Version
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. - Matriz Ituverava/SP
Herbicida/Regulador de Crescimento
Glufosinato - sal de amônio (homoalanina substituída) (200 g/L)
Informações
Número de Registro
5817
Marca Comercial
Version
Formulação
SL - Concentrado Solúvel
Ingrediente Ativo
Glufosinato - sal de amônio (homoalanina substituída) (200 g/L)
Titular de Registro
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. - Matriz Ituverava/SP
Classe
Herbicida/Regulador de Crescimento
Modo de Ação
total/ não seletivo
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Alface
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Alface
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Alface
Polygonum aviculare
erva-de-bicho (6)
Alface
Soliva anthemifolia
Soliva
Alface
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Alface
Stellaria media
centochio; erva-de-passarinho (2); esparguta (2)
Banana
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Banana
Crepis japonica
barba-de-falcão; crepis
Banana
Cuphea carthagenensis
guanxuma-vermelha; sete-sangrias
Banana
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Banana
Dioscorea batatas
cará; cará-do-pará; erva-cará
Banana
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Banana
Gnaphalium spicatum
erva-branca; erva-macia; macela-branca
Banana
Paspalum conspersum
capim-de-mula; capim-do-brejo; capim-guaçu
Banana
Phyllanthus tenellus
arrebenta-pedra (1); erva-pombinha (1); quebra-pedra (1)
Batata
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Batata
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Batata
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Batata
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Batata
Dessecação da Cultura
Batata
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Batata
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Batata
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Batata
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Batata
Spermacoce alata
erva-de-lagarto (1); erva-quente (1); perpetua-do-mato (1)
Café
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Café
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Café
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Café
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Café
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Café
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Café
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Café
Gnaphalium spicatum
erva-branca; erva-macia; macela-branca
Café
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Café
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Café
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Cana-de-açúcar
Dessecação da Cultura
Cevada
Dessecação da Cultura
Citros
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Citros
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Citros
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Citros
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Citros
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Citros
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Citros
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Citros
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Citros
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Citros
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Citros
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Citros
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Citros
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Citros
Talinum paniculatum
bunda-mole; bênção-de-deus; lígua-de-vaca
Eucalipto
Acacia plumosa
acacia-de-espinho; arranha-gato (2); unha-de-gato (1)
Eucalipto
Bauhinia variegata
unha-de-vaca (3)
Eucalipto
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Eucalipto
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Eucalipto
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Eucalipto
Lantana camara
camará; cambará (1); cambará-branco (2)
Eucalipto
Melinis minutiflora
capim-catingueiro; capim-gordo; capim-gordura
Eucalipto
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Eucalipto
Pteridium aquilinum
pluma-grande; samambaia; samambaia-das-taperas
Eucalipto
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Eucalipto
Solanum paniculatum
gerobeba; jupeba; jurubeba (2)
Eucalipto
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Eucalipto
Spermacoce alata
erva-de-lagarto (1); erva-quente (1); perpetua-do-mato (1)
Eucalipto
Spermacoce verticillata
poaia-botão; poaia-preta; poaia-rosário
Eucalipto
Stachytarpheta cayennensis
gervão (2); gervão-azul; gervão-de-folha-verônica
Feijão
Dessecação da Cultura
Grão-de-bico
Dessecação da Cultura
Lentilha
Dessecação da Cultura
Maçã
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Maçã
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Maçã
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Maçã
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Maçã
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Maçã
Oxalis oxyptera
azedinha (4); trevo (2)
Maçã
Parthenium hysterophorus
coentro-do-mato; fazendeiro (1); losna-branca
Maçã
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Maçã
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Maçã
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Maçã
Rumex obtusifolius
labaça; língua-de-vaca (2)
Maçã
Senecio brasiliensis
flor-das-almas; flor-de-finados; maria-mole (2)
Maçã
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Maçã
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Milho
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Milho
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Milho
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Milho
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Milho
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Milho
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Milho
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Milho
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Milho
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Milho
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Milho
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Milho
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Milho
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Milho
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Milho OGM
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Milho OGM
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Milho OGM
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Milho OGM
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Milho OGM
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Milho OGM
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Milho OGM
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Milho OGM
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Milho OGM
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Milho OGM
Glycine max
soja
Milho OGM
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Nectarina
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Nectarina
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Nectarina
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Nectarina
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Nectarina
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Nectarina
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Pessego
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Pessego
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Pessego
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Pessego
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Pessego
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Pessego
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Repolho
Coronopus didymus
mastruz (2); mastruço (3); mentrusto (2)
Repolho
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Repolho
Polygonum persicaria
cataia; erva-de-bicho (4); persicaria-de-pé-vermelho
Repolho
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Repolho
Stellaria media
centochio; erva-de-passarinho (2); esparguta (2)
Soja
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Soja
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Soja
Avena sativa
aveia
Soja
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Soja
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Soja
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Soja
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Soja
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Soja
Dessecação da Cultura
Soja
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Soja
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Soja
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Soja
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Soja
Hordeum vulgare
cevada
Soja
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Soja
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Soja
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Soja
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Soja
Rottboellia exaltata
capim-alto; capim-camalote; rabo-de-lagarto
Soja
Secale Cereale
Centeio
Soja
Spermacoce latifolia
erva-de-lagarto (2); erva-quente (2); perpetua-do-mato (2)
Soja
Triticum aestivum
trigo
Soja
Triticum secale
Triticale
Soja OGM
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Soja OGM
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Soja OGM
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Soja OGM
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Soja OGM
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Soja OGM
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Soja OGM
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Soja OGM
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Soja OGM
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Soja OGM
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Soja OGM
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Soja OGM
Rottboellia exaltata
capim-alto; capim-camalote; rabo-de-lagarto
Trigo
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Trigo
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Trigo
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Trigo
Dessecação da Cultura
Trigo
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Trigo
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Trigo
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Trigo
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Trigo
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Uva
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Uva
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Uva
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Uva
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Conteúdo da Bula
V2024 10 24
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: www.upl-ltd.com/br
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
VERSION
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 5817
COMPOSIÇÃO:
Ammonium 4-[hydroxy(methyl)phosphinoyl]-DL-homoalaninate ou ammonium DL-homoalanin-4-yl(methyl)
phosphinate (GLUFOSINATO SAL DE AMÔNIO) ..................................................200,0 g/L (20,00 % m/v)
Outros Ingredientes..................................................................................................890,7 g/L (89,07 % m/v)
GRUPO H HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida
GRUPO QUÍMICO: Homoalanina substituída
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL)
TITULAR DO REGISTRO (*):
UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A.
Avenida Maeda, s/n° - Prédio Comercial - Térreo - Distrito Industrial.
CEP:14500-000 - Ituverava/SP - CNPJ: 02.974.733/0001-52 - Telefone (19) 3794-5600
Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 1050
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
GLUFOSINATE-AMMONIUM TÉCNICO LIER - REGISTRO MAPA Nº 42519
LIER CHEMICAL CO., LTD.
The Economic and Technical Development Zone, Mianyang City, Sichuan Province - 621000 - China
GLUFOSINATE AMMONIUM TÉCNICO UPL BR – REGISTRO MAPA Nº 11115
YONGNONG BIOSCIENCES CO., LTD.
nº 3, Weiqi Rd (East), Hangzhou Gulf Economy and Tecnology Development Zone, 312369, Shangyu,
Zhejiang - China
GLUFOSINATE-AMMONIUM TÉCNICO UPL – REGISTRO MAPA Nº 2917
SUPERFORM CHEMISTRIES LIMITED
Plot nº 750, G.I.D.C., P.B nº 9 Dist. Bharuch - Gujarat - India
FORMULADOR:
Jiangsu Sevencontinent Green Chemical Co., Ltd.
North Area of Dongsha Chem-Zone, Zhangjiagang, Jiangsu, 215600 - China
Laoting Yoloo Bio-Technology Co., Ltd.
No A-3 Tianjin Road, Laoting Economic Development Zone, Hebei Province, 063600 - China
Lier Cropscience Co., Ltd.
No. 329 South Mianzhou Avenue, Mianyang, Sichuan, 621000 - China
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Avenida Roberto Simonsem, 1459, Recanto dos Pássaros, Paulínia/SP, CEP: 13148-030
CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Telefone: (19) 3874-7000
Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 477
UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A
Bula – VERSION
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UPL
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e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.
Rodovia Sorocaba - Pilar do Sul, km 122, Salto de Pirapora/SP, CEP: 18160-000
CNPJ: 02.974.733/0010-43 - Telefone: (15) 3292-1161
Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 4153
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.
Avenida Maeda, s/n°, Prédio comercial, Térreo, Distrito Industrial, Ituverava/SP, CEP: 14500-000
CNPJ: 02.974.733/0001-52 - Telefone: (19) 3794-5600
Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 1050
UPL Limited (Unit 3)
Plot Nº 3101/3102, G.I.D.C., Ankleshwar - 393002, District - Bharuch, State - Gujarat - Índia
Yongnong Biosciences Co., Ltd.
Nº 3, Weiqi Rd (East), Hangzhou Gulf Economy and Tecnology Development Zone, 312369, Shangyu,
Zhejiang – China
IMPORTADOR:
ORIGEO COMÉRCIO DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS S.A.
Rua Projetada, 150, Distrito Industrial - Cuiabá/MT
CNPJ: 44.552.174/0005-66 - Cadastro no Estado (INDEA/MT) nº 29697
R C/Trecho 03, S/N, complemento: Parte Armazém G, Bairro: Centro Industrial do Cerrado
CEP: 47850-000 - Luis Eduardo Magalhães/BA
CNPJ: 44.552.174/0003-02 - Cadastro no Estado (ADAB/BA) nº 138023
Avenida A, n° 01, Quadra A, Lote 1A a 2A, Sala UBDS, Distrito Industrial
CEP: 65800-000 - Balsas/MA
CNPJ: 44.552.174/0002-13 - Cadastro no Estado (AGED/MA) nº 1117
Avenida Constante Pavan, n° 4633, Betel - CEP: 13148-198 - Paulínia/SP
CNPJ: 44.552.174/0008-09 - Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 4431
No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
AGITE ANTES DE USAR.
Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do
Decreto Nº 7.212, de 15 de Junho de 2010).
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III - PRODUTO PERIGOSO AO
MEIO AMBIENTE
UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A
Bula – VERSION
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UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: www.upl-ltd.com/br
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
INSTRUÇÕES DE USO:
VERSION tem controle eficiente em pós-emergência das plantas infestantes que ocorrem nas culturas
de alface, banana, batata, citros, café, eucalipto, maçã, milho, nectarina, pêssego, repolho, trigo e uva;
na dessecação pré-colheita de batata, ervilha, cana-de-açúcar, cevada, feijão, feijão-mungo, feijão-
guandu, feijão-caupi, feijão-fava, feijão-vagem, grão-de-bico, lentilha, soja e trigo. No sistema de
plantio direto, milho, soja e trigo.
CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES, VOLUME DE CALDA, NÚMERO, ÉPOCA E
INTERVALO DE APLICAÇÕES:
PLANTAS DOSE
ESTÁDIO DAS VOLUME DE
INFESTANTES Produto NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURA PLANTAS CALDA
Nome comum Comercial APLICAÇÃO
INFESTANTES (L/ha)
(Nome científico) (L/ha)
Picão-branco
(Galinsoga
parviflora) Aplicar em jato dirigido em pós-
emergência das plantas
Erva-de-bicho
(Polygonum infestantes, protegendo a planta de
aviculare) alface com copinhos plásticos
1,5 (sistema de copinhos), quando as
Serralha
plantas infestantes estiverem com
(Sonchus
Aplicação 2 a 4 folhas. Efetuar uma única
ALFACE
oleraceus)
2 a 4 folhas Terrestre aplicação por ciclo da cultura.
Erva-de-
100 a 300 Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v
passarinho
para volumes de aplicação iguais
(Stellaria media)
ou superiores a 100L/ha ou a dose
Solvia
de 0,5 L/ha para volumes de
(Soliva
2,0 aplicação inferiores a 100L/ha.
anthemifolia)
Caruru-de-mancha
(Amaranthus
viridis)
Capim-colchão
(Digitaria
horizontalis)
Capim-guaçu Aplicar em jato dirigido ou na linha
(Paspalum de plantio quando as plantas
conspersum) infestantes de folha larga estiverem
Até 1 perfilho com 4 a 6 folhas, e as de folha
Capim-pé-de-
galinha estreita com até 1 perfilho. Efetuar
BANANA
Aplicação
(Eleusine indica) uma única aplicação por ciclo da
2,0 Terrestre
cultura.
Quebra-pedra 100 a 300
Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v
(Phyllanthus para volumes de aplicação iguais
tenellus) ou superiores a 100L/ha ou a dose
Crepis de 0,5 L/ha para volumes de
(Crepis japônica) aplicação inferiores a 100L/ha.
4 a 6 folhas
Macela-branca
(Gnaphalium
spicatum)
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ESTÁDIO DAS VOLUME DE
INFESTANTES Produto NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURA PLANTAS CALDA
Nome comum Comercial APLICAÇÃO
INFESTANTES (L/ha)
(Nome científico) (L/ha)
Mentrasto
(Ageratum
conyzoides)
Sete-sangrias
(Cuphea
carthagenensis)
Erva-cará
(Dioscorea
batatas)
Caruru
(Amaranthus
viridis)
Picão-preto
(Bidens pilosa)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
Aplicar na fase de “crackingtiming”
Beldroega
(Pré emergência da cultura)
(compreende a fase de rachamento
(Portulaca
do solo, antes da emergência da
oleracea)
2 a 4 folhas cultura); realizar a aplicação
Nabo
quando as plantas infestantes
(Raphanus
Aplicação estiverem com até 4 folhas e as
BATATA
raphanistrum)
2,0 Terrestre gramíneas com até 1 perfilho.
Carrapicho-
100 a 300
rasteiro
Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v
(Acanthospermum
para volumes de aplicação iguais
australe)
ou superiores a 100L/ha ou a dose
Erva-quente de 0,5 L/ha para volumes de
(Spermacoce aplicação inferiores a 100L/ha.
alata)
Capim-colchão
(Digitaria
sanguinalis) Até 1
Capim-carrapicho perfilho
(Cenchrus
echinatus)
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INFESTANTES Produto NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURA PLANTAS CALDA
Nome comum Comercial APLICAÇÃO
INFESTANTES (L/ha)
(Nome científico) (L/ha)
Aplicar sobre as ramas da cultura,
10 dias antes da colheita.
Trapoeraba (Commelina
benghalensis), picão-preto (Bidens
pilosa) e guanxuma-branca (Sida
glaziovii) com 10 a 20cm de altura,
também são dessecadas pelo
BATATA
USO PARA DESSECAÇAO 2,0 produto, caso ocorram na área.
Efetuar uma única aplicação por
ciclo de cultura.
Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v
para volumes de aplicação iguais
ou superiores a 100L/ha ou a dose
de 0,5 L/ha para volumes de
aplicação inferiores a 100L/ha.
Trapoeraba
(Commelina
benghalensis)
Picão-preto
(Bidens pilosa)
Buva
(Conyza
bonariensis) Aplicar em cafeeiros adultos, em
Macela-branca jato dirigido na linha da cultura, no
(Gnaphalium período de novembro a abril. Em
Até 4 folhas 2,0 trapoeraba, picão-preto, buva,
spicatum)
macela-branca, mentrasto, caruru,
Mentrasto
beldroega, e guanxuma-branca,
(Ageratum
aplicar quando estivem com até 4
conyzoides)
Aplicação folhas. Para Guanxuma até 6
Caruru
CAFÉ
Terrestre folhas. Em capim-marmelada e
(Amaranthus
100 a 300 capim-colchão, até a fase de início
viridis)
do perfilhamento. Efetuar uma
Beldroega
única aplicação por ciclo de cultura.
(Portulaca
Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v
oleracea)
para volumes de aplicação iguais
Guanxuma ou superiores a 100L/ha ou a dose
Até 6 folhas 3,0
(Sida rhombifolia) de 0,5 L/ha para volumes de
Guanxuma-branca aplicação inferiores a 100L/ha.
2 a 4 folhas 2,0
(Sida glaziovii)
Capim-marmelada
(Brachiaria
plantaginea) Até 2
2,5
Capim-colchão perfilhos
(Digitaria
horizontalis)
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ESTÁDIO DAS VOLUME DE
INFESTANTES Produto NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURA PLANTAS CALDA
Nome comum Comercial APLICAÇÃO
INFESTANTES (L/ha)
(Nome científico) (L/ha)
Com o objetivo de facilitar a
desfolha da cana-de-açúcar,
durante a colheita, realizar uma
única aplicação sobre as folhas da
cana-de-açúcar na pré-colheita
quando a cultura se encontrar no
CANA-DE-AÇÚCAR
final do estádio de
desenvolvimento vegetativo e
Aplicação antes da emissão da
USO PARA DESSECAÇÃO 4,0 Aérea inflorescência.
20 a 50 Programar a aplicação de acordo
com a programação de colheita,
com 21 a 28 dias antes da colheita
da cana-de-açúcar.
Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v
para volumes de aplicação iguais
ou superiores a 100L/ha ou a dose
de 0,5 L/ha para volumes de
aplicação inferiores a 100L/ha.
Aplicar o produto na dessecação
numa única pulverização. Realizar
a aplicação a partir do estádio de
desenvolvimento em que os grãos
de cevada estiverem amarelos
(massa mole) e até atingirem o
estádio de grão dourado (massa
dura).
Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v
para volumes de aplicação iguais
ou superiores a 100L/ha ou a dose
CEVADA
Aplicação
de 0,5 L/ha para volumes de
USO PARA DESSECAÇÃO 1,75 Terrestre
aplicação inferiores a 100L/ha.
100 a 300
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INFESTANTES Produto NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURA PLANTAS CALDA
Nome comum Comercial APLICAÇÃO
INFESTANTES (L/ha)
(Nome científico) (L/ha)
Capim-marmelada
(Brachiaria
plantaginea)
Capim-colchão
(Digitaria 2 perfilhos
horizontalis)
Capim-colchão
(Digitaria
Aplicar no sistema de coroamento
sanguinalis)
e na linha de plantio (jato dirigido)
Capim-amargoso
sem atingir a cultura. As plantas
(Digitaria insularis)
infestantes devem estar em
Capim-carrapicho crescimento ativo. Em capim-
(Cenchrus marmelada e capim colchão,
Até 1 perfilho
echinatus) aplicar quando a planta infestante
Capim-pé-de- estiver com até 2 perfilhos. Em
galinha capim pé-de-galinha- capim-
(Eleusine indica) amargoso e capim carrapicho,
Guanxuma aplicar quando a planta estiver com
Aplicação
CITROS
(Sida rhombifolia) até 1 perfilho. Em maria-gorda,
Carrapicho-de- 2,0 Terrestre
guanxuma, falsa-serralha e malva-
carneiro 100 a 300
branca carrapicho-de-carneiro,
(Acanthospermu picão-preto, amendoim-bravo e
m hispidum) trapoeraba, aplicar quando a planta
Picão-preto infestante estiver com até 4 folhas.
(Bidens pilosa) Efetuar uma única aplicação por
Amendoim-bravo ciclo da cultura.
(Euphorbia Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v
heterophylla) Até 4 folhas para volumes de aplicação iguais
Trapoeraba ou superiores a 100L/ha ou a dose
(Commelina de 0,5 L/ha para volumes de
benghalensis) aplicação inferiores a 100L/ha.
Maria-gorda
(Talinum
paniculatum)
Falsa-serralha
(Emilia sonchifolia)
Malva-branca
(Sida cordifolia)
Aplicar em jato dirigido, nas
Samambaia
entrelinhas da cultura, em pós-
(Pteridium Até 20 cm 2,0
EUCALIPTO
emergência das plantas
aquilinum) Aplicação
infestantes, quando estas
Terrestre
estiverem em vegetação plena. Na
Capim-gordura 100 a 300
Até 4 dose recomendada, fazer o
(Melinis 4,0 controle das plantas infestantes de
perfilhos
minutiflora) folha estreita quando estiverem
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INFESTANTES Produto NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE
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Nome comum Comercial APLICAÇÃO
INFESTANTES (L/ha)
(Nome científico) (L/ha)
Erva-quente com até 4 perfilhos; e em folhas
(Spermacoce largas, com até 8 folhas. Realizar
alata) uma aplicação por ano.
Cambará Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v
(Lantana câmara) para volumes de aplicação iguais
Guanxuma ou superiores a 100L/ha ou a dose
(Sida rhombifolia) de 0,5 L/ha para volumes de
Falsa-serralha aplicação inferiores a 100L/ha.
(Emilia sonchifolia)
Serralha
(Sonchus
oleraceus)
Buva
(Conyza
bonariensis)
Unha-de-vaca
(Bauhinia
variegata) Até 8 folhas
Arranha-gato
(Acacia plumosa)
Jurubeba
(Solanum
paniculatum)
Capim-colonião
(Panicum
maximum)
Vassourinha-botão
(Spermacoce
verticillata)
Trapoeraba
(Commelina
benghalensis)
Gervão
(Stachytarpheta
cayennensis)
Feijão
Aplicação Dessecação para consumo: aplicar
Ervilha
Terrestre a dose de 1,8 L/ha, quando a
Feijão-caupi
100 a 300 cultura apresentar
Feijão-fava
USO PARA DESSECAÇÃO DE aproximadamente 50% das vagens
Feijão-
FEIJÃO, GRÃO DE BICO, 1,8 secas.
guandu
LENTILHA PARA CONSUMO Dessecação para sementes:
Feijão-
aplicar a dose de 2,0 L/ha, somente
mungo
Aérea quando a cultura apresentar 70%
Feijão-
20 a 50 das vagens secas.
vagem
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INFESTANTES Produto NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURA PLANTAS CALDA
Nome comum Comercial APLICAÇÃO
INFESTANTES (L/ha)
(Nome científico) (L/ha)
Grão-de- Efetuar uma única aplicação por
bico ciclo da cultura
Lentilha Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v
para volumes de aplicação iguais
USO PARA DESSECAÇÃO DE ou superiores a 100L/ha ou a dose
FEIJÃO, GRÃO DE BICO, 2,0 de 0,5 L/ha para volumes de
LENTILHA PARA SEMENTES aplicação inferiores a 100L/ha.
Capim-marmelada
(Brachiaria
plantaginea)
Capim-colchão
(Digitaria Até 1
horizontalis) perfilho
Azevém
(Lolium Dirigir a aplicação na linha da
multiflorum) cultura adulta, sem atingi-la. Aplicar
Língua-de-vaca em poaia quando a planta
(Rumex infestante estiver de 5 a 10 cm. Em
obtusifolius) trevo e guanxuma, quando
estiverem com até 10 cm. Em
Picão-preto maria-mole e capim-colchão,
(Bidens pilosa) quando estiverem de 10 a 20 cm.
Nabo Em nabo, serralha, losna-branca,
(Raphanus beldroega e picão-branco, quando
Aplicação
estiverem com até 15 cm. Em
MAÇÃ
raphanistrum) 2,0 Terrestre
Serralha picão-preto, até 25 cm. Em azevém
100 a 300
(Sonchus e língua-de-vaca, quando
oleraceus) estiverem de 20 a 30 cm. Em
Losna-branca capim-marmelada com até 30 cm.
(Parthenium 2 a 4 folhas Efetuar uma única aplicação por
hysterophorus) ciclo da cultura.
Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v
Beldroega
para volumes de aplicação iguais
(Portulaca
ou superiores a 100L/ha ou a dose
oleracea)
de 0,5 L/ha para volumes de
Picão-branco aplicação inferiores a 100L/ha.
(Galinsoga
parviflora)
Maria-mole
(Senecio
brasiliensis)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
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INFESTANTES (L/ha)
(Nome científico) (L/ha)
Poaia
(Richardia
brasiliensis)
Trevo
(Oxalis oxyptera)
Capim-colchão
(Digitária
sanguinalis Até 1
perfilho
Capim-marmelada
(Brachiaria
plantaginea)
Picão-preto
(Bidens pilosa)
Amendoim-bravo Aplicar em jato dirigido nas
(Euphorbia entrelinhas da cultura. Aplicar no
heterophylla) início do perfilhamento do capim-
colchão e capim-marmelada. Para
Trapoeraba
as demais infestantes, aplicar
(Commelina
quando estas apresentarem de 4 a
benghalensis)
8 folhas. Utilizar a maior dose
Carrapicho-de- quando houver maior incidência de
carneiro gramíneas.
Aplicação
MILHO
(Acanthospermum Para aplicação no sistema Plantio
2,0 Terrestre
hispidum) Direto: aplicar em área total em
100 a 300
Caruru pré-semeadura da cultura, em pós-
(Amaranthus emergência das plantas
viridis) 2 a 4 folhas infestantes. Efetuar uma única
aplicação por ciclo da cultura.
Guanxuma Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v
(Sida rhombifolia) para volumes de aplicação iguais
ou superiores a 100L/ha ou a dose
Corda-de-viola
de 0,5 L/ha para volumes de
(Ipomoea
aplicação inferiores a 100L/ha.
aristolochiaefolia)
Carrapicho-
rasteiro
(Acanthospermum
australe)
Beldroega
(Portulaca
oleracea)
Malva-branca
(Sida cordifolia)
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INFESTANTES Produto NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE
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INFESTANTES (L/ha)
(Nome científico) (L/ha)
Capim-pé-de-
3 perfilhos
galinha Aplicar o VERSION em pós-
(Eleusine indica) emergência da cultura do Milho
Capim-marmelada Resistente ao Glufosinato de
Estádio mediano das
(Brachiaria amonio e das plantas infestantes
plantas infestantes
plantaginea) observando-se o estádio precoce
Leiteiro de desenvolvimento das plantas
(Euphorbia 2,5 a 3,0 infestantes e considerando-se o
heterophylla) 6 folhas estádio máximo de 2 a 4 folhas
Corda-de-viola para as dicotiledôneas e de 2 folhas
(Ipomoea até 1 perfilho para as
grandifolia) monocotiledôneas. Realizar no
máximo 2 aplicações por ciclo da
Caruru
cultura com intervalo de 10 dias.
(Amaranthus
Pode-se aplicar VERSION a partir
viridis)
da germinação do Milho.
MILHO GENETICAMENTE MODIFICADO
(Resistente ao Glufosinato de Amonio)
Capim-pé-de- Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v
galinha para volumes de aplicação iguais
3 folhas
(Eleusine indica) ou superiores a 100L/ha ou a dose
de 0,5 L/ha para volumes de
Estádio pré-precoce das
Capim-marmelada Aplicação aplicação inferiores a 100L/ha.
plantas infestantes
(Brachiaria Terrestre
plantaginea) 100 a 300
1,5 + 1,5
Leiteiro
(aplicação
(Euphorbia
sequencial)
heterophylla)
Aérea
Corda-de-viola
2 folhas
20 a 50
(Ipomoea
grandifolia)
Caruru
(Amaranthus
viridis)
Capim-colchão
Até 1
(Digitária
perfilho
sanguinalis
Buva
(Conyza
bonariensis)
Soja
(Glycine max) 2,0 a 3,0
Caruru-rasteiro 2a4
(Amaranthus folhas
deflexus)
Corda-de-viola
(Ipomoea
grandifolia)
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INFESTANTES (L/ha)
(Nome científico) (L/ha)
Capim-amargoso Até 1
(Digitaria insularis) perfilho
Trapoeraba 2,0 a 3,0
(Commelina 2 a 4 folhas
benghalensis)
Capim-marmelada
(Brachiaria
plantaginea)
Capim-colchão Até 1 perfilho
(Digitaria
horizontalis)
Aplicar em jato dirigido sem atingir
Picão-preto a cultura. Realizar o controle do
(Bidens pilosa) picão-preto, guanxuma, caruru e
NECTARINA
PÊSSEGO
Guanxuma Aplicação picão branco quando as plantas
(Sida rhombifolia) 2,0 Terrestre daninhas estiverem com até 4
100 a 300 folhas. Capim-colchão e capim-
Caruru marmelada, quando estiver com
(Amaranthus até 1 perfilho. Recomenda-se uma
viridis) 2 a 4 folhas única aplicação por ciclo da cultura.
Picão-branco
(Galinsoga
parviflora)
Picão-branco
(Galinsoga Realizar a aplicação quando as
parviflora) plantas infestantes apresentarem
Erva-de- de 2 a 4 folhas, em jato dirigido,
passarinho sem atingir a cultura. Proteger a
(Stellaria media) planta de repolho com copinhos
2 a 4 folhas 1,5 plásticos (sistema de copinhos).
REPOLHO
Erva-de-bicho Aplicação Efetuar uma única aplicação por
(Polygonum Terrestre ciclo da cultura.
persicaria) 100 a 300 Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v
para volumes de aplicação iguais
Serralha ou superiores a 100L/ha ou a dose
(Sonchus de 0,5 L/ha para volumes de
oleraceus) aplicação inferiores a 100L/ha.
Mentruz
(Coronopus 2,0
didymus
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INFESTANTES Produto NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE
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INFESTANTES (L/ha)
(Nome científico) (L/ha)
Capim-marmelada
(Brachiaria
plantaginea) Até 2 Para aplicação no sistema Plantio
Capim-colchão perfilhos Direto: aplicar em área total em
(Digitaria pré-semeadura da cultura, em pós-
sanguinalis) emergência das plantas
Amendoim-bravo infestantes. Para o controle de
(Euphorbia capim-colchão e capim-
heterophylla) marmelada, realizar o controle
Nabo quando as plantas estiverem com
Aplicação
(Raphanus até 2 perfilhos. Para o controle de
Terrestre
raphanistrum) amendoim-bravo, nabo, picão-
100 a 300
Picão-preto preto, poaia, caruru e beldroega
2,5
(Bidens pilosa) realizar o controle quando as
Poaia 2 a 4 folhas plantas estiverem com até 4 folhas.
Aérea
(Richardia Para o controle de trapoeraba
20 a 50
brasiliensis) realizar o controle quando as
Caruru plantas estiverem com 2 a 4 folhas.
Em dessecação de pré-plantio
(Amaranthus Para o controle do trigo, aveia,
viridis) cevada, azevem, centeio, e triticale
Beldroega realizar o controle quando as
(Portulaca plantas estiverem até 2 perfilhos.
oleracea) Para o controle da soja realizar o
SOJA
Trapoeraba controle quando as plantas
(Commelina 2 a 4 folhas infestantes estiver com 2 a 4 folhas.
benghalensis) Para capim amargoso, capim
Trigo carrapicho e capim-camalote
(Triticum aestivum) realizar o controle quando as
Aveia plantas infestantes estiverem até 3
(Avena sativa) perfilhos. Para carrapicho de
Cevada carneriro até 4 folhas. Para Buva
(Hordeum vulgare) Aplicação utilizar a maior dose quando mais
Até 2 de 50% da planta infestante
Azevém 3,0 Terrestre
perfilhos Buva estiver maior que 10 cm de
(Lolium 100 a 300
multiflorum) altura e a menor dose quando a
Centeio planta infestante estiver com até 8
(Secale cereale) folhas.
Triticale Efetuar uma única aplicação por
(Triticum secale) ciclo da cultura.
Soja
2 a 4 folhas 2,0 Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v
(Glycine max) Aérea
Capim amargoso 20 a 50 para volumes de aplicação iguais
(Digitaria insularis) ou superiores a 100L/ha ou a dose
Capim carrapicho Até 3 de 0,5 L/ha para volumes de
2,5 - 3,0 aplicação inferiores a 100L/ha.
(Cenchrus perfilhos
echinatus)
Capim-camalote
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INFESTANTES Produto NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURA PLANTAS CALDA
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INFESTANTES (L/ha)
(Nome científico) (L/ha)
(Rotboellia
exaltata)
Carrapicho-de-
carneiro
Até 4 folhas
(Acanthospermum
hispidum)
Erva-quente
(Spermacoce
latifolia)
Até 8 folhas
Buva
(Conyza 1,5 a 2,5
bonariensis)
Em dessecação de pré-
Aplicar 10 dias antes da colheita
Aplicação
na dose de 2,0.
Terrestre
colheita
Utilizar adjuvante na dose 0,5%
SOJA
Uso para 10 dias antes 100 a 300
2.0 v/v para volumes de aplicação
dessecação da colheita
iguais ou superiores a 100L/ha ou
Aérea
a dose de 0,5 L/ha para volumes
20 a 50
de aplicação inferiores a 100L/ha.
Capim- Aplicar na pós-emergência da
marmelada cultura e das plantas infestantes
(Brachiaria observando-se o estádio precoce
plantaginea) de desenvolvimento das plantas
(Resistente ao glufosinato de amônio)
Azevém infestantes considerando-se o
GENETICAMENTE MODIFICADA
(Lolium estádio máximo de 2 a 4 folhas
multiflorum) para as dicotiledôneas e de 2 folhas
Até 1 até 1 perfilho para as
Capim-amargoso
perfilho monocotiledôneas. Aplicar a partir
(Digitaria insularis)
da germinação da soja.
Aplicação
SOJA
Capim-colchão Recomenda-se a aplicação
2,0 a 3,5 Terrestre
(Digitaria sequencial com intervalo de 12 a 14
100 a 300
horizontalis) dias uma da outra, na dose de 2,0
Capim-camalote a 3,5 L p.c./ha, de acordo com as
(Rottboellia recomendações de uso e nas
exaltata) situações em que ocorram novos
fluxos de germinação de plantas
Picão-preto infestantes na área. Fazer no
(Bidens pilosa) máximo duas aplicações de
2a4
Buva Folhas VERSION por safra de soja.
(Conyza Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v
bonariensis) para volumes de aplicação iguais
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PLANTAS DOSE
ESTÁDIO DAS VOLUME DE
INFESTANTES Produto NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURA PLANTAS CALDA
Nome comum Comercial APLICAÇÃO
INFESTANTES (L/ha)
(Nome científico) (L/ha)
Leiteiro ou superiores a 100L/ha ou a dose
(Euphorbia de 0,5 L/ha para volumes de
heterophylla) aplicação inferiores a 100L/ha.
Corda-de-viola
(Ipomoea
grandifolia)
Capim-pé-de-
galinha Até 1 perfilho
(Eleusine indica)
Caruru-de-mancha
(Amaranthus 2,5 a 3,5
viridis) 2a4
Trapoeraba Folhas
(Commelina
benghalensis)
Capim-
amargoso
(Digitaria
insularis)
Capim-colchão Aplicar na pós emergência da
(Digitaria cultura e das plantas infestantes,
1a2
horizontalis) observando-se o estádio precoce
Soja ENLIST
perfilhos
Capim-marmelada Aplicação de desenvolvimento destas. Utilizar
(Brachiaria 2,5 a 3,0 Terrestre adjuvante na dose 0,5% v/v para
plantaginea) 100 a 300 volumes de aplicação iguais ou
Caruru-de-mancha superiores a 100L/ha ou a dose de
(Amaranthus 0,5 L/ha para volumes de aplicação
viridis) inferiores a 100L/ha.
Buva
(Conyza 2 a 4 folhas
bonariensis)
Capim-carrapicho Aplicação Aplicação no sistema Plantio
(Cenchrus Terrestre Direto: Aplicar em pré-semeadura
Em dessecação de pré-
echinatus) 100 a 300 da cultura, em pós-emergência das
Capim-pé-de- plantas infestantes, em área total. A
galinha cultura deve ser semeada 7 dias
plantio
TRIGO
(Eleusine indica) Até 1 após a aplicação do produto.
2,0
Capim-colchão perfilho Guanxuma deve ter até 4 folhas.
(Digitaria Para o controle da buva oriunda de
sanguinalis) sementes, realizar a aplicação na
Aplicação dose de 1,5 a 2,0 L/ha quando as
Arroz aérea plantas infestantes estiverem com
(Oryza sativa) 20 a 50 até 2 folhas. Para o controle das
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PLANTAS DOSE
ESTÁDIO DAS VOLUME DE
INFESTANTES Produto NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURA PLANTAS CALDA
Nome comum Comercial APLICAÇÃO
INFESTANTES (L/ha)
(Nome científico) (L/ha)
gramíneas como o capim-
Picão-preto
amargoso, aplicar sobre as plantas
(Bidens pilosa)
infestantes oriundas de sementes
na dose de 2,0 L/ha até o estádio
Guanxuma de desenvolvimento de 1 perfilho.
2 a 4 folhas
(Sida cordifolia) Efetuar uma única aplicação por
Buva ciclo da cultura.
(Conyza 1,5 a 2,0 Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v
bonariensis) para volumes de aplicação iguais
ou superiores a 100L/ha ou a dose
de 0,5 L/ha para volumes de
aplicação inferiores a 100L/ha.
Capim-amargoso Até 1
2,0
(Digitaria insularis) perfilho
Para dessecação de pré-colheita:
EM dessecação de pré-colheita
Aplicar o produto na dessecação
numa única pulverização. Realizar
a aplicação a partir do estádio de
desenvolvimento em que os grãos
de trigo estiverem amarelos
Aplicação
TRIGO
(massa mole) e até atingirem o
USO PARA DESSECAÇÃO 1,75 Terrestre
estádio de grãos dourados (massa
100 a 300
dura).
Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v
para volumes de aplicação iguais
ou superiores a 100L/ha ou a dose
de 0,5 L/ha para volumes de
aplicação inferiores a 100L/ha.
Capim-marmelada Aplicar em jato dirigido na linha da
(Brachiaria Até 1 perfilho cultura, evitando atingir o caule da
plantaginea) planta. Picão-preto, picão-branco e
caruru devem ter até 4 folhas.
Picão-branco Capim-marmelada deve ter até 1
(Galinsoga perfilho. Recomenda-se uma única
parviflora) aplicação por ciclo da cultura.
Aplicação
Caruru Efetuar uma única aplicação por
UVA 2,0 Terrestre
(Amaranthus ciclo da cultura. Utilizar espalhante
100 a 300
viridis) 2 a 4 folhas adesivo na dose recomendada pelo
fabricante.
Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v
Picão-preto para volumes de aplicação iguais
(Bidens pilosa) ou superiores a 100L/ha ou a dose
de 0,5 L/ha para volumes de
aplicação inferiores a 100L/ha.
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(1) Utilizar a maior dose quando mais de 50% da planta infestante Buva estiver maior que 10 cm de altura.
Manejo Outonal (aplicação em áreas de pousio, pós-colheita, anterior a próxima semeadura):
O controle de plantas durante o outono-inverno, é uma das ferramentas que devem ser utilizadas para o
manejo da resistência aos herbicidas pós-emergentes, uma vez que o sucesso desta aplicação está
vinculado à diminuição do banco de sementes das invasoras.
MANEJO OUTONAL NA CULTURA DO MILHO
PLANTAS INFESTANTES DOSE Produto VOLUME DE NÚMERO, ÉPOCA, INTERVALO
Nome comum Comercial CALDA terrestre E NÚMERO MÁXIMO DE
(Nome científico) (L/ha) (L/ha) APLICAÇÃO
Realizar 1 aplicação pós-
emergência das plantas daninhas,
Capim-amargoso observando-se o estádio precoce,
(Digitaria insularis) com estas até 2 perfilhos, em pós-
colheita, no manejo outonal das
áreas a serem semeadas
Aplicação posteriormente. Utilizar
2,5 a 3,5* Terrestre espalhante adesivo, óleo vegetal
100 a 200 ou mineral, na dose recomendada
pelo fabricante.
Azevem
(Lolium multiflorum) Aplicação em pós-emergência das
plantas daninhas (aplicação
única), com intervalo de 30 dias,
antes da semeadura.
(*) Utilizar a dose de 0,5 L/ha de adjuvante.
MODO DE APLICAÇÃO:
Via terrestre: Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou
autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque simples, defletor ou com pré-orifício,
visando à produção de gotas médias a grossas. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção
do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da
ponta ou do bico. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. Usar velocidade
de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para
diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação
brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A altura da barra e o
espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta
alvo, conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam
a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Para aplicação em jato dirigido, utilizar bicos com indução de ar, ou cônico cheio, visando a produção de
gotas grossas a extremamente grossas. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do
tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta
ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com
rendimento operacional. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição
dos jatos e cobertura uniforme na área, conforme recomendação do fabricante. Para volumes de aplicação
fora da faixa ideal ou sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia(s) e técnica(s) de
aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro
Agrônomo.
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Via aérea: Recomenda-se um volume de aplicação entre 20 e 50 L/ha. A aplicação deve ser realizada
somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. As mesmas
recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de
deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da
aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.
Preparo de calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam
devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha
de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de
ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até metade de seu
nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do
produto. Após despejar todo o conteúdo do produto no preparo da calda, deve-se fazer a adição de água
dentro de cada embalagem para garantir que todo produto seja usado na pulverização e facilite a etapa
seguinte de tríplice lavagem. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água,
quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada,
respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por litro de produto a ser adicionado no pré-
misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o
término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda
dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga.
Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de uso de
algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções,
em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda,
sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador.
Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção
de barra.
Condições meteorológicas:
Realizar as pulverizações quando as condições meteorológicas forem desfavoráveis à ocorrência de
deriva, conforme abaixo:
Temperatura do ambiente: máxima de 30ºC.
Umidade relativa do ar: igual ou superior a 55%.
Velocidade do vento: de 2 a 10 km/h. Se o vento estiver abaixo de 2 km/h não aplique devido ao risco de
inversão térmica
Direção do vento: Observe a direção do vento e evite aplicar quando este estiver no sentido de alguma
cultura ou organismos sensíveis não-alvo, caso haja restrição nesta bula.
Limpeza do pulverizador:
Pulverizadores de barra:
1- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por
20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água
contaminada;
2- Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
3- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos
bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
4- Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque
todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não
entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
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5- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos
bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.
Observação: Nas etapas acima ao perceber, pelo nível do tanque, que o mesmo está quase vazio,
desligue a bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que
por segundos, esta poderá sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Alface....................................................................................................................... 7 dias
Banana..................................................................................................................... 10 dias
Batata...................................................................................................................... 10 dias
Café......................................................................................................................... 20 dias
Cana-de-açúcar (dessecante) ...................................................................................... 14 dias
Cevada (dessecante) ................................................................................................. 7 dias
Citros....................................................................................................................... 40 dias
Ervilha..................................................................................................................... 5 dias
Eucalipto................................................................................................................... UNA
Feijão, feijão-mungo, feijão-guandu, feijão-caupi, feijão-fava, feijão-vagem. .................... 5 dias
Grão-de-bico............................................................................................................. 5 dias
Lentilha ................................................................................................................... 5 dias
Maçã........................................................................................................................ 7 dias
Milho....................................................................................................................... (1)
Milho geneticamente modificado ................................................................................. 50 dias
Nectarina.................................................................................................................. 7 dias
Pêssego.................................................................................................................... 7 dias
Repolho.................................................................................................................... 7 dias
Soja......................................................................................................................... 10 dias
Soja geneticamente modificada ................................................................................... 60 dias
Soja Enlist ................................................................................................................ 60 dias
Trigo........................................................................................................................ (1)
Trigo (dessecante) .................................................................................................... 7 dias
Uva........................................................................................................................ 7 dias
UNA – Uso não alimentar
(1) – Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Recomenda-se aguardar o completo secamento do produto sobre as folhas das culturas tratadas. Aguardar
pelo menos 24 horas.
Evitar, sempre que possível, que as pessoas alheias ao trato com a cultura e animais domésticos circulem
pela área tratada.
LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivamente agrícola.
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
- VERSION é um herbicida de ação total, não seletivo, devendo ser utilizado somente nas culturas para as
quais está registrado, observando atentamente as instruções de uso do produto.
- Chuvas ou irrigação por aspersão no período de 6 horas após a aplicação do produto pode reduzir o seu
efeito herbicida.
- Fitotoxicidade: O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas, desde que seguidas as
recomendações de uso.
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Outras restrições:
• VERSION é incompatível com produtos de reação alcalina e ferro.
• O produto deve ser aplicado isoladamente.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS:
VIDE MODO DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta infestante alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes e para evitar os problemas com a resistência,
seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo H para o controle do mesmo alvo,
quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas infestantes seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas infestantes devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org),
Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-
br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO H HERBICIDA
O produto herbicida VERSION é composto por Glufosinato sal de amônio, que apresenta mecanismo de
ação dos inibidores da GS (Glutamina sintetase), pertencente ao Grupo H, segundo classificação
internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas
de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma
de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão impermeável com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha;
avental impermeável; máscara provida de filtros adequados; óculos de segurança com proteção lateral,
touca árabe e luvas de nitrila;
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão impermeável com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha;
máscara provida de filtros adequados; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de
nitrila.
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- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos
até o final do período de reentrada;
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida;
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
Pode ser nocivo se ingerido
Pode ser nocivo em contato com a pele
ATENÇÃO
Pode ser nocivo se inalado
Provoca moderada irritação à pele
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PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a
água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
INTOXICAÇÕES POR
- VERSION -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico GLUFOSINATO DE AMÔNIO: homoalanina substituída.
Classe
Categoria 5 - Produto improvável de causar dano agudo.
toxicológica
Dérmica e inalatória.
Vias de exposição Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas
considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados.
Toxicocinética Glufosinato de amônio: estudos em ratos indicam que a substância pode ser
absorvida através da pele. A absorção pela via oral, em ratos, foi rápida, porém
incompleta (aproximadamente 10% da dose administrada) com pico de
concentração plasmática atingido dentro de 0,5 a 1 hora. A distribuição desta
substância foi ampla, com as maiores concentrações sendo encontradas nos rins
e no fígado. A penetração através da barreira hematoencefálica e da barreira
placentária foi limitada, mas, baixas concentrações de glufosinato de amônio
foram detectadas no cérebro e no feto.
O glufosinato de amônio não sofreu ampla biotransformação, sendo eliminado
principalmente na forma inalterada nas fezes (66-83%) e na urina (4-5%).
Uma pequena fração desta substância foi biotransformada, primeiramente,
através de reações de desaminação oxidativa e descarboxilação, gerando o
metabólito ácido 3-metilfosfino-propiônico (MPP). Além disso, o glufosinato de
amônio foi acetilado de forma reversiva, resultando em baixos níveis do
metabólito N-acetil-glufosinato (NAG), com evidência de biotransformação pela
microbiota intestinal. O MPP (0,5% a 2% na urina e 1% nas fezes) e o NAG
(aproximadamente 0,1% na urina e 1-8% nas fezes) foram os principais
metabólitos encontrados na excreta. Pequenas concentrações dos metabólitos
ácido 2-hidroxi-4-metilfosfino-butanoico (MHB), ácido 4-metilfosfino-butanoico
(MPB) e vestígios de ácido 2-metilfosfínico-acético (MPA) também foram
identificadas.
Em ratos, a excreção foi rápida, com eliminação de mais de 95% da dose
administrada nas primeiras 96 horas, principalmente através das fezes (mais de
80%) e, em menor extensão, através da urina (7-14%).
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Não foram observadas diferenças significativas entre o perfil toxicocinético de
machos e fêmeas.
O glufosinato de amônio não apresentou evidência de bioacumulação no
organismo de ratos.
Toxicodinâmica Glufosinato de amônio: o glufosinato de amônio é um análogo fosfínico do ácido
glutâmico, o qual está relacionado à inibição reversível da enzima glutamina
sintetase. Esta enzima é responsável por catalisar a reação de formação de
glutamina a partir do glutamato e da amônia. Este mecanismo de ação é proposto
para as plantas. No entanto, nos mamíferos também se observa a inibição desta
enzima.
Sintomas e sinais Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos.
clínicos Com base em estudos em animais de experimentação, o produto pode ser nocivo
se ingerido, se inalado ou se em contato com a pele. Foi considerado irritante
moderado para a pele. Não apresentou potencial de causar sensibilização
dérmica.
Glufosinato de amônio: esta substância é nociva se ingerida, inalada ou em
contato com a pele. O glufosinato de amônio pode causar inibição da enzima
glutamina sintetase. Em humanos, após a exposição a altas doses da substância,
foram reportados efeitos neurológicos como tremores, tontura e convulsões.
Exposição ocular: em contato com os olhos, o produto pode causar irritação,
com ardência e vermelhidão.
Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação com ardência
e vermelhidão. Em caso de exposição a altas quantidades da substância, podem
ocorrer efeitos sistêmicos conforme descrito em “exposição oral”.
Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação no trato
respiratório, com tosse, ardência no nariz, boca e garganta. Em caso de inalação
de altas concentrações da substância, podem ocorrer efeitos sistêmicos conforme
descrito em “exposição oral”.
Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com
vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia. Em caso de exposição a altas
quantidades da substância, pode ocorrer efeitos sistêmicos como hipotonia,
fraqueza muscular, bradicardia ou taquicardia e distúrbios neurológicos
manifestados por tremores, hipertermia, tontura, convulsões, inconsciência, coma
e insuficiência respiratória.
Exposição crônica: Não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição
crônica em humanos. Em estudos de toxicidade repetida em animais foram
observados efeitos de neurotoxicidade.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
quadro clínico compatível.
Tratamento CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar
respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que
presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas
de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de
forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar
orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas
sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e
respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via
endovenosa. Avaliar estado de consciência.
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Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções
orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter
adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessário
ventilação pulmonar assistida.
Medidas de descontaminação e tratamento: O profissional de saúde deve
estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.
Exposição oral:
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
- Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo,
mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o
indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
- Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada.
Considerar a lavagem gástrica somente após ingestão de uma quantidade
potencialmente perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a ingestão
(geralmente dentro de 1 hora).
- Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em caso
de intoxicação por glufosinato de amônio. Avaliar a necessidade de administração
de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado
em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes:
25 a 100 g; crianças: 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).
Exposição respiratória:
Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória,
avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou
pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário.
Exposição dérmica:
Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação
cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos.
Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor
persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição ocular:
Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura ambiente
por, pelo menos, 15 minutos. Em caso de produto sólido, assegurar que todas as
partículas tenham sido removidas com a lavagem. Evitar que a água de lavagem
contamine o outro olho. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia
persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
ANTÍDOTO: não existe antídoto específico conhecido. Tratamento sintomático e
de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
pneumonite química.
A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores
das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não
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intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e
ingestão de quantidade não significativa.
Efeitos das Não são conhecidos.
interações
químicas
ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de
Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS).
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800-014-1149 e (19) 3518-5465
Endereço eletrônico da empresa: www.upl-ltd.com/br
Correio eletrônico da empresa: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: >2000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: 3084 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: não determinada nas condições do teste (>6,187 mg/L/4h).
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto aplicado na pele de coelhos causou eritema e edema
que foram completamente revertidos dentro de 7 dias após a aplicação. Nas condições do teste, o produto
foi classificado como irritante moderado para a pele.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto aplicado nos olhos dos coelhos causou opacidade da
córnea, hiperemia pericorneana, hiperemia conjuntival, edema conjuntival e secreção em 3/3 animais. Os
sinais de irritação regrediram em até 7 dias após a exposição. Nas condições de teste, o produto foi
classificado como não irritante para os olhos.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em
bactérias (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos.
Efeitos crônicos:
Glufosinato de amônio: Em estudos de toxicidade em ratos, pelas vias inalatória e oral, e em cães, pela via
oral, o glufosinato de amônio causou efeitos neurotóxicos agudos, que podem estar associados à inibição
da enzima glutamina-sintetase. Em estudo de 13 semanas em camundongos e ratos, o NOAEL
estabelecido foi de 278 mg/kg p.c./dia em camundongos e 263 mg/kg p.c./dia em ratos. Em estudos de 90
dias e de um ano em cães, o NOAEL estabelecido foi de 1 mg/kg p.c./dia.
Esta substância não apresentou potencial mutagênico em estudos in vitro e in vivo e também não
demonstrou evidências de carcinogenicidade em ratos e camundongos. Em estudos de toxicidade
reprodutiva e para o desenvolvimento em ratos e coelhos, o glufosinato de amônio induziu perdas pré e
pós-implantação, sangramento vaginal, abortos e mortalidade fetal, sendo que alguns destes efeitos
ocorreram em níveis abaixo daqueles que causaram toxicidade materna. Com base nos efeitos para o
desenvolvimento o NOAEL estabelecido em ratos foi de 10 mg/kg p.c. e em coelhos 6,3 mg/kg p.c./dia. O
mecanismo de ação envolvido pode estar relacionado com a redução da atividade da glutamina-sintetase,
uma vez que a atividade desta enzima, nas células embrionárias pré-implantação, é essencial para que o
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blastocisto complete o processo de implantação. Não foram observados efeitos teratogênicos em ratos e
coelhos.
EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS:
Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em humanos.
SINTOMAS DE ALARME:
Hipotonia, fraqueza muscular, bradicardia ou taquicardia e distúrbios neurológicos manifestados por
tremores, hipertermia, tontura, convulsões e inconsciência.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1.PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
• Este produto é:
Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo
atingir principalmente águas subterrâneas.
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e
de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de
animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades
aeroagrícolas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite
a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para
o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a empresa UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO
DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. – Telefone de Emergência: 0800 707 7022 ou (19) 3518-
5465.
• Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
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• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos
ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma
pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais
utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo para sua devolução e
destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material
e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico, ficando a favor
do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos
de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça essa operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
• Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
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• Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal,
emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal,
emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de
validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
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EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM
VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL
OU MUNICIPAL:
• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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