Vellsan
Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda - Foz do Iguaçu
Herbicida
diurom (uréia) (468 g/kg) + hexazinona (triazinona) (132 g/kg)
Informações
Número de Registro
11421
Marca Comercial
Vellsan
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
diurom (uréia) (468 g/kg) + hexazinona (triazinona) (132 g/kg)
Titular de Registro
Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda - Foz do Iguaçu
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Cana-de-açúcar
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Cana-de-açúcar
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Cana-de-açúcar
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Cana-de-açúcar
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Cana-de-açúcar
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cana-de-açúcar
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Cana-de-açúcar
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cana-de-açúcar
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Cana-de-açúcar
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cana-de-açúcar
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Cana-de-açúcar
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Cana-de-açúcar
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Cana-de-açúcar
Ipomoea nil
amarra-amarra (2); campainha (8); corda-de-viola (9)
Cana-de-açúcar
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Cana-de-açúcar
Leonurus sibiricus
chá-de-frade; cordão-de-são-francisco (2); erva-macaé
Cana-de-açúcar
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Cana-de-açúcar
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cana-de-açúcar
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Conteúdo da Bula
VELLSAN ®
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 11421
COMPOSIÇÃO:
3-(3,4-dichlorophenyl)-1,1-dimethylurea (DIUROM) ................................. 468 g/kg (46,8% m/m)
3-cyclohexyl-6-dimethylamino-1-methyl-1,3,5-triazine-2,4(1H,3H)-dione
(HEXAZINONA) ....................................................................................... 132 g/kg (13,2% m/m)
GRUPO C1 HERBICIDA
GRUPO C2 HERBICIDA
Outros ingredientes ............................................................................ 400 g/kg (40,0 %m/m %)
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida seletivo.
GRUPO QUÍMICO: Hexazinona: Triazinona
Diurom: Uréia
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos Dispersíveis em água (WG)
TITULAR DO REGISTRO (*):
TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Santos Dumont, 1307 – Sala 4A – Centro Foz do Iguaçu / PR CEP: 85851-040
Tel.: (45) 3572-6482 C.N.P.J.: 05 280.269/0001-92
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 003046 ADAPAR/PR
(*) IMPORTADOR (PRODUTO FORMULADO)
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
HEXAZINONA TÉCNICO TECNOMYL - Registro MAPA nº 18819
SHANGYU NUTRICHEM CO., LTD
Nº 9 Weijiu Road, Hangzhou Bay, Shangyu Economic and Technological Development Area,
312369, Zhejiang, China
JIANGSU FLAG CHEMICAL INDUSTRY CO., LTD
Nº 309 Changfenghe Road, Nanjing Chemical Industrial Park, 210047, Nanjing, China.
JIANGSU LANFENG BIOCHEMICAL CO., LTD - Planta 1
Nº 120 Xin'An Road, 221400, Xinyi, Jiangsu, China
JIANGSU LANFENG BIOCHEMICAL CO., LTD. - Planta 2
Suhua Road, Xinyi Economic &Technological Development Zone, 221400, Xinyi, Jiangsu,
China.
JIANGSU CORECHEM CO., LTD.
N° 18, Shilian Avenue, Huaian 223000, Jiangsu, China
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DIURON TÉCNICO TECNOMYL - Registro MAPA nº 12115
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD
Binhai Economic Development Area - 262737, Weifang, Shandong, China
NINGXIA WYNCA TECHNOLOGY CO., LTD
Taisha Industrial Park, 753401 Pingluo, Ningxia – China
NINGXIA RUITAI TECHNOLOGY CO., LTD
Fine Chemical Park, Zhongwei Industry Complex, 755000 – Ningxia - China
ANHUI GUANGXIN AGROCHEMICAL CO., LTD
Pengcun Village, Xinhang Town, Guangde County, Xuancheng City, 242235, Anhui, China
JIANGSU LANFENG BIOCHEMICAL CO., LTD
Suhua Road, Xinyi Economic & Technological Development Zone, Jiangsu, China
FORMULADOR:
TECNOMYL S.A
Parque Industrial Avay, Villeta, Paraguai
ANHUI GUANGXIN AGROCHEMICAL CO. LTD.
Pengcun Village, Xinhang Town, Guangde County, Xuancheng City, 242235, Anhui, China
JIANGSU LANFENG BIOCHEMICAL CO. LTD.
Suhua Road, Xinyi Economic & Technological Development Zone, Jiangsu, China
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, Weifang City, Shandong, China
NINGXIA WYNCA TECHNOLOGY CO. LTD.
Taisha Industrial Park, Pingluo, 753401, Ningxia, China
ZHEJIANG XINAN CHEMICAL INDUSTRIAL GROUP CO. LTD.
Xinanjiang, Jiande, 311600, Zhejiang, China
JIANGSU CORECHEM CO., LTD.
N° 18, Shilian Avenue, Huaian 223000, Jiangsu, China
ARCAD INDUSTRIALIZAÇÕES QUÍMICA LTDA
Rua Antônia de Moraes Souza, 737 – Condomínio CLIP, Betel, CEP: 13.148-171, Paulínia/SP
C.N.P.J.: 40.726.678/0001-70 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 4327 CDA/SP
CHIZHOU BIOAGRILAND MULTICHEM CO., LTD
Xiangyu Chemical Industry Park, Dongzhi County, Chizhou City, Anhui Province, China
FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA.
Rod. Castelo Branco, km 68,5, Olhos D’água, CEP: 18120-970, Mairinque/SP
C.N.P.J.: 47.226.493/0001-46 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 31 CDA/SP
PILARQUIM (JIANGSU) CO., LTD
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Nº 9, Konglian RD, Salinization New Material Industrial Park, Huaian, China
MANIPULADOR:
TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA
Av. Roberto Simonsem, n° 1459, Recanto dos Pássaros, – CEP: 13148-030 – Paulínia/SP
C.N.P.J.: 03.855.423/0001-81 – Certificado de Registro nº 477 -CDA/SP
PRENTISS QUÍMICA LTDA.
Rodovia PR 423, km 24,5, s/n°, Jd. Das Acácias, CEP: 83603-000 Campo Largo/PR
C.N.P.J.: 00.729.422/0001-00 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 002669
ADAPAR/PR
N° do Lote ou da partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
PRODUTO IMPORTADO
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE
CAUSAR DANO AGUDO.
CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE
II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE.
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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO:
O VELLSAN é um herbicida seletivo para a cultura da cana-de-açúcar, que pode ser utilizado em pré-
emergência e pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. O produto é prontamente absorvido
pelas raízes e através das folhas das plantas infestantes, tendo ação de contato e residual. Quando
aplicado em pré-emergência da cultura e das plantas infestantes, as doses deverão ser selecionadas de
acordo com o tipo de solo, teor de matéria orgânica e tipo de cultivo (cana-planta e cana-soca) e quando
aplicado em pós-emergência da cana-de-açúcar e das plantas infestantes deverá ser observado o
estádio ideal para cada espécie presente na área. O herbicida VELLSAN possui efeito residual
prolongado, o que vai depender do tipo, textura e teor de matéria orgânica do solo, quantidade de
chuvas durante o ano e o potencial do banco de sementes.
VELLSAN é apresentado na forma de grânulos dispersíveis em água e deve ser utilizado conforme a
recomendação abaixo.
APLICAÇÃO EM PRÉ-EMERGÊNCIA:
Plantas infestantes Dose Número, época e intervalo de
Cultura
(Nome Científico) (Kg. p.c./ha) aplicação
Carrapicho-de-carneiro Aplicar em pré emergência das plantas
(Acanthospermum hispidum) infestantes em cana planta e cana soca
Mentrasto em solos de textura areno argiloso e
(Ageratum conyzoides) argiloso, e, com teores de matéria
Apaga-fogo orgânica entre 1,3% e no máximo
(Alternanthera tenella) 3,0%. Em solos arenosos aplicar
Caruru-roxo somente em cana soca.
(Amaranthus hybridus) Não é recomendável o uso em pré-
Picão-preto emergência em cana planta em solos
(Bidens pilosa) leves, devido a possibilidade da
Capim-braquiária ocorrência de chuvas com alta
(Brachiaria decumbens) intensidade, o que poderá promover
Capim-marmelada acúmulo nos sulcos e provocar
(Brachiaria plantaginea) fitotoxicidade à cana-de-açúcar, acima
Capim-carrapicho Solo leve*: de índices aceitáveis.
(Cenchrus echinatus) 1,8 – 2,0 Kg/ha O herbicida possui efeito residual
Trapoeraba prolongado, o que vai depender do tipo,
Cana-de- (Commelina benghalensis) textura e teor de matéria orgânica do
açúcar Capim-colchão Solo médio: solo, quantidade de chuvas durante o
(cana soca e (Digitaria horizontalis) 2,0 – 2,5 Kg/ha ano e o potencial do banco de
cana planta) Capim-pé-de-galinha sementes.
(Eleusine indica) A dose de 3,0 kg/ha é recomendada
Solo pesado: para solos argilosos e com maior
Falsa-serralha
2,5 – 3,0 Kg/ha pressão de plantas infestantes.
(Emilia sonchifolia)
Picão-branco Para o bom funcionamento do produto, o
(Galinsoga parviflora) solo deve estar úmido e bem preparado,
Corda-de-viola evitando o excesso de torrões após o
(Ipomoea grandifolia) enterrio dos toletes de cana-de-açúcar
Corda-de-viola por ocasião do plantio. No momento da
(Ipomoea nil) aplicação o solo deve estar úmido
Corda-de-viola suficiente para levar o herbicida até a
(Ipomoea purpurea) profundidade onde se encontram as
Rubim sementes das espécies infestantes
(Leonurus sibiricus) viáveis à germinação.
Capim-colonião
(Panicum maximum) Realizar no máximo 1 aplicação por
Beldroega ciclo/safra da cultura
(Portulaca oleracea)
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Volume calda
Aplicação Terrestre - 250 a 400 L/ha.
Guanxuma
Aplicação Aérea - 30 a 50 L/ha
(Sida rhombifolia)
Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15
L/ha
* PARA SOLO LEVE NÃO DEVE SER APLICADO EM CANA-PLANTA.
APLICAÇÃO EM PÓS-EMERGÊNCIA:
Plantas infestantes Dose Número, época e intervalo de
Cultura
(Nome Científico) (Kg. p.c./ha) aplicação
Dicotiledôneas
Carrapicho-de-carneiro
(Acanthospermum hispidum)
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
Apaga-fogo Para monocotiledôneas (gramíneas) -
(Alternanthera tenella) Aplicar em pós emergência da cana-de-
Caruru-roxo açúcar e com as plantas infestantes com
(Amaranthus hybridus) até 3 folhas.
Picão-preto
(Bidens pilosa) Para dicotiledôneas (folhas largas) -
Falsa-serralha Aplicar em pós emergência da cana-de-
(Emilia sonchifolia) açúcar e com as plantas infestantes com
Picão-branco até 6 folhas.
(Galinsoga parviflora)
Corda-de-viola Para Capim-marmelada (Brachiaria
(Ipomoea grandifolia) plantaginea) o estádio deve ser até 2
Corda-de-viola perfilhos. (Não aplicar o herbicida com
(Ipomoea nil) as plantas estressadas por estiagens
Cana-de- Corda-de-viola prolongadas e temperaturas elevadas,
açúcar (Ipomoea purpurea) acima de 30°C.
2,5 Kg/ha
(cana soca e Rubim
cana planta) (Leonurus sibiricus) Em pós-emergência da cultura e das
Beldroega plantas infestantes, a dose de 2,5 Kg/ha
(Portulaca oleracea) é indicada para os solos arenosos,
Guanxuma areno argilosos e argilosos, tanto para
(Sida rhombifolia) cana planta como para cana soca.
Monocotiledôneas
Capim-braquiária
(Brachiaria decumbens) Realizar no máximo 1 aplicação por
Capim-marmelada ciclo/safra da cultura
(Brachiaria plantaginea)
Capim-carrapicho Volume calda
(Cenchrus echinatus) Aplicação Terrestre - 250 a 400 L/ha
Trapoeraba Aplicação Aérea - 30 a 50 L/ha
(Commelina benghalensis) Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15
Capim-colchão L/ha
(Digitaria horizontalis)
Capim-pé-de-galinha
(Eleusine indica)
Capim-colonião
(Panicum maximum)
MODO DE APLICAÇÃO:
Utilizar equipamento de pulverização terrestre (tratorizado ou costal manual) ou aérea ou ARP
(Drones) providos de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, siga sempre as recomendações
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da bula garantindo uma boa cobertura da pulverização sobre o alvo desejado, evitando a
sobreposição das faixas de aplicação. Proceda a regulagem e manutenção preventiva do
equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme na dose correta sobre o
alvo desejado.
Condições climáticas para as modalidades de aplicação:
As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a
melhor interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas, com a menor
evaporação possível das gotas do trajeto entre o orifício da ponta de pulverização e o alvo
biológico, com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de
inversão térmica (deslocamento vertical).
Visando este objetivo, recomenda-se pulverizações:
- sob temperatura inferior a 30ºC,
- umidade relativa do ar acima de 55%,
- velocidade do vento entre 3 e 10 km/h,
APLICAÇÃO TERRESTRE
- Bicos: tipo jato leque
- Diâmetro de gota: acima de 300 µm (micrômetro)
- Volume de calda: 250 a 400 L/ha.
● Aplicação Dirigida (Catação): Costal manual ou tratorizado
Para gramíneas a aplicação deve ser feita visando atingir o meristema ("olho") da planta com o
bico praticamente encostado neste. Para folhas largas aplicar o produto diretamente sobre a
folhagem das plantas infestantes com volume de calda necessário para promover uma boa
cobertura. Recomenda-se a aplicação sob condições de alta umidade (plantas em pleno
desenvolvimento).
● Aplicação em área total: Tratorizado
A aplicação deve proporcionar boa cobertura das plantas infestantes, utilizando volumes de
calda adequado, de acordo com o equipamento utilizado.
Obs.: É necessária a contínua agitação no tanque e fechamento do registro do pulverizador
durante as paradas e manobras do equipamento para evitar a sobreposição das faixas de
aplicação.
GERENCIAMENTO DE DERIVA
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS E PARÂMETROS DE APLICAÇÃO:
Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo
e número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do
pulverizador, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador
definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas
práticas agrícolas.
Os parâmetros de aplicação através de equipamento costal, como tipo de pontas, pressão de
trabalho, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido
pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas
agrícolas.
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Recomendações para evitar deriva:
- Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas,
leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação Ambiental.
- Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
- O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento
de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho
das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do
vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da
decisão de aplicar.
- Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota, sem prejudicar a
cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
- A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados à
tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a
orientação de um engenheiro agrônomo.
- Utilize tecnologia(s) e técnica (s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com
baixa deriva.
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Importância do diâmetro da gota:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas para dar
uma boa cobertura e controle.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado,
condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, etc devem ser considerados
como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.
Aplicando gotas de diâmetro maior, reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as
aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis. Leia as
instruções sobre condições de vento, temperatura, e inversão térmica.
Controlando o diâmetro de gotas – Técnicas gerais:
- Volume: Use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível,
considerando necessidades práticas.
- Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de
gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes
forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
- Tipo de bico: A seleção correta da ponta de aplicação é um dos parâmetros mais importantes
para redução da deriva. Pontas que produzem gotas de diâmetro mediano volumétrico (DMV)
maior apresentam melhor efeito de controle sobre a deriva. Dentro deste critério, para melhor
cobertura do alvo use pontas que forneçam gotas conforme norma ASABE S572.1. Em caso de
dúvida quanto a pressão de trabalho correta e o tamanho das gotas consulte a recomendação
do fabricante da ponta (Bico).
- Altura da barra: A altura da barra e o espaçamento entre as pontas de pulverização deve
permitir uma sobreposição dos jatos e cobertura uniforme no alvo, conforme recomendação do
fabricante, não ultrapassando 50 cm tanto para o espaçamento entre as pontas de
pulverização, quanto para a altura da barra. O manuseio do produto deve ser realizado apenas
por trabalhador capacitado.
- Ventos: muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e o tipo de equipamento, determinam, o
potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver vento forte, acima
de 10 km/h, ou em condições de vento inferiores a 3 km/h.
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- Temperatura e umidade: Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento de
aplicação para produzir gotas maiores a fim de reduzir o efeito da evaporação. Visando este
objetivo, recomenda-se pulverização sob temperatura inferior a 30°C, umidade relativa do ar
acima de 55%. Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de
geadas.
- Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões
térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas
suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são
caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites
com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas no pôr-do-sol e
frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina
no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser
identificadas pelo movimento de fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma
nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão
térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente,
há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Observações: Condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve
estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
APLICAÇÃO AÉREA
Evitar aplicações em condições de inversão térmica, nas quais as gotas permanecerão mais
tempo no ar, contaminando o avião durante a pulverização e o meio ambiente e reduzindo o
efeito do produto sobre o alvo desejado. Não aplicar em condições de temperaturas muito altas
e umidade baixa, pois ocorrerão correntes de convecção (térmicas) causando uma dissipação
vertical muito rápida das gotas, redução ou perda de seu efeito sobre o alvo desejado e
ocasionando efeitos danosos ao ambiente.
Controlando o diâmetro de gotas – Aplicação aérea:
Esse tratamento deve ser feito por avião quando as áreas forem extensas, aplicar o produto
molhando bem e uniformemente toda a folhagem da planta.
- Bicos: Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que
proporcione baixo risco de deriva - bicos hidráulicos ou atomizadores rotativos.
- Diâmetro de gotas: acima de 300 μm (micrômetro) VMD. Usar o diâmetro maior nas
condições mais críticas de evaporação e/ou deriva, monitorando sempre as variáveis
meteorológicas. Empregar equipamentos que produzam espectro de gotas estreito, de forma a
minimizar a formação de muitas gotas pequenas, afastadas do diâmetro médio.
NOTA: O fechamento dos bicos das pontas das asas, não diminui a largura da faixa de
deposição recomendada para a aeronave em uso, ao contrário reduz o arraste das gotas pelos
vórtices de ponta das asas e danos ao ambiente e áreas vizinhas. Avaliações práticas
confirmam uma perda mínima de 30% da pulverização quando as gotas são arrastadas pelos
vórtices de ponta das asas.
- Volume de aplicação: 30 a 50 L/ha
- Altura do voo: Sendo o voo da aeronave definido e efetuado em função da altura das
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árvores, é recomendável para a segurança do voo, geração das gotas e distribuição das gotas
sobre o alvo desejado que a aeronave mantenha um nível de voo entre 2 a 4 metros acima do
topo das plantas mais altas, qualquer que seja o tipo ou modelo de aeronaves utilizados. A
altura de voo recomendada, deverá ser mantida, durante todo o processo de aplicação do
produto. O controle da deriva deverá ser efetuado sempre pela alteração do ângulo dos bicos
de pulverização e do diâmetro das gotas e nunca pela variação da altura do voo.
- Largura da faixa de deposição: A faixa de deposição será sempre limitada às características
técnicas operacionais comprovadas do modelo/tipo do avião, diâmetro de gotas requeridas e
recomendadas sobre o alvo desejado.
Prevenção de deriva:
- Para evitar efeitos indesejáveis, observar os limites meteorológicos definidos acima;
- Controlar permanentemente o sentido do vento: A direção do vento deverá vir da cultura
sensível para a área de aplicação. Interromper a aplicação, assim que houver a mudança da
direção do vento.
Observe as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n° 2/2008 e Decreto n°
86.765/1981 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas
respeitando as disposições constantes na legislação estadual e municipal.
- Aeronaves remotamente pilotadas (drones)
Antes de iniciar a aplicação com aeronave remotamente pilotada (ARP/drones), certifique-se
que há um planejamento de voo e este foi autorizado, registre os dados de voo e garanta a
segurança operacional.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia da aplicação, seguir as recomendações
técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do
Engenheiro Agrônomo.
Recomendamos e é necessário realizar a aplicação de VELLSAN através de aeronave
remotamente pilotada (ARP/drones), com empresas que tenham realizado os cursos para
aplicação através de aeronaves remotamente pilotadas (drones/ARP), de acordo com a
Normativa MAPA nº 298, de 22 setembro de 2021, ou qualquer outra que venha complementá-
la ou substituí-la, e com equipamentos registrados nos órgãos competentes para
operacionalizar. Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que
toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as
recomendações do rótulo e da bula do produto. Sempre consulte as normas vigentes (MAPA,
DECEA, ANAC e ANATEL).
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Resumo dos ajustes para os drones de pulverização:
Classe de
Volume de calda Altura de voo Faixa de aplicação
gotas
No mínimo 15 4 metros acima do alvo Ajuste de acordo com
Média a Grossa
L/ha da pulverização cada modelo de drone
O SUCESSO DO CONTROLE TEM RELAÇÃO DIRETA COM O BOM RECOBRIMENTO DAS
PLANTAS COM A CALDA DE PULVERIZAÇÃO.
Sobra de Calda: Recomenda-se que a jornada de aplicação seja programada, de modo a
evitar a sobra da calda de um dia para outro. Toda calda preparada deve ser aplicada no
mesmo dia do seu preparo.
Recomendações para lavagem do equipamento de aplicação: Sempre use pulverizador
limpo, antes da aplicação do VELLSAN e se certifique de que o mesmo esteja em bom estado.
Após a aplicação do VELLSAN, remova imediatamente todo o resíduo sólido presente no
fundo do tanque do pulverizador. Proceda a limpeza de todo o equipamento utilizado,
imediatamente após a aplicação, a fim de se reduzir o risco de formação de depósitos
solidificados nas paredes do tanque. A demora da limpeza do equipamento de pulverização,
mesmo por algumas horas, poderá implicar na aderência do herbicida nas paredes do tanque
de pulverização, o que dificultará a limpeza completa do produto. Caso o pulverizador não
tenha sido limpo adequadamente e vier a ser utilizado, os eventuais resíduos de produtos
remanescentes poderão causar fitotoxicidade às outras culturas.
Para a limpeza adequada, proceda da seguinte maneira:
1. Esvaziar completamente o equipamento de pulverização utilizado;
2. Enxaguar todo o pulverizador e circular água limpa, através das barras, mangueiras, filtros e
pontas;
3. Remover fisicamente os depósitos visíveis de produto;
4. Completar o pulverizador com água limpa;
5. Adicionar solução de AMÔNIA caseira – AMONÍACO OU SIMILAR COM 3% DE AMÔNIA –
na proporção de 1% (1 litro para 100 litros de água), agitar e circular todo o líquido, através das
mangueiras, barras, pontas e filtros;
6. Desligar a barra e encher o tanque com água limpa e circular pelo sistema de pulverização
por 15 minutos e, em seguida, através das mangueiras, barras, filtros e pontas. Esvaziar o
tanque;
7. Remover e limpar as pontas, filtros e difusores em um balde com a solução de AMÔNIA
caseira (citada no item 5);
8. Repetir os passos 5 e 6;
9. Enxaguar com água limpa e por, no mínimo, 3 vezes, todo o pulverizador, mangueiras, barra,
filtro e pontas.
Limpar, também, tudo o que estiver associado ao equipamento de aplicação, inclusive o
material utilizado no enchimento do tanque. Adote todas as medidas de segurança necessárias
durante a limpeza. Não limpe o equipamento próximo às nascentes, fontes de água ou plantas
úteis. Descarte os resíduos de limpeza de acordo com a legislação local.
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INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cana-de-açúcar ...................150 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo
24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos
de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivamente agrícola.
- Uso exclusivo para cultura da cana-de-açúcar.
- Não aplicar no sistema de cultivo cana planta em solos arenosos.
- Não aplicar em pós-emergência se as plantas daninhas estiverem em condições de estresse
por longo período de estiagem ou outros fatores.
- Verificar no momento da aplicação em pré ou pós-emergência a velocidade dos ventos e a
presença de cultivos sensíveis que não sejam a cana-de-açúcar.
- Não utilizar o produto em desacordo às instruções do rótulo e bula.
- Utilizar a calda imediatamente após o preparo. Nunca utilizar calda preparada no dia anterior.
- A tolerância de novas variedades deve ser determinada antes de se adotar VELLSAN como
prática.
- Nunca abastecer o pulverizador em corpos d’água.
- Não contaminar corpos d'água tais como lagos, reservatórios, açudes, represas, rios,
ribeirões, criações e áreas de preservação ambiental com sobra da aplicação ou embalagem
do produto utilizado.
- Não aplicar VELLSAN em áreas de lençol freático superficial.
- Não aplicar através de sistemas de irrigação.
- Não aplicar VELLSAN em quaisquer corpos d'água tais como lagos, reservatórios, açudes,
represas, rios, ribeirões, criações e áreas de preservação ambiental.
- Não aplicar o produto contra o vento, para evitar que o aplicador seja atingido pela névoa do
produto.
- Não utilizar o equipamento de aplicação usado para aplicar VELLSAN em outras culturas sem
prévia realização de sua lavagem, conforme recomendação.
- É recomendado ter equipamentos específicos para aplicação de herbicidas em cana-de-
açúcar.
- Durante a aplicação, não permitir que VELLSAN atinja plantações vizinhas por deriva ou
vento.
- O VELLSAN poderá causar injurias em plantas não alvo (não indicadas nesta bula) caso
sejam atingidas por deriva ou escorrimento superficial (enxurrada).
- Seletividade para CANA-DE-AÇÚCAR: quando utilizado de acordo com as
recomendações da bula, VELLSAN é seletivo.
- Evitar a sobreposição de faixas de aplicação.
- Não execute aplicação aérea de VELLSAN em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- A vinhaça somente poderá ser utilizada para fertilização na cultura da cana de açúcar.
- Independente da prática adotada, seja na aplicação tratorizada em área total, em pré-
emergência ou pós-emergência, ou catação em jato dirigido, não ultrapassar os limites
máximos de dose em kg/ha recomendados nas instruções de uso.
- A cana-de-açúcar em que foi aplicado VELLSAN não deve servir para alimentação animal.
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- Nas aplicações em pré-emergência o solo deve estar bem preparado, livre de torrões e
úmido.
- Para cana-planta, recomenda-se que as aplicações sejam feitas após as primeiras chuvas
depois do plantio para se evitar concentração excessiva do produto no sulco de plantio, em
decorrência do assoreamento, obtendo-se assim maior seletividade à cultura e uniformidade de
controle nas entrelinhas.
- Não aplicar em solos leves com menos de 1% de matéria orgânica.
- Chuvas extremamente pesadas após a aplicação podem resultar em um baixo controle e/ou
injúria à cultura, especialmente se aplicação for feita em solo seco.
- Para a rotação de cultura observar o período mínimo de 1 ano após a aplicação para o plantio
de outras culturas.
- Não aplicar, drenar, ou lavar, equipamentos de pulverização sobre ou próximo de plantas não
alvo.
Para aplicação aeroagrícola com ARP (Drone) fica restrita à área alvo da intervenção,
observando as seguintes regras:
- Não é permitida a aplicação aérea de agrotóxicos e afins, adjuvantes, fertilizantes,
inoculantes, corretivos e sementes com ARP em áreas situadas a uma distância mínima de
vinte metros de povoações, cidades, vilas, bairros, moradias isoladas, agrupamentos de
animais, de mananciais de captação de água para abastecimento de população, inclusive
reservas legais e áreas de preservação permanente, além de outras áreas ambientais com
larguras mínimas de proteção estabelecidas em legislação específica, caso não sejam áreas
alvos da aplicação, devendo ser respeitadas ainda, quando couber, as restrições de distância
constantes na recomendação do produto a ser aplicado;
- As ARP's que estejam abastecidas com produtos para aplicação ficam proibidas de sobrevoar
as áreas povoadas, moradias e agrupamentos humanos, ressalvados os casos de produtos
para controle de vetores, observadas as normas legais pertinentes;
- Nas proximidades do local da operação deverá ser fixada placa de sinalização visível para
pessoas não envolvidas na atividade contendo a expressão: "CUIDADO! OPERAÇÃO COM
DRONE";
- No local da operação deverá ser mantido fácil acesso ao extintor de incêndio (de categoria
adequada para equipamentos eletrônicos), sabão, água para higiene pessoal e caixa contendo
material de primeiros socorros, observando ainda as orientações específicas contidas na bula
ou no rótulo do produto;
- No local da operação, deverão constar, de forma legível, o endereço e os números de
telefones de hospitais e centros de informações toxicológicas;
- A equipe de campo deverá obrigatoriamente usar os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) necessários, fornecidos pelo empregador;
- A equipe de campo deverá utilizar coletes ou faixas de sinalização durante as atividades;
- As condições meteorológicas e ambientais deverão ser devidamente avaliadas durante as
operações, de modo a se garantir a eficácia e a segurança da aplicação.
AVISO AO USUÁRIO:
O produto deve ser utilizado de acordo com as recomendações da bula/rótulo. A TECNOMYL
BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA. não se responsabilizará por
danos ou perdas resultantes do uso deste produto de modo não recomendado especificamente
na bula/rótulo. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. O usuário assume todos os riscos
associados ao uso não recomendado.
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INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA – ANVISA/MS.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE – IBAMA/MMA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE – IBAMA/MMA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE – IBAMA/MMA.
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo
pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C1 e Grupo C2 para o
controle do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas
agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de
herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser
consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas
(SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas
Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e
Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO C1 HERBICIDA
GRUPO C2 HERBICIDA
O produto herbicida VELLSAN é composto por HEXAZINONA e DIURON, que apresentam
mecanismos de ação dos herbicidas inibidores do fotossístema II, pertencentes aos Grupos C1
e C2, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de
Herbicidas), respectivamente.
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INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a
interferência das plantas infestantes e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de
métodos preventivos de controle. A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de
culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda,
capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico), (3) controle
biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o
mínimo de dano ao meio ambiente.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
- Não manuseie ou apliquei o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com
vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um
profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima
do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável,
respirador com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe
P2), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção contra
produtos químicos.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize Equipamento de Proteção Individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das
botas; botas de borracha; avental impermeável, respirador com filtro combinado (filtro químico
contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção
lateral, touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados.
- Ao abrir a embalagem faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
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- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área
em que estiver sendo aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das
botas; botas de borracha; avental impermeável; respirador com filtro combinado (filtro químico
contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção
lateral, touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. AREA TRATADA” e manter
os avisos até o final do período de reentrada.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), sempre lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em
local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais
roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize Equipamentos de Proteção Individual – EPI: macacão com
tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
pernas por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; respirador com filtro
combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de
segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental impermeável, botas de borracha, macacão com
tratamento hidrorrepelente, luvas de proteção contra produtos químicos e respirador.
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- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
- Pode ser nocivo se ingerido.
ATENÇÃO - Pode ser nocivo em contato com a pele.
- Provoca irritação ocular grave
PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando
a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica.
Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de
contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de
lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis,
etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15
minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis,
por exemplo.
®
INTOXICAÇÕES POR VELLSAN
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Hexazinona: Triazinona
Diurom: Uréia
Classe toxicológica Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo.
Vias de exposição Oral, dérmica, ocular e inalatória.
Toxicocinética Diurom:
O metabolito predominante da degradação do Diurom em cães foi 3,4-
diclorofeniluréia, além de pequenas quantidades de Diurom não metabolizado,
3,4-dicloroanilina e 3,4-diclorofenol. A toxicidade do metabolito predominante é
baixa. O Diurom não apresenta potencial para bioacumulação.
Absorção:
O diurom é absorvido tanto pela via gastrointestinal quanto pelo trato
respiratório. Contudo, não se sabe se o diurom também é absorvido pela pele.
Metabolismo:
A maior parte dos metabolitos do diurom, que são excretados na urina,
mantem a configuração da ureia e resultam de hidroxilação e e alquilação do
diurom.
Excreção:
É rapidamente excretado pelo rim, na forma original ou metabolitos após breve
armazenamento nos tecidos corporais.
Em ratos e cachorros alimentados com diurom, a excreção dos metabolitos
ocorreu tanto nas fezes quanto na urina.
Hexazinona:
Estudos de metabolismo realizados com animais de laboratório indicam que
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Hexazinona ingerido é rapidamente metabolizado, sendo eliminado
principalmente pela urina e fezes. A eliminação de Hexazinona e seus
metabolitos ocorre na sua maior parte nas primeiras 24 horas, sendo
completamente eliminado entre 3 e 4 dias após a administração. Hexazinona
não apresenta potencial para bioacumulação.
A hexazinona é rapidamente absorvida após a exposição oral e é rapidamente
metabolizada e excretada. A taxa de absorção dérmica parece ser muito
menor do que a absorção via exposição oral.
As transformações metabólicas são limitadas à hidroxilação, desmetilação e
oxidação; que são processos relativamente simples e comuns no metabolismo
de muitos agrotóxicos e no de outros compostos que ocorrem naturalmente no
organismo. Todos esses passos tendem a tornar os metabolitos mais solúveis
em água e aumentar a taxa de excreção pelos rins.
Tanto a excreção urinaria quanto a fecal são rápidas: a excreção urinaria é
completa em 48 horas e a excreção fecal em 72 horas. Em estudos com ratos,
verificou-se que a maior parte da hexazinona é excretada pela urina.
Exposições por períodos longos não diminui o rápido processamento e
eliminação.
Menos do que 1% da hexazinona original foi detectada na urina e fezes; sendo
encontrados quase que somente metabolitos. Não parece haver qualquer
acumulação tecidual significante.
Toxicodinâmica Diurom: doses letais apresentam indicações de danos tóxicos ao fígado, rins,
intestinos e cérebro.
Hexazinona: há pouca informação disponível acerca do mecanismo específico
de toxicidade da hexazinona em humanos ou em outras espécies de
mamíferos. Embora a hexazinona seja classificada com um herbicida
pertencente ao grupo químico triazinona, a hexazinona é estruturalmente
diferente e parece não ser toxicologicamente relacionada a outros agrotóxicos
deste grupo.
Sintomas e Diurom:
sinais clínicos Exposição aguda
A) Baseado em resultados obtidos com estudos em animais, este agente
parece ter baixa toxicidade sistêmica. A severidade da intoxicação deve ser
baseada nos achados clínicos. Pode ocorrer metemoglobinemia em ingestões
de grandes quantidades.
B) Caso sejam evidentes sintomas severos outros além da hemoglobinemia,
deve se suspeitar de ação alternativa ou adicional de algum outro tóxico.
Ocular - A exposição aos olhos pode resultar em irritação ocular
Respiratório - Pode-se observar irritação da mucosa respiratória após contato
prolongado.
Cardiovascular - A depressão do SNC e hipoxemia podem ser observadas
caso haja metemoglobinemia.
Gastrintestinal - Após ingestão, podem ocorrer náusea, vomito e diarreia.
Geniturinário - Alguns metabolitos podem causar irritação no trato urinário.
Hematológico - Foi observada sulfohemoglobina no sangue de ratos e
cachorros aos quais administraram-se repetidamente altas doses de diurom, e
em uma overdose de monolinurom em humano. A metemoglobinemia pode
resultar de efeitos dos metabolitos de alguns herbicidas úricos.
Dermatológico - Pode ser absorvida cianose não responsiva à terapia de
oxigênio em pacientes com metemoglobinemia devido à absorção de
quantidades excessivas desses agentes.
Pode ocorrer irritação da pele após exposição.
Hexazinona:
A hexazinona é pouco tóxica para mamíferos por via oral, é praticamente não
tóxica via dérmica, não causa irritação significante na pele ou sensibilização,
mas pode causar sérios danos oculares. É ALTAMENTE IRRITANTE PARA
OS OLHOS.
Formulações liquidas de hexazinona ocasionam efeitos corrosivos quando em
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contato direto com os olhos, podendo resultar em dano irreversível.
A toxicidade inalatória de hexazinona é muito baixa.
Efeitos devidos à exposição aguda podem incluir: irritação nos olhos nariz e
garganta, assim como náusea e vomito.
A hexazinona não parece causar efeitos no sistema imunológico.
Em estudos com animais, empregando-se doses muito elevadas, são
frequentemente observados: lacrimação, salivação, vomito, tremores, ataxia,
fraqueza, diarreia e frequência respiratória elevada e/ou dificuldade
respiratória.
Embora esses efeitos possam ser causados por neurotoxinas, não há
indicadores de neurotoxicidade. Esses efeitos podem ser secundários a outros
mecanismos de toxicidade. Não há dados para dizer que a hexazinona é
diretamente uma neurotoxina. Em intoxicações menos severas, o sintoma mais
comumente induzido pela hexazinona foi perda de peso.
Embora a hexazinona pareça ser absorvida muito mais lentamente através de
exposições dérmicas (se comparado à exposições orais), os estudos agudos e
crônicos disponíveis de exposição dérmica indicam que a hexazinona pode ser
absorvida pela pele em quantidades suficientes para causar pelo menos sinais
sensitivos de toxicidade, particularmente perda de peso.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência
de quadro clínico compatível.
Tratamento Antídoto:
Não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte de acordo
com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
Diurom:
Exposição oral:
A) Carvão ativado: administre uma suspensão de carvão ativado em água (240
ml de água / 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos /
adolescentes, 25 a 50 g em crianças ( 1 a 12 anos) e 1g/kg em crianças com
menos de 1 ano. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após
a ingestão de agrotóxicos.
B) Descontaminação: remova as roupas contaminadas e lave as áreas
afetadas,incluindo cabelo, com água e sabão.
C) O tratamento é sintomático.
D) Meta-hemoglobinemia: administre 1 a 2 mg/kg de uma solução de azul de
metileno a 1% lentamente via intravenosa em pacientes sintomáticos. Doses
adicionais podem ser necessárias.
Exposição inalatória:
Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto a alterações
respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a
irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e
auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com agonista beta
2 vias inalatória e corticosteroides via oral ou parental.
Exposição ocular:
Descontaminação: lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água
salina a 0,9% à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Se a
irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve
ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição dérmica:
Descontaminação: remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com
água e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento específico
se a irritação ou dor persistir.
Hexazinona:
Exposição oral:
A) Êmese: a indução de vomito empregando-se ipeca não é recomendada,
pois há pouca informação acerca do efeito da overdose em humanos.
B) Carvão ativado: administre uma suspensão de carvão ativado em água (240
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ml de água / 30g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos /
adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1g / kg em infantes com
menos de 1 ano.
C) Lavagem gástrica: considere após ingestão recente (geralmente até 1 hora)
de uma quantidade que represente risco à vida.
Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias, nível
diminuído de consciência, após a ingestão de compostos corrosivos ou
hidrocarbonetos (alto potencial de aspiração); pacientes com risco de
hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidades pouco
tóxicas.
Exposição inalatória:
Remova o paciente para um local arejado. Monitore quanto a alterações
respiratórias.
Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritação no trato
respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na
ventilação, conforme necessário. Trate o broncoespasmo com agonista beta 2
vias inalatória e corticosteroides via oral ou parental.
Exposição ocular:
Descontaminação: lave os olhos expostos com quantidade copiosa de água
corrente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço,
lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado
para tratamento específico.
Exposição dérmica:
Descontaminação: remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com
água e sabão. Se a irritação ou dor persistirem, o paciente deve ser
encaminhado para tratamento específico.
Contraindicações Indução do vomito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração.
A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores
das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-
intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e
ingestão de quantidade não significativa.
Efeitos das Não foram relatados efeitos sinérgicos relacionados aos diferentes
Interações Químicas ingredientes.
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-intoxicação: 0800 722 60 01.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS).
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
Atenção Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de notificação
(SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
(NOTIVISA)
Telefone de Emergência da Empresa: 0800 01 41 149
Endereço Eletrônico da Empresa: www.tecnomyl.com.br
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Efeitos Agudos:
DL50 oral para ratas: >2000 mg/kg pc.
DL50 cutânea para ratos: > 2000 mg/kg.
CL50 inalatória em ratos: não determinada nas condições do teste
Corrosão/Irritação dérmica: Quando aplicado na pele dos animais produziu eritema em 3/3
dos animas e edema em 1/3 animais. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal na
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leitura em 24 horas após o tratamento para 2/3 dos animais, e em 72 horas após o tratamento
para 1/3 dos animais.
Corrosão/Irritação ocular: Quando aplicado nos olhos dos animais produziu vermelhidão na
conjuntiva e quemose em 3/3 dos olhos testados. Uveíte foi observada em 3/3 dos olhos
testados. O exame de fluoresceína sódica detectou alterações relacionadas ao tratamento na
superfície da córnea em 38/3 dos olhos testados. Todos os sinais de irritação retornaram ao
normal na leitura de 7 dias após o tratamento para 2/3 dos olhos testados e em 14 dias após o
tratamento para 1/3 dos olhos testados. A alteração ocular observada foi secreção purulenta
em 2/3 dos olhos testados.
Sensibilização cutânea: O produto não é sensibilizante
Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.
Efeitos Crônicos:
Com base em testes com animais de laboratório, a ingestão repetida de Hexazinona e/ou
Diurom, produziu aumento da massa do fígado e redução do peso corpóreo nas doses mais
elevadas.
O Diuron é irritante podendo levar ao paciente de “rash” cutâneo, irritação ocular com
desconforto, lacrimejamento e visão turva, aumento do fígado e efeitos no baço e tireóide.
Após contato intenso e prolongado com o ingrediente Hexazinona, alterações hepáticas podem
ser evidenciadas. De um modo geral os sintomas são inespecíficos e seu aparecimento
associado à confirmação de exposição do produto, sugere intoxicação.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RESURSOS NATURAIS
RENOVÁVEIS
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO
AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
(X) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
podendo atingir principalmente águas subterrâneas;
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas;
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
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- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO
E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas
ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais e competentes e a Empresa Tecnomyl Brasil Distribuidora de
Produtos Agrícolas Ltda – telefone de Emergência: 0800 117 20 20
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado – recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente
lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste
caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e
destinação final.
Solo – Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d’água – Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do
corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ
QUÍMICO ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
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Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após
o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização do Tríplice lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado
nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da
embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
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TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término
do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com
lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
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Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término
do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com
lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A desativação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA
DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde as
pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmara de lavagem de gases efluentes e aprovados pelo órgão
ambiental competente.
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5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
rações, medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas.
Ceará: é vetada a pulverização aérea de agrotóxicos no Estado, conforme Lei nº 16.820, de
08 de janeiro de 2019.
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