UPL 217 FP BR
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. - Matriz Ituverava/SP
Fungicida
Azoxistrobina (estrobilurina) (47 g/kg) + mancozebe (alquilenobis(ditiocarbamato)) (597 g/kg) + tebuconazol (triazol) (56 g/kg)

Informações

Número de Registro
35421
Marca Comercial
UPL 217 FP BR
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
Azoxistrobina (estrobilurina) (47 g/kg) + mancozebe (alquilenobis(ditiocarbamato)) (597 g/kg) + tebuconazol (triazol) (56 g/kg)
Titular de Registro
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. - Matriz Ituverava/SP
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Soja
Phakopsora pachyrhizi
Ferrugem da soja; ferrugem asiática

Conteúdo da Bula

                                    V2024 10 24

                                                                                                     UPL
                                                                                                     Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                                                     Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                                                     w: www.upl-ltd.com/br
                                                                                                     e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                                                     t: (19) 3794-5600



                                                UPL 217 FP BR
                Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob o nº 35421

COMPOSIÇÃO:
Methyl (E)-2-{2-[6-(2-cyanophenoxy)pyrimidin-4-yloxy]phenyl}-3-methoxyacrylate
(AZOXISTROBINA) ....................................................................................... 47,0 g/kg (4,7 % m/m)
Manganese ethylenebis(dithiocarbamate) (polymeric) complex with zinc salt
(MANCOZEBE) ............................................................................................ 597,0 g/kg (59,7 % m/m)
(RS)-1-p-chlorophenyl-4,4-dimethyl-3-(1H-1,2,4-triazol-1-ylmethyl)pentan- 3-ol
(TEBUCONAZOL) ..............................................................................................56,0 g/kg (5,6 % m/m)
Outros Ingredientes ......................................................................................300,0 g/kg (30,0 % m/m)

                  GRUPO                                        C3                                  FUNGICIDA
                  GRUPO                                       M03                                  FUNGICIDA
                  GRUPO                                        G1                                  FUNGICIDA

PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Fungicida
GRUPO QUÍMICO: Estrobilurina (Azoxistrobina), Alquilenobis (ditiocarbamato) (Mancozebe) e Triazol
(Tebuconazol)
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos Dispersíveis em Água (WG)

TITULAR DE REGISTRO (*):
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.
Av. Maeda, s/n – Prédio Comercial – Térreo – Distrito Industrial - CEP: 14500-000 - Ituverava/SP
CNPJ: 02.974.733/0001-52 – Telefone: (19) 3794-5600
Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 1050
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
AZOXYSTROBIN TÉCNICO UPL BRASIL – Registro MAPA Nº 6414
Shandong Jingbo Agrochemicals Technology Co. Ltd. - Economic Development Zone Boxing County,
Binzhou City, Shandong Province, 256500, China
Superform Chemistries Limited (Unit 1) - Plot Nº 117/118, G.I.D.C., Ankleshwar - 393002, District -
Bharuch, State - Gujarat - Índia

AZOXYSTROBIN TÉCNICO - REGISTRO MAPA n° 01598
Syngenta Limited - Grangemouth Manufacturing Centre - Earls Road – Grangemouth - Stirlingshire FK3 8XG -
Reino Unido
Saltigo GmbH - Chempark Leverkusen, 51369 Leverkusen – Alemanha

MANCOZEB TÉCNICO UPL – Registro MAPA Nº 7707
Superform Chemistries Limited - Plot nº 750 G.I.D.C., P.B. nº 9, Jhagadia 393110, Dist Bharuch, Gujarat,
Índia

MANCOZEB TÉCNICO UNIPHOS – Registro MAPA Nº 3701
Cerexagri B.V. - Tankhoofd 10, P.O. Box 6030 3196 KE, Vondelingenplaat, Roterdã, Holanda

TEBUCONAZOLE TÉCNICO UPL BRASIL – Registro MAPA nº 5109
Jiangsu Sevencontinent Green Chemical Co., Ltd. - Unit II, North Area of Dongsha, Chemzone
Zhangjagang, Jiangsu - China
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                                                                                      UPL
                                                                                      Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                                      Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                                      w: www.upl-ltd.com/br
                                                                                      e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                                      t: (19) 3794-5600




TEBUCONAZOLE TÉCNICO UPL – Registro MAPA nº 10408
Superform Chemistries Limited - Plot 3-11, G.I.D.C., Vapi 396195, Valsad District, Gujarat, Índia

FORMULADOR:
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.
Avenida Maeda, s/n°, Distrito Industrial – CEP: 14500-000, Ituverava/SP.
CNPJ: 02.974.733/0003-14. Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 1049

Superform Chemistries Limited (Unit 5) - Plot nº 746/750, Jhagadia G.I.D.C., Bharuch, Gujarat 393110,
India

Superform Chemistries Limited (Unit 0) - Plot 3-11, G.I.D.C., Vapi 396195, Valsad District, Gujarat, Índia

UPL Limited (Unit 11) - Plot No. 3210/3201-A, 393002, G.I.D.C. Estate, Ankleshwar, Dist. Bharuch,
Gujarat, India

Cerexagri B.V. - Tankhoofd 10, P.O. Box 6030 3196 KE, Vondelingenplaat, Rotterdam, Holanda

Uniphos Colombia Plant Limited - Via 40, nº 85-85, Barranquilla, Colômbia

UPL Jiangsu Ltd. - Shilian Avenue, Salinization New Material Industrial Park, Huaian City, Jiangsu Province,
223112, P.R. China

                                Nº do lote ou partida:
                                Data de fabricação:                  VIDE EMBALAGEM
                                Data de vencimento:

         ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA
                             E CONSERVE-OS EM SEU PODER.

              É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
                                       PROTEJA-SE.

                       É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                         Indústria Brasileira
(Dispor deste termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto Nº
                                    7.212, de 15 de Junho de 2010)

   CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO
                                     AGUDO

                 CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
                   CLASSE II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




INSTRUÇÕES DE USO:
                                                                                                           V2024 10 24

                                                                                       UPL
                                                                                       Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                                       Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                                       w: www.upl-ltd.com/br
                                                                                       e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                                       t: (19) 3794-5600



UPL 217 FP BR é uma combinação de três fungicidas, um de efeito de contato com ação multissítio, o Mancozebe,
pertencente ao Grupo M03, a Azoxistrobina que interfere na respiração mitocondrial e pertence ao Grupo C3 e o
Tebuconazol de efeito sistêmico que atua como inibidor da biossíntese do ergosterol, o qual é um constituinte da
membrana celular dos fungos e pertence ao Grupo G1, segundo classificação internacional do FRAC.
Por suas características distintas apresenta completa ação fungicida devido a sua atuação na inibição da germinação
dos esporos, penetração e desenvolvimento no tecido foliar e sua esporulação. Por esta ação diferenciada torna-se
excelente opção no manejo da resistência da ferrugem asiática da soja.


CULTURA, DOENÇA, DOSE, VOLUME DE CALDA e NÚMERO DE APLICAÇÕES:
                                          Dose           Volume
                    Doença
                                        Produto             de             Número, Época e Intervalo de
 Cultura        Nome comum
                                       Comercial          Calda                        Aplicação
              (Nome científico)
                                        (kg/ha)          (L/ha)
                                                                       Iniciar as aplicações a partir do estádio
                                                                       fenológico V8 a R1 (cultivares de ciclo
                                                                       determinado) ou entre 30 e 35 dias
                                                                       após     a   emergência     da    cultura
                                                                       (cultivares de ciclo indeterminado)
                                                        Terrestre:     realizar no mínimo 2 pulverizações,
                                                         100-300       com intervalo de 14 dias. A escolha do
               Ferrugem-asiática
   Soja                                 1,5 - 2,0                      intervalo,   deve    ser   baseada     no
            (Phakopsora pachyrhizi)
                                                          Aérea:       monitoramento      da    lavoura   e    o
                                                          20-50        acompanhamento da evolução da
                                                                       doença na região, diminuir o intervalo,
                                                                       de acordo com o acompanhamento da
                                                                       evolução da doença na lavoura e na
                                                                       região e realizar no máximo, 3
                                                                       aplicações durante o ciclo da cultura.
Obs.: Adicionar adjuvante a base de óleo metilado de soja, na concentração de 0,25%.


MODO DE APLICAÇÃO:
Via terrestre: Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou
autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque simples ou cônico vazio, visando à produção de
gotas finas a médias para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do
tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do
bico. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. Usar velocidade de aplicação que
possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades,
utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente
o tamanho das gotas. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos
e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s)
e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um
Engenheiro Agrônomo.

Via aérea: A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro
Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, boa cobertura e
uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento
da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.

Preparo de calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente
limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no
máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza
                                                                                                            V2024 10 24

                                                                                        UPL
                                                                                        Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                                        Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                                        w: www.upl-ltd.com/br
                                                                                        e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                                        t: (19) 3794-5600



da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se
iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto. Deve-se fazer a adição do
produto em água de forma cuidadosa, de modo que, a cada dois segundos, 1 kg do produto, no máximo, seja
despejado no tanque ou no pré-misturador, evitando que todo o conteúdo da embalagem seja adicionado de forma
muito rápida e inadequada. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando
faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma
proporção mínima de 3 litros de água por quilograma de produto a ser adicionado no pré-misturador. A agitação no
tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção.
Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por
hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo
que por minutos. Havendo a necessidade de uso de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda,
confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar
se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a
limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais
e finais de seção de barra.

Condições climáticas:
Realizar as pulverizações quando as condições climáticas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme
abaixo:
Temperatura do ambiente: máxima de 30ºC.
Umidade relativa do ar: igual ou superior a 55%.
Velocidade do vento: de 2 a 10 km/h. Se o vento estiver abaixo de 2 km/h não aplique devido ao risco inversão
térmica.
Direção do vento: Observe a direção do vento e evite aplicar quando este estiver no sentido de alguma cultura ou
organismos sensíveis não-alvo, caso haja restrição nesta bula.

Limpeza do pulverizador:
1- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20 minutos, e
   pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada;
2- Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
3- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais abertos
   (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
4- Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as
   pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser
   ligada novamente;
5- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local
   apropriado de coleta de água contaminada.

Observação: Nas etapas acima, ao perceber, pelo nível do tanque que o mesmo está quase vazio, desligue a
bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que por segundos, esta
poderá sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida.


INTERVALO DE SEGURANÇA:
   Cultura      Dias
    Soja         30




INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
                                                                                                           V2024 10 24

                                                                                       UPL
                                                                                       Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                                       Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                                       w: www.upl-ltd.com/br
                                                                                       e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                                       t: (19) 3794-5600



Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a
aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs)
recomendados para o uso durante a aplicação.


LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivo para culturas agrícolas;
• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.


INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados são: macacão, botas, máscara, óculos de segurança,
touca árabe e luvas de nitrila.


INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS:
Vide item MODO DE APLICAÇÃO.


DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)


INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,                                       TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)


INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)


RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS PARA A FERRUGEM-ASIÁTICA:
O uso sucessivo de fungicidas com mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para
o aumento na população de fungos menos sensíveis a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do
produto como consequência da resistência.
Como prática de manejo de resistência afim de evitar a seleção de fungos menos sensíveis ou resistentes aos
fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Aplicação alternada de fungicidas formulados em mistura rotacionando os mecanismos de ação distintos do Grupo
   C3, M03 e G1 sempre que possível; se o produto tiver apenas um mecanismo de ação, nunca utilizá-lo
   isoladamente;
• Respeitar o vazio sanitário e eliminar plantas de soja voluntária;
• Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época recomendada para cada região
   (adotar estratégia de escape);
• Jamais cultivar a soja safrinha (segunda época);
• Utilizar cultivares com gene de resistência incorporado, quando disponíveis;
• Semear a soja com a densidade de plantas que permita bom arejamento foliar, o que permitirá maior penetração e
   melhor cobertura do fungicida;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como
   rotação de culturas, uso de sementes sadias, adubação equilibrada, manejo da irrigação do sistema, outros
   controles culturais etc.
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis do agente causador de doenças a
   ser controlado;
                                                                                                            V2024 10 24

                                                                                        UPL
                                                                                        Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                                        Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                                        w: www.upl-ltd.com/br
                                                                                        e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                                        t: (19) 3794-5600



•   Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados;
•   Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o
    manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de fungicidas;
•   Realizar o monitoramento da doença na cultura;
•   Adotar estratégia de aplicação preventiva;
•   Respeitar intervalo máximo de 14 dias de intervalos entre aplicações;
•   Realizar, no máximo, o número de aplicações do produto conforme descrito em bula;
•   Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre
    orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
•   Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser
    consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à
    Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA:
    www.agricultura.gov.br).


RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS:
O uso sucessivo de fungicidas com mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para
o aumento na população de fungos menos sensíveis a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do
produto como consequência da resistência.
Como prática de manejo de resistência afim de evitar a seleção de fungos menos sensíveis ou resistentes aos
fungicidas, seguem algumas recomendações:

• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos C3, M03 e G1 para o controle do mesmo
  alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como
  rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc.;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre
  orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser
  consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à
  Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA:
  www.agricultura.gov.br).

                GRUPO                                  C3                              FUNGICIDA
                GRUPO                                  M03                             FUNGICIDA
                GRUPO                                  G1                              FUNGICIDA

O produto fungicida UPL 217 FP BR é composto por Azoxistrobina, Mancozebe e Tebuconazol, que apresentam
mecanismos de ação de Inibidores do complexo III: citocromo bc1 (ubiquinol oxidase) no sítio Qo, atividade de
contato multissítio e C14-desmetilase na biossíntese de esterol (erg11/cyp51), pertencentes aos Grupos C3, M03 e G1,
segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas), respectivamente.
                                                                                                          V2024 10 24

                                                                                      UPL
                                                                                      Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                                      Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                                      w: www.upl-ltd.com/br
                                                                                      e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                                      t: (19) 3794-5600



DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola;
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
  especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação
  de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e
  procure rapidamente um serviço médico de emergência;
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de
  crianças e animais;
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão,
  botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de
  limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO E DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
  compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha;
  avental impermeável; máscara com filtros combinados (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico
  classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
  recomendados;
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar a dispersão de poeira;
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e
  procure rapidamente um serviço médico de emergência.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre
  a última aplicação e a colheita);
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo
  aplicado o produto;
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores
  condições climáticas para cada região;
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também
  entrem em contato, com a névoa do produto;
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas
  passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara
  com filtros combinados (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança
  com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função
  do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
                                                                                                             V2024 10 24

                                                                                         UPL
                                                                                         Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                                         Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                                         w: www.upl-ltd.com/br
                                                                                         e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                                         t: (19) 3794-5600




PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos até o final
  do período de reentrada;
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes
  do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o
  uso durante a aplicação;
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre
  a última aplicação e a colheita);
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
  contaminação;
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do
  alcance de crianças e animais;
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar
  as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
• Não reutilizar a embalagem vazia;
• No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente
  com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca
  árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida;
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função
  do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.




                          ATENÇÃO          Pode ser nocivo em contato com a pele
                                           Provoca irritação ocular grave




PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de
lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, retirar lentes
de contato, se presentes. Lavar com água corrente em abundância durante pelo menos 15 minutos, elevando
as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados
e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.

Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
                                                                                            V2024 10 24

                                                                        UPL
                                                                        Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                        Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                        w: www.upl-ltd.com/br
                                                                        e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                        t: (19) 3794-5600



                      - INTOXICAÇÕES POR UPL 217 FP BR -
                            INFORMAÇÕES MÉDICAS

                         Azoxistrobina: Estrobirulinas
Grupo químico            Mancozebe: Alquilenobis (ditiocarbamato)
                         Tebuconazol: Triazol
Classe toxicológica      Categoria 5 – Produto improvável de causar dano agudo.
                         Dérmica e inalatória.
                         Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são
Vias de exposição
                         esperadas considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs
                         apropriados.
                         Azoxistrobina: A substância foi rapidamente absorvida (74–81%) e
                         amplamente distribuída após a administração por via oral em ratos, sendo
                         as maiores concentrações encontradas nos rins e no fígado.
                         Em ratos, foi amplamente biotransformada, principalmente por hidrólise,
                         seguida de conjugação com glucuronídeo. A azoxistrobina foi também
                         biotransformada através da hidroxilação na posição 8 e 10 no anel
                         cianofenil, seguida de conjugação com glucuronídeo ou, ainda, através de
                         uma via menos comum que envolveu a clivagem da ligação éter.
                         A principal via de eliminação da substância foi através das fezes (73–
                         89%), com excreção biliar de cerca de 57-74% da dose administrada,
                         seguida pela via urinária (9–18%). A excreção foi rápida, cerca de 82 e
                         96% da dose administrada foi excretada nas primeiras 48 horas. Os perfis
                         de absorção, distribuição e excreção foram essencialmente similares entre
                         machos e fêmeas, mas diferenças relacionadas ao sexo foram observadas
                         na biotransformação deste ativo. O número de metabólitos produzidos foi
                         maior em fêmeas do que em machos.
                         Não houve evidência de bioacumulação, menos de 1% da dose
                         administrada foi encontrada nos tecidos após 7 dias da administração.

                         Mancozebe: Em ratos e camundongos, o mancozebe apresentou absorção
                         gastrointestinal rápida (com pico de concentração entre 3 e 6 horas em
Toxicocinética           ratos e 1-2 horas em camundongos) e não extensiva, com absorção de
                         cerca de metade da dose em ratos e um terço da dose em camundongos.
                         A substância foi amplamente distribuída, com as maiores concentrações
                         sendo encontradas na tireoide.
                         A biotransformação foi ampla e ocorreu através de duas vias metabólicas.
                         A primeira via é predominante quantitativamente e envolve a hidrólise do
                         mancozebe a etilenodiamina (EDA) e posterior oxidação a glicina. A
                         segunda via é considerada a responsável pelos efeitos tóxicos dos
                         etilenobisditiocarbamatos (EBDCs) e envolve a oxidação do mancozebe a
                         sulfeto de etilenobisisocianato e posterior oxidação a etilenotioureia (ETU),
                         outros derivados do ETU e etilenoureia (EU) que, então, passam pela via
                         metabólica principal formando EDA, glicina e outros compostos. O ETU é o
                         principal metabólito encontrado na urina, fezes e bile, aproximadamente
                         7,5% da dose administrada é metabolizada a ETU em ratos e cerca de 5-
                         6% em camundongos.
                         A eliminação do mancozebe e seus metabólitos se deu tanto através da
                         urina (49–55%) quanto das fezes (36–65%), com distribuição quase
                         uniforme entre as duas vias, mas também pode ocorrer através da bile (2-
                         8%) em menor proporção. A cinética de eliminação do mancozebe foi
                         bifásica com tempo de meia-vida de eliminação de aproximadamente 7,5 e
                         35 horas para a fase rápida e fase lenta, respectivamente. Entre 74 e 94%
                         da dose administrada foi excretada nas primeiras 24 horas. Não foram
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                             observadas evidências de bioacumulação.

                             Tebuconazol: Em ratos, a absorção do tebuconazol através do trato
                             gastrointestinal foi rápida e completa, com pico de concentração
                             plasmática entre 20 e 100 minutos após a administração. Estudos em
                             ratos demonstraram uma ampla e uniforme distribuição pelo organismo.
                             O tebuconazol foi altamente biotransformado em ratos, menos de 0,7%
                             desta substância foi observada em sua forma inalterada na excreta, após
                             72 horas da administração. As principais vias de metabolização foram as
                             reações de oxidação, de fase 1, resultando em metabólitos hidroxílicos,
                             carboxílicos, trióis e cetoácidos, e também reações de conjugação, de fase
                             2, resultando em glucuronídeos e sulfatos.
                             Em ratos, o tebuconazol foi rapidamente eliminado do organismo. Entre
                             86–98% da dose foi eliminada dentro de 72 horas após a administração. A
                             excreção desta substância ocorreu principalmente através das fezes (65–
                             70% da dose), pela via biliar, enquanto que aproximadamente 16–35% foi
                             eliminada através da urina. A excreção biliar e fecal foi maior em ratos
                             machos do que em ratos fêmeas. A quantidade excretada não foi
                             relacionada com a dose administrada de tebuconazol, indicando que ocorre
                             recirculação entero-hepática nos animais.
                             O tebuconazol não apresentou potencial de bioacumulação.
                             Azoxistrobina: Não são conhecidos os mecanismos específicos de
                             toxicidade desta substância em humanos nem em outras espécies de
                             mamíferos.

                             Mancozebe: Não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade
                             do mancozebe em humanos. O principal alvo da toxicidade crônica dos
                             etilenobisditiocarbamatos é a tireoide e este efeito mostra-se relacionado
                             ao metabólito ETU. Efeitos na tireoide são decorrentes de um mecanismo
                             secundário, sendo que o achado toxicológico em estudo em animais de
Toxicodinâmica               experimentação com o ETU é uma diminuição na síntese dos hormônios
                             tireoidianos (T3 e T4) através da inibição reversível da enzima tireoide
                             peroxidase (TPO), levando a um aumento dos níveis séricos de hormônio
                             tireoestimulante (TSH) através da estimulação do hipotálamo e da
                             glândula pituitária via feedback.

                             Tebuconazol: Não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade
                             em humanos. Estudos conduzidos in vitro e in vivo indicam que o
                             tebuconazol pode causar alteração do funcionamento das principais
                             enzimas envolvidas na biossíntese de hormônios esteroidais.
                             Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em
                             humanos.
                             Em estudos com animais de experimentação, o produto foi considerado
                             irritante para os olhos, mas foi não irritante nem sensibilizante para a
                             pele.

Sintomas e sinais clínicos
                             Azoxistrobina: Não são conhecidos sintomas específicos da azoxistrobina
                             em humanos ou animais. A exposição inalatória e/ou oral a grandes
                             quantidades de fungicidas à base de estrobirulinas pode causar tontura,
                             dor de cabeça e fraqueza.

                             Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com
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ardência e vermelhidão.
Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato
respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta. A inalação de
grandes quantidades de fungicidas à base de estrobirulinas pode causar
tontura, dor de cabeça e fraqueza.
Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com
ardência e vermelhidão.
Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal,
com vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia. A ingestão de grandes
quantidades de fungicidas à base de estrobirulinas pode causar tontura,
dor de cabeça e fraqueza.
Efeitos crônicos: Não são conhecidos efeitos de toxicidade após
exposição crônica em humanos.

Mancozebe: Efeitos tóxicos sistêmicos decorrentes da exposição aguda ao
mancozebe são raros, porém alguns fungicidas da classe dos
ditiocarbamatos podem causar sintomas neurológicos como fraqueza,
perda da consciência e convulsões.

Exposição cutânea: Em contato com a pele, pode causar irritação
manifestada por ardência e vermelhidão. O mancozebe é considerado
sensibilizante dérmico, podendo causar alergias na pele.
Exposição respiratória: Quando inalado, pode causar irritação do trato
respiratório com tosse e dor de garganta.
Exposição ocular: Em contato com a pele, pode causar irritação, com
ardência e vermelhidão.
Exposição oral: Se ingerido, pode causar irritação trato gastrointestinal,
manifestada por náusea, vômito e diarreia. Efeitos tóxicos sistêmicos
decorrentes da exposição aguda ao mancozebe são raros, porém alguns
fungicidas da classe dos ditiocarbamatos podem causar sintomas
neurológicos como fraqueza, perda da consciência e convulsões.
Efeitos crônicos: Não são conhecidos efeitos de toxicidade após
exposição crônica em humanos.

Tebuconazol: Não são conhecidos sintomas específicos do tebuconazol em
humanos. Sintomas gerais de intoxicação podem ocorrer.

Exposição cutânea: Em contato com a pele, pode causar irritação, com
ardência e vermelhidão.
Exposição respiratória: Quando inalado, pode causar irritação do trato
respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
Exposição ocular: Em contato com os olhos, o produto pode causar
irritação, com ardência e vermelhidão.
Exposição oral: A ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal,
com vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia. Em ratos, a exposição oral
aguda a altas doses de tebuconazol causou sinais clínicos como sedação,
dificuldade de locomoção, dificuldade respiratória e falta de coordenação
motora.
Exposição crônica: Não são conhecidos efeitos de toxicidade após
exposição crônica em humanos. Em animais de experimentação, a
exposição repetida ao tebuconazol causou efeitos tóxicos no fígado
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              (indução de enzimas hepáticas) e nas glândulas adrenais (retardo no
              crescimento e alterações histopatológicas).
              O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela
Diagnóstico
              ocorrência de quadro clínico compatível.
              CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar
              respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa
              que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção
              das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por
              equipamento de segurança, de forma a não se contaminar com o agente
              tóxico.
              Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais
              devem estar orientadas à estabilização do paciente com avaliação de
              sinais vitais e medidas sintomáticas e de manutenção das funções vitais
              (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão arterial e temperatura
              corporal). Estabelecer via endovenosa. Avaliar estado de consciência.
               Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de
              secreções orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário
              para manter adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa,
              pode ser necessário ventilação pulmonar assistida.
              Medidas de Descontaminação e tratamento: O profissional de saúde
              deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.

              Exposição Oral:
              - Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é
              recomendada. Entretanto, também não é indicada a sua inibição, caso ele
              ocorra de forma espontânea em pacientes intoxicados.
              - Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo,
Tratamento    mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o
              indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
               - Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em
              casos de intoxicação por azoxistrobina, mancozebe e tebuconazol. Avaliar
              a necessidade de administração de carvão ativado. Se necessário,
              administrar uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de
              água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g;
              crianças 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).
              - Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada.
              Somente cogitar a descontaminação gastrintestinal após ingestão da
              substância em uma quantidade potencialmente perigosa à vida e se puder
              ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora).

              Exposição Inalatória:
              Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
              respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade
              respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema
              pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na
              ventilação, conforme necessário.

              Exposição Dérmica:
              Remover      as  roupas  e   acessórios contaminados  e  proceder
              descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e
              orifícios), unhas e cabelos.   Lavar a área exposta com água em
                                                                                                           V2024 10 24

                                                                                       UPL
                                                                                       Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                                       Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                                       w: www.upl-ltd.com/br
                                                                                       e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                                       t: (19) 3794-5600



                                         abundância e sabão. Se a irritação ou dor persistirem, o paciente deve ser
                                         encaminhado para tratamento específico.

                                         Exposição ocular:
                                         Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande quantidade de
                                         água à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação,
                                         dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser
                                         encaminhado para tratamento específico.

                                         ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de
                                         suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções
                                         vitais.
                                         A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
                                         pneumonite química.
                                         A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos
       Contraindicações
                                         protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em
                                         pacientes não intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração
                                         gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
       Efeitos das interações
                                         Não disponível.
       químicas
                                         Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o
                                         diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-
                                         6001.
                                         Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica -
                                         RENACIAT-ANVISA/MS
                                         As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas ente as Doenças e
       ATENÇÃO                           Agravos de Notificação Compulsória.
                                         Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
                                         Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
                                         Telefone de Emergência da empresa: 0800 014 1149 e (19) 3518-
                                         5465
                                         Endereço eletrônico da empresa: www.upl-ltd.com/br
                                         Correio eletrônico da empresa: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com


Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Vide item Toxicocinética e Vide item Toxicodinâmica.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:

Efeitos agudos:
• DL50 oral em ratos: >5000 mg/kg p.c.
• DL50 dérmica em ratos: >2000 mg/kg p.c.
• CL50 inalatória (4 horas): Não determinada nas condições do teste (> 5,399 mg/L).
• Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto aplicado na pele de coelhos causou eritema e edema que foram
  completamente revertidos em 72 horas. Nas condições de teste, o produto foi classificado como não irritante para
  a pele.
• Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto aplicado nos olhos dos coelhos produziu hiperemia na conjuntiva e
  quemose. Todos os sinais de irritação regrediram em 7 dias após a aplicação. Nas condições de teste, o produto foi
  classificado como irritante para os olhos.
• Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante.
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                                                                                        UPL
                                                                                        Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                                        Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                                        w: www.upl-ltd.com/br
                                                                                        e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                                        t: (19) 3794-5600



• Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em
  bactérias (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos.

Efeitos crônicos:
Azoxistrobina: A azoxistrobina não apresentou potencial mutagênico em estudos in vivo. Esta substância também
não demonstrou potencial cancerígeno em estudos em ratos e camundongos. Em estudos de toxicidade para a
reprodução em ratos, não foram observados efeitos sobre a fertilidade ou sobre o desempenho reprodutivo. A
azoxistrobina não apresentou potencial teratogênico em ratos e coelhos.
Em estudos de toxicidade repetida em ratos e cães, os principais alvos da toxicidade da azoxistrobina foram o fígado
e o ducto colédoco. Em estudo de toxicidade de 90 dias, pela via oral, os efeitos tóxicos incluíram alteração do peso
do fígado com alteração dos parâmetros bioquímicos e, nas doses mais altas (em cães 250 mg/kg p.c./dia; em ratos
443,8 mg/kg p.c./dia), foram observadas alterações histopatológicas, assim como alterações na função biliar. Em
cães, o NOAEL estabelecido foi de 50 mg/kg p.c./dia e em ratos o NOAEL foi de 21 mg/kg p.c./dia.

Mancozebe: O mancozebe e seu principal metabólito (ETU) não são considerados mutagênicos para mamíferos. Em
estudo de carcinogenicidade conduzido em ratos com o mancozebe, foi observado um aumento na incidência de
adenomas e carcinomas em células foliculares da tireoide em machos e fêmeas, no entanto, somente na maior dose
testada (450 ppm/dia) e por um mecanismo não genotóxico que envolve a interferência no funcionamento da
enzima tireoide peroxidase (em estudo de 2 anos em ratos NOAEL de 125 ppm correspondente a 4,8 mg/kg p.c.).
Limites seguros de exposição foram estabelecidos. Em estudo de 78 semanas, conduzido em camundongos, foram
observadas pequenas alterações nos níveis de hormônio da tireoide, sem alterações no peso ou na patologia da
mesma, e sem alterações nas incidências de tumor relacionadas ao tratamento na dose de 1000 ppm/dia com
NOAEL de 17 mg/kg p.c./dia (100 ppm/dia).
Em um estudo de toxicidade para a reprodução conduzido em ratos, não foram observados efeitos adversos nos
parâmetros reprodutivos avaliados. Em estudos de toxicidade embriofetal conduzidos em ratos e coelhos, foram
observados efeitos para o desenvolvimento (agnatia, fenda palatina, malformações cerebrais e esqueléticas), mas
apenas em doses que causaram toxicidade materna (em coelhos NOAEL de 55 mg/kg p.c./dia e LOAEL de 100
mg/kg p.c./dia; em ratos NOAEL de 128 mg/kg p.c./dia e LOAEL de 512 mg/kg p.c./dia). Estes efeitos foram
considerados como decorrência da formação do metabólito ETU que promove a desregulação dos hormônios
tireoidianos, os quais são essenciais para o desenvolvimento fetal.
Em estudos de toxicidade repetida em ratos, camundongos e cães, pela via oral, o principal alvo de toxicidade do
mancozebe foi a tireoide e os efeitos foram manifestados por alterações nos níveis de hormônios tireoidianos,
aumento do peso, lesões microscópicas (principalmente hiperplasia das células foliculares da tireoide) e tumores na
tireoide (por um mecanismo não genotóxico). Em ratos, em estudo de 90 dias o NOAEL foi de 7,4 mg/kg/dia e o
LOAEL foi de 15 mg/kg/dia. Em cães, o NOAEL estabelecido em estudo de 1 ano foi de 2,3 mg/kg/dia e o LOAEL foi
de 23 mg/kg/dia. Em camundongos, em estudo de 90 dias o NOAEL estabelecido no foi de 18 mg/kg/dia e o LOAEL
foi de 180 mg/kg/dia.

Tebuconazol: Os principais alvos da toxicidade em animais, após exposições repetidas ao tebuconazol, foram o
fígado (indução de enzimas hepáticas e alterações histopatológicas) e as glândulas adrenais (retardo no crescimento
e alterações histopatológicas). O LOAEL estabelecido no estudo de 21 meses em camundongos, pela via oral, foi de
500 ppm (85 mg/kg p.c./dia), com base na toxicidade hepática.
Em dois estudos de toxicidade de 1 ano em cães, pela via oral, o LOAEL estabelecido foi de 150 ppm (4,4 mg/kg
p.c./dia), com base nos achados de hipertrofia nas células da zona fasciculada das glândulas adrenais.
O tebuconazol não apresentou potencial mutagênico em estudos in vitro e in vivo. Não foi observado potencial
cancerígeno em estudos em ratos pela via oral.
Em um estudo de duas gerações em ratos, pela via oral, os parâmetros reprodutivos não foram afetados em doses
de até 1000 ppm (72,3 mg/kg p.c./dia), a dose mais alta testada.
Em estudo de toxicidade ao desenvolvimento embriofetal em ratos, pela via oral, o tebuconazol induziu um aumento
no número de malformações fetais e no número de reabsorção em doses que causaram toxicidade materna. NOAEL
materno (ratos): 10 mg/kg p.c./dia. NOAEL desenvolvimento (ratos): 30 mg/kg p.c./dia
Nos estudos de toxicidade ao desenvolvimento embriofetal em coelhos e em camundongos, pela via oral, a
substância induziu o aumento de perdas pós-implantação e malformações fetais em doses nas quais não foi
observada toxicidade materna. NOAEL materno (coelhos): 30 mg/kg p.c./dia. NOAEL desenvolvimento (coelhos): 10
                                                                                                         V2024 10 24

                                                                                     UPL
                                                                                     Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                                     Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                                     w: www.upl-ltd.com/br
                                                                                     e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                                     t: (19) 3794-5600



mg/kg p.c./dia. NOAEL materno (camundongos): 100 mg/kg p.c./dia. LOAEL desenvolvimento (camundongos): 10
mg/kg p.c./dia.

EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS:
Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em humanos.
SINTOMAS DE ALARME:
Tontura, fraqueza, dor de cabeça, alteração do estado mental, agitação, tremores e convulsões.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
       Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
   X MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
       Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
       Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
   •    Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir
   principalmente águas subterrâneas.
   •    Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
   •    Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos e algas).
   •    Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
   metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e
   cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a
   danos;
   •    Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
   aeroagrícolas.
   •    Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
   •    Não utilize equipamento com vazamentos.
   •    Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
   •    Aplique somente as doses recomendadas.
   •    Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
   contaminação da água.
   •    A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e
   do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.


  2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
  CONTRA ACIDENTES:
  •    Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada;
  •    O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
  outros materiais;
  •    A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível;
  •    O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável;
  •    Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO;
  •    Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças;
  •    Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para
  recolhimento de produtos vazados;
  •    Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira
  de Normas Técnicas – ABNT;
  •    Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.


  3.   INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
  •    Isole e sinalize a área contaminada.
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                                                                                  UPL
                                                                                  Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                                  Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                                  w: www.upl-ltd.com/br
                                                                                  e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                                  t: (19) 3794-5600



•    Contate as autoridades locais competentes e a Empresa UPL do BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE
INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. – Telefone de Emergência: 0800 707 7022 ou (19) 3518-5465.
•    Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos
protetor e máscara com filtros).
•    Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
•    Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante
pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final.
•    Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado.
•    Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido
•    Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a
favor do vento para evitar intoxicação.


4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
• Use luvas no manuseio desta embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos
Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano
após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo
ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
                                                                                                      V2024 10 24

                                                                                  UPL
                                                                                  Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                                  Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                                  w: www.upl-ltd.com/br
                                                                                  e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                                  t: (19) 3794-5600



• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto
ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela
Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E
RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo
telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados
com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e
outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual concernentes as atividades agrícolas.
                                

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