UnânimeBR
Ouro Fino Química S.A. - Uberaba
Inseticida
diflubenzurom (benzoiluréia) (480 g/L)
Informações
Número de Registro
10920
Marca Comercial
UnânimeBR
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
diflubenzurom (benzoiluréia) (480 g/L)
Titular de Registro
Ouro Fino Química S.A. - Uberaba
Classe
Inseticida
Modo de Ação
Contato/Ingestão
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Alabama argillacea
Curuquerê; Curuquerê-do-algodoeiro
Algodão
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Arroz
Oryzophagus oryzae
Bicheira-da-raiz-do-arroz; Gorgulho-aquático-do-arroz
Arroz
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Canola
Ascia monuste orseis
Curuquerê-da-couve
Citros
Diaphorina citri
Psilídeo
Citros
Ecdytolopha aurantiana
Bicho-furão
Citros
Phyllocnistis citrella
Larva-minadora-das-folhas; Minadora-das-folhas
Citros
Phyllocoptruta oleivora
Ácaro-da-falsa-ferrugem; Ácaro-da-mulata
Ervilha
Heliothis virescens
Lagarta-das-vagens
Feijão-caupi
Elasmopalpus lignosellus
Lagarta-elasmo
Fumo
Phthorimaea operculella
Gergelim
Antigastra catalaunalis
Lagarta-enroladeira
Girassol
Chlosyine lacinia saundersii
Lagarta-do-girassol; Lagarta-preta-das-folhas
Grão-de-bico
Helicoverpa armigera
Lagarta-das-vagens
Lentilha
Epinotia aporema
Broca-das-axilas
Linhaça
Helicoverpa zea
Broca-grande-do-fruto
Milho
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Soja
Anticarsia gemmatalis
Lagarta-da-soja; Lagarta-desfolhadora
Tomate
Neoleucinodes elegantalis
Broca-pequena-do-fruto; Broca-pequena-do-tomateiro
Trigo
Pseudaletia sequax
Lagarta-do-trigo
Conteúdo da Bula
BULA UNANIMEBR_ATUAL_IBAMA_ 28.12.2023_V.03
UNÂNIMEBR
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob nº 10920
COMPOSIÇÃO:
1-(4-chlorophenyl)-3-(2,6-difluorobenzoyl)urea (DIFLUBENZURON) .................................. 480,0 g/L (48,0 % m/v)
Outros Ingredientes: .............................................................................................................. 710,0 g/L (71,0 % m/v)
GRUPO 15 INSETICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Inseticida de contato e ingestão
GRUPO QUÍMICO: Benzoiluréia
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada - SC
TITULAR DO REGISTRO (*):
OURO FINO QUÍMICA S.A.
Av. Filomena Cartafina, 22335 - Quadra 14 - Lote 5 – Distrito Industrial III
CEP: 38044-750 - Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07
Tel.: (16) 3518-2000 - Fax: (16) 3518-2251 - SAC: 0800 941 5508
Registro Estadual IMA/MG nº 8.764
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO TÉCNICO E FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
DIFLUBENZUROM TÉCNICO OURO FINO - Registro MAPA Nº5518
JIANGYIN SULI CHEMICAL CO., LTD
Nº 7 Runhua Road, Ligang Town, 214444 Jiangyin City, Jiangsu Province - China.
GHARDA CHEMICALS LIMITED
D-1/2, MIDC, Lote Parshuram, Dist. Ratnagiri 415722, Taluka Khed, Maharashtra - Índia
TAIZHOU BAILLY CHEMICAL CO., LTD
Nº 9 Zhonggang Road, Taixing Economic Developing Zone, Taixing City, 225404, Jiangsu - China.
DIFLUBENZUROM TÉCNICO OF - Registro MAPA N° TC06220
DEZHOU LUBA FINE CHEMICAL CO. LTD.
Nº 288 Hengdong Road, Tianqu Industrial Park, 253035, Dezhou, Shandong - China
DIFLUBENZURON TÉCNICO SINON - Registro MAPA N° 05607
SINON CORPORATION
No. 101, Nanrong Road, Da-Du District, Taichung City, 43245 - Taiwan, R.O.C.
SINON CHEMICAL (CHINA) CO., LTD.
28, Beicun Road, Zhelin Town, Fengxian District, Shanghai – China
FORMULADOR/MANIPULADOR:
OURO FINO QUÍMICA S.A.
Av. Filomena Cartafina, 22335 - Quadra 14 - Lote 5 – Distrito Industrial III
CEP: 38044-750 - Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07
Tel.: (16) 3518-2000 - Fax: (16) 3518-2251 SAC: 0800 941 5508
Registro Estadual IMA/MG nº 8.764
DEZHOU LUBA FINE CHEMICAL CO. LTD.
Nº 288 Hengdong Road, Tianqu Industrial Park, 253035, Dezhou, Shandong - China
JIANGYIN SULI CHEMICAL CO., LTD
Nº 7 Runhua Road, Ligang Town, 214444 Jiangyin City, Jiangsu Province - China.
GHARDA CHEMICALS LIMITED
D-1/2, MIDC, Lote Parshuram, Dist. Ratnagiri 415722, Taluka Khed, Maharashtra - Índia
No do lote ou da partida :
Data de fabricação : VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento :
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ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM
SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7212, de
15 de junho de 2010)
Agite antes de usar
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA – CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL – CLASSE II: MUITO PERIGOSO AO
MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: Azul intenso
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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO:
UNÂNIMEBR é um inseticida fisiológico de conato e ingestão, que atua como inibidor do crescimento dos insetos,
interferindo na atividade ou biossíntese da quitina-sintetase, enzima chave para a síntese da quitina. A ação dos
inibidores de quitina evita a polimerização da N-acetilglucosamina, causando a má formação da cutícula no processo
de muda (ecdise), que não suporta a pressão interna durante a ecdise e/ou não consegue dar suporte suficiente aos
músculos envolvidos impedindo a estruturação do exoesqueleto. Isso resulta numa incapacidade da larva liberar a
exuvia e conduz a morte. É usado em aplicação foliar para o controle das pragas nas culturas do algodão, arroz,
canola, citros, ervilha, feijão-caupi, fumo, gergelim, girassol, grão-de-bico, lentilha, linhaça, milho, soja, tomate e trigo,
conforme quadro abaixo.
CULTURAS, ALVOS BIOLÓGICOS, DOSES, ÉPOCA, INTERVALO DE APLICAÇÃO, NÚMERO MÁXIMO DE
APLICAÇÕES E VOLUME DE CALDA:
Pragas Doses
Época, número máximo de
p.c. mL /ha ou p.c. Volume de calda
Culturas aplicações e intervalo de
mL/100 L água (L/ha)
Nome Comum aplicação
Nome Científico
(g i.a/ha ou g i.a/100
L água)
Época: A aplicação deverá ser
realizada no início da infestação,
Curuquerê 30 - 35 mL/ha quando for constatado um
Alabama argillacea (14,4 - 16,8 g i.a/ha) percentual de 30% das plantas
infestadas, ou seja, quando 30%
das plantas apresentarem pelo
Terrestre: 150 - 400
menos 1 lagarta de 1° ou 2°
Algodão
instares.
Aérea: Mínimo 20
Lagarta-militar, N° de aplicações: Máximo 03
50 mL/ha aplicações.
Lagarta-do-cartucho
(24 g i.a/ha)
Spodoptera frugiperda
Interv. Aplicação: Reaplicar a cada
14 dias, se necessário.
Época: A aplicação deverá ser
realizada de 3 a 6 dias após a
Bicheira-da-raiz-do- entrada da água permanente de
arroz, irrigação. Aplicar em baixas
375 – 500 mL/ha
Gorgulho-aquático-do- infestações.
(180 – 240 g i.a/ha)
arroz
N° de aplicações: Apenas 01
Oryzophagus oryzae
aplicação.
Interv. Aplicação: Não se aplica
Época: A aplicação pode ser Terrestre: 100 – 300
Arroz realizada em pré e pós-emergência
da cultura. Em pós-emergência, Aérea: Mínimo 20
aplicar o produto no início da
infestação, quando as lagartas
Lagarta-militar,
40 – 50 mL/ha forem menores que 1,5 cm (3°
Lagarta-do-cartucho
(19,2 – 24 g i.a/ha) ínstar). Aplicar em baixas
Spodoptera frugiperda
infestações.
N° de aplicações: Apenas 01
aplicação.
Interv. Aplicação: Não se aplica
Época: A aplicação deverá ser
Curuquerê-da-couve, realizada quando for constatada a Terrestre: 150 – 300
40 mL/ha
Canola Lagarta-da-couve presença das primeiras lagartas na
(19,2 g i.a/ha)
Ascia monuste orseis cultura. Inspecionar a cultura em Aérea: Mínimo 20
intervalores regulares.
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N° de aplicações: Máximo 03
aplicações.
Interv. Aplicação: Reaplicar a cada
15 dias, se necessário.
Época: A aplicação deverá ser
realizada quando for constatada a
7,5 – 22,5 mL/100L
presença da praga.
Psilídeo água
Diaphorina citri (3,6 – 10,8g i.a/100L N° de aplicações: Apenas 01
água) aplicação.
Interv. Aplicação: Não se aplica
Época: A aplicação deverá ser
realizada no início da infestação,
antes da lagarta penetrar no fruto.
Fazer uso de armadilhas com
Bicho-furão 12,5 mL/100L água feromônio para detectar o início da
Ecdytolopha auratiana (6 g i.a/100L água) infestação da praga.
N° de aplicações: Apenas 01
aplicação.
Interv. Aplicação: Não se aplica
Citros Terrestre: 2.000
Época: A aplicação deverá ser
realizada quando surgirem os
Minadora-das-folhas, primeiros sintomas de ataque da
20(*) – 25 mL/100L
Larva-minadora-das- praga nas brotações novas;
água
folhas
(9,6 – 12 g i.a/100L N° de aplicações: Apenas 01
Phyllocnistis citrella
água) aplicação.
Interv. Aplicação: Não se aplica
Época: A aplicação deverá ser
realizada no início do ataque da
praga. Não é recomendado usar o
12,5 – 25 mL/100L produto sob condições de alta
Ácaro-da-falsa-
água infestação do ácaro.
ferrugem,
(6 – 12 g i.a/100L
Ácaro-da-mulata
água) N° de aplicações: Apenas 01
aplicação.
Interv. Aplicação: Não se aplica
Época: A aplicação deverá ser
realizada quando for constatada a
presença das primeiras lagartas na
cultura. Inspecionar a cultura em
intervalores regulares. Terrestre: 150 – 300
Lagarta-das-maçãs 40 mL/ha
Ervilha
Heliothis virescens (19,2 g i.a/ha)
N° de aplicações: Máximo 03 Aérea: Mínimo 20
aplicações.
Interv. Aplicação: Reaplicar a cada
15 dias, se necessário.
Época: A aplicação deverá ser
realizada quando for constatada a
presença das primeiras lagartas na
Lagarta-elasmo, cultura. Inspecionar a cultura em
Terrestre: 150 – 300
Broca-do-caule 40 mL/ha intervalores regulares.
Feijão-caupi
Elasmopalpus (19,2 g i.a/ha)
Aérea: Mínimo 20
lignosellus N° de aplicações: Máximo 03
aplicações.
Interv. Aplicação: Reaplicar a cada
15 dias, se necessário.
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Época: A aplicação deverá ser
realizada quando for iniciado o
ataque da praga nos ponteiros
(0,07% dos ponteiros atacados).
Traça-da-batatinha, Terrestre: 200
250 mL/ha
Fumo Cegadeira
(120 g i.a/ha) N° de aplicações: Máximo 02
Phthorimea opercullela Aérea: Mínimo 20
aplicações.
Interv. Aplicação: Reaplicar a cada
14 dias, se necessário
Época: A aplicação deverá ser
realizada quando for constatada a
presença da praga. Inspecionar a
cultura em intervalores regulares.
Lagarta-enroladeira 40 mL/ha
Gergelim
Anticarsia catalunaris (19,2 g i.a/ha) N° de aplicações: Máximo 03 Terrestre: 150 – 300
aplicações.
Interv. Aplicação: Reaplicar a cada
15 dias, se necessário.
Época: A aplicação deverá ser
realizada quando for constatada a
presença da praga. Inspecionar a
cultura em intervalores regulares.
Lagarta-preta-das Terrestre: 150 - 300
40 mL/ha
Girassol folhas,
(19,2 g i.a/ha) N° de aplicações: Máximo 03
Lagarta-do-girassol Aérea: Mínimo 20
aplicações.
Interv. Aplicação: Reaplicar a cada
15 dias, se necessário.
Época: A aplicação deverá ser
realizada quando for constatada a
presença da praga. Inspecionar a
Helicoverpa, cultura em intervalores regulares..
Terrestre: 150 - 300
Grão-de- Lagarta-do-velho- 40 mL/ha
bico mundo (19,2 g i.a/ha) N° de aplicações: Máximo 03
Helicoverpa armigera aplicações.
Interv. Aplicação: Reaplicar a cada
15 dias, se necessário.
Época: A aplicação deverá ser
realizada quando for constatada a
presença da praga. Inspecionar a
cultura em intervalores regulares.
Broca-das-axilas,
40 mL/ha Terrestre: 150 - 300
Lentilha Broca-das-vagens
(19,2 g i.a/ha) N° de aplicações: Máximo 03
Epinotia aporema
aplicações.
Interv. Aplicação: Reaplicar a cada
15 dias, se necessário.
Época: A aplicação deverá ser
realizada quando for constatada a
presença da praga. Inspecionar a
Broca-grande-do-fruto, cultura em intervalores regulares.
Broca-grande-do- 40 mL/ha Terrestre: 150 - 300
Linhaça
tomate (19,2 g i.a/ha) N° de aplicações: Máximo 03
Helicoverpa zea aplicações.
Interv. Aplicação: Reaplicar a cada
15 dias, se necessário.
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Época: Efetuar amostragens
selecionando 5 a 10 pontos de
amostragem por hectare,
considerando-se 100 plantas em
cada ponto, contando-se o número
de plantas com folhas raspadas. A
aplicação deverá ser realizada
Lagarta-militar,
50 mL/ha quando ocorrer o início de sintomas
Milho Lagarta-do-cartucho
(24 g i.a/ha) de ataque, 10% de plantas com Terrestre: 200 - 400
Spodoptera frugiperda
sintomas (folhas raspadas).
Aérea: Mínimo 20
N° de aplicações: Máximo 02
aplicações.
Interv. Aplicação: Reaplicar a cada
14 dias, se necessário.
Época: A aplicação deverá ser
realizada no início da infestação da
praga até um máximo de 20
lagartas pequenas (1° e 2° instares)
por pano de batida. Terrestre: 150 - 300
Lagarta-da-soja 40 mL/ha
Soja
Anticarsia gemmatalis (19,2 g i.a/ha)
N° de aplicações: Máximo 03 Aérea: Mínimo 20
aplicações.
Interv. Aplicação: Reaplicar a cada
15 dias, se necessário.
Época: A aplicação deverá ser
realizada no início da infestação da
praga, quando forem observadas as
Broca-puequena-do-
primeiras oviposições e ou lagartas
fruto,
na área.
Brica-pequena-do- 250 mL/ha
Tomate Terrestre: 1.000
tomateiro (120 g i.a/ha)
N° de aplicações: Máximo 02
Neoleucinodes
aplicações.
elegantalis
Interv. Aplicação: Reaplicar a cada
15 dias, se necessário.
Época: A aplicação deverá ser
realizada no início da infestação.
Terrestre: 150 - 300
Lagarta-do-trigo 45 – 50 mL/ha N° de aplicações: Máximo 02
Trigo
Pseudaletia sequax (19,2 – 24 g i.a/ha) aplicações.
Interv. Aplicação: Reaplicar a cada
14 dias, se necessário.
p.c.: produto comercial. (*). Na dose de 20 mL/100 L água, adicionar 500 mL de óleo vegetal ou mineral para cada
100 L de água.
MODO DE APLICAÇÃO:
UNÂNIMEBR é um inseticida que atua principalmente por ingestão. Deve ser aplicado preferencialmente quando as
larvas estiverem nos estágios iniciais de desenvolvimento (1° e 2° instares). Como o produto não tem ação de
choque, não se deve esperar até que uma alta infestação esteja provocando uma grande desfolha das plantas.
MODO APLICAÇÃO: Características da aplicação: As aplicações deverão ser realizadas de acordo com as
recomendações desta bula, respeitando os estádios mais sensíveis das pragas e de acordo com os níveis de controle
recomendados. As aplicações deverão ser com calda suficiente para a melhor cobertura da planta. O produto pode
ser aplicado com pulverizadores terrestres costais manuais, ou motorizado, tratorizados, autopropelidos e aeronaves
agrícolas.
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Aplicação terrestre:
Algodão, arroz, canola, ervilha, feijão-caupi, fumo, gergelim, girassol, grão-de-bico, lentilha, linhaça, milho, soja,
tomate e trigo:
Pulverizador costal (manuais ou motorizados): Realizar aplicação com gotas de classe média (segundo norma
ASABE S572) seguindo as recomendações do fabricante para garantir uma boa cobertura e deposição de calda ao
longo do dossel da cultura.
Pulverizador tratorizado: Realizar aplicação com gotas de classe média (segundo norma ASABE S572.1) seguindo as
recomendações do fabricante de maneira que garanta uma boa cobertura e deposição da calda ao longo do dossel da
cultura.
Citros: Poderá ser usado equipamento do tipo pistola ou turbo atomizador, ou com pulverizadores costais manuais ou
motorizados.
• A altura da barra deve obedecer às recomendações dos fabricantes devendo, em toda a sua extensão,
estar na mesma altura e estar adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura, de forma a
melhorar a cobertura nas plantas.
• Mantenha a agitação do tanque e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras do
equipamento, evitando desperdícios e sobreposição das faixas de aplicação.
• Para situações em que se necessite utilizar equipamento costal manual de pulverização, recomenda-se
que a regulagem seja feita de maneira a manter as doses recomendadas para o produto e cobertura
uniforme das plantas.
Aplicação aérea:
As aplicações podem ser feitas nas culturas do algodão, arroz, canola, ervilha, feijão-caupi, fumo, girassol, milho e
soja.
Não aplicar em uma distância menor que 300m (trezentos metros) da divisa com áreas de vegetação natural e
culturas agrícolas vizinhas em fase de florescimento.
UNÂNIMEBR pode ser aplicado através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo pontas de
pulverização apropriados para a geração de gotas médias, segundo norma ASABE S575.1. o equipamento de
aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos. A altura de voo
deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada, preferencialmente, entre 3 e 4 metros acima do topo das
plantas. A largura da faixa de deposição varia, principalmente, com a altura de voo e o espectro de gotas, devendo
ser determinada para cada ajuste da aeronave. Ao realizar testes de deposição, utilizar os mesmos equipamentos
que serão empregados na aplicação. Busque sempre o menor coeficiente de variação dos depósitos dentro desta
faixa.
Utilizar taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Utilizar sempre técnicas de redução de deriva, tais como:
- Utilizar o maior tamanho de gota possível, a menor altura de voo que seja segura e as melhores condições
meteorológicas;
- Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica
utilizada e as condições climáticas vigentes;
- Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
- Observe as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n° 2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da
Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas respeitando as disposições constantes na legislação
estadual e municipal.
Recomendação para evitar deriva: não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas
habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos a equipamento de pulverização e ao
clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Importância do diâmetro de gota: a melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de
gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (0,15 a 0,20 mm). A presença nas proximidades de culturas
para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, etc
devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando
gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira
imprópria ou sob condições desfavoráveis. Leia as instruções sobre Condições de vento, Temperatura, e inversão
térmica.
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Controlando o diâmetro de gotas Técnicas gerais
Volume: Use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando necessidades
práticas. Bicos com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram
a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior
ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de bico: Use o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria dos bicos, ângulos
de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.
Altura da barra: Para equipamento de solo, regule a altura da barra para a menor possível, de forma a obter uma
nivelada com a cultura, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.
Ventos: O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 5 km/h (devido ao potencial de inversão)
ou maior que 16 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e o tipo de equipamento,
determinam, o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento, inferior a 5 km/h (devido ao potencial de
equipamento, determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver vento forte,
acima de 16 km/h, ou em condições de vento inferiores a 5 km/h.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os
padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Temperatura e umidade: Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento de aplicação para produzir
gotas maiores a fim de reduzir o efeito da evaporação.
Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o
movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com
movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são
comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr-do-sol e
frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No
entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária
de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença
de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há
indicação de um bom movimento vertical do ar.
Lavagem do equipamento de aplicação: Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e
bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a completa limpeza de todo o equipamento.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxague completamente o pulverizador e faça circular água limpa
pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de
produto. O material resultante dessa operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo
produto;
2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule essa solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos.
Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos.
Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o
respectivo produto;
3. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1
litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o
tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas
mangueiras, barras filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos
d´água, nascentes ou plantas úteis;
4. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores com um balde com a solução de limpeza;
5. Repita o passo 3;
6. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2
vezes;
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas
as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de
água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Modo de preparo de calda:
Abasteça o reservatório do pulverizador até ¼ de sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em
funcionamento. Adicionar a quantidade correta de produto, previamente medido em recipiente graduado no
reservatório do pulverizador, e então, completar o volume com água. A agitação deverá ser constante durante todo o
processo de preparo e pulverização da calda. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o
tanque de aplicação, pulverizando logo em seguida. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da
calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem
durante o preparo da calda
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CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
- Temperatura do ar abaixo de 30ºC;
- Umidade relativa do ar acima de 50%;
- Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão..............................28 dias
Arroz ................................70 dias
Canola, Ervilha, Feijão-caupi, Gergelim, Girassol, Grão-de-bico, Lentilha, Linhaça e Soja ........ 21dias
Citros.................................30 dias
Fumo .................................U.N.A
Milho ................................. 60 dias
Tomate .............................. 4 dias
Trigo ...................................30 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a
aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs)
recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
- Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
- Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes, nas horas mais quentes do dia e com a umidade relativa do ar
muito baixa.
- Arroz: as aplicações devem ser realizadas quando a água de irrigação não esteja em movimento/agitação.
- Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais importante, portanto deverá ser constantemente
monitorada com termohigrômetro.
- Por ser um produto com ação de contato e ingestão, é importante que não ocorra chuvas no mesmo dia após a
aplicação, de forma a proporcionar maior ingestão do inseticida pelas pragas.
- O produto não tem ação de choque e a morte dos insetos ocorre alguns dias após o tratamento. Por isso, as
aplicações devem ser sempre realizadas em períodos de baixa população das pragas.
- O produto é incompatível com produtos de reação altamente alcalina como calda bordalesa.
AVISO AO USUÁRIO:
UNÂNIMEBR deve ser exclusivamente utilizado de acordo com as recomendações de bula/rótulo. A OURO FINO
QUÍMICA S.A. não se responsabiliza por perdas ou danos resultantes do uso deste produto de modo não
recomendado especificamente pela bula/rótulo. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. O usuário assume todos
os riscos associados ao uso não recomendado.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Os EPI’s visam proteger a saúde dos trabalhadores e reduzir o risco de intoxicação decorrente de exposição aos
agrotóxicos. Para cada atividade envolvendo o uso de agrotóxicos é recomendado o uso de EPI’s específicos
descritos nas orientações para preparação da calda, durante a aplicação, após a aplicação, no descarte de
embalagens e no atendimento aos primeiros socorros.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
GRUPO 15 INSETICIDA
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema
econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
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O inseticida UNÂNIMEBR pertence ao grupo 15 (inibidores da biossíntese de quitina, tipo 0, Lepidoptera) e o
uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de
populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do UNÂNIMEBR como uma ferramenta útil de manejo de pragas
agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da
resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 15. Sempre rotacionar com produtos de
mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar UNÂNIMEBR ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de
aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de UNÂNIMEBR podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de
aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico
do UNÂNIMEBR, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico das
benzoilureias não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações
recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do UNÂNIMEBR ou outros produtos do Grupo 15
quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem
controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas,
controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para
o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas.
Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR
(www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br)
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Manejo Integrado de Pragas
Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc..) dentro do programa de Manejo
Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.
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MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
“ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA”
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de
animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em PRIMEIROS
SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão,
botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de
limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas
passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental
impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas
de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou
preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a
última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo
aplicado o produto;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores
condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem
em contato, com a névoa do produto;
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas
passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com
filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou
preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final
do período de reentrada;
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes
do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso
durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação;
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- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a
última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar
as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI : macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe,
óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do
método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
Pode ser nocivo se ingerido
ATENÇÂO
Pode ser nocivo em contato com a pele
Pode ser nocivo se inalado
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo,
bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra
naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de
lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e
lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR
- UNÂNIMEBR-
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico DIFLUBENZUROM: benzoilureia.
Classe toxicológica CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposição Dérmica e inalatória.
Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são relevantes considerando
a indicação de uso do produto e da utilização dos EPIs apropriados.
Toxicocinética Diflubenzurom: após a administração oral, o diflubenzurom exibiu uma absorção limitada
em camundongos, ratos e gatos, apresentando uma diminuição da absorção com o
aumento da dose, de cerca de 30% a 5mg/kg p.c. para <5% a 100 mg/kg em ratos.
Após a absorção, o diflubenzurom foi amplamente distribuído no organismo de ratos, com
as maiores concentrações sendo detectadas no fígado e nos eritrócitos.
O diflubenzurom é extensivamente biotransformado através de reações de hidroxilação,
clivagem e conjugação.
A substância foi rapidamente excretada do organismo de ratos, com mais de 90% da dose
absorvida sendo excretada dentro 48 horas, principalmente através da urina, com
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envolvimento de excreção biliar e circulação êntero-hepática.
O diflubenzurom não apresentou potencial de bioacumulação no organismo de ratos.
Toxicodinâmica Diflubenzurom: não são conhecidos os mecanismos de toxicidade do diflubenzurom em
animais e humanos.
Sintomas e sinais SINTOMAS DE ALARME: Irritação do trato gastrointestinal (náusea, vômito e dor
clínicos abdominal) e irritação ocular (ardência e vermelhidão dos olhos) e cianose.
Diflubenzurom: estudos em animais de experimentação mostraram que a exposição ao
diflubenzurom pode aumentar a metemoglobina e sulfoemoglobina, que podem ser
associadas à ocorrência de cianose.
Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência e
vermelhidão.
Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação no trato respiratório, com
tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência e
vermelhidão.
Exposição oral: os dados de toxicidade do diflubenzurom em humanos são muito
limitados. A ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com vômito, náuseas,
dor abdominal e diarreia. Estudos em animais de experimentação mostraram que a
exposição ao diflubenzurom pode aumentar a metemoglobina e sulfoemoglobina, que
podem ser associadas à ocorrência de cianose que é manifestada por coloração azulada
da pele.
Exposição crônica: não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição crônica em
humanos.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro
clínico compatível.
Tratamento CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: a pessoa que presta
atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de
descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a não
se contaminar com o agente tóxico. Remover roupas e acessórios e proceder
descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos,
com água abundante e sabão.
O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental
impermeáveis.
Tratamento geral e estabilização do paciente: as medidas gerais devem estar
orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas
sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e respiratória, além
de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Avaliar estado
de consciência.
Proteção das vias aéreas: garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais se
necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão
tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessária ventilação pulmonar
assistida.
Medidas de descontaminação e tratamento:
Exposição Oral:
- Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo, mantenha a
cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado,
para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
- Carvão ativado: Os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em caso de
intoxicação por diflubenzurom. Avaliar a necessidade de administração de carvão ativado
após exposição recente e em grandes quantidades.
Se necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de
água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças 25 a 50 g
(1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).
Exposição Inalatória:
Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações respiratórias e
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perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avaliar quanto à
irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar
oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário.
Exposição Dérmica:
Remover as roupas contaminadas e lavar a área exposta com água em abundância e
sabão. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser encaminhado para tratamento
específico.
Exposição ocular:
Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água ou solução salina 0,9% (soro
fisiológico) à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor,
inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para
tratamento específico.
ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte de
acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Em caso de
metemoglobinemia, trate os pacientes sintomáticos com azul metileno.
- Azul de metileno: em caso de metemoglobinemia, determine a concentração de
metemoglobina e avalie os sinais clínicos deste quadro como dispneia, cefaleia, fadiga,
depressão do sistema nervoso central, taquicardia e acidose metabólica. Trate os
pacientes sintomáticos com azul metileno (geralmente ocorre com níveis de
metemoglobinemia acima de 20-30%, mas pode ocorrer com níveis mais baixos de
metemoglobina em pacientes com anemia, desordens pulmonares ou cardiovasculares).
Dose inicial/adulto ou criança: 1-2 mg/kg/dose (0,1-0,2 mL/kg/dose) via intravenosa acima
de 5 minutos, conforme necessário, a cada 4 horas. A melhora é observada rapidamente
após a administração se o diagnóstico estiver correto. O azul de metileno também pode
ser administrado por infusão intraóssea se o acesso intravenoso não puder ser
estabelecido. Neonatos: 0,3-1 mg/kg. Doses adicionais podem ser necessárias,
especialmente para substâncias com absorção prolongada, baixa eliminação, ou aquelas
que originam metabólitos que produzem metemoglobinemia. Doses elevadas de azul de
metileno podem causar metemoglobinemia ou hemólise.
Medidas sintomáticas e de manutenção:
- Monitore a contagem de células sanguíneas, testes de função hepática e nível de
metemoglobina após exposições significativas ao diflubenzurom ou em pacientes
sintomáticos.
- Fluidos intravenosos podem ser úteis no restabelecimento do volume de fluido
extracelular após vômito severo e diarreia.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite
química.
Não realizar lavagem gástrica em caso de perda dos reflexos protetores das vias
respiratórias, nível diminuído de consciência; pacientes com risco de hemorragia ou
perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidades pouco tóxicas.
Em caso de deficiência da enzima G-6-PD (desidrogenase de 6 fosfato de glicose), a
administração do azul metileno pode causar hemólise.
Efeitos das interações
químicas Não são conhecidos.
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento,
ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT –
ANVISA/MS.
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de
ATENÇÃO
Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
(Notavisa)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 701 0450
Endereço eletrônico da empresa: www.ourofinoagro.com.br
Correio Eletrônico da empresa: www.ourofinoagro.com.br/contato/
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Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório
Efeitos agudos:
DL 50 oral em ratos: >2000mg/kg p.c.
DL 50 dérmica em ratos: >2000 mg/kg p.c.
CL 50 inalatória em ratos: >2,439 mg/L/4h.
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: não irritante dérmico. A substância-teste, quando aplicada na pele de coelhos,
não produziu sinais clínicos de irritação.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: não irritante ocular nas condições do teste. A substância-teste aplicada no olho
dos coelhos produziu: irite, hiperemia na conjuntiva, secreção e quemose em 3/3 dos olhos testados. Todos os sinais
de irritação foram revertidos em 72 horas após o tratamento para 3/3 dos olhos testados.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante.
Sensibilização respiratória: não foram conduzidos estudos em animais de experimentação.
Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa (teste de
Ames) nem no teste do micronúcleo em medula óssea de camundongos.
Efeitos crônicos:
Diflubenzurom: o diflubenzurom não foi genotóxico em estudos in vitro e in vivo e não apresentou evidências de
potencial carcinogênico em estudos em ratos e camundongos pela via oral. A substância não apresentou efeitos
tóxicos sobre os parâmetros reprodutivos de ratos e também não apresentou potencial fetotóxico e teratogênico em
ratos e coelhos. Em estudos de toxicidade repetida em camundongos, ratos e cães, os principais alvos de toxicidade
do diflubenzurom foram os eritrócitos, seguidos de efeitos secundários no baço e no fígado (consistente com anemia
hemolítica). Os cães foram considerados como a espécie mais sensível aos efeitos hematológicos do diflubenzurom.
Em estudo de um ano em cães foi estabelecido o NOAEL 10 mg/kg p.c./dia e LOAEL de 50 mg/kg p.c./dia com base
nos sinais de hematotoxicidade (pigmentação hepática, alterações no peso do fígado e do baço e
metemoglobinemia).
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INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros
de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta)
metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar,
prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros
materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de
Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa OURO FINO QUÍMICA S.A - telefone de Emergência: 0800
707 7022.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor
e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos
d’água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque
em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso,
consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em
um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental
mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das
proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de pó químico seco, CO 2 ou neblina de água, ficando a favor do vento para
evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção
Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
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• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento,
adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical
durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque
de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o
jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a
tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário,
ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será
facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a
devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela
Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
BULA UNANIMEBR_ATUAL_IBAMA_ 28.12.2023_V.03
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA
E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do
telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados
com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais competentes.
5.TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não possam ser
transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL E
MUNICIPAL
PARANÁ: Restrição de uso para a cultura do arroz e para os alvos Diaphorina citri, Phyllocnistis citrella e
Phyllocoptruta oleivora em citros