Vincitore WG
Sipcam Nichino Brasil S.A. - Uberaba/MG
Fungicida
clorotalonil (isoftalonitrila) (600 g/kg) + tiofanato-metílico (benzimidazol (precursor de)) (240 g/kg)
Informações
Número de Registro
12107
Marca Comercial
Vincitore WG
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
clorotalonil (isoftalonitrila) (600 g/kg) + tiofanato-metílico (benzimidazol (precursor de)) (240 g/kg)
Titular de Registro
Sipcam Nichino Brasil S.A. - Uberaba/MG
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Sistêmico e Protetor
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Café
Cercospora coffeicola
Cercosporiose; Mancha-de-olho-pardo
Feijão
Colletotrichum lindemuthianum
Antracnose
Feijão
Phaeoisariopsis griseola
Mancha-angular
Conteúdo da Bula
BULA AGROFIT Mar 2022_Rev. 08
VINCITORE® WG
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob o nº 012107
COMPOSIÇÃO:
Dimethyl 4,4’-(o-phenylene) bis(3-thioallophanate)
(TIOFANATO-METÍLICO) …………………………………………………....………240 g/kg (24% m/m)
Tetrachloroisophthalonitrile (CLOROTALONIL)................................................. .600 g/kg (60% m/m)
Outros ingredientes .............................................................................................160 g/kg (16% m/m)
GRUPO B1 FUNGICIDA
GRUPO M5 FUNGICIDA
PESO LÍQUIDO: Vide Rótulo
CLASSE: Fungicida Sistêmico e Protetor
GRUPO QUÍMICO: Benzimidazol e Isoftalonitrila
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos dispersíveis em água (WG)
TITULAR DO REGISTRO:
SIPCAM NICHINO BRASIL S.A.
Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III, CEP: 38044-755 - Uberaba / MG
CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro IMA-MG nº 2.972
Fone: (34) 3319-5550 - Fax: (34) 3319-5570 – Email: contato@snbrasil.com.br
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
THIOPHANATE METHYL TÉCNICO – Registro MAPA nº 01400
Anhui Guangxin Agrochemical Co., Ltd
Pengcun Village, Xinhang Town, Guangde County, Xuancheng City, 242235, Anhui, P.R – China
FarmHannong Co., Ltd.
131, Haean-ro, Danwon - gu, Ansan-si, Gyeonggi-do, Coréia do Sul
Jiangsu Lanfeng Biochemical Co., Ltd
Suhua Road, Xinyi Economic & Technological Development Zone, 221400, Xinyi, Jiangsu, China
Rallis Índia Limited
3301, GIDC Industrial Estate, Ankleshwar, 393002 - District Bharuch, Gujarat, Índia
TIOFANATO METILICO TÉCNICO SUP – Registro MAPA n° 2619
Anhui Guangxi Agrochemical Co. Ltd.
Pengcun Village, Xinhang Town, Guangde County, Xuancheng City, 242235, Anhui, P.R – China
Jiangsu Lanfeng Biochemical Co. Ltd.
Suhua Road, Xinyi Economic & Technological Development Zone Xinyi, Jiangsu, China
TIOFANATO METILICO TÉCNICO MEGA – Registro MAPA no 18418
Meghmani Industries Ltd.
Plot no Z-6, Dahej SEZ, Dahej TA - Vagra, Bharuch, 392130 Gujarat, Índia
CHLOROTHALONIL TÉCNICO – Registro MAPA nº 3088299
Caffaro Chimica S.r.l.
Via Francesco Nullo, 8 - 25126 - Brescia – Itália
CLOROTALONIL TÉCNICO OXON – Registro MAPA n° 011207
Jiangyin Suli Chemical Co.,Ltd.
Nº7, Runhua Road, Ligang Town, Jiangyin City, Jiangsu Province, 214444- China
FORMULADOR:
SIPCAM NICHINO BRASIL S.A.
Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III, CEP: 38044-755 - Uberaba / MG
CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro IMA-MG nº 2.972
Fone: (34) 3319-5550 - Fax: (34) 3319-5570 – Email: contato@snbrasil.com.br
BULA AGROFIT Mar 2022_Rev. 08
Na do lote ou da partida:
VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO
AGUDO
CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
CLASSE II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
INSTRUÇÕES DE USO:
VINCITORE WG é um fungicida sistêmico e protetor indicado para o controle de doenças nas culturas de
café e feijão, conforme recomendação abaixo:
Doença Doses Número EPOCA, INTERVALO E VOLUME DE
Culturas Nome Comum (P.C)* máximo de APLICAÇAO.
(nome científico) aplicações
As aplicações de VINCITORE WG
deverão ser realizadas
preventivamente, quando as
condições climáticas estiverem
propícias para a ocorrência da doença,
Cercosporiose 2
1,25 ou iniciar as aplicações imediatamente
Café (Cercospora aplicações
kg/ha após o aparecimento dos primeiros
coffeicola) por safra
sintomas da doença, respeitando o
intervalo de 30 dias entre aplicações,
caso necessário
Volume de calda: 500 a 1000 L/ha
As aplicações de VINCITORE WG
deverão ser realizadas
Antracnose preventivamente, quando as
1,25 condições climáticas estiverem
(Colletotrichum
kg/ha propícias para a ocorrência da doença
lindemuthianum)
3 ou imediatamente após o
aplicações aparecimento dos primeiros sintomas
Feijão
por safra das doenças. Reaplicar se necessário,
com intervalos de 14 a 20 dias. Utilizar
Mancha-angular a maior dose em condições altamente
1,0 a 1,25
(Phaeoisariopsis favoráveis para a doença.
kg/ha
griseola)
Volume de calda: 200 a 400 L/ha
*P.C. – refere-se ao produto comercial.
Cada quilograma de produto comercial possui 240 g de Tiofanato-metílico e 600 g de Clorotalonil
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PREPARO DA CALDA
Preencher metade do volume de água a ser aplicado no tanque de pulverização. Adicionar VINCITORE
WG na quantidade desejada e completar com água até o volume desejado. Manter agitação moderada e
constante no tanque de pulverização durante o preparo da calda e a aplicação. Aplicar o produto
imediatamente após preparo da calda.
MODO DE APLICAÇÃO:
EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
VIA TERRESTRE
A dose recomendada deve ser pulverizada com o uso de equipamentos terrestres dos tipos costal (manual,
pressurizado ou motorizado) ou pulverizadores tratorizados providos de barra, dotados de bicos cônicos,
densidade mínima de 80 gotas/cm com 200 micra, de forma que se obtenha uma perfeita cobertura da
parte aérea da planta visando as faces superior e inferior das folhas. Usando-se outros tipos de
equipamentos, procurar obter uma cobertura uniforme da parte aérea da planta. A quantidade de calda
varia em função do porte e enfolhamento da planta. Em geral, o volume varia de 500 a 1000 L/ha para
café e 200 a 400 L/ha para feijão.
CONDIÇÕES CLIMATICAS
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação (litro de calda/ha) para proporcionar
a adequada densidade de gotas, obedecendo ventos de até 8 km/h, temperatura e umidade relativa,
visando reduzir perdas por deriva e evaporação.
INTERVALO DE SEGURANÇA
- Café.............................................................................................................................21 dias
- Feijão..........................................................................................................................14 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÀREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os EPIs recomendados
para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Uso exclusivamente agrícola.
Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
É obrigatório o uso do produto somente nas indicações constantes na bula.
Evitar aplicação durante as horas mais quentes do dia;
Evitar aplicação sob prenuncio de chuva;
Não aplicar em plantas sob condição de estresse hídrico ou fitotoxicidade.
Respeitar um período mínimo de 24 horas para realização da irrigação.
- Fitotoxicidade: Nas doses recomendadas, VINCITORE WG não é fitotóxico para às culturas
recomendadas.
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante para
obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o
produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de
resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem
ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida,
consulte o seu exportador e/ou importador
INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA - MS).
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INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA - MMA).
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA - MMA).
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA - MMA).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo
de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas,
seguem algumas recomendações:
Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos B1 e M5 para o controle
do mesmo alvo, sempre que possível;
Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas,
tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando
disponíveis, etc;
Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos
fungicidas;
Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos
devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF:
www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org),
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO B1 FUNGICIDA
GRUPO M5 FUNGICIDA
O produto fungicida VINCITORE WG é composto por tiofanato-metílico e clorotalonil, que apresentam
mecanismos de ação Montagem de ß-tubulina na mitose e Atividade de contato multi-sítio, pertencentes
aos Grupos B1 e M5, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de
Fungicidas), respectivamente.
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Para o manejo integrado de doenças, recomenda-se a utilização de todas as técnicas apropriadas e
disponíveis para a condução das culturas, no intuito de manter abaixo do nível de dano econômico a
população de organismos nocivos aos cultivos, visando ainda, minimizar os efeitos colaterais deletérios
ao meio ambiente. Dessa forma, dentre as técnicas disponíveis para o manejo integrado de doenças em
culturas, tem-se: O Controle biológico; O uso de cultivares/variedades adequados para a região e quando
possível o uso de cultivares/variedades com tolerância e/ou resistência a determinadas doenças; O
Controle cultural (através do uso de rotação de culturas, época de semeadura adequada para o cultivo,
uso de sementes de alta qualidade sanitária, destruição de restos culturais após a colheita, manter o cultivo
livre de plantas daninhas, condução da lavoura através de adubação adequada e equilibrada, dentre
outros); e Controle químico (através do uso de fungicidas devidamente registrados e recomendados para
o controle de patógenos).
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES
PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com
a boca;
Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas
de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e animais;
Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental impermeável, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila;
Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO/ PREPARAÇÃO DA CALDA:
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores
orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas
nitrila;
Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados;
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita);
Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto;
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região;
Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto;
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro
mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
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PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os
avisos até o final do período de reentrada;
Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;
Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo
após a aplicação;
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita);
Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas
para evitar contaminação;
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais;
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
Não reutilizar a embalagem vazia;
No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com
tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
Pode ser perigoso se ingerido
ATENÇÃO Pode ser perigoso em contato com a pele
Provoca irritação ocular grave
PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque o vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso
o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para a pessoa beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato,
lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no
outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
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INTOXICAÇÕES POR TIOFANATO-METÍLICO E CLOROTALONIL
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Benzimidazol e Isoftalonitrila
Classe toxicológica CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética Tiofanato-Metílico:
Em ratos, a absorção gastrointestinal do tiofanato-metílico após a
administração de doses de 14 mg/kg p.c. foi rápida e quase completa (88-
89% da dose administrada). Uma diminuição da absorção gastrointestinal foi
observada com o aumento da dose, após a administração de doses de 170
mg/kg p.c.
O tiofanato-metílico é amplamente distribuído no organismo. Em ratos, as
maiores concentrações da substância foram detectadas no fígado, na
tireoide e nos rins. Já em camundongos, as maiores concentrações foram
detectadas no fígado e nos rins. Esta substância é amplamente
biotransformada no organismo. O principal metabólito identificado na urina
de ratos foi o sulfato de 5-hidroxicarbendazim (até 42%) e uma menor
proporção dos metabólitos 5-hidroxi-tiofanato-metílico e 4-hidroxi-tiofanato-
metílico (cerca de 2% cada) também foi identificada. Já nas fezes, os
principais metabólitos identificados foram o 4-hidroxi-tiofanato- metílico (6-
10%), sulfato de 5-hidroxicarbendazim (2–5%) e o carbendazim (2–3%).
O tiofanato-metílico foi identificado na forma inalterada na excreta em uma
proporção de 20-24% após a administração repetida de baixas doses e de
50% após a administração de altas doses.
Em um estudo de metabolismo humano in vitro, os principais componentes
identificados no sangue e no plasma após 2 horas de exposição foram o
tiofanato-metílico, o carbendazim e o 5-hidroxicarbendazim.
Em ratos, após a administração de baixas doses, o tiofanato-metílico foi
rapidamente excretado do organismo. Cerca de 96% da dose administrada
foi eliminada dentro de 48h, principalmente através da urina (47%) e da bile
(40%) e uma pequena porção através das fezes (7%). Um aumento na
excreção através da via fecal foi observado após a administração de altas
doses. A meia-vida plasmática após a administração de baixas doses foi de
1,6 a 2,8 horas após administração da dose de 13 mg/kg p.c. Após
administração de altas doses (140 – 170 mg/kg p.c.), a meia-vida plasmática
foi de 2,4 a 7,8 horas. Não foram observadas diferenças significativas entre
o perfil toxicocinético de ratos machos e fêmeas. Não houve evidências de
bioacumulação da substância
Clorotalonil:
O clorotalonil é pouco absorvido através da via dérmica (<1% em estudo in
vitro em pele humana e aproximadamente 0,16% em estudo in vivo em
ratos). Em ratos, a absorção gastrointestinal foi rápida, porém limitada (30-
32%), com diminuição da proporção absorvida de acordo com o aumento da
dose. O pico de concentração plasmática foi baixo (<1% da dose
administrada) e atingido entre 2–9 horas após a administração desta
substância.
A concentração absorvida foi rapidamente distribuída no organismo de ratos,
com as maiores concentrações sendo detectadas nos rins, devido à ligação
com proteínas renais.
BULA AGROFIT Mar 2022_Rev. 08
Em ratos, o clorotalonil foi rapidamente biotransformado através da
conjugação com a glutationa no trato gastrintestinal e no fígado e, em
seguida, após degradação enzimática, foi convertido nos derivados di- e tri-
tióis através de uma série de reações enzimáticas nos rins. Os principais
metabólitos urinários são o tri-tiomonocloro isoftalonitrila e di-tiomonocloro
isoftalonitrila e seus derivados tio-metílicos correspondentes.
A excreção do clorotalonil foi rápida, em ratos, com cerca de 90% da dose
administrada sendo excretada nas primeiras 96 horas, principalmente
através das fezes (80-90%) e urina (8-12%). Aproximadamente 17-21% da
dose administrada foi excretada através da bile, com evidência de circulação
entero-hepática. Houve uma redução da proporção excretada pela via biliar
e via urinária de acordo com o aumento da dose administrada, evidenciando
uma saturação da absorção desta substância.
Não há evidência de bioacumulação.
O perfil toxicocinético foi similar tanto após administração de dose única
quanto após administração de doses repetidas. A excreção apresentou
diferença entre machos e fêmeas. Em ratos fêmeas, a excreção biliar foi
cerca de 20% menor do que em machos. A excreção urinária em fêmeas foi
cerca de 35% maior do que em machos.
Toxicodinâmica
Tiofanato-Metílico
Os efeitos genotóxicos do tiofanato-metílico são considerados como um
fenômeno de limiar e estão relacionados a produção do metabólito
carbendazim. O carbendazim causa alterações no número de cromossomos
(aneuplodia) tanto in vitro quanto in vivo (em células somáticas e
germinativas) como um resultado de sua interferência no fuso mitótico,
através da inibição da polimerização da tubulina, que é uma proteína
essencial para a segregação dos cromossomos durante a divisão celular.
Assim como o tiofanato- metílico, o metabólito carbendazim também não
causa mutações gênicas ou aberrações cromossômicas estruturais.
Efeitos na tireoide (hipertrofia, hiperplasia, aumento de peso, alteração nos
níveis hormonais) observados em estudos em ratos e cães são
provavelmente devidos à inibição da enzima tireoperoxidase, que é uma
enzima envolvida na síntese de hormônios tireoidianos, em combinação com
a indução da enzima uridina difosfato glucuronosiltransferase (UDPGT), que
é uma enzima que tem uma função importante na depuração do hormônio
T4 no fígado. Foi observado que a suplementação de T4 neutralizou a
hipertrofia da tireoide e a resposta ao hormônio tireoestimulante (TSH),
indicando que o tiofanato-metílico causa hipertrofia através de um
mecanismo de feedback.
A indução de adenomas hepatocelulares pelo tiofanato-metílico em ratos e
camundongos pode ser uma consequência da ativação dos receptores
nucleares envolvidos no sistema de metabolização do citocromo P450. Outro
modo de ação possível para o efeito carcinogênico no fígado pode ser a
interferência do metabólito carbendazim com as proteínas do fuso mitótico
levando a aneuploidia
Clorotalonil:
Não há informações sobre o mecanismo de toxicidade do clorotalonil em
humanos
Em estudos de toxicidade aguda em ratos, pela via inalatória, a exposição
ao clorotalonil resultou em mortes por asfixia secundária ao desenvolvimento
de edema pulmonar. Os sinais de toxicidade e achados histopatológicos
BULA AGROFIT Mar 2022_Rev. 08
demonstraram que esta substância pode causar irritação do trato respiratório
e dos pulmões.
Em estudos em ratos e camundongos pela via oral, os rins foram o principal
alvo da toxicidade do clorotalonil. Estudos sobre o mecanismo da
nefrotoxicidade causada por esta substância, em ratos, pela via oral,
demonstraram que os tumores ocorrem como uma consequência ao dano ao
segmento S2 dos túbulos renais. A ocorrência dos tumores é precedida por
uma citotoxicidade renal que tem como resposta a proliferação/hiperplasia
celular regenerativa. Estudos indicam que esta citotoxicidade ocorre devido
aos metabólitos reativos (formados pela clivagem dos conjugados S de
cisteína pelas beta-liases nos rins) que são transportados para os túbulos
renais. Devido às β-liases renais humanas apresentarem menor atividade do
que as dos roedores, os roedores foram considerados mais sensíveis à
bioativação do clorotalonil por esta via. Em estudos em cães, não foram
observados efeitos de toxicidade aos rins.
Sintomas e sinais Tiofanato-metílico:
clínicos Não são conhecidos sintomas específicos do tiofanato-metílico em humanos
ou animais.
Exposição ocular: Em contato com os olhos, pode causar irritação, com
ardência e vermelhidão.
Exposição cutânea: Em contato com a pele, pode causar irritação, com
ardência e vermelhidão. O tiofanato-metílico é considerado sensibilizante
dérmico, podendo causar reações alérgicas na pele caracterizadas por ardor,
queimação, prurido e erupção cutânea.
Exposição respiratória: Quando inalado, pode causar irritação do trato
respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
Exposição oral: A ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal,
com vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia.
Exposição crônica: O tiofanato-metílico causou alteração no número de
cromossomos (aneuploidia) tanto in vitro quanto in vivo. Em estudos de
carcinogenicidade, pela via oral, foi observado um aumento na incidência de
tumores hepáticos em camundongos e tumores na tireoide de ratos. O fígado
(aumento do peso do órgão, hipertrofia hepatocelular) e a tireoide (aumento
do peso do órgão, hipertrofia das células foliculares, alterações dos níveis
dos hormônios tireoidianos) foram identificados como os principais órgãos-
alvo de toxicidade do tiofanato-metílico em ratos e cães. Também foram
observadas alterações hematológicas indicativas de uma anemia leve em
ratos e camundongos
Clorotalonil: Não são conhecidos sintomas específicos do clorotalonil em
humanos. Em estudos de toxicidade em animais esta substância demonstrou
alta toxicidade aguda pela via inalatória. Em coelhos o contato do clorotalonil
com os olhos, causou lesões oculares graves. Também foi observado
potencial de sensibilização dérmica em cobaias.
Exposição ocular: Em contato com os olhos, pode causar irritação com
ardência, dor, lacrimejamento, vermelhidão, podendo ocorrer lesões na
superfície da córnea, em casos mais graves.
Exposição cutânea: Em contato com a pele, pode causar irritação e reações
de sensibilização, com ardência, coceira e vermelhidão.
Exposição respiratória: Quando inalado, pode causar irritação do trato
respiratório com tosse, secreção nasal, dificuldade respiratória, ardência do
nariz, boca e garganta.
BULA AGROFIT Mar 2022_Rev. 08
Exposição oral: A ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal,
com vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia.
Efeitos crônicos: Em estudos de exposição repetida com roedores (ratos e
camundongos), pela via oral, os rins foram identificados como os principais
órgãos-alvo de toxicidade do clorotalonil por lesões pré-neoplásicas e
neoplásicas observadas nas duas espécies. A relevância destes efeitos para
humanos não pode ser excluída. Doses seguras de exposição foram
estabelecidas.
Em estudos em cães, não foram observados efeitos de toxicidade aos rins.
O clorotalonil não foi considerado tóxico para a reprodução, nem teratogênico
em estudos em ratos e em coelhos.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela
ocorrência de quadro clínico compatível.
Tratamento Descontaminação: visa limitar a absorção e os efeitos locais.
ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado,
especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá
estar protegida por equipamento de segurança de forma a não se contaminar
com o agente tóxico. Remover roupas e acessórios e proceder
descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios)
e cabelos com água abundante e sabão.
O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e
avental impermeáveis.
ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de
suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
Exposição Oral:
- O tratamento é sintomático e de suporte. Não há antídoto específico.
- Atentar para o nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de
aspiração.
- Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em
caso de intoxicação por clorotalonil e tiofanato-metílico. Avaliar a
necessidade de administração de carvão ativado. Se necessário, administrar
uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de
carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças 25 a 50 g
(1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).
- Lavagem gástrica: somente cogitar a descontaminação gastrintestinal após
a ingestão de grande quantidade produto. Neste caso, considerar após
ingestão recente (geralmente até 1 hora) de uma quantidade que represente
risco à vida.
- Monitorar os sinais vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de
pressão arterial).
- Contraindicação: a indução do vômito é contraindicada em razão do risco
de aspiração e de pneumonite química. Não realizar lavagem gástrica em
caso de perda dos reflexos protetores das vias respiratórias, nível diminuído
de consciência; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração
gastrintestinal e ingestão de quantidades pouco tóxicas.
Exposição Inalatória:
- Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade
respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar,
bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação,
conforme necessário.
BULA AGROFIT Mar 2022_Rev. 08
Exposição Dérmica:
- Descontaminação: remover as roupas contaminadas e lave a área exposta
com água e sabão. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser
encaminhado para tratamento específico.
- Avaliar o uso de adrenalina, anti-histamínicos e corticoides em casos de
reações de hipersensibilidade, de acordo com a intensidade dos sintomas.
Exposição ocular:
- Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande quantidade de água
à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Procurar atendimento
médico especializado imediatamente. Se irritação, dor, inchaço,
lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado
para tratamento específico.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
Contraindicações: pneumonite química.
A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos
protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em
pacientes não-intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração
gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
Efeitos das
interações Não são conhecidos.
químicas
Atenção TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o DISQUE-INTOXICAÇÃO: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT-ANVISA/MS).
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de
Informação de Agravos de Notificação (SINAN) e Sistema de Notificação em
Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da Empresa: (34) 3319-5568 (Horário
Comercial) - PlanitoxLine: 0800-701-0450.
Endereço Eletrônico da Empresa: www.sipcamnichino.com.br
Correio Eletrônico da Empresa: contato@snbrasil.com.br
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
EFEITOS AGUDOS:
DL50 oral em ratos: > 5000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste.
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: A substância teste aplicada na pele não causou nenhuma reação
cutânea.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: A substância teste aplicada nos olhos dos coelhos causou
alterações, como opacidade e hiperemia, sendo reversíveis em 21 dias.
Sensibilização cutânea em cobaias: Não sensibilizante.
Sensibilização respiratória: Não foram conduzidos estudos de sensibilização respiratória em animais de
experimentação.
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Mutagenicidade: A substância teste não apresentou potencial mutagênico em teste de mutação gênica
reversa em Salmonella typhimurium (Teste de Ames) e não apresentou evidência de atividade mutagênica
no teste do micronúcleo em células da medula óssea de camundongos
EFEITOS CRÔNICOS:
Clorotalonil: Em estudos em ratos e camundongos, pela via oral, os rins foram o principal alvo da toxicidade
após exposição repetida ao clorotalonil. Foram observados aumento do peso dos rins, aumento da
incidência de carcinomas e tumores tubulares renais (em camundongos: estudo de 90 dias pela via oral,
NOAEL: 124 mg/kg p.c./dia. Em camundongos, estudo de 18 meses pela via oral, NOAEL: 30,4 mg/kg
p.c.; LOAEL: 119 mg/kg p.c.; em ratos: estudo de 13 semanas pela via oral, NOAEL: 40 mg/kg p.c./dia.
Em ratos, estudo de 2 anos, NOAEL: 3,8 mg/kg p.c./dia; LOAEL: 15 mg/kg p.c./dia). Os tumores
observados foram considerados como consequência da citotoxicidade renal prolongada e proliferação
celular regenerativa. Ratos e camundongos parecem ser mais sensíveis a este mecanismo citotóxico, no
entanto como uma diferença quantitativa entre o metabolismo humano e de roedores não foi estabelecida,
a relevância para humanos não pôde ser excluída. Portanto, doses seguras de exposição foram
estabelecidas. Em estudos em cães, não foram observados efeitos de toxicidade aos rins. Em estudos em
ratos e em coelhos, esta substância não foi considerada tóxica para a reprodução nem teratogênica.
Tiofanato-metílico: O tiofanato-metílico não causa mutações gênicas ou aberrações cromossômicas
estruturais, entretanto, a substância causa alteração no número de cromossomos (aneuploidia) tanto in
vitro quanto in vivo. Indução de formação de micronúcleo em camundongos também foi observada após a
exposição a altas doses iguais ou maiores do que 500 mg/kg p.c., mas a resposta foi fraca quando
comparada ao metabólito carbendazim. Os efeitos genotóxicos do tiofanato-metílico são considerados
como um fenômeno de limiar e estão relacionados a produção do metabólito carbendazim.
Nos estudos conduzidos com o tiofanato-metílico para avaliar o potencial carcinogênico, pela via oral, foi
observado um aumento na incidência de adenomas hepatocelulares em camundongos e adenomas na
tireoide de ratos. Os tumores na tireoide foram, porém, considerados secundários aos efeitos hepáticos e
improváveis de ocorrerem no homem em doses que não alteram a homeostase dos hormônios
tireoideanos. Os tumores no fígado foram, em sua maioria, benignos e considerados de relevância
desconhecida para o homem. Em ratos, o NOAEL de carcinogenicidade estabelecido no estudo de
toxicidade de 2 anos foi de 8,8 mg/kg p.c./dia e o LOAEL foi de 54 mg/kg p.c./dia. Em camundongos, o
NOAEL de carcinogenicidade estabelecido no estudo de 18 meses foi de 29 mg/kg p.c./dia e o LOAEL foi
de 123 mg/kg p.c./dia.
Em estudos em ratos pela via oral, não foram observados efeitos tóxicos para a reprodução ou para o
desenvolvimento. Em estudos em coelhos pela via oral, foi observado aumento na incidência de variações
esqueléticas fetais somente em doses que causaram toxicidade materna. O tiofanato-metílico não foi
considerado teratogênico.
Em estudos de toxicidade subcrônica e crônica em ratos e cães pela via oral, foram observadas alterações
na tireoide caracterizadas por aumento do peso do órgão, hipertrofia das células foliculares, alterações
dos níveis dos hormônios tireoidianos. Em ratos e camundongos, foram observados efeitos no fígado
caracterizados por aumento de peso no órgão e hipertrofia hepatocelular. Também foram observadas
alterações hematológicas indicativas de uma anemia leve em ratos. Em ratos, o NOAEL estabelecido no
estudo de toxicidade de 2 anos foi de 8,8 mg/kg p.c./dia baseado na redução de peso corporal, alterações
bioquímicas e alterações histopatológicas nos rins, tireoide, fígado e adrenais e o LOAEL foi de 54 mg/kg
p.c./dia. Em camundongos, o NOAEL estabelecido no estudo de 18 meses foi de 29 mg/kg p.c./dia
baseado na indução de hipertrofia hepatocelular e o LOAEL foi de 123 mg/kg p.c./dia. Em cães, o LOAEL
estabelecido no estudo de 1 ano foi de 8 mg/kg p.c./dia baseado no efeito do peso da tireoide em ambos
os sexos e na moderada hipertrofia das células epiteliais foliculares.
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BULA AGROFIT Mar 2022_Rev. 08
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE
- Este produto é:
[ ]- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
[x]- Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
[ ]- Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
[ ]- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos, algas e peixes.
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite
a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água
e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água, para abastecimento público e de
250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais
e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,rações ou
outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
- Em casos de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SIPCAM NICHINO BRASIL S.A., pelo telefone:
(34) 3319-5568, ou telefone de emergência: 0800 701 0450.
- Utilize o equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado – recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a
empresa registrante, pelo telefone indicado acima, para sua devolução e destinação final.
BULA AGROFIT Mar 2022_Rev. 08
Solo – retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha este material
e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado acima.
Corpos d’água – interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, e contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUÍMICO, ficando
a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA A
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
- INSTRUÇÕES PARA EMBALAGENS FLEXÍVEIS
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser
adquirido nos Canais de Distribuição.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário,
ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas
– modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de
Distribuição.
INSTRUÇÕES PARA EMBALAGENS RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos
de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
BULA AGROFIT Mar 2022_Rev. 08
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
- INSTRUÇÕES PARA EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADAS):
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
BULA AGROFIT Mar 2022_Rev. 08
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU
O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através
do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados a este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovado pelo órgão ambiental competente.
- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui
o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não
podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis