Vicadion
Basf S.A. – São Paulo
Fungicida
mefentrifluconazol (triazol) (150 g/L) + fenpropimorfe (morfolina) (400 g/L)

Informações

Número de Registro
04625
Marca Comercial
Vicadion
Formulação
SE - Suspo-Emulsão
Ingrediente Ativo
mefentrifluconazol (triazol) (150 g/L) + fenpropimorfe (morfolina) (400 g/L)
Titular de Registro
Basf S.A. – São Paulo
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Ramularia areola
Falso-oídio; Ramulária
Aveia
Blumeria graminis
Oídio
Aveia
Drechslera tritici-repentis
Mancha-amarela; Mancha-bronzeada-da-folha
Aveia
Fusarium graminearum
Fusariose; Giberela
Aveia
Puccinia triticina
Ferrugem-da-folha
Banana
Mycosphaerella fijiensis
Sigatoka-negra
Banana
Mycosphaerella musicola
Mal-de-Sigatoka; Sigatoka-amarela
Centeio
Blumeria graminis
Oídio
Centeio
Drechslera tritici-repentis
Mancha-amarela; Mancha-bronzeada-da-folha
Centeio
Fusarium graminearum
Fusariose; Giberela
Centeio
Puccinia triticina
Ferrugem-da-folha
Cevada
Blumeria graminis
Oídio
Cevada
Drechslera tritici-repentis
Mancha-amarela; Mancha-bronzeada-da-folha
Cevada
Fusarium graminearum
Fusariose; Giberela
Cevada
Puccinia triticina
Ferrugem-da-folha
Soja
Cercospora kikuchii
Crestamento-foliar; Mancha-púrpura-da-semente
Soja
Colletotrichum truncatum
Antracnose
Soja
Microsphaera diffusa
Oídio
Soja
Phakopsora pachyrhizi
Ferrugem da soja; ferrugem asiática
Soja
Septoria glycines
Mancha-parda; Septoriose
Trigo
Blumeria graminis
Oídio
Trigo
Drechslera tritici-repentis
Mancha-amarela; Mancha-bronzeada-da-folha
Trigo
Fusarium graminearum
Fusariose; Giberela
Trigo
Puccinia triticina
Ferrugem-da-folha
Triticale
Blumeria graminis
Oídio
Triticale
Drechslera tritici-repentis
Mancha-amarela; Mancha-bronzeada-da-folha
Triticale
Fusarium graminearum
Fusariose; Giberela
Triticale
Puccinia triticina
Ferrugem-da-folha

Conteúdo da Bula

                                    VICADION®
                                                                 Fungicida
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 04625
COMPOSIÇÃO:
(RS)-cis-4-[3-(4-tert-butylphenyl)-2-methylpropyl]-2,6-dimethylmorpholine
(FENPROPIMORFE)………………………………………………………………….....400,0 g/L (40% m/v)
(2RS)-2-[4-(4-chlorophenoxy)-2-(trifluoromethyl)phenyl]-1-(1H-1,2,4-triazol-1-yl)propan-2-ol
(MEFENTRIFLUCONAZOL).......................................................................................150,0 g/L (15% m/v)
Outros ingredientes ...................................................................................................... 478,0 g/L (47,8% m/v)

                 GRUPO                                               G2                                         FUNGICIDA
                 GRUPO                                               G1                                         FUNGICIDA
CONTEÚDO: VIDE APROVAÇÃO DO IBAMA
CLASSE: Fungicida
GRUPO QUÍMICO: Fenpropimorfe: Morfolina
               Mefentrifluconazol: Triazol

TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspoemulsão (SE)
TITULAR DO REGISTRO (*):
BASF S.A. - Av. das Nações Unidas, 14171 - 2º andar, 9º andar (conj. 901 e 902), 12º andar e 14º ao
17º andar - Torre C - Crystal Tower, Condomínio Rochaverá Corporate Towers, Vila Gertrudes
CEP: 04794-000, São Paulo/SP - CNPJ: 48.539.407/0001-18
Tel: (11) 2039-2273 - Fax: (11) 2039-2285
Registro do Estabelecimento na CDA/SP nº 044
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTES DOS PRODUTOS TÉCNICOS:
Fenpropimorfe Técnico - Registro MAPA n° TC08821.
BASF SE - Carl-Bosch Strasse, 38 - 67056 - Ludwigshafen - Baden-Württemberg - Alemanha
Revysol técnico - Registro MAPA n° TC19021.
BASF Corporation – 3150, Highway JJ - Palmyra Missouri, 63461, USA
BASF Agricultural Solutions US LLC - 3150, Highway JJ - Palmyra Missouri, 63461, USA
BASF Española S.L. – Carretera Nacional 340, km 1156 – 43006 – Tarragona – Cataluña – Espanha
Deccan Fine Chemicals - Santa Monica Works, Corlim - Ilhas Goa - 403110 - Índia
FORMULADORES:
BASF S.A. - Av. Brasil, 791 – Bairro Eng. Neiva – CEP 12521-140 – Guaratinguetá/SP – CNPJ:
48.539.407/0002-07 – Registro do Estabelecimento na CDA/SP nº 487
BASF Corporation - 14284 Highway 41 North, Sparks, Georgia, 31647, USA
BASF Agricultural Solutions US LLC - 14284 Highway 41 North, Sparks, Georgia, 31647, USA
BASF Española S.L. - Carretera Nacional 340, km 1156 – 43006 – Tarragona – Cataluña – Espanha
 Nº do Lote ou da Partida:                                                               TELEFONES DE EMERGÊNCIA:
 Data de Fabricação:                                                                   0800 011 2273 ou (12) 3128-1103 ou
                                              VIDE EMBALAGEM
                                                                                                 (12) 3128-1357
 Data de Vencimento:                                                                          SAC: 0800 019 2500
                 ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA
                               E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
               É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
                                        PROTEJA-SE.
                      É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
                                   AGITE ANTES DE USAR.
Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto
                        no Art., 4º do Decreto Nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

                   CATEGORIA DE PERIGO 4 - PRODUTO POUCO TÓXICO
        CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL II - PRODUTO
                           MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
                                                                                                     VICADION_bula_rev02_03-09-25
                                                                                                                                          1/16
INSTRUÇÕES DE USO:
VICADION® (Fenpropimorfe + Mefentrifluconazol) atua como inibidor da biossíntese de esteróis tem
ação em diferentes etapas da biossíntese de ergosterol, possui ação sistêmica e translaminar.
Como ação protetiva, apresenta atuação na inibição da germinação dos esporos, desenvolvimento e
penetração dos tubos germinativos e, como ação curativa, o desenvolvimento do haustório e/ou
crescimento micelial no interior dos tecidos do hospedeiro são inibidos pela presença do fungicida.
Com amplo espectro de ação o fungicida VICADION® é altamente efetivo quando utilizado dentro das
recomendações técnicas descritas em bula.

CULTURAS/ DOENÇAS / DOSES:

                  Alvos biológico               Dose²            Volume de       Número máximo
 Cultura
               Nome comum/científico           mL p.c./ha       Calda4 (L/ha)     de aplicações

            Ramularia
 Algodão                                       600 – 1000            150                 4
            Ramularia areola
            Oídio
            Blumeria graminis
            Mancha amarela
            Dreschelera tritici repentis
  Aveia1
            Giberela                            750 - 1000           150                 3
            Fusarium gramineareum
            Ferrugem da folha
            Puccinia triticina
            Oídio
            Blumeria graminis
            Mancha amarela
            Dreschelera tritici repentis
Centeio1                                        750 - 1000           150
            Giberela                                                                     3
            Fusarium gramineareum
            Ferrugem da folha
            Puccinia triticina
            Oídio
            Blumeria graminis
            Mancha amarela
            Dreschelera tritici repentis       750 – 1000            150                 3
Cevada1
            Giberela
            Fusarium gramineareum
            Ferrugem da folha
            Puccinia triticina
            Crestamento foliar de                  500                                   2
            cercospora
                                                   750³                                  1
            Cercospora kikuchii
            Antracnose                             500                                   2
            Colletotrichum truncatum               750³                                  1
  Soja¹     Oídio                                  500               150                 2
            Microsphaera diffusa                   750³                                  1
            Ferrugem asiática da soja              500                                   2
            Phakopsora pachyrhizi                  750³                                  1
            Septoriose                             500                                   2
            Septoria glycines                      750³                                  1


                                                                     VICADION_bula_rev02_03-09-25
                                                                                               2/16
                    Alvos biológico                 Dose²             Volume de        Número máximo
 Cultura
                 Nome comum/científico             mL p.c./ha        Calda4 (L/ha)      de aplicações
              Oídio
              Blumeria graminis
              Mancha amarela
              Dreschelera tritici repentis
  Trigo1                                           750 – 1000             150                   3
              Giberela
              Fusarium gramineareum
              Ferrugem da folha
              Puccinia triticina
              Oídio
              Blumeria graminis
              Mancha amarela
              Dreschelera tritici repentis
 Triticale¹                                        750 – 1000             150                   3
              Giberela
              Fusarium gramineareum
              Ferrugem da folha
              Puccinia triticina
p.c. = produto comercial (1 Litro de VICADION ® equivale a 400 g i.a. de Fenpropimorfe + 150 g i.a. de
Mefentrifluconazol)
i.a. = ingrediente ativo
¹ Adicionar adjuvante não iônico na dose de 0,5L/ha para melhor distribuição do produto
² As doses mais altas devem ser utilizadas em áreas e períodos onde as condições para o desenvolvimento do
patógeno seja muito favorável, ou para um maior período de controle.
³ Soja: com a dose de 750 mL/ha deve ser realizada aplicação ÚNICA.
4 Aplicação terrestre tratorizada.



NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Para todas as culturas e doenças, utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressã
o da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início
de surgimento de sintomas na área).

Algodão: Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas e repetir
caso necessário, em intervalo de 15 dias, dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o
número máximo de 4 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança.

Soja: A aplicação na dose de 500 mL/ha deverá ser efetuada sempre no início da infecção da
doença, de forma a prevenir a evolução do patógeno. Se os sintomas aparecerem antes de R1,
proceder a aplicação imediatamente, não importando o estádio fenológico da cultura. Repetir a
aplicação na dose de 500 mL/ha com intervalo máximo de 14 dias. Não ultrapassar o número
máximo de 2 aplicações na dose de 500 mL/ha por ciclo da cultura.
Não é recomendado aplicação no período de 30 dias antes da colheita, uma vez que a doença
estará em estágio avançado, assim como a cultura, não se justificando a aplicação do produto
nesta fase.
Para as aplicações de VICADION® recomenda-se a associação de produtos com características
multisítios e mecanismos de ação diferenciados, além da alternância de produtos com modos de
ação distintos, de forma a evitar a resistência do patógeno. A dose maior (750 mL/ha) deve ser
utilizada somente em casos de alta pressão da doença ou em situações de alta presença do
patógeno no momento de aplicação recomendado. Quando utilizada a dose de 750 mL/ha, realizar
aplicação ÚNICA, devido ao risco de fitotoxicidade à cultura da soja.

Aveia, Centeio, Cevada, Trigo e Triticale: Oídio - iniciar as aplicações quando a incidência foliar for
de 20 a 25% a partir do estádio de alongamento. Em condições muito favoráveis ao desenvolvimento
da doença, poderá ser efetuado um segundo tratamento no decorrer do ciclo da cultura. Realizar no
máximo 3 aplicações, respeitando-se o intervalo de segurança.


Ferrugem da folha e Mancha amarela - realizar a primeira aplicação de forma preventiva ou a partir
dos primeiros sintomas, até o máximo de 1% de incidência foliar, repetir caso necessário em
intervalos de 15 a 20 dias dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 3
                                                                          VICADION_bula_rev02_03-09-25
                                                                                                     3/16
aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança.
Giberela - em condições favoráveis ao desenvolvimento do fungo, temperatura entre 20º a 25ºC e
precipitação pluvial de no mínimo 48 horas, realizar a primeira aplicação preventiva na fase de
floração. Repetir caso necessário em intervalos de 15 a 20 dias dependendo da evolução da doença,
não ultrapassando o número de 3 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança.

MODO DE APLICAÇÃO
PREPARO DA CALDA:
O responsável pela preparação da calda deve usar Equipamentos de Proteção Individual (EPIs)
indicados para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua
capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada,
adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante
durante a pulverização. A aplicação de todo volume deve ser realizada no mesmo dia da preparação
da calda.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS
APLICAÇÃO TERRESTRE
Seguir as recomendações abaixo para uma correta aplicação:

- Equipamento de aplicação:
Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir
sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para
assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a
sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.

- Seleção de pontas de pulverização:
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e
redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas
por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que
possibilitem cobertura adequada das plantas hospedeiras e produzam gotas médias (M), conforme
norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de
gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).

- Velocidade do equipamento:
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura.
Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em
velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área
alvo.

- Pressão de trabalho:
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a
ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de
pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o
volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento
da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que
os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.

- Altura de barras de pulverização:
A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do
fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a
distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às
condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.

- Aplicação com equipamento costal:
Para aplicações costais, manter constante a velocidade de trabalho e altura da lança, evitando
variações no padrão de deposição da calda nos alvos, bem como a sobreposição entre as faixas de
aplicação.

APLICAÇÃO AÉREA
A aplicação aérea do VICADION® é recomendada para todos os cultivos indicados em bula: algodão,
                                                                      VICADION_bula_rev02_03-09-25
                                                                                                4/16
aveia, centeio, cevada, soja, trigo e triticale.

- Equipamento de aplicação:
Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as
recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma
distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre
as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.

- Volume de calda por hectare (taxa de aplicação):
Recomenda-se o volume de calda entre 30 a 50 L/ha ou 10 a 30 L/ha, quando utilizados bicos
centrífugos (atomizadores rotativos).

- Seleção de pontas de pulverização:
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e
redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas
por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem cobertura adequada das plantas
hospedeiras e produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Bicos centrífugos produzem
gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide
CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de
trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão
(maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho.

- Altura de voo e faixa de aplicação:
Altura de voo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação
e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando
tecnologia apropriada.
O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação
potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de
preservação ambiental.
A aplicação deve ser interrompida imediatamente caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou
propriedades não envolvidas na operação sejam expostos ao produto.

O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização,
evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser mantidos em
boas condições, corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado
com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de
contaminação de áreas adjacentes.
CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS
- Velocidade do vento:
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 km/h dependendo da
configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica,
que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve
estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva
e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação
quando houver culturas sensíveis na direção do vento.

- Temperatura e umidade:
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas
temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do
produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas
temperaturas (maiores que 30oC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com
previsão de geadas.

- Período de chuvas:
A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o
desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.

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As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da
região. O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento
de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que
reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.

LIMPEZA DE TANQUE:
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros)
realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos/culturas. Recomenda-
se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as
recomendações abaixo:
Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque.
Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através
das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto
funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque.
Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada.
Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado.
Encher novamente o tanque com água limpa. Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo
15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de
trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em
recipiente com água limpa.
Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.

Todas as condições descritas acima para aplicações terrestres e aéreas poderão ser alteradas
a critério do Engenheiro Agrônomo da região, observando-se as indicações de bula. Observar
também as orientações técnicas dos programas de manejo integrado e de resistência de
doenças.

Intervalo de segurança:
      Cultura                  Dias
      Algodão                   14
       Aveia                    30
      Centeio                   30
      Cevada                    30
        Soja                    30
       Trigo                    30
      Triticale                 30

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de
Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Quando este produto for utilizado
nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
• Os Limites Máximos de Resíduos podem não ter sido estabelecidos em outros países ou divergirem
dos existentes no Brasil, assim, para cultivos tratados ou subprodutos que se destinem à exportação, o
Limite Máximo de Resíduo no país de destino deve ser respeitado.
• Caso o Limite Máximo de Resíduo estabelecido no país de destino esteja abaixo do Limite Máximo de
Resíduo no Brasil, recomenda-se ao exportador o monitoramento de resíduos antes de exportar. Em
caso de dúvida, consulte o seu exportador, importador ou a BASF antes de exportar e/ou aplicar o
produto.
• A BASF não se responsabiliza por qualquer impedimento para exportação em razão dos resíduos
gerados pela aplicação dos produtos nem por quaisquer danos ou consequências que possam advir do
desrespeito dos Limites Máximos de Resíduos.

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INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO                              INDIVIDUAL     A   SEREM
UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
A integração de medidas de controle é premissa básica para um bom manejo de doenças nas plantas
cultivadas. As diferentes medidas de controle visam desacelerar, integradamente o ciclo das relações
patógeno-hospedeiro. O uso de fungicidas adequados, variedades resistentes, rotação de culturas e
controle do ambiente devem ser vistos como métodos de controle mutuamente úteis. Dentro deste
princípio, todas as vezes que seja possível devemos associar as boas práticas agrícola como: uso
racional de fungicidas e aplicação no momento e doses indicadas, fungicidas específicos para um
determinado fungo, utilização de cultivares resistentes ou tolerantes, semeadura nas épocas menos
propícias para o desenvolvimento dos fungos, eliminação de plantas hospedeiras, rotação de
culturas, adubação equilibrada, escolha do local para implantação da cultura, etc. O manejo de
doenças de plantas cultivadas deve ser entendido como a utilização de métodos químicos, culturais e
biológicos necessários para manter as doenças abaixo do nível de dano econômico.
.
RECOMENDAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS PARA A FERRUGEM- DA-
SOJA:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática para retardar a queda de eficácia dos fungicidas ao fungo causador da ferrugem- asiática-
da-soja, seguem algumas recomendações:
•     Aplicação alternada de fungicidas formulados em mistura rotacionando os mecanismos de ação
distintos do Grupo G1 e G2 sempre que possível; se o produto tiver apenas um mecanismo de ação,
nunca o utilizar isoladamente;
•     Respeitar o vazio sanitário e eliminar plantas de soja voluntária;
•     Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época recomendada
para cada região (adotar estratégia de escape);
•     Jamais cultivar a soja safrinha (segunda época);
•     Utilizar cultivares com gene de resistência incorporado, quando disponíveis;
•     Semear a soja com a densidade de plantas que permita bom arejamento foliar, o que permitirá
maior penetração e melhor cobertura do fungicida;
•     Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas
agrícolas, tais como rotação de culturas, uso de sementes sadias, adubação equilibrada, manejo da
irrigação do sistema, outros controles culturais etc.
•     Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis do agente
causador de doenças a ser controlado;
•     Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados;
•     Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de fungicidas;
•     Realizar o monitoramento da doença na cultura;
•     Adotar estratégia de aplicação preventiva;
•     Respeitar intervalo máximo de 14 dias entre as aplicações;
                                                                       VICADION_bula_rev02_03-09-25
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•    Realizar, no máximo, o número de aplicações do produto conforme descrito em bula;
•    Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais sobre tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
•    Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos
patogênicos devem ser consultados e/ou informados à Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF:
www.sbfito.com.br), ao Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org) e
ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br.)

           GRUPO                                G2                          FUNGICIDA
           GRUPO                                G1                          FUNGICIDA

O produto fungicida VICADION® é composto por Fenpropimorfe e Mefentrifluconazol, que apresentam
mecanismos de ação dos delta14-redutase e delta8->delta7- isomerase na biossíntese de esterol
(erg24, erg2) e C14 – Desmetilase na biossíntese de esterol (erg11/cyp51), pertencentes aos Grupo
C2 e G1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de
Fungicidas), respectivamente.

RECOMENDAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.

Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas,
seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos G1 e G2 para o controle
do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas,
tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando
disponíveis etc.;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos
fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos
devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF:
www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org),
Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

           GRUPO                                G2                          FUNGICIDA
           GRUPO                                G1                          FUNGICIDA

O produto fungicida VICADION® é composto por Fenpropimorfe e Mefentrifluconazol, que apresentam
mecanismos de ação dos delta14-redutase e delta8->delta7- isomerase na biossíntese de esterol
(erg24, erg2) e C14 – Desmetilase na biossíntese de esterol (erg11/cyp51), pertencentes aos Grupo
G2 e G1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de
Fungicidas), respectivamente.

                            MINISTÉRIO DA SAÚDE - ANVISA
                    DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

      ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS
   • Produto para uso exclusivamente agrícola.
   • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
   • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
   • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
                                                                     VICADION_bula_rev02_03-09-25
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       pessoas.
   •   Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs)
       recomendados.
   •   Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
       válvulas com a boca.
   •   Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) danificados, úmidos, vencidos ou com
       vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
   •   Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
       pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um
       profissional habilitado.
   •   Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
       primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
   •   Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
       trancado, longe do alcance de crianças e animais.
   •   Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser vestidos na
       seguinte ordem: calça, jaleco, botas, avental, respirador, viseira facial ou óculos, touca árabe
       e luvas de nitrila.
   •   Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
       relação à forma de limpeza, conservação e descarte de EPI danificado.

PRECAUÇOES DURANTE O MANUSEIO
   • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
     primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
   • Utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs): vestimenta com tratamento
     hidrorrepelente de corpo inteiro com nível de proteção 2 (calça, jaleco, touca árabe),
     respirador semifacial filtrante PFF2 e viseira facial (ou respirador com filtro mecânico classe
     P2 e óculos com proteção lateral), botas de PVC ou sapato impermeável, avental com nível
     de proteção 3 (impermeável) e luvas de nitrila.
   • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
     Individual (EPIs) recomendados.
   • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
   • Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
   • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
     (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
   • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em
     que estiver sendo aplicado o produto.
   • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
     respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
   • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que
     outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
   • Utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs): vestimenta com tratamento
     hidrorrepelente de corpo inteiro com nível de proteção 2 (calça, jaleco, touca árabe),
     respirador semifacial filtrante PFF2 e viseira facial (ou respirador com filtro mecânico classe
     P2 e óculos com proteção lateral), botas de PVC ou sapato impermeável e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
   • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA." e
     manter os avisos até o final do período de reentrada.
   • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
     com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de
     Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
   • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
     aplicação.
   • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
     (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
   • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), lave as luvas ainda vestidas
     para evitar contaminação.
   • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em
     local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
                                                                        VICADION_bula_rev02_03-09-25
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   •   Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
   •   Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) separados das demais
       roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
   •   Após cada aplicação do produto faça manutenção e a lavagem dos equipamentos de
       aplicação.
   •   Não reutilizar a embalagem vazia.
   •   No descarte das embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPIs): macacão
       com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
   •   Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na
       seguinte ordem: touca árabe, viseira ou óculos, jaleco, botas, calça, luvas e respirador.
   •   A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
       protegida.


                                                           “Pode ser nocivo se ingerido”
                                ATENÇÃO                         “Nocivo se inalado”
                                                             “Provoca irritação à pele”


PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência, levando a
embalagem, o rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico do produto.
Pele: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO À PELE. Em caso de contato, tire a roupa
contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que
a água de lavagem entre no outro olho.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.

                                 INFORMAÇÕES MÉDICAS
As informações presentes nesta tabela são de uso exclusivo do profissional de saúde. Os
procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de
saúde, etc.).


                          Fenpropimorfe: Morfolina
    Grupo químico         Mefentrifluconazol: Triazol


  Vias de exposição       Dérmica e Inalatória

                          Fenpropimorfe: Em ratos, a absorção foi rápida e quase completa, com
                          distribuição em todos os órgãos e tecidos. O fenpropimorfe foi
                          amplamente biotransformado no organismo de ratos através de uma série
                          de reações de hidroxilação, oxidação, sulfoxidação e desmetilção,
                          combinadas com a quebra do anel morfolina. Adicionalmente foi
                          observada conjugação com o ácido glucurônico. A excreção também foi
                          rápida e em proporções semelhantes pela urina e pelas fezes.
                          Mefentrifluconazol: Quando administrado pela via oral a ratos, o
    Toxicocinética
                          mefentrifluconazol foi extensivamente e rapidamente absorvido em ratos,
                          cerca de 78% em fêmeas e 85% em machos na dose baixa. O
                          mefentrifluconazol foi amplamente metabolizado (o composto parental
                          inalterado, cerca de 35% foi encontrado apenas nas fezes) e rapidamente
                          excretado (na dose baixa, a excreção foi de 94-98% dentro de 72 horas),
                          principalmente através das fezes, e em menor quantidade pela urina.
                          Houve evidência de recirculação entero-hepática. Não houve evidência de
                          bioacumulação.


                                                                    VICADION_bula_rev02_03-09-25
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                         Não se conhece o mecanismo de toxicidade específico de Fenpropimorfe
   Toxicodinâmica
                         e Mefentrifluconazol para humanos.
                         Fenpropimorfe: Todas as pessoas que manipulam produtos de proteção
                         de culturas são avaliadas por exames médicos regulares. Não há
                         parâmetros específicos disponíveis para o monitoramento do efeito do
                         fenpropimorfe. Não foram observados efeitos adversos à saúde, suspeitos
                         de estarem relacionados à exposição ao fenpropimorfe. Sintomas
                         inespecíficos de toxicidade decorrentes da exposição a substâncias
                         químicas podem ocorrer. Estudos conduzidos em animais de
                         experimentação indicam que o fenpropimorfe é pouco tóxico pela via oral
                         e apresenta baixa toxicidade pelas vias dérmica e inalatória em ratos. A
                         substância apresentou potencial de irritação dérmica, no entanto, não é
                         irritante aos olhos, segundo os resultados obtidos em estudos conduzidos
                         em coelhos. O fenpropimorfe não possui potencial de sensibilização
                         dérmica, conforme indicam os resultados do estudo conduzido em
     Sintomas e
                         cobaias.
   sinais clínicos
                         Mefentrifluconazol: Todas as pessoas que manipulam produtos de
                         proteção de culturas são avaliadas por exames médicos regulares. Não
                         há parâmetros específicos disponíveis para o monitoramento do efeito do
                         mefentrifuconazole. Não foram observados efeitos adversos à saúde,
                         suspeitos de estarem relacionados à exposição ao mefentrifuconazole.
                         Sintomas inespecíficos de toxicidade decorrentes da exposição a
                         substâncias químicas podem ocorrer. Estudos conduzidos em animais de
                         experimentação indicam que o mefentrifuconazole apresenta baixa
                         toxicidade pelas vias oral, dérmica e inalatória em ratos. A substância não
                         é irritante aos olhos e a pele, conforme os resultados obtidos em estudos
                         conduzidos em coelhos. O mefentrifuconazole possui potencial de
                         sensibilização dérmica, conforme indicam os resultados do estudo
                         conduzido em cobaias.
                         O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição. Ao
                         apresentar sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente
     Diagnóstico
                         imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirmação
                         laboratorial. Não existem exames laboratoriais específicos.
                         Antídoto: não existe antídoto específico.
                         Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro
                         clínico para manutenção das funções vitais. As ocorrências clínicas
                         devem ser tratadas segundo seu surgimento e gravidade. O profissional
     Tratamento          de saúde deve estar protegido, utilizando principalmente luvas. Demais
                         recomendações devem seguir protocolos de atendimento ao intoxicado do
                         estabelecimento de saúde e/ou orientações da Rede Nacional de Centros
                         de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT).
Efeitos das interações
                         Não são conhecidos.
       químicas
                         A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e
  Contraindicações       de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não
                         deve ser evitado.
                          Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e
                              obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento.
                                   Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
                                           Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
                          As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças
                           e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de
     ATENÇÃO                               Informação de Agravos de Notificação
                         (SINAN / MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
                                                          (Notivisa)
                         Telefone de Emergência da Empresa: BASF S.A. 0800 011 2273 ou
                         (12) 3128-1103 ou (12) 3128-1357
                         Endereço Eletrônico da Empresa: www.basf.com.br
                         Correio Eletrônico da Empresa: cecom.guaratingueta@basf.com

                                                                     VICADION_bula_rev02_03-09-25
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MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide item “TOXICOCINÉTICA” e vide “TOXICODINÂMICA”.

EFEITOS AGUDOS (Produto Formulado)
DL50 via oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
DL50 via dérmica em ratos: > 5000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: > 2,2 mg/L (4h)
Irritação dérmica em coelhos: produto irritante para a pele. Em contato com a pele de coelhos foram
observados eritema e edema moderados. Esses efeitos foram persistentes durante 14 dias e
reduziram para intensidade leve aos 21 dias.
Irritação ocular em coelhos: produto não irritante para os olhos.
Sensibilização dérmica em cobaias: produto não sensibilizante.
Mutagenicidade: produto não causou mutação genica ou aberrações cromossômicas nas condições
de teste.

EFEITOS CRÔNICOS (Produtos Técnicos)

Fenpropimorfe: nos estudos crônicos em ratos e camundongos, não foi carcinogênico e o órgão alvo
foi o fígado, sendo observado aumento dos pesos desse órgão em ambas as espécies. Além disso,
em ratos foi observado aumento do tamanho dos hepatócitos centrolobulares e redução da atividade
da acetilcolinesterase plasmática. No estudo de 1 ano em cães, foi observada leve disfunção
hepática. Nos estudos de reprodução e de desenvolvimento em ratos, foi observada toxicidade
materna, com diminuição no consumo de ração e consequente diminuição no ganho de peso e no
peso corpóreo, sem efeitos em parâmetros reprodutivos e sem efeitos ao desenvolvimento na
ausência de toxicidade materna. Em coelhos, no estudo de desenvolvimento foi observada toxicidade
materna, com diminuição no consumo de ração e consequente diminuição no ganho de peso e no
peso corpóreo, sem efeitos ao desenvolvimento na ausência de toxicidade materna. Não foi
mutagênico.
Mefentrifluconazol: nos estudos crônicos em ratos e camundongos, não foi carcinogênico e o órgão
alvo foi o fígado, sendo observado aumento dos pesos desse órgão em ambas as espécies
acompanhado de alterações histológicas. Nos estudos de reprodução e de desenvolvimento em
ratos, foi observada toxicidade materna, com diminuição no consumo de ração e consequente
diminuição no ganho de peso e no peso corpóreo, sem efeitos em parâmetros reprodutivos e sem
efeitos ao desenvolvimento na ausência de toxicidade materna. Em coelhos, no estudo de
desenvolvimento não foi observada toxicidade materna e não foi observado efeitos ao
desenvolvimento. Não foi mutagênico.

               INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS
                            NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA
                   DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
 Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
 MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
 Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
 Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas).
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
  (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público
  e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos
  de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades
  aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
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- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
  Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
  água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
  ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou
  para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
  Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa BASF S.A. - Telefones de Emergência:
  0800 011 2273 ou (12) 3128-1103 ou (12) 3128-1357.
- Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
  borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
  drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma
pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser
mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua
devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e
da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a
favor do vento, para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
- Durante o procedimento de lavagem o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o
seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
                                                                       VICADION_bula_rev02_03-09-25
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- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização datríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não
lavadas.
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
                                                                      VICADION_bula_rev02_03-09-25
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de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo
de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio desta embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que
deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos
Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

PARA TODO TIPO DE EMBALAGEM

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
                                                                      VICADION_bula_rev02_03-09-25
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competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o Registrante
pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos ou outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL
- De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
®
    Marca Registrada BASF




                                                                       VICADION_bula_rev02_03-09-25
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