Turuna
Globachem Proteção de Cultivos do Brasil Ltda. - Campinas/SP
Herbicida
24-D (ácido ariloxialcanóico) (447 g/L) + picloram (ácido piridinocarboxílico) (114 g/L)

Informações

Número de Registro
14207
Marca Comercial
Turuna
Formulação
SL - Concentrado Solúvel
Ingrediente Ativo
24-D (ácido ariloxialcanóico) (447 g/L) + picloram (ácido piridinocarboxílico) (114 g/L)
Titular de Registro
Globachem Proteção de Cultivos do Brasil Ltda. - Campinas/SP
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Seletivo de ação sistêmcia
Classe Toxicológica
Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Pastagens
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Pastagens
Physalis angulata
balão-rajado; balãozinho (3); joá-de-capote (3)
Pastagens
Plantago major
plantagem (1); tanchagem (2); tanchagem-maior
Pastagens
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Pastagens
Solanum sisymbriifolium
arrebenta-cavalo (1); joá (1); joá-bravo (1)
Pastagens
Synedrellopsis grisebachii
agrião-do-pasto; agriãozinho; poejinho
Pastagens
Vernonia ferruginea
assa-peixe (1); assa-peixe-de-santana; assa-peixe-do-pará
Pastagens
Vernonia polyanthes
assa-peixe (2); assa-peixe-branco; cambará-açú
Pastagens
Vernonia westiniana
assa-peixe (3); assa-peixe-roxo (2); chamarrita (1)

Conteúdo da Bula

                                    TURUNA®
                    Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária sob nº 014207


COMPOSIÇÃO:
Sal triisopropanolamina do (4-amino-3,5,6-trichloropyridine-2-carboxylic acid)
(PICLORAM, sal triisopropanolamina)...........................................................114 g/L (11,4% m/v)
Equivalente ácido (PICLORAM) ........................................................................64 g/L (6,4% m/v)
Sal triisopropanolamina do (2,4-dichlorophenoxy)acetic acid (2,4-D, sal
triisopropanolamina).......................................................................................447 g/L (44,7% m/v)
Equivalente ácido (2,4-D) ..............................................................................240 g/L (24,0% m/v)
Outros Ingredientes…………....................................................................602,3 g/L (60,23% m/v)

               GRUPO                                         O                                  HERBICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO

CLASSE: Herbicida seletivo, de ação sistêmica
GRUPO QUÍMICO: ácido piridinocarboxílico e ácido ariloxialcanóico.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL)

TITULAR DO REGISTRO (*):
Globachem Proteção de Cultivos do Brasil Ltda.
Rua Doutor Emílio Ribas, 174 - sala 12, Cambuí
CEP 13.025-140 – Campinas/SP - Tel.: (19) 3254-6033
CNPJ: 43.741.357/0001-33 Registro CDA/SP nº 4326
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
PICLORAM TÉCNICO (Reg. MAPA: 010206)
Hebei Wanquan Pesticide Factory
P.O. No. 076250 Kongjiazhuang, Wanquan, Hebei - P. R. China

PICLORAM TÉCNICO BIDE (Reg. MAPA: TC02222)
Hunan Bide Biochemical Technology Co., Ltd.
Ruxi Chemical IndustrialZone, Linxiang, Yueyang 414300 – Hunan Province – China

PICLORAM TÉCNICO BRA - (Reg. MAPA: 9410)
Zhejiang Yongnong Chem. Ind. Co., Ltd.
Lantian, Yongqiang – Whenzhou – 325024 – China

2,4-D TÉCNICO (Reg. MAPA: 07607)
Jingjiang Wintafone Chemical Co., Ltd.
Gushan Road No. 98, Jingjiang City, Jiangsu - P. R. China

2,4-D ÁCIDO SECO TÉCNICO (Reg. MAPA: 01638803)
Dow AgroSciences LLC
701 Washington Street, Midland, Michigan 48640 - Estados Unidos da América
Atanor S.C.A.
Paula Albarracin de Sarmiento, s/nº - Rio Tercero – Pcia de Córdoba – Argentina.
Dow Agrosciences Southern África (PTY) LTD.
Old Mill Site – Canelands 4341 – Durban 4000 – África do Sul.




                                                                                            TURUNA_BULA_AGROFIT_20250912_V9
Atul Limited.
Atul – 396020 – Gujarat – Índia

Polaquimia S.A.
Km 144 Carretera Federal México – Veracruz – San Cosme Xaloztoc – Tiaxcala – México

2,4-D TÉCNICO AL (Reg. MAPA: 07314)
Atul Limited
Atul, Dist. Valsad 396020, Gujarat, India

2,4-D TECNICO GLB (Reg. MAPA: 06318)
CAC Nantong Chemical Co., Ltd
(Fourth Huanghai Road), Yangkou Chemical Industrial Park Rudong County 226407, Nantong,
Jiangsu, China

2,4-D STK TECNICO (Reg. MAPA: TC07421)
Shandong Keyuan Chemical Co., Ltd
Yinhai Industrial Park, 261413 Laizhou, Shandong, China

2,4-D TECNICO BIORISK (Reg. MAPA: 04215)
Meghmani Industries Limited
Plot No. CH-1 & CH-2/A, G.I.D.C. Industrial Estate, Dahej, Dist. Bharuch 392130, Taluka Vatva,
Gujarat – Índia

FORMULADOR:
CAC Nantong Chemical Co., Ltd.
(Fourth Huanghai Road) Yangkou Chemical Industrial Park, Rudong County 226407 Nantong,
Jiangsu, China

Hebei Wanquan Pesticide Factory
P.O. No. 076250 Kongjiazhuang, Wanquan, Hebei, P. R. China

Lier Chemical Co., Ltd.
Economy and Technical Development Zone, Mianyang, Sichuan Province 62100 - P. R. China

Jadesheen Chemical Co., Ltd.
901, Nº 299, North Tongdu Road 214400 Jiangyin, Jiangsu, China

Jiamusi Heilong Agricultural and Industrial Chemical Co. Ltd.
114 Changan Road, Jiamusi City, Heilongjiang Province 154005, P.R. China

Jiangxi Tianyu Chemical Co., Ltd.
Yanhua Road, Xingan Salt Chemical Industry Park 331300 Xingan, Jiangxi, China

Jingjiang Wintafone Chemical Co. Ltd.
Gushan Road no. 98, Jingjiang City, Jiangsu 214500, P.R. China

Meghmani Organics Limited
Plot No. CH-1 & CH-2/A, G.I.D.C. Industrial Estate, Dahej-392130, Tal: Vagra, Dist: Bharuch,
Gujarat, India

Shandong Avilive Chemical Co., Ltd.
No.99 Zhengda Road, Linyi, Economic and Technological Development Zone, Shandong, China.

Suzhou Jiahui Chemical Co., Ltd.
Nº 45, Chunqiu Road, Huangdai Town, Xiang Cheng District 215152 Suzhou, Jiangsu, China

Lanxi Jinghang Biotechnology Co., Ltd.
Area B, Nvbu Industrial Park, Nvbu Street, Lanxi City, Jinhua City, Zhejiang Province, China.

                                                                      TURUNA_BULA_AGROFIT_20250912_V9
Adama Brasil S/A.
Rua Pedro Antônio de Souza, 400, Parque Rui Barbosa, CEP 86031-610 – Londrina/PR
CNPJ: 02.290.510/0001-76 – Registro no Estado nº 003263 - ADAPAR/PR

Avenida Júlio de Castilhos, 2085, CEP 95860-000 – Taquari/RS
CNPJ: 02.290.510/0004-19 – Registro no Estado nº 00001047/99 - SEAPA/RS

Agritec Indústria Brasileira de Herbicidas Ltda.
Av. dos Marins, 2.570, CEP 13403-130 - Piracicaba, SP
CNPJ: 51.059.970/0001-01 - Registro no Estado nº 029 - CDA/SP

Fersol Indústria e Comércio S/A
Rodovia Castello Branco Km 68,5, CEP 18120-970 - Mairinque, SP
CNPJ: 47.226.493/0001-46 - Registro no Estado nº 031 - CDA/SP

FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Antônio Carlos Guillaumon, 25 - Distrito Industrial III, CEP 38044-760 - Uberaba, MG
CNPJ: 04.136.367/0005-11 - Registro no Estado nº 701/2530/2006 - IMA/MG

Iharabras S.A. Indústrias Químicas
Avenida Liberdade, 1701, Cajuru do Sul – Sorocaba/SP
CNPJ: 61.142.550/0001-30 – Registro no Estado nº 008 - CDA/SP

Nortox S.A.
Rodovia BR 369, Km 197 – Arapongas/PR –
CNPJ: 75.263.400/0001-99 – Registro no Estado nº 466 - ADAPAR/PR

Rodovia BR 163, Km 116 – Rondonópolis/MT
CNPJ: 75.263.400/0011-60 – Registro no Estado nº 183/06 - INDEA/MT

Ouro Fino Química S.A.
Avenida Filomena Cartafina nº 22335, quadra 14, lote 5 – Uberaba/MG
CNPJ: 09.100.671/0001-07 – Registro no Estado nº 701-4896/2012 - IMA/MG

Prentiss Química Ltda.
Rodovia PR 423 Km 24,5, CEP: 83603-000 – Campo Largo/PR
CNPJ: 00.729.422/0001-00 – Registro no Estado nº 002669 - ADAPAR/PR

Servatis S. A.
Rod. Presidente Dutra, Km 300,5 - Pq. Embaixador, CEP 27537-000 - Resende, RJ
CNPJ: 06.697.008/0001-35 - Registro no Estado n° 15/07 – SEAPPA SDA/RJ

Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Av. Roberto Simonsen, 1459 – Bairro Recanto dos Pássaros, CEP: 13148-030 – Paulínia/SP
CNPJ: 03.855.423/0001-81 – Registro no Estado nº 477 - CDA/SP

Ultrafine Technologies Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Rua Alberto Guizo, 859 – Distrito Industrial João Narezzi. CEP: 13347-402 – Indaiatuba-SP
CNPJ: 50.025.469/0001-53 – Registro no Estado nº 466 - CDA/SP

Rua Bonifácio Rosso Ros, N°260, Bairro Cruz Alta, CEP: 13348-790, Indaiatuba/SP
CNPJ: 50.025.469/0004-04 - Registro no Estado nº 1248 - CDA/SP




                                                                     TURUNA_BULA_AGROFIT_20250912_V9
IMPORTADOR:
Gowan Produtos Agrícolas Ltda.
Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-533,
Campinas/SP - CNPJ: 67.148.692/0001-90 - Registro CDA/SP nº 234

Rodovia Presidente Castelo Branco 11.100, km 30,5, Mod 4, Bairro Jardim Maria Cristina,
Barueri-SP, CEP 06.421-400 - CNPJ: 67.148.692/0002-71 - Registro CDA/SP nº 935

Upl Do Brasil Indústria E Comércio De Insumos Agropecuários S.A.
Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, nº 2041 – andar 12 e 13 – Bloco E – CEP 04543-011
– São Paulo/SP - CNPJ: 62.182.092/0001-25 – Registro no Estado nº 009 - CDA/SP

Avenida Maeda, S/N Prédio Comercial, Térreo – Distr. Industrial – CEP 14500-000 –
Ituverava/SP - CNPJ: 02.974.733/0001-52 – Registro no Estado nº 1050 - CDA/SP

CCAB AGRO S.A.
Alameda Santos, 2159 – 6º. ANDAR- Cerqueira Cesar - CEP: 01419-100 - São Paulo, SP
CNPJ: 08.938.255/0001-01 - Registro no Estado nº 820 - CDA/SP

Lanxess Indústria e Poliuretanos e Lubrificantes Ltda
Av. Brasil, 5.333 - Distrito Industrial – CEP 13505-600 - Rio Claro, SP
CNPJ: 68.392.844/0001-69 - Registro no Estado nº 235 - CDA/SP

Albaugh Agro Brasil Ltda.
Rua Alexandre Dumas, 2.220 – 7º andar – Chacará Santo Antonio – CEP 04717-004 – São
Paulo/SP - CNPJ: 01.789.121/0001-27 - Registro no Estado nº 385 - CDA/SP

Fersol Indústria e Comércio S/A
Rod. Pres. Castello Branco, Km 68,5 – CEP 18120-970 - Mairinque, SP
CNPJ: 47.226.493/0001-46 – Registro no Estado nº 031 - CDA/SP

FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 150 - 1º andar - Jd. Madalena – CEP 13091-611 -
Campinas, SP - CNPJ: 04.136.367/0001-98 - Registro no Estado nº 423 - CDA/SP

Adama Brasil S/A.
Rua Pedro Antônio de Souza, 400, Parque Rui Barbosa – CEP 86031-610 – Londrina/PR
CNPJ: 02.290.510/0001-76 – Registro no Estado nº 003263 - ADAPAR/PR

Sipcam Nichino Brasil S.A.
Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III – CEP: 38044-755 - Uberaba – MG
CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro no Estado nº 2.972 - IMA

Rod. de Acesso à Via Anhanguera, 999-B - Distr. Industrial – CEP 14540-000 - Igarapava, SP
CNPJ: 23.361.306/0007-64 - Registro no Estado nº 530 - CDA/SP

Tradecorp do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas Ltda.
Rua Oriente, nº 55, Edifício Hemisphere – Norte-Sul, Salas 407/ 812, Bairro Chácara da Barra,
13090-740, Campinas/SP - CNPJ: 04.997.059/0001-57 – Registro no Estado nº 958 - CDA/SP

Hass & Arruda Ltda.
Rua Dom Pedro II, 560, Centro, CEP 78.700-220 - Rondonópolis/MT
CNPJ nº 08.304.698/0001-40 – Registro no Estado nº 15010 – INDEA/MT

Solus do Brasil Ltda.
Rodovia BR 376, nº 1441, Bairro Parque Industrial Zona Oeste II, CEP: 86800-762,
Apucarana/PR - CNPJ: 21.203.489/0001-79 ▪ Registro Adapar/PR nº 1007610




                                                                          TURUNA_BULA_AGROFIT_20250912_V9
Rodovia Governador Leonel de Moura Brizola, 386, Sala 8 – Boa Vista, CEP:99.500-000 –
Carazinho/RS - CNPJ:21.203.489/0002-50 ▪ Registro SEAPA/RS nº 10/20

Avenida dos Canários, 416S, Sala 01, Lote 01–Comercial Jose Aparecido Ribeiro, CEP:78450-
000 – Nova Mutum/MT - CNPJ: 21.203.489/0003-30 - Registro INDEA/MT nº 18739

Perterra Insumos Agropecuários S.A.
Av. Dr. Cardoso de Melo, 1450, conj. 801, Vila Olímpia, CEP 04548-005 - São Paulo, SP
CNPJ 33.824.613/0001-00 - Registro CDA/SP nº 4206

Agriconnection Importadora E Exportadora De Insumos Agricolas Ltda.
Alameda Rio Negro, 585 – sala 145 A, edificio Jaçari, Alphaville Industrial – CEP: 06454-000,
Barueri / SP - CNPJ 39.496.730/0001-60 – Registro no Estado: CDA / SP nº 4354

Rodovia Senador José Ermirio de Moraes, S/N, Km 11, Galpão 09, Varejão - CEP: 13314-012,
Itú / SP - CNPJ: 39.496.730/0009-18 - Registro no estado: CDA/SP nº 4410

Rodovia dos Imigrantes, S/N, Galpão 01, Sala 01, Zona Rural - CEP: 78099-899, Cuiabá / MT
CNPJ: 39.496.730/0002-41 - Registro no estado: INDEA/MT nº 29497

Rua Ronat Walter Sodré, 2800, Sala 09, Parque Industrial - CEP: 86200-000, Ibiporã / PR
CNPJ: 39.496.730/0008-37 - Registro no estado: ADAPAR/PR nº 1008310

Rodovia Presidente Castelo Branco, 11.100, Km 30,5 P36 Anexo 12, Jardim Maria Cristina -
CEP: 06421-400, Barueri / SP
CNPJ: 39.496.730/0015-66 – Registro no Estado: CDA/SP nº 4503

Sowin Agronegócio Ltda.
Avenida Jamaris, 100, cj. 708, Planalto Paulista, CEP: 04080-922 – São Paulo/SP
CNPJ: 48.644.897/0001-12 - Registro no estado nº 4422 – CDA/SP

Av. Constante Pavan, 4633, sala 225, Betel, CEP: 13148-198 – Paulínia/SP
CNPJ: 48.644.897/0002-01 – Registro no Estado: CDA/SP nº 4509

A Rua Projetada, 150, Armazem 1AJ, – Zona Rural, CEP: 78.099-899 – Cuiabá / MT
CNPJ: 48.644.897/0003-84 - Registro no Estado: INDEA / MT nº 37587

Rua C, Armz X, n. 290, Ondumar Maraba, CEP: 47852-732 – Luis Eduardo Magalhães / BA
CNPJ: 48.644.897/0004-65 – Registro no Estado: ADAB / BA nº 164125

Green Place Comércio E Distribuição Ltda.
Rua Américo Brasiliense, 1.923 - conj. 1103 - Chácara Santo Antônio CEP: 04715-005 - São
Paulo / SP - CNPJ: 26.401.815/0001-76 - Registro no Estado nº 1302 - CDA/SP

Rodovia BR 50, KM 185 – Galpão 34, Jardim Santa Clara, Uberaba / MG, CEP 38.038-050.
CNPJ: 26.401.815/0007-61 - Registro no Estado nº 19.382 - IMA/MG

Anel Viário SN, Quadra Área Lote 005B, Jardim Paraíso Acréscimo, Aparecida de Goiânia / GO,
CEP 74.984-321 - CNPJ: 26.401.815/0005-08 - Registro no Estado nº 3278/2023 –
AGRODEFESA / GO

Rodovia BR 163, KM 116, SN, Zona Rural, Rondonópolis / MT, CEP 78.750-899.
CNPJ: 26.401.815/0004-19 - Registro no Estado nº 31307 – INDEA/MT

Rodovia Ext. PR 090, Km 374,9, número 5900 – Zona Rural, Ibiporã/PR, CEP 86200-000
CNPJ: 26.401.815/0002-57 - Registro no Estado nº 1007782 – ADAPAR/PR




                                                                   TURUNA_BULA_AGROFIT_20250912_V9
AGROQUIMA PRODUTOS AGROPECUÁRIOS LTDA.
Avenida Castelo Branco, 6348, Quadra 47, lote 01 a 05 e12, Ipiranga – CEP: 74453-383,
Goiânia/GO
CNPJ: 01.626.951/0001-33 - Registro no Estado: AGRODEFESA/GO nº 0111/2018


                  No do lote ou partida:
                  Data de fabricação:               VIDE EMBALAGEM
                  Data de vencimento:


ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS
                            EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
                É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

 Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme
                previsto no art.4° do Decreto n°7.212, de 15 de junho de 2010)
                                           Combustível
                          Corrosivo ao cobre, latão, alumínio e ferro.

    CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA – CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
  CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III –
                 PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C




                                                                         TURUNA_BULA_AGROFIT_20250912_V9
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:

TURUNA é um herbicida seletivo de ação sistêmica, à base de picloram e 2,4-D, recomendado
para o controle pós-emergente de plantas daninhas dicotiledôneas anuais, bianuais ou perenes
em pastagens de gramíneas forrageiras estabelecidas, através de aplicação foliar em área total
ou dirigida sobre as reboleiras.

CULTURA, ALVOS, MODO DE APLICAÇÃO, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE
APLICAÇÃO:
                                                    Dose
  Cultura               Alvos                                          Época de Aplicação

                        Buva                                  Deve-se fazer uma aplicação ao ano,
                (Conyza bonariensis)                          quando as plantas daninhas a serem
                   Joá-de-capote             3,0 a 5,0 L/ha   controladas estiverem no estádio de 4 a
                 (Physalis angulata)                          6 folhas. Utilize a dose mais alta para as
                                                              plantas daninhas mais desenvolvidas.
                    Tanchagem
                  (Plantago major)
                  Assa-peixe-branco                           Deve-se fazer uma aplicação ao ano,
                (Vernonia polyanthes)                         quando as plantas daninhas a serem
                      Assa-peixe             4,0 a 5,0 L/ha   controladas estiverem no estádio de
Pastagem                                                      desenvolvimento vegetativo até o
                 (Vernonia ferruginea)
                      Guanxuma                                florescimento. Utilize a dose mais alta
                   (Sida cordifolia)                          para as plantas daninhas mais
                                                              desenvolvidas.
                   Assa-peixe-roxo                            Deve-se fazer uma aplicação ao ano,
                (Vernonia westiniana)                         quando as plantas daninhas a serem
                   Agrião-do-pasto              5,0 L/ha      controladas estiverem no estádio de
             (Synedrellopsis grisebachii)                     desenvolvimento vegetativo até o
                     Joá-bravo                                florescimento.
              (Solanum sisymbriifolium)
            Nº máximo de aplicações: 1/ano

            Volume de calda:
            - Aplicação terrestre: 200 – 300 L/ha
            - Aplicação aérea: 30 – 50 L/ha


MODO DE APLICAÇÃO:
TURUNA deve ser aplicado em volume de água suficiente para uma distribuição uniforme, e
pulverizado por meio de equipamento tratatorizado ou aéreo.
Para melhor molhabilidade e cobertura das plantas daninhas, adicione um espalhante adesivo
não-iônico ou óleo emulsionável, nas doses registradas.

Aplicação terrestre:
Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo e
número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do
pulverizador, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido
pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas
agrícolas.

Somente aplique com equipamentos tecnicamente adequados ao relevo do local, corretamente
regulados e calibrados, conforme a recomendação do fabricante do pulverizador e do
responsável pela aplicação.
O profissional que prescrever o uso do agrotóxico deverá recomendar a especificação do
equipamento adequado para correta aplicação.



                                                                          TURUNA_BULA_AGROFIT_20250912_V9
Recomendações de trabalho:

Tipo de ponta de pulverização - Utilize equipamentos adequados para a aplicação, conforme
recomendações da bula do produto. Aplicar somente com pontas de pulverização que
proporcionem redução de deriva, tal como pontas tipo leque com INDUÇÃO DE AR, para a
produção de gotas grossas a extremamente grossas.

- Pressão de trabalho no manômetro- 30-70 psi (lbf/pol²).
- Diâmetro de gotas: acima de 350 micra (gotas grossas ou superior).

As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor
interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas daninhas alvo, com a menor
evaporação possível das gotas do trajeto entre o orifício da ponta de pulverização e o alvo
biológico, com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de
inversão térmica (deslocamento vertical). Visando este objetivo, recomenda-se pulverizações
sob temperatura inferior a 30ºC, umidade relativa do ar acima de 55%, velocidade média do
vento entre 3 e 10 km/h, na ausência de orvalho, na presença de luz solar, evitando período de
chuva de até 6 horas após a aplicação.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento
de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das
gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento,
umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de
aplicar. Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem
prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.

A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados à
tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a
orientação de um engenheiro agrônomo.

Produto corrosivo ao ferro, cobre, latão e alumínio. Lave adequadamente os equipamentos de
aplicação após sua utilização.

É PROIBIDA A APLICAÇÃO COM EQUIPAMENTO MANUAL OU COSTAL


Aplicação aérea:
Os parâmetros de aplicação através de equipamento aéreo, como ângulo de barra, tipos e
número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade e altura de
voo, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do avião definido pelo fabricante
e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.

As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor
interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas daninhas alvo, com a menor
evaporação possível das gotas do trajeto entre o orifício da ponta de pulverização e o alvo
biológico, com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de
inversão térmica (deslocamento vertical). Visando este objetivo, recomenda-se pulverizações
sob temperatura inferior a 30ºC, umidade relativa do ar acima de 55%, velocidade média do vento
entre 3 e 10 km/h, na ausência de orvalho, na presença de luz solar, evitando período de chuva
de até 6 horas após a aplicação.

O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento
de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das


                                                                       TURUNA_BULA_AGROFIT_20250912_V9
gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento,
umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de
aplicar. Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem
prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.

A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados à
tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a
orientação de um engenheiro agrônomo.

Produto corrosivo ao ferro, cobre, latão e aluminio. Lave adequadamente os equipamentos de
aplicação após sua utilização

INTERVALO DE SEGURANÇA:

           Cultura               Intervalo de Segurança
          Pastagens                 Uso não alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

                           Modalidade de                INTERVALO DE REENTRADA*
        Cultura               Emprego
                                                   2h de atividades         8h de atividades
                             (Aplicação)
      Pastagens            Pós-emergência               5 dias (1)                23 dias (1)


* A entrada na cultura no período anterior ao intervalo de reentrada somente deve ser realizada
com a utilização pelos trabalhadores de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga
longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta hidrorrepelente e luvas. Os
intervalos de reentrada podem ser diferentes nas bulas dos produtos formulados caso a empresa
registrante tenha apresentado dados para a realização da avaliação de risco da exposição
ocupacional de seu produto formulado.
(1)
   Mantido em 24 horas para as situações de aplicações individuais nas plantas que se quer
eliminar

MEDIDAS DE MITIGAÇÃO DE RISCO PARA OS RESIDENTES E TRANSEUNTES DE ÁREAS
PRÓXIMAS DAS CULTURAS COM APLICAÇÃO DO AGROTÓXICO 2,4-D.
É exigida a manutenção de bordadura de, no mínimo, 10 metros livres de aplicação tratorizada
de produtos formulados contendo 2,4-D, conforme resultados da avaliação de risco da exposição
de residentes. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior
e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou
escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação.

INFORMAÇÕES ADICIONAIS:
- Para que haja boa absorção e translocação do produto nas plantas, aplique TURUNA quando
as plantas daninhas infestantes estiverem na fase de intenso metabolismo e desenvolvimento
vegetativo.
- Faça um levantamento prévio na área. A dose de produto a ser utilizada depende da espécie a
ser controlada e estágio de desenvolvimento.
- No caso de rebrota de plantas daninhas tratadas, faça nova aplicação do produto na estação
seguinte, quando as invasoras estiverem com área foliar suficiente para absorver a quantidade
de produto necessária para a completa eliminação das mesmas.
- Se a gramínea forrageira estiver muito alta na época da aplicação, solte os animais para
rebaixar a pastagem, facilitando a visualização das plantas a serem tratadas.
- Retire os animais da área, antes de realizar as aplicações do herbicida.



                                                                      TURUNA_BULA_AGROFIT_20250912_V9
- Para melhor recuperação da pastagem, após a aplicação de TURUNA, aguarde 60-90 dias
antes de soltar os animais na área. Isto também evitará que os animais eventualmente se
alimentem de plantas tóxicas que podem se tornar mais palatáveis após o tratamento herbicida.
- A limpeza do pulverizador deve ser realizada logo após o término das aplicações de
herbicidas hormonais para que não haja resíduos remanescentes em aplicações seguintes de
outras classes de produtos.
Estes resíduos também podem gerar problemas de contaminação de culturas vizinhas, caso haja
deriva de gotas pelo vento.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para a cultura indicada:
- Utilizado conforme as instruções de uso e nas doses recomendadas, TURUNA não causa
danos às pastagens de gramíneas forrageiras estabelecidas.
- A eficiência do TURUNA pode ser reduzida se ocorrerem chuvas até o período de 2 a 3 horas
após a aplicação. Interromper a aplicação quando houver previsão de precipitações
pluviométricas antes desse período.
- Respeitar uma área de bordadura (área não aplicada) mínima de 10 metros entre o local de
aplicação e áreas vizinhas com culturas sensíveis ao 2,4-D.
- TURUNA só deverá ser aplicado quando não houver perigo das espécies úteis a ele sensíveis,
tais como dicotiledôneas em geral, serem atingidas.
- São sensíveis a esse herbicida as culturas dicotiledôneas como algodão, tomate, batata, feijão,
soja, café, eucalipto, hortaliças, flores e outras espécies úteis sensíveis a herbicidas
mimetizadores de auxina.
- Evitar que o produto atinja, diretamente ou por deriva, as espécies úteis suscetíveis ao
herbicida.
- Não utilizar o equipamento que foi utilizado para aplicação de TURUNA, para aplicação de
outros produtos, em culturas suscetíveis.
- Não armazenar a calda de pulverização em quaisquer recipientes, ou mesmo, para aplicação
no dia subsequente.
- Não utilizar esterco de curral de animais que tenham pastado em área tratada com o produto,
por um período mínimo de 60 dias após o tratamento em área total, para adubar plantas ou
culturas úteis sensíveis ao produto.
- Por 2 a 3 anos, não plante culturas sensíveis em áreas que receberam aplicação de TURUNA,
ou faça teste semeando cultura altamente sensível ao produto antes do plantio comercial.
- Para aplicação tratorizada: o mesmo indivíduo não pode realizar as atividades de mistura,
abastecimento e aplicação.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
(VIDE as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA /
MS).

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
(VIDE as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA /
MMA).

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
(VIDE as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA /
MMA).

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:



                                                                      TURUNA_BULA_AGROFIT_20250912_V9
(VIDE as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA /
MMA).

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo
pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a
interferência das plantas daninhas e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos
preventivos de controle. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar
os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do
mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados
e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD:
www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos
Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA:
www.agricultura.gov.br)

           GRUPO                               O                          HERBICIDA

O produto herbicida TURUNA é composto por 2,4-D e Picloram, que apresentam mecanismo de
ação dos mimetizadores das auxinas, pertencentes ao Grupo O, segundo classificação
internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).




  MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA - ANVISA
              DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
  pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
  recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
  válvulas com a boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com
  vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;




                                                                      TURUNA_BULA_AGROFIT_20250912_V9
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas
  e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional
  habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
  primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
  longe do alcance de crianças e animais;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
  ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
  relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Produto extremamente irritante para os olhos.
- Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão de algodão
  hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas
  por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado
  (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3), óculos de segurança
  com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila;
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
  Individual (EPI) recomendados;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
  primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.



PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- É PROIBIDA A UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO MANUAL OU COSTAL.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
  (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
  estiver sendo aplicado o produto;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
  respeitando as melhores condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
  pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com
  mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas,
  botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra
  vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3), óculos de segurança com proteção
  lateral, touca árabe e luvas de nitrila;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
  aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
- Para aplicação tratorizada: o mesmo indivíduo não pode realizar as atividades de
  mistura, abastecimento e aplicação.



                                                                       TURUNA_BULA_AGROFIT_20250912_V9
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter
  os avisos até o final do período de reentrada;
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
  com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
  Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;
- Caso necessite entrar na área tratada com produto antes do término do intervalo de reentrada
  especificado para cada cultura, o trabalhador deve utilizar vestimenta simples de trabalho (calça
  e blusa de manga longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta
  hidrorrepelente e luvas.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
  aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
  (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas
  para evitar contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
  trancado, longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas
  da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
  aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de
  algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na
  seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
  protegida;
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do
  fabricante.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
  aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.



                                                Nocivo se ingerido
                             ATENÇÃO            Pode ser nocivo se inalado
                                                Provoca irritação ocular grave




 PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando
 a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.



                                                                        TURUNA_BULA_AGROFIT_20250912_V9
     • Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente,
     deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
     • Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de
     contato, retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em abundância
     durante, pelo menos, 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água
     de lavagem entre no outro olho.
     • Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis
     etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15
     minutos.
     • Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
     ventilado.
     A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis,
     por exemplo

                                   INTOXICAÇÕES POR TURUNA

                                       INFORMAÇÕES MÉDICAS


Grupo químico         PICLORAM: ácido piridinocarboxílico; 2,4-D: ácido ariloxialcanóico
Classe toxicológica   CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
Vias de exposição     Dérmica, inalatória e ocular.
                      Outras vias potenciais de exposição, como oral, não são esperadas considerando
                      a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados.
Toxicocinética        Picloram: a substância foi rápida de amplamente absorvida pela via oral, em ratos,
                      com absorção de mais de 80% da dose administrada dentro de 72 horas e pico de
                      concentração plasmática atingido em 5 minutos. O picloram foi, também,
                      amplamente distribuído, no entanto, com baixa detecção nos tecidos devido à
                      rápida excreção urinária, não apresentando, portanto, potencial de
                      bioacumulação. Não houve evidência de biotransformação em ratos com base na
                      ausência de metabólitos na urina e nas fezes, o que indica que o picloram foi
                      excretado em sua forma inalterada. A substância foi excretada principalmente pela
                      urina (77,5-84,7%) dentro de 72 horas, seguido por uma excreção biliar limitada
                      (5,5%).
                      2,4-D: em ratos, o 2,4-D foi rapidamente absorvido através do trato gastrointestinal
                      após administração oral (>90%, dentro de 48 horas), com pico de concentração
                      plasmática atingido em 4 horas. A substância foi amplamente distribuída, com
                      maiores concentrações detectadas nos rins e fígado, mas também foi detectada
                      no cérebro e no líquido cefalorraquidiano, após administração de doses repetidas.
                      Contudo, não houve evidência de bioacumulação nos tecidos. O 2,4-D possui alta
                      capacidade de ligação com proteínas plasmáticas, um dos fatores que propicia a
                      ampla distribuição no oraganismo. A biotransformação da substância foi limitada,
                      com excreção principalmente na sua forma inalterada, e uma pequena quantidade
                      na forma de conjugados, quase exclusivamente através da urina (85-94%) dentro
                      de 48 horas, seguido das fezes (2-11%).
Toxicodinâmica        Picloram: não são conhecidos os mecanismos de toxicidade em humanos ou
                      animais.
                      2,4-D: não são conhecidos os mecanismos de toxicidade em humanos. Em
                      animais de experimentação, a toxicidade renal induzida pelo 2,4-D foi relacionada
                      com sua capacidade de induzir peroxidação lipídica e estresse oxidativo.
Sintomas e sinais     Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos.
clínicos              Com base em estudos em animais de experimentação, o produto é nocivo se



                                                                          TURUNA_BULA_AGROFIT_20250912_V9
              ingerido e pode ser nocivo se inalado. O produto foi não irritante e não
              sensibilizante para a pele. No entanto, provocou irritação ocular grave.

              Picloram: não são conhecidos sintomas específicos em humanos. Sintomas
              inespecíficos de toxicidade aguda decorrentes da exposição a substâncias
              químicas podem ocorrer, como:
              Exposição dérmica: em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência
              e vermelhidão e/ou erupções cutâneas.
              Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato
              respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
              Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência
              e vermelhidão, conjuntivite e lacrimejamento.
              Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com
              vômito, náusea, dor abdominal e diarreia.
              Efeitos crônicos: não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição
              crônica em humanos.
              2,4-D: além das propriedades irritativas da substância, a exposição aguda oral
              e/ou inalatória a grandes quantidades de 2,4-D pode causar efeitos sistêmicos de
              toxicidade, incluindo efeitos no sistema nervoso central (SNC) e neuromuscular
              periférico, decorrentes da acidose metabólica.
              Exposição dérmica: em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência
              e vermelhidão.
              Exposição respiratória: se inalado, pode ocorrer irritação do trato respiratório
              superior, com tosse, ardência da boca, nariz e garganta, e nos casos mais graves,
              edema pulmonar. A inalação de grandes quantidades de poeiras ou aerossóis da
              substância pode causar efeitos sistêmicos como fraqueza, tontura, vertigem,
              mialgia, dor abdominal, náusea e vômito.
              Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar lesões oculares graves,
              com ardência, vermelhidão, redução da acuidade visual e fotofobia.
              Exposição oral: a ingestão pode causar dor e queimação na boca e garganta, e
              irritação do trato gastrointestinal com dor abdominal, vômito, náusea, diarreia, dor
              de cabeça, tontura e mal-estar. A ingestão de grandes quantidades pode resultar
              em efeitos sistêmicos como confusão mental, agitação, fraqueza muscular,
              câimbras, fasciculações, espasmos, mialgia, miotomia, hipertonia, ataxia,
              taquipneia, edema pulmonar, miose, nistagmo, hipotensão, taquicardia,
              bradpneia, hipertermia, acidose metabólica, alterações das funções hepáticas,
              trombocitopenia, anemia hemolítica, hipocalcemia, insuficiência renal e
              rabdomiólise. Em casos mais graves, podem ocorrer falência renal, falência
              cardiorrespiratória, hipercalemia, rigidez muscular generalizada, dano muscular,
              coma e morte.
              Efeitos crônicos: não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição
              crônica em humanos.
Diagnóstico   O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
              quadro clínico compatível.

Tratamento    CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar
              respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que
              presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas
              de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de
              forma a não se contaminar com o agente tóxico.

              Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar
              orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas
              sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e



                                                                  TURUNA_BULA_AGROFIT_20250912_V9
respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via
endovenosa. Avaliar estado de consciência.

Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções
orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter
adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessária
ventilação pulmonar assistida.

Medidas de Descontaminação e tratamento:
O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental
impermeáveis.

Exposição oral:
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
- Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo,
mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o
indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
- Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em caso de
intoxicação por picloram ou 2,4-D. Avaliar a necessidade de administração de
carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em
água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a
100 g; crianças: 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).
- Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada. Considerar
a lavagem gástrica somente após ingestão de uma quantidade potencialmente
perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro
de 1 hora).

Exposição inalatória:
Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória,
avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou
pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário.

Exposição dérmica:
Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação
cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos.
Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor
persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.

Exposição ocular:
Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura ambiente
por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou
fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento
específico.

ANTÍDOTO: não existe antídoto específico conhecido. Tratamento sintomático e
de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.

Medidas de eliminação extracorpórea:
- Considerar a diurese forçada e alcalinização urinária em casos de intoxicação
por 2,4-D e seus derivados para acelerar sua excreção. Portanto, é recomendada
a administração intravenosa de bicarbonato de sódio (44-88 mEq por litro) com




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                        intuito de manter o pH urinário acima de 7,6 e um débito urinário acima de 5
                        mL/kg/h.
                        - Deve-se monitorar cuidadosamente os níveis de eletrólitos séricos,
                        especialmente potássio e cálcio, assim como, a integridade da função renal e o
                        balanço de fluido administrado.
                        - Considerar a utilização de métodos dialíticos, como a hemodiálise, em casos de
                        intoxicação grave ou em casos particulares em que a administração excessiva de
                        líquidos não é recomendada.
Contraindicações        A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
                        pneumonite química.
                        A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das
                        vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados;
                        pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de
                        quantidade não significativa.
Efeitos das             Há indícios, em estudos em animais de experimentação, de possível sinergismo
interações químicas     tóxico entre picloram e 2,4-D.
ATENÇÃO                 TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS: Disque-
                        Intoxicação: 0800-722-6001.
                        Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT–
                        ANVISA/MS
                        As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
                        Agravos de Notificação Compulsória.
                        Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS).
                        Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
                        Telefone de Emergência da Empresa: (19) 3254-6033


    Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
    “Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.

    Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório
    Efeitos agudos:
    DL50 oral em ratos: >300-2000 mg/kg p.c.
    DL50 dérmica em ratos: >4000 mg/kg p.c.
    CL50 inalatória em ratos (4 horas): Não determinada nas condições do teste (>10,25 mg/L).
    Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto aplicado na pele de coelhos causou não
    causou sinais de irritação dérmica e, portanto, foi considerado não irritante para a pele.
    Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto aplicado nos olhos dos coelhos causou
    opacidade da córnea, irrite, hiperemia e quemose conjuntivais. Também foram observados
    alteração do brilho normal e secreção. O corante de fluoresceína sódica detectou alterações
    na superfície da córnea em 24, 48 e 72 horas. Os sinais de irritação foram completamente
    revertidos dentro de 7 dias após a aplicação. Nas condições do teste, o produto foi considerado
    irritante ocular grave.
    Sensibilização cutânea cobaias: não sensibilizante.
    Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica
    reversa em bactérias (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de
    camundongos.


    Efeitos crônicos:

    Picloram: em estudos de toxicidade crônica e subcrônica, conduzidos em ratos, camundongos
    e cães pela via oral, o fígado foi identificado como alvo primário de toxicidade nas três
    espécies. Os efeitos observados incluíram aumento do peso hepático e alterações
    histopatológicas como hipertrofia hepatocelular. Foram estabelecidos o NOAEL de 300 mg/kg


                                                                          TURUNA_BULA_AGROFIT_20250912_V9
p.c./dia em estudo de 90 dias em ratos e o NOAEL de 35 mg/kg p.c./dia em estudo de 1 ano
em cães. No estudo de 90 dias em camundongos não foi estabelecido NOAEL, pois, os efeitos
ocorreram na menor dose testada (1000 mg/kg p.c./dia). Não foi observado potencial
genotóxico em estudos in vitro e in vivo. O picloram não apresentou potencial carcinogênico
em estudos em ratos e camundongos.
Em estudo de duas gerações em ratos, não foi observada evidência de toxicidade reprodutiva.
O picloram não foi considerado teratogênico em estudos em ratos e coelhos. Em estudos de
toxicidade para o desenvolvimento em ratos, não foram observados efeitos fetotóxicos. Em
estudos em coelhos, foram observados efeitos tóxicos sobre o desenvolvimento fetal apenas na
maior dose testada e na presença de toxicidade materna, com NOAEL de 300 mg/kg p.c. para
efeitos para o desenvolvimento embriofetal.

2,4-D: em estudos de toxicidade repetida de médio e longo prazo, conduzidos em ratos,
camundongos e cães pela via oral, os rins foram identificados como principais órgãos-alvo de
toxicidade do 2,4-D, com base no aumento de peso relativo do órgão com alterações
histopatológicas e funcionais. Baseado nestes efeitos, estabeleceu-se o NOAEL de 1 mg/kg
p.c./dia em estudos de 90 dias, de 2 anos em ratos e camundongos, e em estudo de 52 semanas
em cães. O 2,4-D, incluindo seus sais e ésteres, não foi considerado genotóxico conforme os
resultados negativos de estudos in vitro e in vivo. Em estudos de toxicidade crônica em ratos e
camundongos, também não foram observadas evidências de carcinogenicidade.
Em estudos de toxicidade reprodutiva conduzidos em ratos, foram observados efeitos
reprodutivos (redução da fertilidade e da sobrevivência da prole, e aumento da duração do
período gestacional) e toxicidade para a prole (aumento da incidência de variações esqueléticas
e viscerais, redução do peso corpóreo, sinais clínicos de toxicidade e aumento da mortalidade),
apenas na presença de excessiva toxicidade parental com NOAEL de 40,2 mg/kg p.c./dia para
a toxicidade reprodutiva e 16,6 mg/kg p.c./dia para toxicidade para a prole. Nos estudos de
toxicidade para o desenvolvimento em ratos foi observada fetotoxicidade (aumento da
incidência de variações esqueléticas), também na presença de toxicidade materna e em doses
acima dos níveis de saturação renal. Nos estudos em coelhos, não foram observados efeitos
sobre o desenvolvimento embriofetal. Com base nestes achados, concluiu-se que o 2,4-D não
apresenta potencial teratogênico.

EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS:
Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em
humanos.

SINTOMAS DE ALARME:
Náusea, vômito, dor abdominal, sensação de queimação das mucosas, hipotensão, alterações
no sistema nervoso (tontura, vertigem, dor de cabeça, agitação, confusão mental) e alterações
neuromusculares (fraqueza muscular, câimbras, fibrilação muscular, fasciculações e espasmos).


DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:


PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:

Este produto é:

          Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
          Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
    X     Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
          Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)


Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
podendo atingir principalmente águas subterrâneas.


                                                                     TURUNA_BULA_AGROFIT_20250912_V9
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza
-Não utilize equipamentos com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d`água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação susceptível a danos. Observe as disposições constantes
na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aero agrícolas.

2. INTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- A construção deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas
ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa: GLOBACHEM PROTEÇÃO DE
CULTIVOS DO BRASIL LTDA - telefone de Emergência: (19) 3254-6033.
- Utilize o equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
PVC, óculos protetor máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d`água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio
de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado
não deverá ser mais utilizado. Neste caso, contate o registrante através do telefone indicado no
rótulo para a sua devolução final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado acima.
Corpos d`água: interrompa a captação para consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico ficando
a favor do vento para evitar intoxicações.

4. PROCEDIEMNTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI`s –
equipamentos de Proteção Individual – recomendados para preparo da calda do produto.

                                                                      TURUNA_BULA_AGROFIT_20250912_V9
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após
o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos;
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
-Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sobe pressão adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos.
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
- Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
são guardadas as embalagens cheias.


- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.


- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA



                                                                      TURUNA_BULA_AGROFIT_20250912_V9
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM SECUNDÁRIA (CAIXA DE TRANSPORTE – NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS.
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTE EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITO SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicando no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação final do produto é feita através da incineração em fornos para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.



                                                                      TURUNA_BULA_AGROFIT_20250912_V9
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPOENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os
agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamento ou
outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL
Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal
concernentes as atividades agrícolas.




                                                                     TURUNA_BULA_AGROFIT_20250912_V9
                                

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