Truzon
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. São Paulo/SP
Fungicida
ciprodinil (anilinopirimidina) (750 g/kg)
Informações
Número de Registro
41618
Marca Comercial
Truzon
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
ciprodinil (anilinopirimidina) (750 g/kg)
Titular de Registro
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. São Paulo/SP
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Sistêmico
Classe Toxicológica
Não Classificado - Produto Não Classificado
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Acelga
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Agrião
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Alface
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Alho
Alternaria porri
Crestamento; Mancha-púrpura
Alho
Botrytis cinerea
Mofo cinzento
Almeirão
Alternaria sonchi
Mancha-de-Alternaria; Mancha-foliar
Almeirão
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Amendoim
Alternaria alternata
Mancha-de-alternaria
Amendoim
Botrytis cinerea
Mofo-cinzento
Amendoim
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Batata
Alternaria solani
Pinta-preta; Pinta-preta-grande
Brócolis
Alternaria brassicae
Mancha-de-Alternaria; Mancha-preta
Caju
Erysiphe polygoni
Oídio; Oídio-do-cajueiro
Canola
Alternaria brassicae
Mancha-de-Alternaria
Canola
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo branco
Caqui
Botrytis cinerea
Mofo-cinzento; Podridão-da-flor
Carambola
Alternaria alternata
Mancha-de-alternaria
Cebola
Alternaria porri
Crestamento; Mancha-púrpura
Chalota
Alternaria porri
Alternaria púrpura
Chalota
Botrytis cinerea
Mofo cinzento
Chicória
Alternaria sonchi
Mancha-de-Alternaria; Mancha-foliar
Chicória
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Couve
Alternaria brassicae
Mancha-de-Alternaria; Mancha-preta
Couve-chinesa
Alternaria brassicae
Mancha- Alternaria
Couve-de-bruxelas
Alternaria brassicae
Mancha-Alternaria
Couve-flor
Alternaria brassicae
Mancha-de-Alternaria; Mancha-preta
Ervilha
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Espinafre
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Estévia
Alternaria steviae
Mancha-de-alternaria
Estévia
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Feijão
Alternaria alternata
Mancha-de-Alternaria
Feijão
Erysiphe polygoni
Oídio
Feijão
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Feijão-caupi
Alternaria alternata
Mancha-de-alternaria
Feijão-caupi
Erysiphe polygoni
Oídio
Feijão-fava
Alternaria alternata
Mancha-de-alternaria
Feijão-fava
Erysiphe polygoni
Oídio
Feijão-guandu
Alternaria alternata
Mancha-de-alternaria
Feijão-guandu
Erysiphe polygoni
Oídio
Feijão-mungo
Alternaria alternata
Mancha-de-alternaria
Feijão-mungo
Erysiphe polygoni
Oídio
Feijão-vagem
Alternaria alternata
Mancha-de-alternaria
Feijão-vagem
Erysiphe polygoni
Oídio
Figo
Botrytis cinerea
Mofo - Cinzento
Gergelim
Alternaria sesami
Mancha-de-alternaria
Gergelim
Sphaerotheca fuliginea
Oídio
Girassol
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-branca; Podridão-de-Sclerotinia
Goiaba
Botrytis cinerea
Mofo-Cinzento
Grão-de-bico
Botrytis cinerea
Mofo-cinzento
Grão-de-bico
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco
Kiwi
Alternaria alternata
Mancha-foliar
Kiwi
Botrytis cinerea
Mofo-cinzento
Lentilha
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco
Mamona
Alternaria ricini
Mancha de Alternaria
Maçã
Venturia inaequalis
Sarna; Sarna-da-macieira
Mostarda
Alternaria brassicae
Mancha-de-Alternaria
Mostarda
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Repolho
Alternaria brassicae
Mancha-de-Alternaria; Mancha-preta
Rúcula
Alternaria brassicae
Mancha-de-Alternaria; Mancha-preta
Rúcula
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Tomate
Alternaria solani
Mancha-de-Alternaria; Pinta-preta-grande
Uva
Botrytis cinerea
Mofo-cinzento; Podridão-da-flor
Conteúdo da Bula
TRUZON Bula Completa – 06.05.2025 Logomarca do produto Logotipo Syngenta TRUZON® Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 41618. COMPOSIÇÃO: 4-cyclopropyl-6-methyl-N-phenylpyrimidin-2-amine (CIPRODINIL)...750,0 g/kg (75,0 % m/m) Outros Ingredientes:..........................................................................250,0 g/kg (25,0% m/m) GRUPO D1 FUNGICIDA PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO CLASSE: FUNGICIDA SISTÊMICO GRUPO QUÍMICO: ANILINOPIRIMIDINA TIPO DE FORMULAÇÃO: GRÂNULOS DISPERSÍVEIS EM ÁGUA (WG) TITULAR DO REGISTRO: Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691, 11º e 13º andares, Torre Sigma, Bairro Várzea de Baixo, CEP: 04730-000, São Paulo/SP, Fone: (11) 5643- 2322, CNPJ: 60.744.463/0001-90 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 001. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: CYPRODINIL TÉCNICO – Registro MAPA nº 09399: Syngenta Crop Protection Monthey S.A. – Rue de I’lle-au-Bois - CH-1870 - Monthey - Suíça. FORMULADOR: Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rodovia Professor Zeferino Vaz - SP 332, s/nº, km 127,5 – Bairro Santa Terezinha – CEP: 13148-915 – Paulínia/SP – Brasil - CNPJ: 60.744.463/0010-80 – Fone: (19) 3874-5800 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 453. Syngenta Crop Protection Monthey S.A. – Rue de I’lle-au-Bois - CH-1870 - Monthey - Suíça. Iharabras S.A. Indústrias Químicas - Av. Liberdade, 1701, Cajuru do Sul, CEP: 18087-170, Sorocaba/SP - CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Cadastro na SAA/CDA/ SP sob nº 008. Sipcam Nichino Brasil S.A. - Rua Igarapava, 599, Distrito Industrial III, CEP: 38044-755, Uberaba/ MG - CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Cadastro IMA/MG sob nº 2.972. Exwold Technology Limited – Tofts Farm East, Tofts Farm (East) Industrial Estate TS25 2BW Hartlepool – Reino Unido da Grã Bretanha. Gowan Milling, LLC – 12300 East Country Eighth Street, 85365 – Yuma – Arizona – EUA. Chemark Zrt. - 06/75 hrsz. Berhida, Peremarton gyártelep, 8182, Hungria. S.T.I. Solfotecnica Italiana S.p.A. - Via Evangelista Torricelli 2, 48033, Cotignola, Ravenna, Itália. Syngenta Production France S.A.S. - 55, Rue du Fond du Val, F-27600 Saint Pierre La Garenne, França. MANIPULADOR: Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rua Bonifácio Rosso Ros, 260, Bairro: Cruz Alta, CEP: 13348-790, Indaiatuba/SP – CNPJ: 60.744.463/0096-50 - Cadastro da empresa no Estado (CDA) nº 4476. 1 TRUZON Bula Completa – 06.05.2025 “O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo Syngenta”. No do Lote ou Partida: Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM Data de Vencimento: ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER. É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE. É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA. INDÚSTRIA BRASILEIRA (Dispor este termo quando houver processo fabril no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010) CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5- PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C. 2 TRUZON Bula Completa – 06.05.2025 INSTRUÇÕES DE USO: TRUZON é um fungicida de ação sistêmica do grupo químico das anilinopirimidinas, indicado para o controle de doenças nas culturas conforme as recomendações a seguir: DOENÇAS DOSES DE PRODUTO COMERCIAL VOLUME NÚMERO, ÉPOCA E CULTURAS NOME DE INTERVALO DE NOME g p.c./100 L CALDA APLICAÇÃO CIENTÍFIC g p.c./ha COMUM de água O Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no início dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se necessário em intervalos de até 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Se forem necessárias Aplicação mais aplicações, Terrestre: complementar com 200 L/ha fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as Mofo- Sclerotinea ACELGA - 250-750 doses mais baixas sob branco sclerotiorum Aplicação condições de menor pressão Aérea: da doença e utilização de 20 a 40 variedades tolerantes. Já as L/ha doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no início dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se necessário em intervalos de até 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Se forem necessárias Aplicação mais aplicações, Terrestre: complementar com 200 L/ha fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as Mofo- Sclerotinea AGRIÃO - 250-750 doses mais baixas sob branco sclerotiorum Aplicação condições de menor pressão Aérea: da doença e utilização de 20 a 40 variedades tolerantes. Já as L/ha doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. 3 TRUZON Bula Completa – 06.05.2025 DOENÇAS DOSES DE PRODUTO COMERCIAL VOLUME NÚMERO, ÉPOCA E CULTURAS NOME DE INTERVALO DE NOME g p.c./100 L CALDA APLICAÇÃO CIENTÍFIC g p.c./ha COMUM de água O Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no início dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se necessário em intervalos de até 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Se forem necessárias Aplicação mais aplicações, Terrestre: complementar com 200 a 400 fungicida(s) de outro(s) L/ha Mofo- grupo(s) químico(s). Utilizar as Sclerotinia ALFACE branco - 250-750 doses mais baixas sob sclerotiorum condições de menor pressão Aplicação da doença e utilização de Aérea: variedades tolerantes. Já as 20 a 40 doses maiores, utilizar em L/ha situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. Mancha- Alternaria púrpura porri Aplicação Aplicar logo ao aparecimento Terrestre: dos primeiros sintomas e 375 600 L/ha ALHO reaplicar a cada 7 dias - totalizando 3-4 aplicações / safra. Mofo- Botrytis cinzento cinerea Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no início dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se necessário em intervalos de até 7 dias. Realizar no máximo Mancha-de- Alternaria 3 aplicações por ciclo da alternaria sonchi cultura. Se forem necessárias Aplicação mais aplicações, Terrestre: complementar com 200 L/ha fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as ALMEIRÃO - 250-750 doses mais baixas sob Aplicação condições de menor pressão Aérea: da doença e utilização de 20 a 40 variedades tolerantes. Já as L/ha doses maiores, utilizar em situações de maiores Mofo- Sclerotinea pressões da doença branco sclerotiorum (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. 4 TRUZON Bula Completa – 06.05.2025 DOENÇAS DOSES DE PRODUTO COMERCIAL VOLUME NÚMERO, ÉPOCA E CULTURAS NOME DE INTERVALO DE NOME g p.c./100 L CALDA APLICAÇÃO CIENTÍFIC g p.c./ha COMUM de água O Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no início dos primeiros sintomas Mancha-de- Alternaria da doença, reaplicando se Alternaria alternata necessário em intervalos de até 7 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. Se forem necessárias mais aplicações, Aplicação complementar com Terrestre: fungicida(s) de outro(s) Mofo- Botrytis 400 L/ha grupo(s) químico(s). Utilizar as AMENDOIM cinzento cinerea - 1000-1400 doses mais baixas sob Aplicação condições de menor pressão Aérea: da doença e utilização de 20 a 40 variedades tolerantes. Já as L/ha doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença Mofo- Sclerotinia (utilização de variedades mais branco sclerotiorum suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. Aplicação Terrestre: Aplicar logo ao aparecimento 500 L/ha dos primeiros sintomas, Alternaria Pinta-preta reaplicar a cada 7 dias, BATATA solani - 250 Aplicação totalizando 3-4 Aérea: aplicações/safra. 20 a 40 L/ha Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no início dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se necessário em intervalos de até 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Se forem necessárias Aplicação mais aplicações, Terrestre: complementar com 500 L/ha fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as Mancha-de- Alternaria BRÓCOLIS - 250-750 doses mais baixas sob alternaria brassicae Aplicação condições de menor pressão Aérea: da doença e utilização de 20 a 40 variedades tolerantes. Já as L/ha doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. 5 TRUZON Bula Completa – 06.05.2025 DOENÇAS DOSES DE PRODUTO COMERCIAL VOLUME NÚMERO, ÉPOCA E CULTURAS NOME DE INTERVALO DE NOME g p.c./100 L CALDA APLICAÇÃO CIENTÍFIC g p.c./ha COMUM de água O Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no início dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se necessário em intervalos de até 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Se forem necessárias Aplicação mais aplicações, Terrestre: complementar com 500 L/ha fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as Oídio-do- Erysiphe CAJU - 250-750 doses mais baixas sob cajueiro polygoni Aplicação condições de menor pressão Aérea: da doença e utilização de 20 a 40 variedades tolerantes. Já as L/ha doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no início dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se necessário em intervalos de até 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Se forem necessárias Aplicação mais aplicações, Terrestre: complementar com 500 L/ha fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as Mofo- Botrytis CAQUI - 250-750 doses mais baixas sob cinzento cinerea Aplicação condições de menor pressão Aérea: da doença e utilização de 20 a 40 variedades tolerantes. Já as L/ha doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. 6 TRUZON Bula Completa – 06.05.2025 DOENÇAS DOSES DE PRODUTO COMERCIAL VOLUME NÚMERO, ÉPOCA E CULTURAS NOME DE INTERVALO DE NOME g p.c./100 L CALDA APLICAÇÃO CIENTÍFIC g p.c./ha COMUM de água O Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no início dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se necessário em intervalos de Mancha-de- Alternaria até 7 dias. Realizar no máximo alternaria brassicae 2 aplicações por ciclo da cultura. Se forem necessárias mais aplicações, Aplicação complementar com Terrestre: fungicida(s) de outro(s) 200 L/ha grupo(s) químico(s). Utilizar as CANOLA - 1400 doses mais baixas sob Aplicação condições de menor pressão Aérea: da doença e utilização de 20 a 40 variedades tolerantes. Já as L/ha doses maiores, utilizar em Mofo- Sclerotinia situações de maiores branco sclerotiorum pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no início dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se necessário em intervalos de até 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Se forem necessárias Aplicação mais aplicações, Terrestre: complementar com 500 L/ha fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as Mancha-de- Alternaria CARAMBOLA - 250-750 doses mais baixas sob alternaria alternata Aplicação condições de menor pressão Aérea: da doença e utilização de 20 a 40 variedades tolerantes. Já as L/ha doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. Aplicar logo ao aparecimento Aplicação dos primeiros sintomas, Mancha- Alternaria CEBOLA - 375 Terrestre: reaplicar a cada 7 dias, púrpura porri 600 L/ha totalizando 3-4 aplicações/safra. Mancha- Alternaria púrpura porri Aplicar logo ao aparecimento - Aplicação CHALOTA dos primeiros sintomas e 375 Terrestre: reaplicar a cada 7 dias 600 L/ha totalizando 3-4 aplicações / safra. Mofo- Botrytis cinzento cinerea 7 TRUZON Bula Completa – 06.05.2025 DOENÇAS DOSES DE PRODUTO COMERCIAL VOLUME NÚMERO, ÉPOCA E CULTURAS NOME DE INTERVALO DE NOME g p.c./100 L CALDA APLICAÇÃO CIENTÍFIC g p.c./ha COMUM de água O Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no início dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se necessário em intervalos de Mancha-de- Alternaria até 7 dias. Realizar no máximo alternaria sonchi 3 aplicações por ciclo da cultura. Se forem necessárias Aplicação mais aplicações, Terrestre: complementar com 200 L/ha fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as CHICÓRIA - 250-750 doses mais baixas sob Aplicação condições de menor pressão Aérea: da doença e utilização de 20 a 40 variedades tolerantes. Já as L/ha doses maiores, utilizar em situações de maiores Mofo- Sclerotinea pressões da doença branco sclerotiorum (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no início dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se necessário em intervalos de até 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Se forem necessárias Aplicação mais aplicações, Terrestre: complementar com 500 L/ha fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as Mancha-de- Alternaria COUVE - 250-750 doses mais baixas sob alternaria brassicae Aplicação condições de menor pressão Aérea: da doença e utilização de 20 a 40 variedades tolerantes. Já as L/ha doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. 8 TRUZON Bula Completa – 06.05.2025 DOENÇAS DOSES DE PRODUTO COMERCIAL VOLUME NÚMERO, ÉPOCA E CULTURAS NOME DE INTERVALO DE NOME g p.c./100 L CALDA APLICAÇÃO CIENTÍFIC g p.c./ha COMUM de água O Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no início dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se necessário em intervalos de até 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Se forem necessárias Aplicação mais aplicações, Terrestre: complementar com 500 L/ha fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as COUVE- Mancha-de- Alternaria - 250-750 doses mais baixas sob CHINESA alternaria brassicae Aplicação condições de menor pressão Aérea: da doença e utilização de 20 a 40 variedades tolerantes. Já as L/ha doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no início dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se necessário em intervalos de até 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Se forem necessárias Aplicação mais aplicações, Terrestre: complementar com 500 L/ha fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as COUVE-DE- Mancha-de- Alternaria - 250-750 doses mais baixas sob BRUXELAS alternaria brassicae Aplicação condições de menor pressão Aérea: da doença e utilização de 20 a 40 variedades tolerantes. Já as L/ha doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. 9 TRUZON Bula Completa – 06.05.2025 DOENÇAS DOSES DE PRODUTO COMERCIAL VOLUME NÚMERO, ÉPOCA E CULTURAS NOME DE INTERVALO DE NOME g p.c./100 L CALDA APLICAÇÃO CIENTÍFIC g p.c./ha COMUM de água O Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no início dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se necessário em intervalos de até 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Se forem necessárias Aplicação mais aplicações, Terrestre: complementar com 500 L/ha fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as Mancha-de- Alternaria COUVE-FLOR - 250-750 doses mais baixas sob alternaria brassicae Aplicação condições de menor pressão Aérea: da doença e utilização de 20 a 40 variedades tolerantes. Já as L/ha doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no início dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se necessário em intervalos de até 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Se forem necessárias Aplicação mais aplicações, Terrestre: complementar com 200 L/ha fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as Mofo- Sclerotinea ESPINAFRE - 250-750 doses mais baixas sob branco sclerotiorum Aplicação condições de menor pressão Aérea: da doença e utilização de 20 a 40 variedades tolerantes. Já as L/ha doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. 10 TRUZON Bula Completa – 06.05.2025 DOENÇAS DOSES DE PRODUTO COMERCIAL VOLUME NÚMERO, ÉPOCA E CULTURAS NOME DE INTERVALO DE NOME g p.c./100 L CALDA APLICAÇÃO CIENTÍFIC g p.c./ha COMUM de água O Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no início dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se necessário em intervalos de até 7 dias. Realizar no máximo Mancha-de- Alternaria 3 aplicações por ciclo da alternaria steviae cultura. Se forem necessárias Aplicação mais aplicações, Terrestre: complementar com 200 L/ha fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as ESTÉVIA - 250-750 doses mais baixas sob Aplicação condições de menor pressão Aérea: da doença e utilização de 20 a 40 variedades tolerantes. Já as L/ha doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença Mofo- Sclerotinea (utilização de variedades mais branco sclerotiorum suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no início dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se necessário em intervalos de Mofo- Sclerotinia até 7 dias. Realizar no máximo branco sclerotiorum 2 aplicações por ciclo da cultura. Se forem necessárias mais aplicações, Aplicação complementar com Terrestre: fungicida(s) de outro(s) 400 L/ha grupo(s) químico(s). Utilizar as ERVILHA - 1000-1400 doses mais baixas sob Aplicação condições de menor pressão Aérea: da doença e utilização de 20 a 40 variedades tolerantes. Já as L/ha doses maiores, utilizar em situações de maiores Septoriose Septoria pisi pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. Iniciar as aplicações de forma totalmente preventiva, no início do florescimento. Aplicação Reaplicar a cada 7 dias, Terrestre: totalizando no máximo 2 400 L/há aplicações/safra. Utilizar a Mofo- Sclerotinia FEIJÃO - 1000-1400 maior dose, para situações de branco sclerotiorum Aplicação maiores pressões da doença Aérea: (histórico da doença na 20 a 40 região), associado a L/ha condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. 11 TRUZON Bula Completa – 06.05.2025 DOENÇAS DOSES DE PRODUTO COMERCIAL VOLUME NÚMERO, ÉPOCA E CULTURAS NOME DE INTERVALO DE NOME g p.c./100 L CALDA APLICAÇÃO CIENTÍFIC g p.c./ha COMUM de água O Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no início dos primeiros sintomas Mancha-de- Alternaria da doença, reaplicando se Alternaria alternata necessário em intervalos de até 7 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. Se forem necessárias mais aplicações, Aplicação complementar com Terrestre: fungicida(s) de outro(s) 400 L/ha grupo(s) químico(s). Utilizar as FEIJÕES - 1000-1400 doses mais baixas sob Aplicação condições de menor pressão Aérea: da doença e utilização de 20 a 40 variedades tolerantes. Já as L/ha doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença Erysiphe (utilização de variedades mais Oídio suscetíveis e/ou histórico da polygoni doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no início dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se necessário em intervalos de até 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Se forem necessárias Aplicação mais aplicações, Terrestre: complementar com 500 L/ha fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as Mofo- Botrytis FIGO - 250-750 doses mais baixas sob cinzento cinerea Aplicação condições de menor pressão Aérea: da doença e utilização de 20 a 40 variedades tolerantes. Já as L/ha doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. 12 TRUZON Bula Completa – 06.05.2025 DOENÇAS DOSES DE PRODUTO COMERCIAL VOLUME NÚMERO, ÉPOCA E CULTURAS NOME DE INTERVALO DE NOME g p.c./100 L CALDA APLICAÇÃO CIENTÍFIC g p.c./ha COMUM de água O Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no início dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se necessário em intervalos de Mancha-de- Alternaria até 7 dias. Realizar no máximo Alternaria sesami 2 aplicações por ciclo da cultura. Se forem necessárias mais aplicações, Aplicação complementar com Terrestre: fungicida(s) de outro(s) 200 L/ha grupo(s) químico(s). Utilizar as GERGELIM - 1400 doses mais baixas sob Aplicação condições de menor pressão Aérea: da doença e utilização de 20 a 40 variedades tolerantes. Já as L/ha doses maiores, utilizar em situações de maiores Sphaerothe pressões da doença Oídio ca fuliginea (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. Aplicação Terrestre: Iniciar as aplicações de forma 200 L/há totalmente preventiva, no Mofo- Sclerotinia início do florescimento. GIRASSOL - 1400 branco sclerotiorum Aplicação Reaplicar a cada 7 dias, Aérea: totalizando no máximo 2 20 a 40 aplicações/safra. L/ha Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no início dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se necessário em intervalos de Mofo- Botrytis até 7 dias. Realizar no máximo cinzento cinerea 2 aplicações por ciclo da cultura. Se forem necessárias mais aplicações, Aplicação complementar com Terrestre: fungicida(s) de outro(s) 400 L/ha grupo(s) químico(s). Utilizar as GRÃO-DE-BICO - 1000-1400 doses mais baixas sob Aplicação condições de menor pressão Aérea: da doença e utilização de 20 a 40 variedades tolerantes. Já as L/ha doses maiores, utilizar em situações de maiores Mofo- Sclerotinia pressões da doença branco sclerotiorum (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. 13 TRUZON Bula Completa – 06.05.2025 DOENÇAS DOSES DE PRODUTO COMERCIAL VOLUME NÚMERO, ÉPOCA E CULTURAS NOME DE INTERVALO DE NOME g p.c./100 L CALDA APLICAÇÃO CIENTÍFIC g p.c./ha COMUM de água O Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no início dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se necessário em intervalos de até 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Se forem necessárias Aplicação mais aplicações, Terrestre: complementar com 500 L/ha fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as Mofo- Botrytis GOIABA - 250-750 doses mais baixas sob cinzento cinerea Aplicação condições de menor pressão Aérea: da doença e utilização de 20 a 40 variedades tolerantes. Já as L/ha doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no início dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se necessário em intervalos de até 7 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. Se forem necessárias mais aplicações, Aplicação complementar com Terrestre: fungicida(s) de outro(s) 400 L/ha grupo(s) químico(s). Utilizar as Mofo- Sclerotinia LENTILHA - 1000-1400 doses mais baixas sob branco sclerotiorum Aplicação condições de menor pressão Aérea: da doença e utilização de 20 a 40 variedades tolerantes. Já as L/ha doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. Iniciar as aplicações quando a cultura apresentar 50% das gemas com pontas verdes Aplicação (estágio fenológico “C”) e Sarna-da- Venturia Terrestre: prosseguir até o final do MAÇÃ 20 - macieira inaequalis 800 a florescimento, totalizando 3-4 2000 L/ha aplicações. Posteriormente, prosseguir com produtos triazois e/ou outros fungicidas. 14 TRUZON Bula Completa – 06.05.2025 DOENÇAS DOSES DE PRODUTO COMERCIAL VOLUME NÚMERO, ÉPOCA E CULTURAS NOME DE INTERVALO DE NOME g p.c./100 L CALDA APLICAÇÃO CIENTÍFIC g p.c./ha COMUM de água O Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no início dos primeiros sintomas Mancha-de- Alternaria da doença, reaplicando se alternaria ricini necessário em intervalos de até 7 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. Se forem necessárias mais aplicações, Aplicação complementar com Terrestre: fungicida(s) de outro(s) 400 L/ha grupo(s) químico(s). Utilizar as MAMONA - 1400 doses mais baixas sob Aplicação condições de menor pressão Aérea: da doença e utilização de 20 a 40 variedades tolerantes. Já as L/ha doses maiores, utilizar em situações de maiores Mofo- Botrytis pressões da doença cinzento ricini (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no início dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se Mancha-de- Alternaria necessário em intervalos de alternaria brassicae até 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Se forem necessárias Aplicação mais aplicações, Terrestre: complementar com 200 L/ha fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as MOSTARDA - 250-750 doses mais baixas sob Aplicação condições de menor pressão Aérea: da doença e utilização de 20 a 40 variedades tolerantes. Já as L/ha doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença Mofo- Sclerotinea (utilização de variedades mais branco sclerotiorum suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. 15 TRUZON Bula Completa – 06.05.2025 DOENÇAS DOSES DE PRODUTO COMERCIAL VOLUME NÚMERO, ÉPOCA E CULTURAS NOME DE INTERVALO DE NOME g p.c./100 L CALDA APLICAÇÃO CIENTÍFIC g p.c./ha COMUM de água O Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no início dos primeiros sintomas Mancha-de- Alternaria da doença, reaplicando se alternaria alternata necessário em intervalos de até 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Se forem necessárias Aplicação mais aplicações, Terrestre: complementar com 500 L/ha fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as QUIUÍ - 250-750 doses mais baixas sob Aplicação condições de menor pressão Aérea: da doença e utilização de 20 a 40 variedades tolerantes. Já as L/ha doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais Mofo- Botrytis suscetíveis e/ou histórico da cinzento cinerea doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. ÉPOCA: Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no início dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se necessário em intervalos de até 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Aplicação Se forem necessárias mais Terrestre: aplicações, complementar 400 a 500 com fungicida(s) de outro(s) L/ha grupo(s) químico(s). Utilizar as Mancha-de- Alternaria REPOLHO - 250-750 doses mais baixas sob alternaria brassicae condições de menor pressão Aplicação da doença e utilização de Aérea: variedades tolerantes. Já as 20 a 40 doses maiores, utilizar em L/ha situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. 16 TRUZON Bula Completa – 06.05.2025 DOENÇAS DOSES DE PRODUTO COMERCIAL VOLUME NÚMERO, ÉPOCA E CULTURAS NOME DE INTERVALO DE NOME g p.c./100 L CALDA APLICAÇÃO CIENTÍFIC g p.c./ha COMUM de água O Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no início dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se necessário em intervalos de até 7 dias. Realizar no Mancha-de- Alternaria máximo 3 aplicações por ciclo alternaria brassicae da cultura. Se forem necessárias mais aplicações, Aplicação complementar com Terrestre: fungicida(s) de outro(s) 200 L/ha grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob RÚCULA - 250-750 Aplicação condições de menor pressão Aérea: da doença e utilização de 20 a 40 variedades tolerantes. Já as L/ha doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença Mofo- Sclerotinea (utilização de variedades branco sclerotiorum mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. Tomate envarado: Aplicar Aplicação logo ao aparecimento dos TOMATE Mancha-de- Alternaria Terrestre: 37,5 - primeiros sintomas, reaplicar a ENVARADO Alternaria solani 600 a cada 7 dias, totalizando 3-4 1200 L/ha aplicações/safra. Tomate rasteiro: Aplicar logo Aplicação ao aparecimento dos TOMATE Mancha-de- Alternaria Terrestre: - 375 primeiros sintomas, reaplicar a RASTEIRO Alternaria solani 600 a cada 7 dias, totalizando 3-4 1200 L/ha aplicações/safra. ÉPOCA: Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no início dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se necessário em intervalos de até 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Aplicação Se forem necessárias mais Terrestre: aplicações, complementar 500 L/ha com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as Mofo- Botrytis UVA 250-750 doses mais baixas sob cinzento cinerea Aplicação condições de menor pressão Aérea: da doença e utilização de 20 a 40 variedades tolerantes. Já as L/ha doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. 17 TRUZON Bula Completa – 06.05.2025 MODO DE APLICAÇÃO: TRUZON deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, para as culturas registradas. A boa cobertura dos alvos aplicados (todos os tecidos da parte aérea das plantas) é fundamental para o sucesso de controle das doenças, independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta forma o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem balizar o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado. Aplicação terrestre: Volume de aplicação: CULTURA Volume de Calda Acelga 200 L/ha Agrião 200 L/ha Alface 200 – 400 L/ha Almeirão 200 L/ha Amendoim 400 L/ha Alho 600 L/ha Batata 500 L/ha Brócolis 500 L/ha Caju 400 L/ha Canola 200 L/ha Caqui 400 L/ha Carambola 400 L/ha Cebola 600 L/ha Chalota 600 L/ha Chicória 200 L/ha Couve 500 L/ha Couve-Chinesa 500 L/ha Couve-Flor 500 L/ha Couve-de-Bruxelas 500 L/ha Ervilha 400 L/ha Espinafre 200 L/ha Estévia 200 L/ha Feijão 400 L/ha Feijão-Caupi 400 L/ha Feijão-Fava 400 L/ha Figo 400 L/ha Gergelim 200 L/ha Girassol 200 L/ha Goiaba 400 L/ha Grão-de-Bico 400 L/ha Lentilha 400 L/ha Maçã 800 a 2000 L/ha Mamona 200 L/ha Mostarda 200 L/ha Quiuí 400 L/ha Repolho 400 – 500 L/ha Rúcula 200 L/ha Tomate Envarado 600 a 1200 L/ha Tomate Rasteiro 600 a 1200 L/ha Uva 500 L/ha 18 TRUZON Bula Completa – 06.05.2025 OBS: Os volumes acima citados dependem do desenvolvimento da cultura. Aplicação foliar: A pulverização deve ser realizada a fim de assegurar uma boa cobertura foliar da cultura. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; estacionário com mangueira; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto propelido. Os tipos de bicos podem ser de jato cônico vazio ou jato plano (leque), que proporcionem um tamanho de gota com DMV (diâmetro mediano volumétrico) entre 150 a 400 µm (micrômetro) e uma densidade de gotas mínima de 20 gotas/cm2. A velocidade do trator deverá ser de acordo com a topografia do terreno. A pressão de trabalho deve estar de acordo com as recomendações do fabricante do bico utilizado, variando entre 100 a 1000 Kpa (= 15 a 150 PSI). O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de 50% e ventos de 3 a 15 km/hora. Aplicação aérea: Cultura Volume de aplicação Acelga 20 a 40 L/ha Agrião 20 a 40 L/ha Alface 20 a 40 L/ha Almeirão 20 a 40 L/ha Amendoim 20 a 40 L/ha Batata 20 a 40 L/ha Brócolis 20 a 40 L/ha Caju 20 a 40 L/ha Canola 20 a 40 L/ha Caqui 20 a 40 L/ha Carambola 20 a 40 L/ha Chicória 20 a 40 L/ha Couve 20 a 40 L/ha Couve-Chinesa 20 a 40 L/ha Couve-Flor 20 a 40 L/ha Couve-de-Bruxelas 20 a 40 L/ha Ervilha 20 a 40 L/ha Espinafre 20 a 40 L/ha Estévia 20 a 40 L/ha Feijão 20 a 40 L/ha Feijão-Caupi 20 a 40 L/ha Feijão-Fava 20 a 40 L/ha Figo 20 a 40 L/ha Gergelim 20 a 40 L/ha Goiaba 20 a 40 L/ha Girassol 20 a 40 L/ha Grão-de-Bico 20 a 40 L/ha Lentilha 20 a 40 L/ha Mamona 20 a 40 L/ha Mostarda 20 a 40 L/ha Quiuí 20 a 40 L/ha Repolho 20 a 40 L/ha Rúcula 20 a 40 L/ha 19 TRUZON Bula Completa – 06.05.2025 Uva 20 a 40 L/ha A pulverização deve ser realizada a fim de assegurar uma boa cobertura foliar das culturas citadas na bula. Utilizar barra com um volume de 20 a 40 litros de calda por ha. Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação, como por exemplo, hidráulicos ou atomizadores que gerem gotas médias. É recomendado que os demais parâmetros operacionais, isto é, velocidade, largura de faixa, etc., também sejam escolhidos visando à geração de gotas médias. O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada. Observar ventos em velocidade média de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 30°C, umidade relativa superior a 50%, visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação. Não aplicar em alturas menores do que 2 metros ou maiores do que 5 metros. O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. A critério do Engenheiro Agrônomo Responsável, as condições de aplicação podem ser flexibilizadas. É recomendado respeitar as diretrizes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento quanto à segurança na faixa de aplicação: a) As aplicações não deverão ser realizadas em áreas com distância inferior a 500 metros de povoações, cidades, vilas, bairros e mananciais de captação de água para abastecimento de população; b) Estas restrições deverão ser válidas também para áreas com distância inferior a 250 metros no caso de mananciais de água, moradias isoladas e agrupamentos de animais; c) As aeronaves agrícolas que contenham produtos químicos deverão ser proibidas de sobrevoar as áreas povoadas, moradias e os agrupamentos humanos. Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea. Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termo higrômetro. Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de operação previstas nas portarias do Decreto Lei 76.865 do Ministério da Agricultura. APLICAÇÃO VIA DRONES AGRÍCOLAS: O produto TRUZON pode ser aplicado através de drones agrícolas em todas as culturas recomendadas, devendo estes ser adequados para cada tipo de cultura e alvo, provido de pontas, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos, seguindo todas as orientações e normativas do MAPA e ANAC. A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de drone utilizado, procurando manter média de 2 metros acima do topo da planta, ou menor quando possível. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação, sendo recomendado o uso de gotas com diâmetro médio. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha. 20 TRUZON Bula Completa – 06.05.2025 Quando utilizar aplicações via drones agrícolas obedecer às normas técnicas de operação previstas na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) pelo regulamento brasileiro de aviação civil especial (RBAC) nº 94 e pelas diretrizes e orientações do Ministério da Agricultura (MAPA). Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como: • Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização com média de 2 metros, adequadas ao equipamento em uso); • Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva; • Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes; • Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente. Modo de Preparo de Calda: 1. Agitar vigorosamente o produto antes da diluição, ainda na embalagem. 2. O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então adicionar a quantidade recomendada do fungicida e em seguida adicionar o adjuvante recomendado pelo fabricante, caso necessário. Após isso, proceder a homogeneização e completar o volume do tanque com água. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. 3. Preparar apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando logo após a sua preparação. 4. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação. Cuidados no preparo da calda: 1. Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas nos primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. 2. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. 3. Utilize Equipamento de Proteção Individual - EPI: Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. 4. Manuseie o produto em local aberto e ventilado. INTERVALO DE SEGURANÇA: CULTURA DIAS Acelga 7 Agrião 7 Alface 7 Almeirão 7 Amendoim 7 Alho 7 Batata 7 Brócolis 2 Caju 7 21 TRUZON Bula Completa – 06.05.2025 Canola 21 Caqui 7 Carambola 7 Cebola 7 Chalota 7 Chicória 7 Couve 2 Couve-Chinesa 2 Couve-Flor 2 Couve-de-Bruxelas 2 Ervilha 7 Espinafre 7 Estévia 7 Feijão 7 Feijão-Caupi 7 Feijão-Fava 7 Figo 7 Gergelim 21 Girassol 21 Goiaba 7 Grão-de-Bico 7 Repolho 2 Lentilha 7 Maçã 15 Mamona 21 Mostarda 7 Rúcula 7 Quiuí 7 Tomate 7 Uva 7 INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa de calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. LIMITAÇÕES DE USO: Fitotoxicidade para as culturas indicadas: O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas, nas doses e condições recomendadas. Devido ao grande número de espécies e variedades de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pelas doenças indicadas nesta bula, recomenda-se a aplicação preliminarmente do produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala. Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador. Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de Área de Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas. Nunca aplique este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água em caso de aplicação terrestre, e 250 22 TRUZON Bula Completa – 06.05.2025 metros em caso de aplicação aérea. E utilize-se sempre das Boas Práticas Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível em locais de declive e o plantio direto. Observar as Normas e Legislações complementares sobre segurança no trabalho. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE “MODO DE APLICAÇÃO”. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA: TRUZON é um fungicida composto por uma Anilinopirimidina, o CIPRODINIL que apresenta mecanismo de ação na biossíntese de metionina, pertencente ao grupo D1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas). GRUPO D1 FUNGICIDA O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações: • Aplicação alternada de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo D1 sempre que possível; • Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as Boas Práticas Agrícolas, tais como rotação de culturas, uso de sementes sadias, adubação equilibrada manejo da irrigação do sistema, outros controles culturais etc.; • Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis do agente causador de doenças a ser controlado; • Utilizar o fungicida somente na época, na dose, intervalos e número de aplicação recomendados conforme bula; • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas; • Realizar o monitoramento da doença na cultura; • Adotar estratégia de aplicação preventiva; 23 TRUZON Bula Completa – 06.05.2025 • Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e/ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRACBR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema. DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA: ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES A SEGUIR PRECAUÇÕES GERAIS: • Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos, ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. • Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: Macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: • Utilize Equipamento de Proteção Individual - EPI: Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca arabe e luvas de nitrila. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira. 24 TRUZON Bula Completa – 06.05.2025 PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto. • Utilize Equipamento de Proteção Individual - EPI: Macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: • Sinalizar a área com os dizeres “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para uso durante a aplicação. • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo após a aplicação. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. • Não reutilizar a embalagem vazia. • No descarte de embalagens, utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): Macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: Touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara. • A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida. ATENÇÃO Pode ser nocivo se ingerido 25 TRUZON Bula Completa – 06.05.2025 PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá- la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR TRUZON® INFORMAÇÕES MÉDICAS Grupo químico Ciprodinil: Grupo químico Anilinopirimidina Classe Categoria 5: Produto improvável de causar dano agudo toxicológica Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica. Toxicocinética Ciprodinil: Ciprodinil foi rapidamente absorvido após administração via oral, contabilizando 75,5% de absorção após 48 horas de administração da dose, que foi extrapolada para 80-82% após 168 horas. Picos nos níveis plasmáticos foram identificados dentro 0,5-1 hora e 8-12 horas após administração. Tempo de meia vida no plasma foi de 1-2 horas e 19-36 horas nas doses baixa e alta, respectivamente. Quantidades absorvidas de ciprodinil foram rápida e extensivamente distribuídas para os tecidos, sendo que as maiores concentrações foram detectadas no fígado, rins e tireoides. Diminuição da concentração nos tecidos também ocorreu rapidamente, com tempos de meia vida para dose baixa de 12-18 horas (1ª e 2ª fase) e de 4-41 horas (1ª e 2ª fase) para a dose mais alta. Resíduo de ciprodinil nos tecidos após 168 horas foi ≤ 0,6%, portanto não se espera potencial relevante de acumulação. Ciprodinil foi extensivamente metabolizado; somente uma pequena quantidade (4-8%) foi excretada como composto parental inalterado. A via metabólica mais relevante foi hidroxilação sequencial dos anéis fenil e/ou pirinidil, resultando em derivados 4-fenol e/ou pirimidin-5-ol, que são conjugados com sulfato e ácido glicurônico. Excreção também ocorreu rapidamente, com ≥ 90% da dose aplicada sendo 26 TRUZON Bula Completa – 06.05.2025 excretada dentro de 48 horas. Excreção dento de 168 horas foi considerada praticamente completa, correspondendo a ≥ 96% da dose. As principais vias de excreção foram pela urina (52-63% da dose) e pelas fezes (33-45%). Excreção biliar (39% da dose administrada, em 48 horas) foi marcada e verificou-se que parte da quantidade excretada foi reabsorvida e excretada posteriormente pela urina. Toxicodinâmica Ciprodinil: Apresenta como modo de ação, a inibição da biossíntese do aminoácido metionina e age inibindo a secreção da protease, afetando o crescimento micelial dos fungos. Este modo de ação não é considerado conservado para humanos, pois mamíferos monogástricos não sintetizam o aminoácido metionina. Sintomas e sinais Não há dados de toxicidade do ciprodinil em humanos. As informações clínicos detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com animais de experimentação expostos à formulação TRUZON®: Exposição oral: Em estudo de toxicidade aguda oral em ratos, não foi observada mortalidade entre os animais expostos à dose de 2000 mg/kg p.c. Os sinais clínicos observados foram: Piloereção, postura curvada, dispneia, diminuição da atividade locomotora e trismo. Todos os sinais clínicos foram revertidos nos animais em até sete dias do período de observação. Exposição inalatória: Em estudo de toxicidade aguda inalatória em ratos, não foi observada mortalidade entre os animais expostos à concentração de 2,30 ± 0,169 mg/L. Os sinais clínicos observados foram piloereção e dispneia, reversíveis após quatro dias do período de observação. Exposição cutânea: Em estudo de toxicidade aguda dérmica em ratos, não foi observada mortalidade entre os animais expostos à dose de 2000 mg/kg p.c. Piloereção foi o único sinal clínico de toxicidade sistêmica observado, reversível após dois dias do período de observação. Em estudo de irritação cutânea realizado em coelhos, foi observado eritema, reversível em até 48 horas. O produto não foi considerado irritante para a pele de coelhos. O produto não foi considerado sensibilizante dérmico em cobaias pelo teste de Maximização. Exposição ocular: Em estudo de irritação ocular realizado em coelhos, os animais apresentaram efeitos nas leituras de 24, 48 e 72 horas que consistiram em: Opacidade da córnea (1/3 animais), irite (1/3 animais), vermelhidão (3/3 animais) e quemose (3/3 animais). Os sinais foram revertidos para todos os animais após 72 horas. O produto não foi considerado irritante ocular. Exposição crônica: o ingrediente ativo dessa formulação é considerado não- mutagênico, teratogênico ou carcinogênico para seres humanos. À luz dos conhecimentos atuais, não é considerado desregulador endócrino e não interfere com a reprodução. Vide item “efeitos crônicos” abaixo. Diagnóstico O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de exposição ao produto e pela presença de sintomas clínicos compatíveis. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente. 27 TRUZON Bula Completa – 06.05.2025 Tratamento Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao suporte respiratório. Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea, frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Atenção especial para parada cardiorrespiratória, hipotensão e arritmias cardíacas. Avaliar estado de consciência do paciente. Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar a absorção e os efeitos locais. Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto proceder com: - Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30g de carvão ativado para 240 mL de água. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão. - Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos casos não é necessária. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff. ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto, podem aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição. Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado, fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e ventilação mecânica. Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser encaminhado para tratamento. Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, encaminhar o paciente para tratamento específico. Antídoto: Não há antídoto específico. Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO, como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. 28 TRUZON Bula Completa – 06.05.2025 Efeitos das interações Não há relatos de efeitos das interações químicas para ciprodinil em humanos. químicas ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS) Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa) Telefone de Emergência da empresa: 0800 704 4304 (24 horas) Endereço Eletrônico da Empresa: www.syngenta.com.br Correio Eletrônico da Empresa: faleconosco.casa@syngenta.com Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para animais de laboratório: Vide quadro acima, item “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”. Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório: Efeitos agudos: DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c. DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos: > 2,30 mg/L ± 0,169 mg/L Corrosão/Irritação cutânea: Em estudo de irritação cutânea realizado em coelhos, foi observado eritema, reversível em até 48 horas. O produto não foi considerado irritante para a pele de coelhos. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Em estudo de irritação ocular realizado em coelhos, os animais apresentaram efeitos nas leituras de 24, 48 e 72 horas que consistiram em: Opacidade da córnea (1/3 animais), irite (1/3 animais), vermelhidão (3/3 animais) e quemose (3/3 animais). Os sinais foram revertidos para todos os animais após 72 horas. O produto não foi considerado irritante ocular. Sensibilização cutânea em cobaias (teste de Maximização): O produto não foi considerado sensibilizante dérmico. Sensibilização respiratória: O produto não deve ser considerado sensibilizante para as vias respiratórias. Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação genética bacteriana ou ensaio in vivo com células da medula óssea de camundongos. Efeitos crônicos: Ciprodinil: Em estudo de 2 anos conduzido em ratos com administração de ciprodinil pela dieta, revelou nos animais tratados com a maior dose de 2000 ppm, leve aumento dos pesos relativos dos fígados e na incidência de espongiose hepática, que pode ser considerado um achado degenerativo comum em ratos em estágio de envelhecimento; e ligeiro aumento no peso dos rins, determinando um NOAEL de 3 mg/kg p.c./dia. Esses resultados não indicam efeito carcinogênico. Estudos para investigar reprotoxicidade de ciprodinil foram conduzidos em ratos e coelhos. Um estudo de 2 gerações em ratos demonstrou redução de ganho de peso corpóreo do grupo tratado com a dose de 4000 ppm (geração F0). Observou-se aumento no peso do fígado dos progenitores das gerações F1 e F0, tratados com as doses de 4000 e 1000 ppm, respectivamente, e aumento de peso dos rins nas gerações F0 (1000 ppm) e F1 (machos na dose 4000 ppm). Exames histopatológicos dos rins de machos da geração F0 tratados com 4000 ppm revelaram ligeiro aumento na incidência e na severidade de túbulos basofílicos. Resultados do estudo de 2 gerações não evidenciaram efeito tóxico de ciprodinil sobre a reprodução dos animais testados (NOAEL para reprodução 336 mg/kg p.c./dia). Estudos que investigaram a toxicidade de ciprodinil 29 TRUZON Bula Completa – 06.05.2025 sobre o desenvolvimento de ratos e coelhos indicaram toxicidade materna, devido à redução de peso corpóreo e do consumo alimentar para animais tratados com 1000 mg/kg p.c./dia. O estudo conduzido em ratos demonstrou ainda atraso na ossificação dos fetos, efeito relacionado à toxicidade materna (NOAEL materno e fetal em ratos 200 mg/kg p.c./dia; NOAEL materno em coelhos 150 mg/kg p.c./dia e fetal 400 mg/kg p.c./dia). Ciprodinil foi considerado não teratogênico nestes estudos. Estudos de genotoxicidade in vivo e in vitro apontam que ciprodinil não apresenta potencial mutagênico ou genotóxico. DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE: 1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II). - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos e peixes). • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamento. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. 2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver as embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 30 TRUZON Bula Completa – 06.05.2025 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA- telefone de emergência: 0800 704 4304. • Utilize o Equipamento de Proteção Individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo: • Piso pavimentado: Recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. • Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado acima. • Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade de produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 OU PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. 4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL • LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. • Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando‐se os seguintes procedimentos: ‐ Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo‐ a na posição vertical durante 30 segundos; ‐ Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; ‐ Tampe bem a embalagem e agite‐a por 30 segundos; ‐ Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; ‐ Faça esta operação três vezes; ‐ Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: ‐ Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; ‐ Acione o mecanismo para liberar o jato de água; ‐ Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; ‐ A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; ‐ Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. 31 TRUZON Bula Completa – 06.05.2025 Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: ‐ Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê‐la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; ‐ Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; ‐ Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; ‐ Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. • ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. • TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL • ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA • ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas. • DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o 32 TRUZON Bula Completa – 06.05.2025 término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. • TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL • ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA • ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição. • DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. • TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) • ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA • ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. • TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. 33 TRUZON Bula Completa – 06.05.2025 DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO: (De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis). 34