Visclor
Oxon Brasil Defensivos Agrícolas Ltda.
Fungicida
clorotalonil (isoftalonitrila) (500 g/L)

Informações

Número de Registro
22320
Marca Comercial
Visclor
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
clorotalonil (isoftalonitrila) (500 g/L)
Titular de Registro
Oxon Brasil Defensivos Agrícolas Ltda.
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Contato
Classe Toxicológica
Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Amendoim
Cercospora arachidicola
Cercosporiose; Mancha-castanha
Amendoim
Pseudocercospora personata
Mancha-preta
Batata
Alternaria solani
Pinta-preta; Pinta-preta-grande
Batata
Phytophthora infestans
Mela; Requeima
Cenoura
Alternaria dauci
Mancha-de-Alternaria; Queima-das-folhas
Feijão
Colletotrichum lindemuthianum
Antracnose
Feijão
Phaeoisariopsis griseola
Mancha-angular
Feijão
Uromyces appendiculatus
Ferrugem
Maçã
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose; Mancha-foliar-da-gala
Maçã
Venturia inaequalis
Sarna; Sarna-da-macieira
Pepino
Sphaerotheca fuliginea
Míldio-pulverulento; Oídio
Tomate
Alternaria solani
Mancha-de-Alternaria; Pinta-preta-grande
Tomate
Phytophthora infestans
Mela; Requeima

Conteúdo da Bula

                                    VISCLOR
                                                                                                                BULA AGROFIT – V01
                                                                                                                        31/05/2021


                                                                 BULA

                                                            VISCLOR
             Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob no 22320

        COMPOSIÇÃO:
        Tetrachloroisophthalonitrile (CLOROTALONIL)................................................500 g/L (50% m/v)
        Monoetileno glicol (1,2-etanodiol).............................................................55,35 g/L (5,535% m/v)
        Outros Ingredientes...............................................................................674,65 g/L (67,465% m/v)

                      GRUPO                                       M5                                  FUNGICIDA

        CONTEÚDO: Vide Rótulo.

        CLASSE: Fungicida.

        GRUPO QUÍMICO: Isoftalonitrila (Clorotalonil).
                       Álcool Glicólico (Monoetileno glicol).

        TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC).

        TITULAR DO REGISTRO:
        OXON BRASIL DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
        Rua Tabapuã, 474 – 6º andar – cj. 64/65 – Itaim Bibi
        CEP: 04533-001 – São Paulo/SP – Fone: (11) 2337-2007
        CNPJ: 07.224.503/0001-90 – Registro no Estado nº 727 - CDA-SP

        FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:

        CLOROTALONIL TÉCNICO OXON – Registro MAPA nº 011207
        Jiangyin Suli Chemical Co. Ltd.
        Nº 7, Runhua Road, Ligang Town, Jiangyin City, Jiangsu Province, 214444 - China.

        FORMULADOR:

        SIPCAM NICHINO BRASIL S.A.
        Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III – CEP: 38 044-755
        Uberaba/MG – Fone : (34) 3319-5550
        CNPJ: 23.361.306/0001-79 – Registro no Estado nº 2.972 - IMA/MG

                                       No do lote ou partida:
                                       Data de fabricação:                VIDE EMBALAGEM
                                       Data de vencimento:

                    ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E
                                    CONSERVE-OS EM SEU PODER.

                   É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
                                           PROTEJA-SE.

                              É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                                         Indústria Brasileira



OXON BRASIL
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Rua Tabapuã, 474 6º andar. cj. 64/65
CEP 04533-001 – Itaim Bibi
São Paulo – SP – Brasil
sipcam-oxon.com
                                                                               VISCLOR
                                                                      BULA AGROFIT – V01
                                                                              31/05/2021




               CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO

           CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL III – PRODUTO
                               PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




        Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C




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                                                                                      BULA AGROFIT – V01
                                                                                              31/05/2021




        MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA


        INSTRUÇÕES DE USO:
        VISCLOR é um fungicida de contato apresentado na forma de suspensão concentrada
        indicado no controle de diversas doenças em aplicações preventivas nas culturas de
        amendoim, batata, cenoura, feijão, maçã, pepino e tomate, conforme as seguintes
        recomendações:

                              Doenças
                                                Doses*     Volume de N° máx. de    Época e intervalo de
  Culturas                Nome comum             (p.c.)      calda   aplicações        aplicações
                        (Nome científico)
                          Mancha-preta                                            Iniciar as aplicações
                       (Pseudocercospora                                          preventivamente
                           personata)                                             quando as condições
                                                                                  climáticas        forem
                                                  2,5      200 a 500
 Amendoim                                                                3        propícias             ao
                                                 L/ha        L/ha
                      Mancha-castanha                                             desenvolvimento     das
                   (Cersospora arachidicola)                                      doenças. Reaplicar em
                                                                                  intervalos de 7 a 10
                                                                                  dias.
                                                                                  Iniciar as aplicações
                           Requeima                                               preventivamente
                    (Phytophthora infestans)                                      quando as condições
                                                                                  climáticas        forem
                                                300 mL/                           favoráveis            ao
                                                           250 a 400
    Batata                                       100 L                   4        desenvolvimento     das
                                                             L/ha
                                                 água                             doenças e as plantas
                            Pinta-preta
                                                                                  atingirem 5 a 10 cm de
                        (Alternaria solani)
                                                                                  altura. Reaplicar em
                                                                                  intervalos de 7 a 10
                                                                                  dias.
                                                                                  Iniciar as aplicações
                                                                                  preventivamente
                                                                                  quando as condições
                                                300 mL/                           climáticas        forem
                        Queima-das-folhas                  600 a 1000
   Cenoura                                       100 L                   3        propícias             ao
                         (Alternaria dauci)                   L/ha
                                                 água                             desenvolvimento      da
                                                                                  doença. Reaplicar em
                                                                                  intervalos de 7 a 10
                                                                                  dias.
                           Antracnose
                         (Colletotrichum                                          Iniciar as aplicações
                       lindemuthianum)                                            preventivamente    com
                            Ferrugem                       200 a 500              30     dias   após    a
    Feijão                                      2,5 L/ha                 3
                           (Uromyces                         L/ha                 emergência das plantas.
                        appendiculatus)                                           Reaplicar em intervalos
                       Mancha-angular                                             de 10 a 15 dias.
                   (Phaeoisariopsis griseola)




OXON BRASIL
DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA
Rua Tabapuã, 474 6º andar. cj. 64/65
CEP 04533-001 – Itaim Bibi
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                                                                                               VISCLOR
                                                                                      BULA AGROFIT – V01
                                                                                              31/05/2021




                                                                                 Iniciar as aplicações
                                                                                 preventivamente ainda
                             Sarna
                                                                                 na fase de dormência,
                      (Venturia inaequalis)
                                                                                 quando as condições
                                               300 mL/
                                                           1500 a                climáticas      forem
     Maçã                                       100 L                    3
                                                          2000 L/ha              propícias           ao
                                                água
                            Antracnose                                           desenvolvimento     da
                          (Colletotrichum                                        doença. Reaplicar em
                         gloeosporioides)                                        intervalos de 7 a 10
                                                                                 dias.
                                                                                 Iniciar as aplicações
                                                                                 preventivamente
                                                                                 quando as condições
                                               300 mL/                           climáticas      forem
                             Oídio
    Pepino                                      100 L     1000 L/ha      3       propícias           ao
                    (Sphaerotheca fuliginea)
                                                água                             desenvolvimento     da
                                                                                 doença. Reaplicar em
                                                                                 intervalos de 7 a 10
                                                                                 dias.
                                                                                 Iniciar as aplicações
                           Requeima                                              preventivamente
                    (Phytophthora infestans)                                     quando as condições
                                               300 mL/                           climáticas      forem
   Tomate                                       100 L     1000 L/ha      4       propícias           ao
                            Pinta-preta         água                             desenvolvimento    da
                        (Alternaria solani)                                      doença. Reaplicar em
                                                                                 intervalos de 7 a 10
                                                                                 dias.
        * Doses referentes ao produto comercial (p.c.).

        MODO DE APLICAÇÃO:
        A dose recomendada de VISCLOR deve ser diluída em água e pulverizada com o uso de
        equipamentos terrestres de forma que se obtenha a máxima cobertura das partes aéreas das
        plantas.
        Utilizar equipamentos que proporcionem uma vazão adequada e uma boa cobertura dos alvos
        aplicados é fundamental para o sucesso no controle das doenças. Desta forma, o tipo e
        calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições
        ambientais em que a aplicação é conduzida, devem balizar o volume de calda, pressão de
        trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado. Para uma cobertura uniforme sobre as plantas,
        deve-se observar as recomendações do fabricante das pontas (bicos) de pulverização quanto
        ao seu espaçamento e pressão de trabalho.

        Via terrestre:
        Utilizar pulverizador com barra tratorizado, estacionário com mangueira ou costal (manual ou
        motorizado), equipados com pontas (bicos) tipo jato cônicos.

        Via aérea
        Utilizar aeronaves agrícolas com barra equipada com bicos de jato cônico vazio da série "D"
        (06 A 012) ou similar, ou atomizador rotativo Micronair, que proporcione a liberação e
        deposição de uma densidade mínima de 60 a 80 gotas/cm2. Recomenda-se uma altura de vôo
        de 2 a 4 m acima do alvo no caso de pulverização com barra e de 3 a 4 m acima do alvo no
        caso de pulverização por Micronair, pressão da bomba de 30 a 50 lb/pol2 e um volume de calda
        20 a 40L/ha quando se emprega barra com largura da faixa de disposição de 15 a 18m.



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CEP 04533-001 – Itaim Bibi
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                                                                                                                      BULA AGROFIT – V01
                                                                                                                              31/05/2021


        Na aplicação, verificar se as plantas estão recebendo a calda de pulverização de modo
        uniforme e se está ocorrendo uma cobertura total e uniforme das plantas.

        Condições climáticas:
        Deve-se evitar aplicações nas horas mais quentes do dia. Não aplicar o produto sob condições
        ambientais desfavoráveis: ventos com velocidade acima de 10 km/h, temperatura acima de
        27ºC e Umidade relativa do ar abaixo de 60%, visando reduzir perdas por deriva e evaporação.

        Preparo da calda:
        Antes de iniciar o preparo da calda de pulverização deve-se garantir que o tanque, mangueiras,
        filtros e pontas do pulverizador estejam limpos. Recomenda-se encher o tanque de
        pulverização com água até atingir um terço de seu volume, iniciar agitação e adicionar
        gradativamente a quantidade recomendada do produto. Completar o volume do tanque
        momentos antes do início da pulverização. A agitação no tanque do pulverizador deve ser
        constante durante o preparo da calda e aplicação.
        Ao final da pulverização deve ser realizada a limpeza de todo o equipamento de pulverização.
        Seguir as recomendações técnicas de aplicação e consultar sempre um Engenheiro Agrônomo.

        INTERVALO DE SEGURANÇA:
        Batata, Cenoura, Pepino e Tomate.................................................................................... 07 dias
        Amendoim, Feijão e Maçã.................................................................................................. 14 dias

        INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
        Não entre na área em que o porduto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no
        mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os
        equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

        LIMITAÇÕES DE USO:
        - Uso exclusivo para culturas agrícolas.
        - Não aplicar VISCLOR em mistura com óleo mineral e vegetal, pois poderá ocorrer
          fitotoxicidade.

        INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
        UTILIZADOS:
        (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana
        - ANVISA/MS)

        INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
        Vide “MODO DE APLICAÇÃO”.

        DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
        TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
        (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente –
        IBAMA/MMA).

        INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
        TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
        VAZIAS:
        (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente –
        IBAMA/MMA)




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                                                                                             BULA AGROFIT – V01
                                                                                                     31/05/2021


        INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
        PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
          (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente –
          IBAMA/MMA).

            RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS:
            O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo
            alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças
            resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e
            consequente prejuízo.
            Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos
            fungicidas, seguem algumas recomendações:
              — Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M5 para o controle
                  do mesmo alvo, sempre que possível;
              —    Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas
                   agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de
                   resistência quando disponíveis, etc;
              —    Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
              —    Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais
                   estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da
                   eficácia dos fungicidas;
              —    Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos
                   patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de
                   Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas
                   (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA:
                   www.agricultura.gov.br).


                      GRUPO                                M5                           FUNGICIDA

            O produto fungicida VISCLOR é composto por Clorotalonil, que apresenta mecanismo de
            ação atividade de contato multi-sítio, pertencente ao Grupo M5, segundo classificação
            internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).

            INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
            Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os
            princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
            O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de
            semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor
            equilíbrio do sistema.




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                                                                                        BULA AGROFIT – V01
                                                                                                31/05/2021


        MINISTÉRIO DA SAÚDE - AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA


        DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
        ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
        USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

        PRECAUÇÕES GERAIS:
        • Produto para uso exclusivamente agrícola.
        • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
        • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
        • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
        pessoas.
        • Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
        recomendados.
        • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
        válvulas com a boca.
        • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou
        com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
        • Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
        de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional
        habilitado.
        • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
        PRIMEIROS SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
        • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
        trancado, longe do alcance de crianças e de animais.
        • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
        seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos ou viseira, touca árabe e luvas.
        • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
        relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

        PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
        • Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento
        hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas
        das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro
        combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3 quando
        necessário); óculos de segurança com proteção lateral ou viseira; e luvas de nitrila.
        • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção
        individual (EPI) recomendados.
        • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
        • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
        primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.

        PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
        • Evite o máximo possível, o contato com a área tratada.
        • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
        (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
        • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área
        em que estiver sendo aplicado o produto.
        • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
        respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
        • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
        • Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento
        hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas
        das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico


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                                                                                          BULA AGROFIT – V01
                                                                                                  31/05/2021


        contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3 quando necessário); óculos de
        segurança com proteção lateral ou viseira; touca árabe e luvas de nitrila.

        PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
        • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA” e
        manter os avisos até o final do período de reentrada.
        • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área
        tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de
        Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
        • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas
        tratadas logo após a aplicação.
        • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
        (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
        • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda
        vestidas para evitar contaminação.
        • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em
        local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
        • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
        • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais
        roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
        • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
        aplicação.
        • Não reutilizar a embalagem vazia.
        • No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de
        algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
        • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na
        seguinte ordem: touca árabe, óculos ou viseira, avental impermeável, botas, macacão, luvas e
        máscara.
        • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
        protegida.
        • Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do
        fabricante.


                                                 Pode ser nocivo se ingerido
                                       ATENÇÃO   Pode ser nocivo em contato com a pele
                                                 Nocivo se inalado


        PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
        embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.

        Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
        vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

        Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que
        a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.

        Pele: em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
        contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.

        Inalação: se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

        A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
        exemplo.



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DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA
Rua Tabapuã, 474 6º andar. cj. 64/65
CEP 04533-001 – Itaim Bibi
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                                                                                                    BULA AGROFIT – V01
                                                                                                            31/05/2021


                                              INTOXICAÇÕES POR VISCLOR

                                               - INFORMAÇÕES MÉDICAS -
              Grupo químico            Clorotalonil: Isoftalonitrila
                                       Monoetileno glicol: Álcool Glicólico
          Classe toxicológica          Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
            Vias de exposição          Oral, inalatória, ocular e dérmica.
                                       Clorotalonil: o clorotalonil é pouco absorvido através da via dérmica (<1%
                                       em estudo in vitro em pele humana e aproximadamente 0,16% em estudo
                                       in vivo em ratos). A absorção ocorre principalmente no intestino delgado e
                                       é maior após a administração de uma dose menor do que depois de uma
                                       dose maior. Em ratos, a absorção gastrointestinal foi rápida, porém
                                       limitada, com diminuição da proporção absorvida de acordo com o
                                       aumento da dose. O pico de concentração plasmática foi baixo (<1% da
                                       dose administrada) e atingido entre 2–9 horas após a administração desta
                                       substância. Quando administradas baixas doses (em torno de 1,5mg/Kg)
                                       de clorotalonil em ratos, cerca de 20-22% da dose absorvida é excretada
                                       na bile e cerca de 10% na urina. Em doses maiores (200mg/Kg) uma
                                       menor proporção (8%) da dose absorvida é excretada na bile, indicando
                                       que este processo é saturável. Estes dados indicam que a absorção a
                                       partir do trato gastrintestinal é da ordem de 30-32% da dose
                                       administrada. Em ratos, o clorotalonil foi rapidamente biotransformado
                                       através da conjugação com a glutationa no trato gastrintestinal e no
                                       fígado e, em seguida, após degradação enzimática, foi convertido nos
                                       derivados di- e tri-tióis através de uma série de reações enzimáticas nos
                                       rins. Os principais metabólitos urinários são o tri-tiomonocloro
                                       isoftalonitrila e di-tiomonocloro isoftalonitrila e seus derivados tio-metílicos
                                       correspondentes. A maior parte é excretada nas fezes com pelo menos
                                       80% da dose administrada excretada por esta rota após 96 horas.
                                       Aproximadamente 90% da dose administrada foi excretada com 34-48
              Toxicocinética           horas apesar de ser menos rápida a doses de 50mg/Kg e superiores. O
                                       armazenamento nos tecidos é menor que 1% da dose administrada.
                                       Maiores concentrações teciduais foram observadas nos rins, com
                                       aproximadamente 0,1% da dose. Um perfil metabólico semelhante tem
                                       sido observado em doses repetidas e não há evidências de
                                       bioacumulação. Administração oral de clorotalonil em macacos Rhesus
                                       demonstrou que a eliminação fecal é a principal rota de excreção, 52 a
                                       92% da dose (50mg/Kg) sendo excretada em 96 horas. A quantidade
                                       excretada via urinária é de 1,8 a 4,1% da dose. A maior parte eliminada
                                       nas primeiras 48 horas. O perfil toxicocinético foi similar tanto após
                                       administração de dose única quanto após administração de doses
                                       repetidas. A excreção apresentou diferença entre machos e fêmeas. Em
                                       ratos fêmeas, a excreção biliar foi cerca de 20% menor do que em
                                       machos. A excreção urinária em fêmeas foi cerca de 35% maior do que
                                       em machos.
                                       Monoetileno glicol: o monoetileno glicol é rapidamente absorvido e
                                       distribuído após administração pelas vias oral e inalatória. Em ratos, a
                                       absorção gastrointestinal foi cerca de 90-100% com pico de concentração
                                       plasmática entre 1-4 horas, enquanto a absorção pela via inalatória foi
                                       cerca de 60% com pico de concentração plasmática dentro de 1 hora. A
                                       absorção pela via dérmica foi menos extensa, em ratos (20-30%), e
                                       ocorreu mais lentamente.
                                       Em animais e em humanos, a biotransformação do monoetileno glicol
                                       ocorre através de uma série de reações de oxidação sucessivas gerando,

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                                                                                                      BULA AGROFIT – V01
                                                                                                              31/05/2021


                                       primeiramente, glicoaldeído (em uma reação catalisada pela enzima
                                       álcool-desidrogenase), em seguida o ácido glicólico é convertido em
                                       ácido glioxílico que é transformado em ácido oxálico, o metabólito mais
                                       tóxico.
                                       O ácido glioxílico é metabolizado rapidamente em uma série de produtos
                                       como malato, ácido fórmico e glicina. A quebra da glicina e do ácido
                                       fórmico gera dióxido de carbono, que é o principal metabólito do
                                       monoetileno glicol.
                                       Na urina foram identificados o monoetileno glicol, ácido glicólico, oxalato
                                       de cálcio e glicina (e seus conjugados).
                                       O monoetileno glicol é excretado principalmente como dióxido de carbono
                                       (no ar exalado). Na urina, é excretado como monoetileno glicol inalterado,
                                       ácido glicólico e, em menor extensão, como ácido oxálico.
                                       O tempo de meia vida de eliminação, em humanos e animais, foi cerca de
                                       1-4 horas, após administração pela via oral.
                                       Clorotalonil: os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
                                       Estudos de toxicidade aguda em ratos, pela via inalatória, a exposição ao
                                       clorotalonil resultou em mortes por asfixia, secundária ao desenvolvimento de
                                       edema pulmonar. Os sinais de toxicidade e achados patológicos
                                       demonstraram que esta substância pode causar irritação para o trato
                                       respiratório e para os pulmões. Em estudos em ratos e camundongos, pela via
                                       oral, os rins foram o principal alvo da toxicidade do clorotalonil. Estudos sobre o
                                       mecanismo da nefrotoxicidade causada por esta substância, em ratos, pela via
                                       oral, demonstraram que os tumores ocorrem como uma consequência ao dano
                                       sustentado ao segmento S2 dos túbulos renais. A ocorrência dos tumores é
                                       precedida por uma citotoxicidade renal que tem como resposta uma
                                       proliferação/hiperplasia celular regenerativa. Estudos indicam que esta
                                       citotoxicidade ocorre devido aos metabólitos reativos, formados pela clivagem
             Toxicodinâmica            dos conjugados S de cisteína pelas beta-liases nos rins, transportados para os
                                       túbulos renais. Devido às βliases renais humanas apresentarem menor
                                       atividade do que as dos roedores, os roedores foram considerados mais
                                       sensíveis à bioativação do clorotalonil por esta via.
                                       Em estudos em cães, não foram observados efeitos de toxicidade aos rins.
                                       Monoetileno glicol: os efeitos tóxicos do monoetileno glicol são devidos
                                       principalmente à formação de seus metabólitos. Há indícios de que os
                                       mecanismos relacionados aos efeitos de intoxicação sejam multifatoriais, como
                                       resultado o depósito de cristais de oxalato de cálcio na célula e na luz tubular,
                                       ou em consequência de acidose metabólica ou desregulação osmótica ou
                                       através de efeito citotóxico direto, com consequente insuficiência renal aguda,
                                       até comprometimento do sistema nervoso central (SNC) e de sintomas
                                       cardiopulmonares.
                                       Clorotalonil: Não são conhecidos sintomas específicos do clorotalonil em
                                       humanos. Em estudos de toxicidade em animais esta substância
                                       demonstrou alta toxicidade aguda pela via inalatória. Em coelhos o
                                       contato do clorotalonil com os olhos, causou lesões oculares graves.
                                       Asma ocupacional pode ser observada seguida da exposição inalatória
                                       ao clorotalonil.
            Sintomas e sinais
                 clínicos              Exposição ocular: Em contato com os olhos, pode causar irritação com
                                       ardência, dor, lacrimejamento, vermelhidão, podendo ocorrer lesões na
                                       superfície da córnea, em casos mais graves.
                                       Exposição cutânea: Em contato com a pele, pode causar irritação e
                                       reações de sensibilização, com ardência, coceira e vermelhidão.
                                       Dermatite também pode ocorrer na ausência de contato direto com a


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                                       pele, devido à alta volatilidade do produto.


                                       Exposição respiratória: Quando inalado, pode causar irritação do trato
                                       respiratório com tosse, secreção nasal, dificuldade respiratória, ardência
                                       do nariz, boca e garganta.
                                       Exposição oral: A ingestão pode causar irritação do trato
                                       gastrointestinal, com vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia.
                                       Efeitos crônicos: Em estudos de exposição repetida com roedores
                                       (ratos e camundongos), pela via oral, os rins foram identificados como os
                                       principais órgãos-alvo de toxicidade do clorotalonil por lesões pré-
                                       neoplásicas e neoplásicas observadas nas duas espécies. Doses seguras
                                       de exposição foram estabelecidas.
                                       Em estudos em cães, não foram observados efeitos de toxicidade aos
                                       rins. O clorotalonil não foi considerado tóxico para a reprodução, nem
                                       teratogênico em estudos em ratos e em coelhos.
                                       Monoetileno glicol: a intoxicação sistêmica é esperada somente após
                                       exposição a grandes quantidades desta substância.
                                       Exposição oral: inicialmente (período de 1-4 horas após exposição)
                                       podem ocorrer náuseas, vômitos, depressão do SNC (ataxia, fadiga,
                                       sonolência, vertigem, nistagmo, convulsões) e acidose metabólica. Após
                                       24 horas podem ocorrer sintomas cardio-pulmonares como dispneia,
                                       hiperventilação, taquicardia, elevação da pressão arterial e edema
                                       pulmonar. Após 24-36 horas podem ocorrer lesões importantes nos rins,
                                       com insuficiência.
                                       Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com
                                       ardência e vermelhidão.
                                       Exposição dérmica: o monoetileno glicol apresenta baixo potencial
                                       irritativo para a pele, no entanto, pode ocorrer dermatite alérgica em
                                       indivíduos susceptíveis.
                                       Exposição respiratória: o risco de inalação é pequeno em função do
                                       monoetileno glicol apresentar uma baixa pressão de vapor, o que previne
                                       a exposição excessiva, no entanto, se inalado, pode ocorrer irritação do
                                       trato respiratório superior, além de tosse, irritação na garganta e cefaleia.
                                       Nos casos de inalação de vapores com concentrações elevadas do
                                       produto podem ocorrer intoxicações com sintomas semelhantes aos
                                       observados por ingestão.
                                       Efeitos crônicos: não foi observado potencial cancerígeno em animais.
                Diagnóstico            O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência
                                       de quadro clinico compatível.




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                                                                                                BULA AGROFIT – V01
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                                       Descontaminação: visa limitar a absorção e os efeitos locais.

                                       ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado,
                                       especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação,
                                       deverá estar protegida por equipamento de segurança de forma a não se
                                       contaminar com o agente tóxico. Remover roupas e acessórios e
                                       proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas,
                                       cavidades e orifícios) e cabelos com água abundante e sabão.
                                       O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e
                                       avental impermeáveis.

                                       ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de
                                       suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções
                                       vitais.

                                       Medidas de descontaminação:
                                       Exposição oral:
                                       - O tratamento é sintomático e de suporte. Não há antídoto específico.
                                       - Atentar para o nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de
                                       aspiração.
                                       - Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em
                                       caso de intoxicação por clorotalonil e monoetileno glicol. Avaliar a
                                       necessidade de administração de carvão ativado. Se necessário,
                                       administrar uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de
                                       água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g;
                Tratamento             crianças 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).
                                       - Lavagem gástrica: somente cogitar a descontaminação gastrintestinal
                                       após a ingestão de grande quantidade do produto. Neste caso, considere
                                       após ingestão recente (geralmente até 1 hora) de uma quantidade que
                                       represente risco à vida.
                                       - Monitorar os sinais vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de
                                       pressão arterial).
                                       - Contraindicações: a indução do vômito é contraindicada em razão do
                                       risco de aspiração e de pneumonite química. Não realizar lavagem
                                       gástrica em caso de perda dos reflexos protetores das vias respiratórias,
                                       nível diminuído de consciência; pacientes com risco de hemorragia ou
                                       perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidades pouco tóxicas.

                                       Exposição inalatória:
                                       - Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a
                                       alterações respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou
                                       dificuldade respiratória, avalie quanto à irritação do trato respiratório,
                                       edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie
                                       na ventilação, conforme necessário.
                                       Exposição ocular:
                                       - Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande quantidade de
                                       água à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação,
                                       dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser
                                       encaminhado para tratamento específico.
                                       Exposição dérmica:
                                       - Descontaminação: remover as roupas contaminadas e lave a área
                                       exposta com água e sabão. Se a irritação ou dor persistir, o paciente
                                       deve ser encaminhado para tratamento específico.




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                                                                                                 BULA AGROFIT – V01
                                                                                                         31/05/2021




                                       A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e
                                       de pneumonite química.
           Contraindicações            A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos
                                       protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em
                                       pacientes não-intubados; pacientes com risco de hemorragia ou
                                       perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
               Efeitos das
                              Não são previstos efeitos sinérgicos para o produto.
          interações químicas
                                       Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
                                       informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
                                       Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica –
                                       RENACIAT – ANVISA/MS.
                 ATENÇÃO
                                       Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
                                       Telefone de Emergência da empresa: (11) 2337-2007 (Horário comercial)
                                       OXON BRASIL DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
                                       Planitox Line: 0800 701 0450

        Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
        “Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.

        Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:

        Efeitos agudos para animais de laboratório:
        DL50 oral em ratos: 2500 mg/kg p.c
        DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c
        CL50 inalatória em ratos: 2,41 mg/L
        Corrosão/irritação cutânea em coelhos: a substância-teste aplicada na pele dos coelhos não
        apresentou sinais clínicos de irritação dermal durante o período de avaliação, e o teste foi
        concluído na leitura de 72 horas.
        Corrosão/irritação ocular em coelhos: a substância teste produziu opacidade em 1/3 dos olhos
        testados, vermelhidão e quemose em 3/3 dos olhos testados. Todos os sinais foram reversíveis
        em 7 dias.
        Sensibilização cutânea: não sensibilizante.
        Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica
        reversa em bactérias (teste de Ames) e não apresentou atividade mutagênica em células de
        camundongos.

        Efeitos crônicos para animais de laboratório:
        Clorotalonil: não existem casos reportados de intoxicação humana por ingestão de Clorotalonil. Em
        estudos toxicológicos crônicos, nos quais ocorrem a exposição e observação dos animais durante
        toda ou boa parte de suas vidas, com administração de diferentes concentrações de Clorotalonil,
        foram estabelecidas doses de não efeito tóxico por exposição crônica às substâncias. O produto não
        apresentou características mutagênicas, teratogênicas, carcinogênicas ou efeitos sobre a reprodução.

        A substância teste foi testada em animais de laboratório, sendo administrada por via oral na
        dieta de ratos durante um período de 24 meses em diferentes concentrações, na maior dose,
        9,2 mg/kg p.c. (macho) e 12,6 mg/kg p.c. (fêmeas) a substância apresentou toxicidade para o
        fígado e ocasionou a diminuição de peso para machos e fêmeas. O NOEL estabelecido para
        este estudo foi de 4,7 mg/kg p.c. para fêmeas e 3,4 mg/kg p.c. para machos. O produto
        também foi testado por um período de 18 meses em camundongos em diferentes
        concentrações e observou-se diminuição de peso nas duas doses mais altas, o NOEL
        estabelecido para este estudo foi de 20,5 mg/kg p.c. para fêmeas e 4,1 mg/kg p.c. para
        machos.


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                                                                                            BULA AGROFIT – V01
                                                                                                    31/05/2021




        Em estudos em ratos e camundongos, pela via oral, os rins foram o principal alvo da toxicidade
        após exposição repetida ao clorotalonil. Ratos e camundongos parecem ser mais sensíveis ao
        mecanismo citotóxico nos rins, no entanto como uma diferença quantitativa entre o

        metabolismo humano e de roedores não foi estabelecida, a relevância para humanos não pôde
        ser excluída. Portanto, doses seguras de exposição foram estabelecidas. Em estudos em cães,
        não foram observados efeitos de toxicidade aos rins. Em estudos em ratos e em coelhos, esta
        substância não foi considerada tóxica para a reprodução nem teratogênica.

        Monoetileno glicol: em ratos, a exposição oral repetida a doses muito altas desta substância
        (doses superiores a 950 mg/kg p.c. em ratos machos e 3100 mg/kg p.c. em ratos fêmeas em
        estudo de 90 dias) causou efeitos nos rins e depressão do sistema nervoso central. O
        monoetileno glicol não apresentou potencial cancerígeno em estudos em ratos e
        camundongos. Em estudos conduzidos em ratos e camundongos, causou aumento da
        mortalidade fetal e da incidência de malformações externas e esqueléticas. No entanto, estes
        efeitos ocorreram apenas após a ingestão ou inalação de altas concentrações desta substância
        [em ratos, NOAEL 250 mg/kg p.c./dia pela via oral; em camundongos, NOAEL de 150
        mg/m³/6h/dia (0,15 mg/L/6h/dia) por exposição inalatória de corpo todo e 1000 mg/m³/6h/dia
        (1,0 mg/L/6h/dia) após exposição exclusivamente inalatória (nose only). Há indícios de que
        este efeito para o desenvolvimento pré-natal seja devido à formação do metabólito ácido
        glicólico.

        Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em
        humanos.


        MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE – INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS
        RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

        DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
        PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
        MEIO AMBIENTE:
        —    Este produto é:
                     Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
                     Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
                     PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
                     Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).

              •    Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
              •    Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas, microcrustáceos e
                   peixes).
              •    É proibida a aplicação deste produto em áreas alagadas ou sujeitas a inundação.
              •    Evite a contaminação ambiental - Preserve a natureza.
              •    Não utilize equipamento com vazamentos.
              •    Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes do dia.
              •    Aplique somente as doses recomendadas.
              •    Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
                   d'água. Evite a contaminação da água.
              •    A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
                   solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, flora e a saúde das pessoas.
              •    Não execute a aplicação aérea de agrotóxicos em área situadas a uma distância inferior a
                   500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para



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CEP 04533-001 – Itaim Bibi
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                                                                                         BULA AGROFIT – V01
                                                                                                 31/05/2021


                   abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água,
                   moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
              •    Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
                   atividades aeroagrícolas.

        INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
        PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
           • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
           • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
              bebidas, rações ou outros materiais.
           • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
           • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
           • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
           • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
           • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens
              rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
           • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
              Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
           • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

        INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE:
           • Isole e sinalize a área contaminada.
           • Contate as autoridades locais competentes e a Empresa OXON BRASIL DEFENSIVOS
              AGRÍCOLAS LTDA - telefone de Emergência: (11) 2337-2007.
           • Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
              PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
           • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
              bueiros, drenas ou corpos d, água. Siga as instruções abaixo:
           • Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com
              auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto
              derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante,
              através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
           • Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
              esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
              empresa registrante conforme indicado acima.
           • Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
              contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
              medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do
              corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
           • Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico,
              ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

        PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
        DESTINAÇAO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
        UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

        Orientações para embalagem RÍGIDA LAVÁVEL

            — LAVAGEM DA EMBALAGEM:
        Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI 's -
        Equipamentos de Proteção Individual - recomendados nas precauções no manuseio do produto.
            • TRÍPLICE LAVAGEM (Lavagem Manual):
        Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
        esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
            — Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-o
               na posição vertical durante 30 segundos;
            — Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;


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DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA
Rua Tabapuã, 474 6º andar. cj. 64/65
CEP 04533-001 – Itaim Bibi
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                                                                                          BULA AGROFIT – V01
                                                                                                  31/05/2021


              —    Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
              —    Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
              —    Faça esta operação três vezes;
              —    Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

            • LAVAGEM SOB PRESSÃO:
        Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
        procedimentos:
            — Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
            — Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
            — Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
            — A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
            — Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

        Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
        procedimentos:
            — Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
                sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
            — Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
                pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
                segundos;
            — Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
            — Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

        EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
           — ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

            — ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
        O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
        local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
        guardadas as embalagens cheias.
        Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
        armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
        não lavadas.

             — DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
        No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
        tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
        fiscal, emitida no ato da compra.
        Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de
        validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo
        de validade.
        O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
        de um ano após a devolução da embalagem vazia.

            — TRANSPORTE:
        As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
        rações, animais e pessoas.

        EMBALAGEM SECUNDÁRIA - NÃO CONTAMINADA
           — ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

            — ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
        O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
        coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
        embalagens cheias.

              —    DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:


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                                                                                            BULA AGROFIT – V01
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        É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no
        local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

        TRANSPORTE:
        As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
        rações, animais e pessoas.

        DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
        A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
        realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
        competentes.

        É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
        OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

        EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
        EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
        A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causam
        contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

        PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
        Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
        através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
        A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
        operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
        competente.

        TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
        O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que
        inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os
        agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou
        outros materiais.

        RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO
        FEDERAL OU MUNICIPAL
        Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal
        concernentes as atividades agrícolas.

        TELEFONES DE EMERGÊNCIA:                            (11) 2337-2007 (Horário comercial)

                                                            0800 701 0450 (Planitox Line)




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