada,
Inseticidas, controle biológico, destruição dos restos culturais, manejo da irrigação e outros,
visam o melhor equilíbrio do sistema.


                DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

  ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA

PRECAUÇÕES GERAIS:

   •   Produto para uso exclusivamente agrícola.
   •   O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
   •   Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
   •   Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações,
       animais e pessoas.
   •   Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual
       (EPI) recomendados.
   •   Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos,
       orifícios e válvulas com a boca.
   •   Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos,
       vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações
       determinadas pelo fabricante.
   •   Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência
       de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas
       específicas de um profissional habilitado.
   •   Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações
       descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de
       emergência.
   •   Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
       trancado, longe do alcance de crianças e de animais.
   •   Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
       seguinte ordem: Macacão com tratamento hidro-repelente com mangas e calças
       compridas; botas de borracha; avental impermeável; equipamento de proteção
       respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2; óculos de segurança com
       proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos.
   •   Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual
       (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.




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                                                                    Bula Completa – 17.07.2025



PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
  • Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): Macacão com tratamento hidro-
     repelente com mangas e calças compridas; botas de borracha; avental impermeável;
     equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2; óculos
     de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção para produtos
     químicos.
  • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de
     Proteção Individual (EPI) recomendados.
  • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.


PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
  • Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
  • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
     segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
  • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área
     em que estiver sendo aplicado o produto.
  • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
     respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
  • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir
     que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
  • Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): Macacão com tratamento hidro-
     repelente com mangas e calças compridas; botas de borracha; equipamento de
     proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2; óculos de segurança
     com proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos.


PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
  • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA
     TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
  • Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na
     área tratada com os produtos antes do término do intervalo de reentrada, utilize
     Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a
     aplicação.
  • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça
     em áreas tratadas logo após a aplicação.
  • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
     segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
  • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas
     ainda vestidas para evitar contaminação.
  • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem
     original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
  • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
  • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das
     demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
  • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos
     de aplicação.
  • Não reutilizar a embalagem vazia.



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                                                                          Bula Completa – 17.07.2025




     •   No descarte de embalagens, utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI):
         Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, luvas de
         proteção para produtos químicos e botas de borracha.
     •   Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados
         na seguinte ordem: Touca árabe, óculos de segurança com proteção lateral, botas de
         borracha, macacão com tratamento hidrorepelente com mangas e calças compridas,
         luvas de proteção para produtos químicos e equipamento de proteção respiratória
         com filtro mecânico classe P2 ou PFF2.
     •   A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizada por pessoa treinada e
         devidamente protegida.

     PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência
     levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do
     produto.

     Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação
     médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para
     beber ou comer.

     Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15
     minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato,
     deve-se retirá-la.

     Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos,
     relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão
     neutro, por pelo menos 15 minutos.

     Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
     ventilado.

     A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental
     impermeáveis, por exemplo.



                            INTOXICAÇÕES POR VOLIAM FLEXI®
                                INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico        Clorantraniliprole: Antranilamida
                     Tiametoxam: Neonicotinoide
Classe
                     Categoria 5: Produto Improvável de Causar Dano Agudo.
toxicológica
Vias de exposição
                     Oral, inalatória, ocular e dérmica. As exposições inalatória e dérmica são
                     consideradas as mais relevantes.
Toxicocinética       Clorantraniliprole: A absorção do 14C-clorantraniliprole em ratos foi rápida, com
                     picos plasmáticos alcançados dentro de 5 a 12 horas após administração única
                     das doses mínima ou máxima de 10 ou 200 mg/kg p.c. A absorção na dose
                     mínima foi de 73-85% em comparação a 12-13,3% na dose máxima pela via

                                               9
                                                                                VOLIAM FLEXI
                                                                       Bula Completa – 17.07.2025




                 biliar canulada dos ratos. A meia-vida de eliminação plasmática variou entre 38
                 e 82 horas. A distribuição tecidual da dose absorvida foi ampla, o que indica
                 baixo potencial de bioacumulação. Os maiores resíduos teciduais foram
                 detectados nas fêmeas. O metabolismo da dose absorvida foi amplo e envolveu
                 particularidades para cada um dos sexos testados, principalmente na
                 hidroxilação inicial de metilfenil e N-metil-carbono. O metabolismo adicional dos
                 metabólitos hidroxilados incluiu: N-desmetilação, ciclização de nitrogênio em
                 carbono com perda de uma molécula de água, oxidação de álcoois em ácidos
                 carboxílicos, clivagem de ponte de amida, hidrólise de amina e O-
                 glucuronidação. A maior parte da dose (88-97%) foi excretada após 48-72 horas
                 da administração, sendo a via fecal a principal via de eliminação, seguida pela
                 urina, sem excreção significativa por expiração. Após administração contínua de
                 clorantraniliprole por 14 dias, o comportamento cinético em estado estacionário
                 foi mais aparente em ratos machos do que em fêmeas. A distribuição tecidual,
                 extenso metabolismo e excreção predominante pelas fezes foram consistentes
                 com o observado no estudo de dosagem única.
                 Tiametoxam: A substância foi rápida e completamente absorvida em ratos
                 tratados com tiametoxam radiomarcado em dose oral única de 0,5 ou 100 mg/kg
                 p.c. O pico plasmático foi alcançado em 1-4 horas e os maiores níveis teciduais
                 identificados no fígado e sangue. A depleção dos tecidos seguiu cinética de
                 primeira ordem, com meia-vida de aproximadamente 2 a 6 horas. Após sete dias,
                 apenas 0,3% da dose administrada permaneceu nos tecidos. Em ratos, cerca de
                 20-30% da dose foi biotransformada, enquanto 70-80% foi eliminada como
                 tiametoxam inalterado. Em 24 horas, cerca de 90% da dose foi excretada pela
                 urina e cerca de 4% pela bile. Em camundongos, 30 a 60% da dose foi
                 biotransformada e eliminada principalmente pela urina; a eliminação fecal foi
                 responsável por cerca de 19%. Vinte e dois metabólitos foram isolados e
                 identificados nas excretas de ratos. O metabólito quantitativamente mais
                 importante foi o CGA 322704 (clotianidina), que representou cerca de 10% da
                 dose. A principal reação envolvida na biotransformação do tiametoxam é a
                 clivagem do anel de oxadiazina ao composto de nitroguanidina correspondente.
Toxicodinâmica   Clorantraniliprole: A eficiência da contração muscular depende da liberação
                 controlada de cálcio intracelular pela ativação dos receptores de Rianodina
                 (RyR). O Clorantraniliprole é um inseticida pertencente ao grupo químico das
                 diamidas que atua como modulador desses receptores RyR, desregulando a
                 liberação dos estoques de cálcio nas células. Consequentemente, há contração
                 muscular irregular, acarretando em letargia, paralisia e, por fim, morte do inseto.
                 Seu modo de ação é parcialmente conservado para humanos, pois o
                 clorantraniliprole apresenta maior afinidade pelos receptores de rianodina de
                 insetos em comparação ao de mamíferos, o que explica sua letalidade para
                 insetos, porém baixa toxicidade para mamíferos.
                 Tiametoxam: Agonista do receptor nicotínico de acetilcolina em insetos. Liga-se
                 ao receptor da acetilcolina na membrana dos neurônios pós-sinápticos, sem ser
                 degradado pela acetilcolinesterase. Assim, ao abrir os canais de sódio e permitir
                 maior influxo deste íon na célula, causa hiperatividade nervosa e colapso do
                 sistema nervoso. O tiametoxam é menos tóxico para o sistema nervoso de
                 mamíferos devido a sua menor afinidade pelos receptores nicotínicos dos
                 vertebrados.


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                                                                        Bula Completa – 17.07.2025




Sintomas e sinais   Em humanos, reações adversas relacionadas ao tiametoxam foram reportadas
clínicos            como sintomas transitórios de rash cutâneo, prurido, eritema e irritação dérmica.
                    Não há na literatura dados de intoxicação por clorantraniliprole em humanos.

                    As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com
                    animais de experimentação tratados com a formulação à base de
                    clorantraniliprole e tiametoxam, VOLIAM FLEXI®:

                    Exposição oral: Em estudo de toxicidade aguda oral em ratos, os animais foram
                    expostos à dose de 5000 mg/kg p.c. Os sinais clínicos observados foram:
                    Postura curvada, presente em todos os animais, sendo completamente revertida
                    até a leitura de 5 horas do período de observação, além de leve sedação em 1
                    de 3 animais com duração de 1 hora. Não foi observada mortalidade.

                    Exposição inalatória: Em estudo de toxicidade aguda inalatória foram
                    observados: Salivação, sinais geralmente associados à contenção dos animais
                    (como pelo molhado) e alterações indicativas de leve irritação do trato
                    respiratório superior (ruído respiratório anormal). Todos os sinais foram
                    revertidos até o dia 4 de observação. Não foi observada mortalidade.

                    Exposição cutânea: Em estudo de toxicidade aguda dérmica em ratos, não foi
                    observada mortalidade nem sinais clínicos de toxicidade nos animais expostos à
                    dose de 5000 mg/kg p.c. Em estudo de irritação cutânea realizado em coelhos
                    os animais não apresentaram sinais de irritação. No teste de Buehler em cobaias
                    o produto não foi considerado sensibilizante dérmico.

                    Exposição ocular: Em estudo de irritação ocular realizado em coelhos, foi
                    observada vermelhidão na conjuntiva em apenas 1 de 3 animais na avaliação de
                    24 horas, com total reversão em 48 horas.

                    Exposição crônica: Os ingredientes ativos não foram considerados
                    mutagênicos, teratogênicos ou carcinogênicos para seres humanos. À luz dos
                    conhecimentos atuais, não são considerados desreguladores endócrinos e não
                    interferem com a reprodução. Vide item “efeitos crônicos” abaixo.
Diagnóstico         O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de exposição ao
                    produto e pela presença de sintomas clínicos compatíveis. Em se apresentando
                    sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente
                    imediatamente.




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                                                                 Bula Completa – 17.07.2025




             Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro
Tratamento   clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao
             suporte respiratório.

             Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea,
             frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer
             via endovenosa. Atenção especial para parada cardiorrespiratória, hipotensão e
             arritmias cardíacas. Avaliar estado de consciência do paciente.

             Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar a
             absorção e os efeitos locais.
             Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto
             proceder com:
             - Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em crianças
             de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de
             30g de carvão ativado para 240 mL de água. É mais efetivo quando administrado
             dentro de uma hora após a ingestão.
             - Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade
             do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos casos não é
             necessária. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de
             aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito
             lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff.
             ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto, podem
             aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de
             lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral para uma pessoa
             inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição.
             Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado,
             fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência
             de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e ventilação
             mecânica.
             Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a
             descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e
             cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima para local
             ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser encaminhado para
             tratamento.
             Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com
             solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com
             a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem,
             encaminhar o paciente para tratamento específico.

             Antídoto: Não há antídoto específico.

             Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar
             respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um
             equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o
             procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
             durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO,
             como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se
             contaminar com o agente tóxico.



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                                                                           Bula Completa – 17.07.2025




                      A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração
Contraindicações      e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça
                      abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado,
                      para evitar aspiração do conteúdo gástrico.

Efeitos das           Não foram relatados efeitos de interações químicas para o clorantraniliprole e
interações            tiametoxam em humanos.
químicas
ATENÇÃO               Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
                                                         tratamento.
                                     Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001
                          Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                                                 (RENACIAT/ANVISA/MS)
                       As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
                                           Agravos de Notificação Compulsória.
                       Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS)
                          Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
                            Telefone de Emergência da empresa: 0800 704 4304 (24 horas)
                               Endereço Eletrônico da Empresa: www.syngenta.com.br
                           Correio Eletrônico da Empresa: faleconosco.casa@syngenta.com

  Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para animais de laboratório:
  Vide quadro anterior, item “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.

  Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:

  Efeitos agudos:
  DL50 oral em ratos: > 5000 mg/kg p.c.
  DL50 dérmica em ratos: > 5000 mg/kg p.c.
  CL50 inalatória em ratos: > 5,62 mg/L
  Corrosão/Irritação cutânea: Em estudo de irritação cutânea realizado em coelhos, os
  animais não apresentaram sinais de irritação.
  Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Em estudo de irritação ocular realizado em coelhos,
  foi observada vermelhidão na conjuntiva em apenas 1 de 3 animais na avaliação de 24 horas
  com total reversão em 48 horas.
  Sensibilização cutânea em cobaias (teste de buehler): No teste de Buehler em cobaias, o
  produto não foi considerado sensibilizante dérmico.
  Sensibilização respiratória em ratos: O produto não deve ser considerado sensibilizante
  para as vias respiratórias.
  Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação genética
  bacteriana ou ensaio in vivo com células da medula óssea de camundongos.


  Efeitos crônicos:

  Clorantraniliprole: A carcinogenicidade do clorantraniliprole foi investigada em estudos
  conduzidos em ratos e camundongos, com duração de 24 e 18 meses, respectivamente.
  Ambos os estudos indicaram ausência de potencial carcinogênico para o produto. No estudo
  de 24 meses, os ratos foram tratados pela via oral nas seguintes doses: 0; 7,71; 39; 156 e
  805 mg/kg p.c./dia para machos e 0, 10,9; 51; 212 e 1076 mg/kg p.c./dia para fêmeas. Foi
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                                                                      Bula Completa – 17.07.2025



observado aumento no peso relativo do fígado das fêmeas, mas como não foi associado a
nenhum outro parâmetro de toxicidade hepática, não foi considerado efeito adverso
relacionado ao tratamento. Foi observado também aumento na microvesiculação da zona
fasciculada da glândula adrenal em alguns ratos machos em todos os grupos tratados. Esse
achado, apesar de ter sido associado à substância teste, não foi considerado adverso, pois
achados histopatológicos similares foram observados nos animais do grupo controle e esse
achado não foi associado à nenhuma indicação de citotoxicidade ou de comprometimento
estrutural/funcional da glândula adrenal. Nenhum outro achado microscópico foi observado
nos machos e fêmeas tratados. Baseado na ausência de efeitos adversos relacionados ao
tratamento em machos e fêmeas, o NOAEL estabelecido foi de 805 (machos) e 1076 (fêmeas)
mg/kg p.c./dia. Em estudo de 18 meses de duração, camundongos foram expostos por via
oral nas seguintes doses: 0; 2,60; 9,20; 26,1; 158 ou 935 mg/kg p.c./dia para machos e 0;
3,34; 11,6; 32,9; 196 ou 1155 p.c./dia para fêmeas. Não houve efeitos relacionados ao
tratamento, exceto no fígado, no qual foi verificado aumento nos pesos hepáticos absolutos
e relativos (*, p≤0,05) em machos e fêmeas nos grupos expostos a 158/196 mg/kg/dia (6-
11%) e 935/1155 mg/kg/dia (15-19%), respectivamente. Também foi observado aumento da
incidência de hipertrofia hepatocelular em machos tratados com doses ≥158 mg/kg/dia. Estes
achados são consistentes com a indução enzimática hepática e, embora não sejam
considerados adversos, são consistentes e apoiam os achados de focos eosinofílicos
observados no fígado dos machos expostos a 935 mg/kg/dia. Esse efeito foi relacionado à
substância teste e considerado adverso com LOAEL estabelecido em 935 mg/kg/dia para
machos. O NOAEL para machos foi de 158 mg/kg/dia com base na presença de focos
eosinofílicos acompanhados de hipertrofia hepatocelular e aumento do peso hepático na
maior dose testada. O NOAEL para fêmeas foi de 1155 mg/kg/dia. Sendo assim, o
clorantraniliprole não foi considerado carcinogênico para seres humanos. Também não foi
considerado mutagênico em estudos in vitro com células bacterianas e de mamíferos e em
um estudo in vivo com células da medula óssea de camundongos. Em estudo de toxicidade
para a reprodução de duas gerações conduzido em ratos, foi relatado aumento da incidência
de microvesiculação do córtex adrenal em animais parentais P1 e F1. Esse efeito foi
considerado relacionado ao tratamento, porém, por ser um achado isolado, sem impacto
funcional no córtex adrenal ou qualquer evidência de degeneração ou toxicidade celular
adrenal, não é considerado adverso. O NOAEL foi estabelecido em 1199 (machos) e 1594
mg/kg/dia (fêmeas). Dois estudos de toxicidade do desenvolvimento foram realizados em
ratos e coelhos tratados com a substância teste nas seguintes doses: 0, 20, 100, 300 e 1000
mg/kg/dia. Não foram observadas malformações relacionadas ao tratamento em ratos ou
coelhos em doses de até 1000 mg/kg/dia. O NOAEL materno e para o desenvolvimento
estabelecido é de 1000 mg/kg/dia para os dois estudos de desenvolvimento, e
clorantraniliprole não foi considerado teratogênico ou tóxico para a reprodução.

Tiametoxam: Em estudo de 104 semanas em ratos nas doses de 0; 0,41; 1,29; 21; e 63
mg/kg p.c./dia para machos e 0; 0,48; 1,56; 50,3 e 155 mg/kg p.c./dia para fêmeas, machos
na dose de 21 mg/kg p.c./dia apresentaram as seguintes alterações não neoplásicas
relacionadas ao tratamento: Aumento da incidência de alterações renais tubulares
regenerativas, lesão crônica tubular e proliferação basofílica tubular; ainda em machos, na
dose de 63 mg/kg p.c./dia, foi observado leve aumento na incidência de nefropatia crônica
leve a moderada e ligeiro aumento na incidência de infiltração renal tubular e pélvica
linfocítica. Os achados renais foram considerados consequência do acúmulo de alfa-2-
microglobulina, mecanismo exclusivo do rato macho. Fêmeas na dose de 155 mg/kg p.c./dia
apresentaram aumento mínimo na severidade de hemossiderose esplênica, alem de
aumento na incidência de alteração celular focal leve a moderada no fígado, relacionado ao
tratamento (NOAEL machos: > 63 mg/kg p.c./dia; NOAEL fêmeas: 50,3 mg/kg/p.c./dia). Em

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                                                                        Bula Completa – 17.07.2025



camundongos tratados por 78 semanas nas doses de 0; 0,65; 2,63; 63,8; 162; e 354 mg/kg
p.c./dia em machos e 0; 0,89; 3,68; 87,6; 215; e 479 mg/kg p.c./dia em fêmeas, os efeitos
crônicos observados foram - no grupo de maior dose - diminuição do ganho de peso corpóreo,
espessamento do estômago (machos), aumento da incidência de hematopoiese
extramedular e de hiperplasia epitelial da mucosa gástrica; nas doses de 162 e 215 mg/kg
p.c./dia houve distensão abdominal, aumento do peso do fígado (machos), diminuição de
vesículas seminais aumentadas e aumento no número e tamanho dos focos eosinofílicos
(fêmeas); nas doses de 64 e 88 mg/kg p.c./dia foi observado aumento de massas e nódulos
hepáticos (machos), aumento do peso do fígado (fêmeas), aumento no número e tamanho
de focos eosinofílicos (machos), lesões hepáticas, como aumento de infiltração de células
inflamatórias, necrose de hepatócitos, hipertrofia hepatocelular, aumento da atividade
mitótica, pigmentação, hiperplasia das células de Kupffer e diminuição da incidência de
lesões proliferativas degenerativas e inflamatórias em outros tecidos que não o fígado. Foram
observados adenocarcinomas hepatocelulares nos três grupos de maiores doses, entretanto
a sequência de efeitos hepáticos que levaram a tumores hepáticos demonstrou não ter
relevância para o homem. Assim, o tiametoxam não é considerado carcinogênico para seres
humanos, além de não apresentar efeito mutagênico em estudos in vivo e in vitro. Em estudo
da reprodução de duas gerações em ratos, as reduções no ganho de peso corpóreo dos
filhotes das gerações F1 e F2 foram observadas apenas no período pré-desmame e nas
maiores doses, não sendo considerados efeitos no desenvolvimento (NOAEL parental 118
mg/kg p.c./dia; NOAEL fetal 1,8 – 6,4 mg/kg p.c./dia). Em estudos do desenvolvimento em
ratos e coelhos, a toxicidade materna se deu por diminuição de peso corpóreo e consumo de
ração (ratos: 200 mg/kg/p.c./dia; coelhos: 50 mg/kg/p.c./dia). Os efeitos observados nos
filhotes, como redução de peso e atraso na ossificação, foram vistos apenas nas doses iguais
ou maiores àquelas indutoras de toxicidade materna (ratos: 750 mg/kg/p.c./dia; coelhos: 150
mg/kg/p.c./dia) (NOAEL materno, ratos e coelhos: 30 e 15 mg/kg/p.c./dia, respectivamente;
NOAEL fetal, ratos e coelhos: 200 e 50 mg/kg/p.c./dia, respectivamente). Não foram
observados efeitos teratogênicos nos estudos acima descritos. Sendo assim, o tiametoxam
não é classificado para toxicidade reprodutiva, carcinogenicidade ou mutagenicidade de
acordo com o GHS. Estudos de neurotoxicidade em ratos não revelaram evidências de
potencial neurotóxico. Também não foram identificados órgãos-alvo relevantes após estudos
de exposições repetidas.



DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

 1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
    PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
• Este produto é:

       - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).

  X    - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).

       - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).

       - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).

• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.

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• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no
  solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (Microcrustáceos).
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos
  benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas.
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a
  500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para
  abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água,
  moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às
  atividades aeroagrícolas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
  d’água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação
  do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO,                             VISANDO          SUA
   CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
  bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens
  rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
  Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE
    CULTIVOS LTDA. - telefone de emergência: 0800 704 4304.
• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas
    de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
    bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
      Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com
      auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O
      produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante
      pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.


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      Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado,
      recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado.
      Contate a empresa registrante, conforme indicado.
      Corpos d’água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
      animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa,
      visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das
      características do corpo hídrico em questão e da quantidade de produto envolvido.
      Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 OU
      PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

 4. PROCEDIMENTOS   DE    LAVAGEM,    ARMAZENAMENTO,  DEVOLUÇÃO,
    TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE
    PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs
– Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do
produto.

 Tríplice lavagem (lavagem manual):
 Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente
 após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-
    a na posição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça essa operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
 Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir
 os seguintes procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
• Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.




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 Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
 procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
   invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
   segundos;
• Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem
   sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem,
   por 30 segundos;
• Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

 ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
   armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
   embalagens não lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
   efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
   próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

 DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
   vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
   local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
   seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o
   término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
   prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

 TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
   medicamentos, rações, animais e pessoas.

 EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
  efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
  próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
  existente, separadamente das embalagens lavadas.

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    DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

    • No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
      vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
      local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
    • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
      seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após
      o término do prazo de validade.
    • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
      prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

    TRANSPORTE
    • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
      medicamentos, rações, animais e pessoas.

    EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

    ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

 ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
   efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
   próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

    DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
•     É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
      adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento
      comercial.

    TRANSPORTE
•     As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
      medicamentos, rações, animais e pessoas.

 DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
   pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas
   pelos órgãos competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
   VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
   INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
   causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
   pessoas.




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                                                                     Bula Completa – 17.07.2025



 PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
   registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de
   operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
   ambiental competente.

 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
    específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto
    de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO,
DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.




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