Viper
Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. - Maracanaú/CE
Herbicida
tebutiurom (uréia) (500 g/L)
Informações
Número de Registro
03318
Marca Comercial
Viper
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
tebutiurom (uréia) (500 g/L)
Titular de Registro
Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. - Maracanaú/CE
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico e seletivo.
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Cana-de-açúcar
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Cana-de-açúcar
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Cana-de-açúcar
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cana-de-açúcar
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Cana-de-açúcar
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cana-de-açúcar
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Cana-de-açúcar
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cana-de-açúcar
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Cana-de-açúcar
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Cana-de-açúcar
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Cana-de-açúcar
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Cana-de-açúcar
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Conteúdo da Bula
VIPER
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob o nº 3318
COMPOSIÇÃO:
1-(5-tert-butyl-1,3,4-thiadiazol-2-yl)-1,3-dimehylurea (TEBUTIUROM)…......................500 g/L (50,0% m/v)
Ethane-1,2-diol (MONOETILENOGLICOL)......................................................................79,8 g/L (7,98% m/v)
Outros Ingredientes................................................................................................560,19 g/L (56,02% m/v)
GRUPO C2 HERBICIDA
CONTEÚDO: Vide rótulo
CLASSE: Herbicida seletivo de ação sistêmica
GRUPO QUÍMICO:
Tebutiurom: Ureia
Monoetilenoglicol: Álcool glicólico
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)
TITULAR DO REGISTRO:
Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A.
Avenida Wilson Camurça, 2138 – Distrito Industrial I – CEP: 61939-000 – Maracanaú/CE – Tel.: (85) 4011-
1000 - SAC (Solução Ágil ao Cliente): 0800-725-4011 - www.sumitomochemical.com – CNPJ:
07.467.822/0001-26 - Número de registro do estabelecimento/Estado: SEMACE Nº 358/2021 - DICOP
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
Tebuthiuron Técnico Agrogill – Registro MAPA nº 17719
Jiangsu Changlong Agrochemical Co., Ltd. - N º 8 Tuanjiehe Road, Economic Development District of Taixing,
225400, Jiangsu, China
Tebutiurom Técnico Proventis II – Registro MAPA n° 12817
Yancheng South Chemicals Co., Ltd. - Chen Jiagang Chemicals District of Xiangshui, Yancheng City, Jiangsu,
224631 – China
Jiangsu Changlong Agrochemical Co., Ltd. - N º 8 Tuanjiehe Road, Economic Development District of Taixing,
225400, Jiangsu, China
Tebutiurom Técnico Sumitomo BR – Registro MAPA nº TC09022
Jiangsu Kuaida Agrochemical Co, Ltd - Rudong Coastal Economic Development Zone, Rudong Yangkou
Chemical Industry Park - Rudong Yangkou - Jiangsu 226407 - China
Tebutiurom Técnico Sumitomo GR – Registro MAPA nº 1715
Yingde Greatchem Chemicals Co., Ltd. - Shankou Town, Yingde City, Guangdong Province, 513052, China.
FORMULADOR:
Ouro Fino Química S.A.
Av. Filomena Cartafina, 22335, quadra 14, lote 5 – Distrito Industrial III - CEP: 38044-750 - Uberaba/MG -
CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Número de registro do estabelecimento/Estado: nº 8.764
Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A.
Avenida Wilson Camurça, 2138 – Distrito Industrial I – CEP: 61939-000 - Maracanaú/CE - CNPJ:
07.467.822/0001-26 - Número de registro do estabelecimento/Estado: SEMACE Nº 358/2021 DICOP
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Av. Roberto Simonsen, 1459 - Bairro Recanto dos Pássaros - CEP: 13148-030 - Paulínia/SP -
CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Número de registro do estabelecimento/Estado: 477 CDA/SP
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No do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM
SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
AGITE ANTES DE USAR
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4˚ e 273° do Decreto N˚ 7.212, de 15 de
junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 - PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO MUITO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
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INSTRUÇÕES DE USO:
VIPER é um herbicida seletivo, recomendado para o controle de plantas infestantes na cultura da cana-de-
açúcar (cana-planta ou cana-soca), aplicado em pré-emergência das plantas infestantes.
PLANTAS
Doses do Produto Comercial (L/ha)
INFESTANTES
CULTURA Volume
Nome Comum Número de
TEXTURA DO SOLO de Calda
(Nome Científico) Aplicação
(L / ha)
ARENO-
Folhas Estreitas ARENOSA ARGILOSA
ARGILOSA
Capim-braquiária,
braquiária
(Brachiaria
decumbens) Cana- Cana- Cana-
Capim-marmelada, planta: planta: planta:
capim-papuã 1,6 – 2,0 2,0 – 2,4 2,4
(Brachiaria
plantaginea) Cana-soca: Cana-soca: Cana-soca:
Capim-carrapicho, 1,6 – 2,0 2,0 – 2,4 2,4
capim-amoroso
(Cenchrus echinatus) Aplicações Aplicações Aplicações
Capim-colchão, seguintes seguintes seguintes
capim-milhã (Cana- (Cana- (Cana-
(Digitaria horizontalis) soca): soca): soca):
Capim-pé-de-galinha 1,0 – 1,3 1,3 – 1,6 1,6 – 2,0 1
(Eleusine indica)
CANA- Capim-colonião (Uma aplicação
DE- Panicum maximum por ciclo da
Terrestre:
AÇÚCAR ARENO- cultura, em pré
ARENOSA ARGILOSA 150 - 400
Folhas Largas ARGILOSA emergência das
plantas
Aérea:
Carrapicho-rasteiro, infestantes,
30 – 50
carrapichinho seguindo as
(Acanthospermum recomendações
australe) para cada tipo
Caruru-de-mancha, Cana- Cana- Cana- de solo)
caruru-verde planta: planta: planta:
(Amaranthus viridis) 1,6 – 2,0 2,0 – 2,4 2,4
Picão-preto, Picão
(Bidens pilosa) Cana-soca: Cana-soca: Cana-soca:
Trapoeraba 1,6 – 2,0 2,0 – 2,4 2,4
(Commelina
benghalensis) Aplicações Aplicações Aplicações
Amendoim-bravo, seguintes seguintes seguintes
leiteira (Cana- (Cana- (Cana-
(Euphorbia soca): soca): soca):
heterophylla) 1,0 – 1,3 1,3 – 1,6 1,6 – 2,0
Corda-de-viola,
campainha
(Ipomoea
aristolochiaefolia)
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Poaia-branca, poaia
(Richardia brasiliensis)
Guanxuma, mata-
pasto
(Sida rhombifolia)
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
VIPER deve ser aplicado em qualquer estação do ano, tanto nas águas como na seca. Aplicado
em solo úmido, VIPER atua imediatamente no controle das plantas infestantes que começam
a germinar. Aplicado em solo seco, VIPER permanece na superfície do solo, aguardando a
ocorrência de chuvas para começar a atuar no controle das plantas infestantes; o produto
deve ser aplicado após o plantio (em cana-planta) ou depois do corte (em cana-soca) em pré-
emergência das plantas infestantes. Cultivos mecânicos, com cultivadores de dentes ou de
discos, efetuados de acordo com as necessidades da cultura, não afetarão a atividade do
VIPER, desde que realizados após a ocorrência de chuvas (30 mm). Uma única aplicação de
VIPER é suficiente para manter a cana-de-açúcar no limpo até o fechamento da cultura.
MODO DE APLICAÇÃO:
VIPER pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores costais manuais, tratorizados de barra,
autopropelidos e por via aérea conforme recomendações.
O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterada considerando
as suas especificações técnicas. Os menores volumes de calda são aplicados no início do desenvolvimento da
cultura e/ou das plantas infestantes e os maiores quando há o pleno desenvolvimento vegetativo.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas e baixo potencial de deriva.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as
recomendações do fabricante do equipamento.
Preparo da Calda:
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item
“Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de
aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem
causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer
o pulverizador com água limpa em até 3/4 de sua capacidade. Ligar o agitador e adicionar o produto de
acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do
pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.
Para pulverizadores costais manuais ou costais motorizados que não dispõe de agitador
Utilize um pulverizador com capacidade de 20 litros. A fim de evitar peso exagerado e facilitar o trabalho, é
recomendado que se trabalhe com apenas 10 litros em cada abastecimento no pulverizador costal.
Equipamentos de Aplicação:
Aplicação Terrestre:
Equipamento costal
A aplicação deve ser dirigida sobre a folhagem das plantas daninhas até o ponto de escorrimento nas folhas,
observando que esteja ocorrendo uma boa cobertura sobre as plantas daninhas ou no tronco/caule até o
ponto de escorrimento, imediatamente após o corte. Utilizar bicos de jato que proporcionem classe de gotas
que evitem deriva, usar gotas médias a grossas.
Em geral, é recomendado utilizar estrutura de proteção (protetor tipo chapéu de napoleão), de modo a
evitar a possibilidade do jato atingir a cultura.
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Pulverizadores de barra ou autopropelidos
Classe de gotas: Utilizar gotas grossa a muito grossa. Independente do equipamento utilizado, o tamanho
das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho
de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao
Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de
aplicação.
Ponta de pulverização: Aplicar somente com pontas de pulverização tipo leque que produzam gotas grossas
a extremamente grossas, para a redução de deriva, tal como pontas com INDUÇÃO DE AR. Cabe ao
Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação ou responsável técnico pela aplicação indicar a ponta
de pulverização mais adequada, observando sempre a classe de gotas indicadas (gotas grossas a
extremamente grossas), no intuito de evitar o efeito de deriva na aplicação, devendo sempre seguir
parâmetros técnicos para a cultura, equipamento e condições meteorológicas.
Ajuste da barra: A altura da barra e o espaçamento entre pontas de pulverização deve permitir uma boa
sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta alvo, conforme recomendação do fabricante, não
ultrapassando 50 cm, tanto de espaçamento entre as pontas de pulverização, quanto para altura da barra de
pulverização em relação ao alvo. Todas as pontas de pulverização da barra deverão ser mantidas à mesma
altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor
possível, a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.
Faixa de deposição: utilize distância entre pontas de pulverização na barra de aplicação de forma a permitir
maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as
culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Volume de calda: 150 - 400 L/ha
Pressão: 30 – 70 psi ou lbf/pol²
Aplicação Aérea:
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas
agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na
legislação Municipal, Estadual e Federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o
Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronave devidamente regulamentada para tal finalidade e providas de barras apropriadas
e que tenha capacidade técnica de fornecer dados do mapa de voo realizado.
Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado.
Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Classe de gotas: Utilize gotas grossas a extremamente grossas. Independente do equipamento utilizado, o
tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior
tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações
quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do
equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: Utilizar preferencialmente, bicos de jato cônico vazio ou bicos de jato sólido com
discos de orifício compatíveis com o tamanho de gota a ser produzida e tipo de aeronave utilizada, sempre
utilizar a condição de ângulo de 0° (na direção do fluxo de ar). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação
desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. O operador deve ajustar os fatores
operacionais para obter uma gota grossa a muito grossa e entender que a velocidade de voo e a pressão de
trabalho são fatores primários no controle do tamanho de gota.
Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o
desempenho dos elementos geradores de gotas. Use o menor número de bicos com a maior vazão possível,
e que proporcione uma cobertura uniforme. O comprimento da barra não deve exceder ¾ da asa ou do
comprimento do rotor - Barras maiores aumentam o potencial de deriva.
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Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre
a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo
do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das
faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as
culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Volume de calda: 30 - 50 L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável,
respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e
tecnologia de aplicação.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas
pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo.
Condições Climáticas/Meteorológicas:
Deve-se observar as condições meteorológicas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores
apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
Temperatura e Umidade:
Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores
para reduzir o efeito da evaporação.
Cuidados durante a aplicação:
Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda
deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda do pulverizador
durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Gerenciamento de deriva:
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água,
criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos
fatores relativos ao equipamento de pulverização e condições meteorológicas (velocidade do vento, umidade
e temperatura). Independentemente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais
importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a
cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Ventos:
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 3 km/h (devido ao potencial de inversão)
ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e os tipos de equipamento
determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos
ou em condições sem vento.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado
com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Importância do diâmetro de gota:
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A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma
boa cobertura e controle. A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições meteorológicas e
grau de infestação das plantas infestantes podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.
Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem
feitas de maneira imprópria ou sob condições meteorológicas desfavoráveis. Leia as instruções sobre
condições de Vento, Temperatura e Umidade e Inversão Térmica.
Controlando o diâmetro de gotas – Técnicas Gerais:
Volume de calda de pulverização: Use pontas de pulverização de vazão maior para aplicar o volume de calda
mais alto possível, considerando suas necessidades práticas. Pontas de pulverização com vazão maior
produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada para a ponta de pulverização. Pressões maiores reduzem o diâmetro
de gotas e não melhoram a penetração na cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas
de pulverização de vazão maior, ao invés de aumentar a pressão. Na maioria das pontas de pulverização,
ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Aplicar somente com pontas de pulverização que
produzam gotas grossas a extremamente grossas, para a redução de deriva, tal como pontas com INDUÇÃO
DE AR.
Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento
vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com
movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à
altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser
formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada
pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser
identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de
fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto, se a
fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento
vertical do ar.
LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas
as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual
recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da
limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura Intervalo de Segurança (dias)
Cana-de-açúcar (1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS:
Recomenda-se não entrar na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no
mínimo 24 horas após a aplicação). Caso seja necessário entrar na área antes desse período, utilize os
equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivamente agrícola.
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
- Utilizar o produto somente para a cultura e recomendações indicadas, respeitando o intervalo de
segurança para a cultura.
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Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
- O produto não é fitotóxico para a cultura indicada, quando utilizado de acordo com as recomendações do
fabricante.
Outras Restrições a Serem Observadas:
- Culturas intercalares à cana-de-açúcar ou rotacionais, não devem ser praticadas dentro de 24 meses após
a última aplicação de VIPER. A implantação de culturas intercaladas ou rotacionais será condicionada ao
estrito seguimento das doses recomendadas para a cana-de-açúcar no plantio ou na cana soca, com a
consequente redução de doses nas aplicações seguintes.
- Não utilizar VIPER nas calçadas, estradas, gramados, pátios, quadras de tênis ou áreas similares, onde se
estendam as raízes de árvores ou de outras plantas que se desejam conservar, ou em locais onde o produto
possa ser arrastado, entrando em contato com essas raízes.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item “MODO DE APLICAÇÃO”.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS;
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda
de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência,
seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C2 para o controle do mesmo alvo,
quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação
Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério
da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO C2 HERBICIDA
O produto VIPER é composto por Tebutiurom, que apresentam mecanismo de ação dos inibidores do
fotossistema II, pertencentes ao Grupo C2, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à
Resistência de Herbicidas).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS INFESTANTES:
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Deve-se sempre utilizar as técnicas de manejo integrado das plantas infestantes. Como exemplo, a adoção
da rotação de culturas, a qual permite a utilização de diferentes métodos de controle além do uso de
herbicidas. Outros métodos também devem ser utilizados dentro de um manejo integrado, como o controle
mecânico, manual ou através de roçadas e a limpeza de máquinas.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAUDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas
de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros
e procure rapidamente o serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão ou calça e blusa com tratamento hidro-repelente; botas de borracha; avental impermeável;
máscara facial ou respirador; viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral; touca ou boné árabe
e luvas de proteção contra produtos químicos.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de
limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão ou calça e blusa com tratamento hidro-repelente passando por cima dos punhos das luvas e as
pernas da calça por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara facial ou respirador;
viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral; touca ou boné árabe e luvas de proteção contra
produtos químicos.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo
aplicado o produto.
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• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também
entrem em contato, com a névoa do produto.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão ou calça e blusa com tratamento hidro-repelente passando por cima dos punhos das luvas e as
pernas da calça por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara facial ou respirador;
viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral; touca ou boné árabe e luvas de proteção contra
produtos químicos.
• As luvas devem ser vestidas normalmente para dentro das mangas do macacão ou blusa. No entanto, se o
jato de pulverização for dirigido para cima da linha dos ombros do trabalhador, elas devem ser vestidas para
fora das mangas do macacão ou blusa.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação, em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o
final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os
Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo
após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao
lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): botas de borracha, avental
impermeável; máscara facial ou respirador; viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral; touca
ou boné árabe e luvas de proteção contra produtos químicos.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca
ou boné árabe; viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral; avental impermeável; blusa com
tratamento hidrorrepelente; botas de borracha; calça com tratamento hidrorrepelente; luvas de proteção
contra produtos químicos e máscara facial ou respirador.
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
• Em ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
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Nocivo se ingerido
ATENÇÃO Pode ser nocivo em contato com a pele
Nocivo se inalado
PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a
água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
ADVERTÊNCIA: A pessoa que prestar atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das
medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a não se
contaminar com o agente tóxico.
INTOXICAÇÕES POR VIPER
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Tebutiurom: Ureia
Grupo químico
Monoetilenoglicol: Álcool glicólico
Classe toxicológica Categoria 4: Produto pouco tóxico
Vias de
Oral, inalatória, ocular e dérmica.
exposição
Tebutiurom: Estudos de toxicocinética com tebutiurom foram conduzidos com
animais de laboratório e o produto foi rapidamente absorvido e extensivamente
metabolizado. O total de radioatividade recuperada após 96 horas da administração
do produto foi de 74% a 107% da dose administrada. Na dose mais baixa a
radioatividade foi eliminada em 24 horas. Em ratos coelhos e cães, a eliminação via
urina totalizou 84% a 95% da dose (0,4 a 0,7% foi excretado como composto parental
não modificado), e eliminação nas fezes totalizou 1 a 31%.
Monoetilenoglicol: O etilenoglicol é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal
após a ingestão, com suas concentrações séricas atingindo o pico logo após a ingestão.
Toxicocinética O volume de distribuição é de cerca de 0,7 L/kg. A eliminação é primariamente de
primeira ordem quando as concentrações estão abaixo de 250 mg/dL, com uma meia-
vida de aproximadamente 4-6 horas. Com concentrações acima de 250 mg/dL, a
eliminação torna-se de ordem zero, provavelmente em torno de 10 mg/kg/h. Quando
a álcool-desidrogenase (ADH) é inibida, impedindo o metabolismo, a meia-vida de
eliminação do etilenoglicol é prolongada para 10 a 18 horas e é renalmente
dependente. Macacos que receberam uma dose oral única de 1 mL/kg de 14C-etileno
glicol (equivalente a 1110 mg/kg) excretaram cerca de 24% da dose administrada
como composto original inalterado na urina dentro de 48 horas. Em cães,
aproximadamente 50% de uma dose oral de etileno glicol (173 mmol/kg) foi excretada
pela urina dentro de 72 horas após a exposição.
Tebutiurom: Atua como herbicida através da inibição da fotossíntese em plantas. Os
Toxicodinâmica mecanismos de toxicidade em humanos não são completamente conhecidos. A ação
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oxidativa da hemoglobina nos eritrócitos pode ocorrer com formação de
metahemoglobina. A ação é reversível.
Monoetilenoglicol: Sua toxicidade decorre da ação dos metabólitos produzidos a
partir da ação da álcool-desidrogenase (ADH), que, junto com o excesso de ácido
láctico, são responsáveis pela acidose metabólica e pelo aumento do ânion GAP. O
oxalato precipita-se como cristais insolúveis de oxalato de cálcio podendo levar à
hipocalcemia, prolongamento do intervalo QT e raramente a arritmias ventriculares.
Pode ocorrer também deposição de oxalato de cálcio nos túbulos renais causando
insuficiência renal aguda retardada até 24 a 72 horas após ingestão.
Tebutiurom: É nocivo se ingerido e apresenta baixa toxicidade pelas vias dérmica e
inalatória. A ingestão de grandes quantidades de herbicidas da classe das ureias
substituídas pode levar ao desenvolvimento de metemoglobinemia, um efeito raro.
Exposição oral: o Tebutiurom é nocivo se ingerido. A ingestão de grandes quantidades
pode causar irritação do trato gastrointestinal com vômito, náuseas, dor abdominal e
diarreia. O desenvolvimento de metemoglobinemia é raro, mas pode ocorrer em casos
de ingestão de grandes quantidades de herbicidas da classe das ureias substituídas e
é caracterizada por depressão do sistema nervoso central (dores de cabeça, tontura e
fraqueza), cianose e hipoxemia e, em casos mais graves, pode ocorrer dispneia e
dificuldade respiratória.
Exposição respiratória: quando inalado, a substância pode causar sintomas gerais de
irritação do trato respiratório como tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
Exposição dérmica: em contato com a pele, a substância pode causar sintomas gerais
de irritação como ardência e vermelhidão.
Exposição ocular: em contato com os olhos, a substância pode causar sintomas gerais
de irritação como ardência e vermelhidão.
Monoetilenoglicol: A intoxicação sistêmica é esperada somente após exposição a
Sintomas e sinais grandes quantidades desta substância.
clínicos Exposição oral: inicialmente (período de 1-4 horas após exposição) podem ocorrer
náuseas, vômitos, depressão do SNC (ataxia, fadiga, sonolência, vertigem, nistagmo,
convulsões) e acidose metabólica leve a grave. Após 24 horas podem ocorrer sintomas
cardiopulmonares como dispneia, hiperventilação, taquicardia, elevação da pressão
arterial e edema pulmonar. Após 24-36 horas podem ocorrer lesões importantes nos
rins, com insuficiência renal (necrose tubular e depósito de cristais de oxalato de
cálcio). Em casos mais graves, os sintomas podem levar a morte.
Exposição respiratória: o risco de inalação é pequeno em função do etilenoglicol
apresentar uma baixa pressão de vapor em temperatura ambiente. No entanto, se
inalado, pode ocorrer irritação do trato respiratório superior, com tosse, irritação na
garganta e cefaleia. Nos casos de inalação de vapores com concentrações elevadas do
produto podem ocorrer intoxicações com sintomas semelhantes aos observados por
ingestão.
Exposição dérmica: apresenta baixo potencial irritativo para a pele, no entanto, a
exposição repetida pode causar dermatite alérgica em indivíduos susceptíveis.
Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência e
vermelhidão.
Exposição crônica: Vide item “efeitos crônicos”, abaixo.
Metahemoglobinas são encontradas em pacientes com quadro de cianose, dispneia e
Diagnóstico outros sinais de dificuldade respiratória. Dosagem de metahemoglobina deve ser feita
em todos os pacientes com cianose.
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Antídoto: Não existe antídoto específico. O tratamento imediato deve ser sintomático
e de suporte.
Metahemoglobinemia:
Administrar 1 a 2mg/kg de azul de metileno, lentamente, por via intravenosa em
pacientes sintomáticos. Doses adicionais podem ser requeridas.
Medidas sintomáticas e de manutenção: Em casos de intoxicação por etilenoglicol,
considerar a administração de inibidores da enzima álcool desidrogenase (ADH) como
etanol e fomepizol para inibir a formação de metabólitos tóxicos. O regime de dose a
ser aplicado deve ser avaliado pelo médico de acordo com a gravidade do caso clínico.
Em casos de acidose metabólica grave, considerar a realização de hemodiálise após a
administração de inibidores de ADH.
Exposição Oral:
Em caso de ingestão de grandes quantidades do produto aplicar:
Carvão ativado:
Liga-se à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se
administrado logo após a ingestão. Em geral não atua com metais ou ácidos.
Administrar carvão ativado como uma suspensão (30g de carvão em 240mL de água).
Dose usual para adultos e adolescentes: 25 a 100g; crianças de 1 a 12 anos: 25 a 50g,
infantes menores que 1 ano: 1g/kg de peso corpóreo.
Obs: O carvão ativado não deve ser administrado em pacientes que ingeriram ácidos
ou bases fortes. O benefício do carvão ativado também não é comprovado em
pacientes que ingeriram substâncias irritantes pois pode obscurecer os achados
endoscópicos, nos casos em que o procedimento é necessário.
Lavagem gástrica:
Tratamento Na maioria dos casos não é necessário, dependendo da quantidade ingerida, tempo
de ingestão e circunstância específica.
- Considere lavagem gástrica após ingestão de quantidade de veneno potencialmente
perigosa à vida, caso possa ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de
1 hora). Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração
em posição de Trendelenburg e decúbito lateral ou por intubação endotraqueal.
Controlar as convulsões.
- Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível
diminuído de consciência em pacientes não-intubados; após ingestão de compostos
corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); pacientes com risco de
hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
Não provocar vômito, entretanto é possível que o mesmo ocorra espontaneamente
não devendo ser evitado, deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos.
ATENÇÃO: Nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente.
Emergência, suporte e tratamento sintomático:
Manter as vias aéreas permeáveis, se necessário através de intubação oro-traqueal,
aspirar secreções e administrar oxigênio. Atenção especial para fraqueza de
musculatura respiratória e parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias
cardíacas. Adotar medidas de assistência ventilatória, se necessário; uso de PEEP pode
ser requerido. Monitorar a temperatura corporal e tratar se necessário. Monitorar
oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, amilase sérica. Tratar pneumonite e coma
se ocorrerem. Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento
dos sintomas.
Convulsões:
Indicado benzodiazepínicos IV (Diazepam (Adultos 5-10mg; crianças 0,2-0,5mg/kg e
repetir a cada 10-15 minutos) ou lorazepam (adultos: 2-4mg; crianças 0,05-0,1mg/kg).
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Considerar Fenobarbital ou Propofol se há recorrência das convulsões em maiores de
5 anos.
Irritação:
Observe os pacientes que ingeriram a substância quanto a possibilidade de
desenvolvimento de irritação ou queimadura gastrintestinal ou esofágica. Se
estiverem presentes sinais ou sintomas de irritação ou queimadura esofágica,
considere a endoscopia para determinar a extensão do dano.
Exposição Inalatória:
Descontaminação: Remova o paciente para um local arejado.
Monitorar o estresse respiratório. Se houver desenvolvimento de tosse ou dificuldade
respiratória, avaliar a possibilidade de irritação do trato respiratório, bronquite ou
pneumonite. Administrar oxigênio e ventilação assistida se requerida. Tratar bronco
espasmos com corticosteroide beta-2-agonistas por via inalatória, oral ou parental.
Exposição Dérmica:
Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e
sabão em abundância. O paciente deve ser encaminhado para tratamento específico
se a irritação ou dor persistir.
Exposição Ocular:
Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina
a 0,9% à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor,
inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado
para tratamento específico.
CUIDADOS PARA OS PRESTADORES DE PRIMEIROS SOCORROS:
Evitar realizar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto.
Utilizar equipamento externo de reanimação manual (Ambú) para realizar o
procedimento.
Utilizar EPI para evitar o contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto durante
o processo.
O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração e pneumonite
Contraindicações
química.
Efeitos das
Não se conhecem efeitos sinérgicos para este produto.
interações químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
ATENÇÃO
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
Telefones de Emergência da empresa:
Toxiclin (Emergência Toxicológica) – 0800-014-1149
Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A.: (85) 4011-1000
SAC (Solução Ágil ao Cliente): 0800-725-4011
Endereço Eletrônico da Empresa: www.sumitomochemical.com
Correio Eletrônico da Empresa: sac@sumitomochemical.com
MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide quadro acima, itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.
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Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: > 300 < 2000 mg/kg p.c.
DL50 cutânea em ratos: > 4000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: Não determinado nas condições de teste.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Em estudo de irritação cutânea realizado em coelhos, nenhum
animal apresentou sinais de irritação na pele. O produto não foi considerado irritante para a pele de coelhos.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Em estudo de irritação ocular realizado em coelhos, um animal
apresentou hiperemia, completamente revertida na avaliação de 48 horas. O produto não foi considerado
irritante ocular para coelhos.
Sensibilização cutânea em cobaias (Método de Buehler): O produto não foi considerado sensibilizante
dérmico em cobaias.
Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação genética bacteriana ou
ensaio in vivo com células da medula óssea de camundongos.
Efeitos crônicos:
Tebutiurom: não foi observado potencial cancerígeno em estudos em ratos e camundongos com o
tebutiurom pela via oral. Esta substância também não demonstrou potencial mutagênico em estudos in vitro
e in vivo. O principal efeito decorrente da exposição aguda ou crônica ao tebutiurom, em mamíferos, foi a
diminuição do peso corpóreo. Em estudo de 90 dias em ratos foi observada uma leve vacuolização de células
pancreáticas e diminuição do peso corporal (NOAEL = 50 mg/kg p.c./dia e LOAEL = 125 mg/kg p.c./dia). Em
cães, foram observados sinais de toxicidade hepática, incluindo aumento do peso do fígado e da atividade
enzimática. No estudo de 90 dias e no de toxicidade crônica em cães, pela via oral, foi estabelecido o NOAEL
de 25 mg/kg p.c./dia e LOAEL de 50 mg/kg p.c./dia, com base nos efeitos hepáticos e diminuição no peso
corporal. Em estudos conduzidos em ratos pela via oral, o tebutiurom não apresentou efeitos tóxicos sobre
os parâmetros reprodutivos nem sobre o desenvolvimento embriofetal. Em estudos de toxicidade ao
desenvolvimento em coelhos, foi observada uma redução do peso corpóreo fetal e aumento no número de
reabsorções na maior dose testada, na qual também foi observada toxicidade materna (NOAEL
materno/desenvolvimento = 10 mg/kg p.c./dia e LOAEL materno/desenvolvimento = 25 mg/kg p.c./dia). O
tebutiurom não apresentou evidências de potencial neurotóxico.
Monoetilenoglicol: em ratos, a exposição oral repetida a doses muito altas desta substância (doses superiores
a 950 mg/kg p.c/dia, em ratos machos, e 3100 mg/kg p.c./dia, em ratos fêmeas, em estudo de 90 dias)
promoveu efeitos nos rins (lesões microscópicas, hiperplasia, nefrite, necrose, hematúria, fibrose e deposição
de cristais em túbulos renais) e depressão do sistema nervoso central. Em estudos conduzidos em ratos e
camundongos, o etilenoglicol não apresentou potencial cancerígeno e causou aumento da mortalidade fetal
e da incidência de alterações externas e esqueléticas. No entanto, estes efeitos ocorreram apenas após a
ingestão ou inalação de altas concentrações desta substância [em ratos, NOAEL 250 mg/kg p.c./dia pela via
oral; em camundongos, NOAEL de 150 mg/m³/6h/dia (0,15 mg/L/6h/dia) por exposição inalatória (corpo
total) e 1000 mg/m³/6h/dia (1,0 mg/L/6h/dia) após exposição exclusivamente inalatória (nose only)]. Não
foram observados efeitos adversos em coelhos. A formação do metabólito ácido glicólico pode estar
envolvida no mecanismo de ação para estes efeitos. Doses seguras de exposição foram estabelecidas.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
( X ) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
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• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo
atingir, principalmente, águas subterrâneas.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para as plantas que se deseje preservar. Não aplique o produto
próximo a áreas de preservação ou onde possa ocorrer o escoamento superficial para essas áreas ou atingir
corpos hídricos.
• Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamento.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’agua. Evite a
contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e
do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
• Não execute aplicações aéreas de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação da água para abastecimento público e de
250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e
vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aero
agrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA
ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos; devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira
de Normas Técnicas – ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A.
- telefones de emergência: Empresa (85) 4011-1000 ou AMBIPAR: 0800-720-8000.
• Utilize equipamentos de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos
protetores e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado – recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a
empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final;
• Solo – retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado acima;
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• Corpos d’água – Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido;
• Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2, OU PÓ QUÍMICO, ficando a
favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
• LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de
Proteção Individual – recomendados para o preparo de calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
-Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca
do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta de equipamento da lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.
• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com
a tampa em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até a devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva, com o piso impermeável, ou no local onde são guardadas as embalagens
cheias.
• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
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No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato
da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o seu término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de 1 ano
após a devolução da embalagem vazia.
• TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamento, rações,
animais e pessoas.
PARA EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
• ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens
cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente
das embalagens lavadas.
• DEVOLUÇÃO DA EMBALGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato
da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de
validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
• TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
• ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens
cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem, vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser
adquirido nos Canais de Distribuição.
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• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato
da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
• TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas —
modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
• ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE, DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM
VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através
do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmeras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
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TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem com determina que os agrotóxicos não podem
ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAL:
Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes as
atividades agrícolas.
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