TrulyMax
Sinon do Brasil Ltda. - Porto Alegre /RS.
Inseticida
diflubenzurom (benzoiluréia) (250 g/kg)

Informações

Número de Registro
2809
Marca Comercial
TrulyMax
Formulação
WP - Pó Molhável
Ingrediente Ativo
diflubenzurom (benzoiluréia) (250 g/kg)
Titular de Registro
Sinon do Brasil Ltda. - Porto Alegre /RS.
Classe
Inseticida
Modo de Ação
Inseticida inibidor da síntese de quitina.
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Alabama argillacea
Curuquerê; Curuquerê-do-algodoeiro
Amendoim
Anticarsia gemmatalis
Lagarta-da-soja; Lagarta-desfolhadora
Amendoim
Stegasta bosquella
Lagarta-do-pescoço-vermelho
Arroz
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Arroz irrigado
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Citros
Ecdytolopha aurantiana
Bicho-furão
Fumo
Phthorimaea operculella
Milho
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Soja
Anticarsia gemmatalis
Lagarta-da-soja; Lagarta-desfolhadora
Soja
Pseudoplusia includens
Lagarta-do-linho; Lagarta-falsa-medideira
Todas as culturas
Rhammatocerus schistocercoides
Gafanhotos
Todas as culturas
Rhammatocerus spp
Gafanhotos
Tomate
Helicoverpa zea
Broca-grande-do-fruto; Broca-grande-do-tomate
Tomate
Neoleucinodes elegantalis
Broca-pequena-do-fruto; Broca-pequena-do-tomateiro
Tomate
Phthorimaea operculella
Cegadeira; Traça-da-batatinha
Tomate
Tuta absoluta
Traça-do-tomateiro
Trigo
Pseudaletia sequax
Lagarta-do-trigo

Conteúdo da Bula

                                    TrulyMax®

Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob nº 02809
COMPOSIÇÃO:
Ingrediente ativo 1-(4-chlorophenyl)-3-(2,6-difluorobenzoyl)urea
(DIFLUBENZUROM).......................................................................................250 g/kg (25% m/m)
Outros ingredientes.......................................................................................750 g/kg (75% m/m)

               GRUPO                                      15                                INSETICIDA

PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO

CLASSE: Inseticida inibidor da síntese de quitina.

GRUPO QUÍMICO: Benzoiluréia

TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó molhável (WP)

TITULAR DO REGISTRO (*):
SINON DO BRASIL LTDA.
Av. Carlos Gomes, 1340 - conj. 1001
CEP 90480-001 - Porto Alegre/RS - CNPJ: 03.417.347/0001-22
Número do registro do estabelecimento no Estado: 00001094/99 – SEAPA/RS
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
DIFLUBENZURON TÉCNICO SINON – Registro MAPA nº 05607
SINON CORPORATION
No. 101, Nanrong Road, Da-Du District, Taichung City, 43245, Taiwan, R.O.C.

SINON CHEMICAL (CHINA) CO., LTD.
28, Beicun Road, Zhelin Town, Fengxian District, Shanghai, China

SMILYN TÉCNICO – Registro MAPA n° TC16521
PROREGISTROS REGISTROS DE PRODUTOS LTDA.
Rua Santa Catarina, 40/502, Santa maria Goretti, Porto Alegre/RS – Brasil
CNPJ: 05.617.846/0001-9

FORMULADOR:
HEBEI VEYONG BIO-CHEMICAL CO., LTD
No.6, Middle Huagong Road, Circulation Chemical Industry Park, Shijiazhuang City, Hebei –
China

JIANGYIN SULI CHEMICAL CO., LTD
No.7, Runhua Road, Ligang Town, Jiangyin City, Jiangsu Province, 214444, P.R - China

SINON CORPORATION
No. 101, Nanrong Road, Da-Du District, Taichung City, 43245, Taiwan, R.O.C.

SINON CHEMICAL (CHINA) CO., LTD.
28, Beicun Road, Zhelin Town, Fengxian District, Shanghai, China




                                                                                                          Página 1 de 19
FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A.
Rod. Presidente Castelo Branco km 68,5
CEP: 18120-970 - Mairinque/SP - CNPJ: 47.226.493/0001-46
Número do registro do estabelecimento no Estado: 031 – CDA/SP

FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA.
Av. Antonio Carlos Guillaumon, 25 – Distrito Industrial III
CEP: 38001-970 – Uberaba/MG – CNPJ: 04.136.367/0005-11
Número do registro do estabelecimento no Estado: 701-2530/2006 – IMA/MG

INDÚSTRIA QUÍMICAS LORENA LTDA
Rua 01, esquina com Rua 06 s/n – Distrito Industrial
CEP: 12580-000 - Roseira/SP - CNPJ: 48.284.749/0001-34
Número do registro do estabelecimento no Estado: 266 – CDA/SP

SIPCAM NICHINO BRASIL S.A.
Rua Igarapava, 599 – Distrito Industrial III
CEP: 38044-755 - Uberaba/MG - CNPJ: 23.361.306/0001-79
Número do registro do estabelecimento no Estado: 701-332/2008 – IMA/MG

IMPORTADOR:
Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda
Rua Santos Dumont, nº 1307, sala 4-A, 1º andar – Centro
Foz do Iguaçu – PR, Brasil
CNPJ: 05.280.269/0001-92

Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda
Rua Ronat Walter Sodre, nº 2800, sala 7 – Parque Industrial
Ibiporã – PR, Brasil
CNPJ: 05.280.269/0006-05

Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda
Av. Euripedes Menezes S/N QD 004, LT 014E – Parque Industrial
Aparecida de Goiânia – GO, Brasil
CNPJ: 05.280.269/0002-73

Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda
Rua Projetada, nº 150 – Distrito Industrial
Cuiabá – MT, Brasil
CNPJ: 05.280.269/0003-54

Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda
Rua Ronald Tkotz, nº 9916, ARMZ 5, Marginal BR 269 – Distrito Industrial Doutor Jehovah
Almeida Gomes, Cambé – PR, Brasil
CNPJ: 05.280.269/0005-16




                        N° do Lote ou da partida:
                          Data de Fabricação:       VIDE EMBALAGEM
                         Data de Vencimento:



                                                                                Página 2 de 19
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS
                             EM SEU PODER.
    É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA. PROTEJA-SE.
            É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

INDÚSTRIA BRASILEIRA (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil,
      conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7212, de 15 de junho de 2010).

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
                              DANO AGUDO

CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE
             II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




                                                                        Página 3 de 19
        MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA

INSTRUÇÕES DE USO:
TrulyMax é inseticida fisiológico, cujo ingrediente ativo, DIFLUBENZUROM, atua interferindo na
deposição de quitina, um dos principais componentes da cutícula dos insetos. Após a ingestão
de TrulyMax, as larvas têm dificuldades na ecdise. A cutícula mal formada do novo instar não
suporta a pressão interna durante a ecdise e/ou não consegue dar suficiente suporte aos
músculos envolvidos. Isso resulta numa incapacidade em liberar a exúvia e finalmente conduz a
morte das larvas. TrulyMax atua principalmente por ação de ingestão.
O composto não tem efeito sistêmico nas plantas e não penetra nos tecidos vegetais.
Consequentemente, insetos sugadores não são afetados: essas características formam a base
de uma seletividade adicional entre os insetos.
TrulyMax não tem ação de choque, e a morte das pragas ocorre poucos dias após um
tratamento. Por isso não se deve esperar que a infestação atinja o nível de controle.

CULTURAS: Produto indicado para as culturas de Algodão, Amendoim, Arroz, Citros, Fumo,
Milho, Soja, Tomate e Trigo.

CULTURAS, PRAGAS/DOENÇAS/PLANTAS INFESTANTES, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E
INTERVALO DE APLICAÇÃO:

                  Alvo biológico                                             Época de
    Culturas      Nome comum/           Doses      Volume de calda     aplicação/Número de
                  Nome científico                                           aplicações

                                                                         Iniciar os tratamentos
                                                                          antes que o nível de
                                                                       desfolha ou a contagem
                                                      Aplicação
                                                                          de lagartas atinja os
                                                      Terrestre:
                                                                       níveis preconizados nas
                                                      150 L/ha         tabelas tradicionais. Em
                    Curuquerê                                         regiões onde o curuquerê
    Algodão                             60 g/ha                         ataca na fase inicial da
                (Alabama argillacea)
                                                                          cultura, efetuar duas
                                                                        aplicações sequenciais
                                                   Aplicação aérea:
                                                                       de 30 g e com intervalo
                                                     15 a 20 L/ha              de 10 dias.

                                                                      Máximo de aplicações: 2
                                                                         Iniciar tratamento nos
                                                                           primeiros sinais de
                  Lagarta-da-soja                                      infestação. Para lagarta-
                                       100 a 150                      da-soja usar a dose maior
                     (Anticarsia         g/ha                           quando a cultura estiver
                    gemmatalis)                                             com alto grau de
                                                                       enfolhamento, reaplicar,
                                                      Aplicação
                                                                        quando preciso, 15 dias
   Amendoim                                           Terrestre:
                                                                       após a primeira, quando
                                                      200 L/ha         as lagartas estiverem no
                                                                       1º ou 2º instar. Observar
                Lagarta-do-pescoço-                                      o manejo integrado de
                     vermelho          150 g/há                             pragas da região
                (Stegasta bosquella)                                            produtora.

                                                                      Máximo de aplicações: 2
                                                                                    Página 4 de 19
             Alvo biológico                                            Época de
Culturas     Nome comum/          Doses      Volume de calda     aplicação/Número de
             Nome científico                                          aplicações

                                                Aplicação          Iniciar o tratamento
                                                Terrestre:          quando ocorrer os
           Lagarta-do-cartucho                                      primeiros sinais de
 Arroz e                                        200 L/ha
                                  80 a 90                         raspagem das folhas,
  Arroz       (Spodoptera          g/ha                         estando as lagartas no 2º
Irrigado       frugiperda)                                                 instar.
                                             Aplicação aérea:
                                               15-20 L/ha       Máximo de aplicações: 2
                                                Aplicação
                                                Terrestre:       Efetuar o tratamento no
                                                                início da infestação antes
               Bicho-furão                      2000 L/ha         que a larva penetre no
 Citros       (Ecdytolopha       500 g/ha                                   fruto
               aurantiana)
                                             Aplicação aérea:
                                                                Máximo de aplicações: 1
                                               15-20 L/ha

                                                                Efetuar o tratamento no
             Traça-da-batata                    Aplicação
                                 500 a 750                        início da infestação.
 Fumo                                           Terrestre:
              (Phthorimaea         g/ha
               operculella)                      200 L/ha
                                                                Máximo de aplicações: 1

                                                                   Efetuar amostragens
                                                                   selecionando 5 a 10
                                                                 pontos de amostragem,
                                                                considerando 100 plantas
                                                Aplicação             por cada ponto,
                                                Terrestre:      contando-se o número de
                                                300 L/ha        folhas raspadas. Quando
                                                                    ocorrer o início dos
           Lagarta-do-cartucho
                                 100 a 120                         sintomas de ataque,
 Milho         (Spodotera                                         efetuar uma aplicação
                                   g/ha
               frugiperda)                                          buscando atingir o
                                                                  cartucho da planta. O
                                             Aplicação aérea:      tratamento deve ser
                                                                 sempre efetuado antes
                                               15 a 20 L/ha     que as lagartas penetrem
                                                                       no cartucho.

                                                                Máximo de aplicações: 1




                                                                              Página 5 de 19
             Alvo biológico                                            Época de
Culturas     Nome comum/          Doses      Volume de calda     aplicação/Número de
             Nome científico                                          aplicações

                                                                   Iniciar as aplicações de
                                                                   30 g/ha de TrulyMax no
                                                                início do ataque da praga,
                                                                   com lagartas no 1º e 2º
                                                                      instar (fase jovem),
                                                                  repetindo a aplicação 15
                                                Aplicação            dias após a primeira.
                                                Terrestre:       Caso a cultura encontre-
             Lagarta-da-soja                    200 L/ha          se em estágios com alto
                                  30 a 60                           grau de enfolhamento,
                (Anticarsia        g/ha                                 utilizar 60 g/ha,
               gemmatalis)
                                             Aplicação aérea:     reaplicando 15 a 20 dias
                                                                    após a primeira (caso
                                               15 a 20 L/ha      necessário), sempre com
 Soja                                                            lagartas no 1º e 2º instar,
                                                                 de acordo com o manejo
                                                                     integrado de pragas.

                                                                Máximo de aplicações: 2
                                                                    Aplicar no início da
                                                Aplicação          infestação. Em pré-
                                                Terrestre:       plantio aplicar em dose
              Lagarta-falsa-                                     única quando constatar
                medideira                       150 L/ha
                                  140 g/há                        grande infestação da
              (Pseudoplusia                                      praga em fase pequena
                includens)                   Aplicação aérea:          até 3º instar.

                                               15 a 20 L/ha
                                                                Máximo de aplicações: 1

           Traça-do-tomateiro
             (Tuta absoluta)

            Broca-grande-do-                                       Efetuar o tratamento
                tomateiro                                        entre o começo do voo
            (Helicoverpa zea)                   Aplicação             dos adultos e a
                                  500 g/ha      Terrestre:       oviposição; repetir com
Tomate     Broca-pequena-do-
                                                1000 L/ha       intervalos de 7 a 14 dias,
                tomateiro                                         evitando reinfestação.
             (Neoleucinodes
               elegantalis)
                                                                Máximo de aplicações: 1
             Traça-da-batata
               (Phtorimaea
               operculella)

                                                Aplicação        Efetuar o tratamento no
                                                Terrestre:          início da maturação
             Lagarta-do-trigo                                    fisiológica (grão leitoso)
 Trigo                            100 g/ha       150 L/ha
                                                                    quando do início da
           (Pseudaletia sequax)
                                             Aplicação aérea:      infestação da praga.
                                               15-20 L/ha       Máximo de aplicações: 1



                                                                                Página 6 de 19
                   Alvo biológico                                             Época de
    Culturas       Nome comum/           Doses     Volume de calda      aplicação/Número de
                   Nome científico                                           aplicações

                     Gafanhoto                                          Aplicar quando a praga
                                                                        estiver na fase jovem –
                  (Rhammatocerus                       Aplicação       saltão – efetuar aplicação
                       spp)                            terrestre:         para obter cobertura
                                                    150 a 200 L/ha      adequada inclusive das
      Trigo                             100 g/ha
                                                                          áreas subsequentes
                     Gafanhoto                                               observando o
                  (Rhammatocerus                    Aplicação aérea:    deslocamento da praga.
                  schistocercoides)                   15 a 20 L/ha     Máximo de aplicações: 1


MODO DE APLICAÇÃO:
TrulyMax deve ser preparado em mistura com água, e aplicando em pulverização, usando o
volume de calda suficiente para dar cobertura uniforme.

PULVERIZAÇÃO VIA TERRESTRE:
Costal: Utilizar bicos cônicos das series D, X ou equivalente com pressão de 40 a 60 lb/pol²
(p.s.i)
No caso específico do tomate aplicar de 400 a 1000 litros de calda por hectare, de acordo com o
estágio da cultura.
Tratorizado: Quando aplicar com barra, usar bico cônico das series D, X ou equivalente, com
pressão se 40 a 60 lb/pol² (p.s.i) nos bicos.
No caso específico de citros, poderá ser usado equipamento do tipo pistola ou turbo atomizador.
Pulverização via aérea:
Nas culturas de algodão, arroz sequeiro, arroz irrigado, citros, milho, soja, trigo ou combate a
gafanhotos, o avião deverá ser equipado com micronair AU 5000.
Largura da faixa: a ser definida por teste, dependendo da altura do voo.
Calcular a dose do produto de forma a manter a dose indicada por hectare.
TrulyMax não deve ser aplicado com Umidade Relativa (UR) abaixo de 70%.
TrulyMax não deve ser aplicado com equipamento de ultrabaixo – volume (UBV)




                                                                                     Página 7 de 19
INTERVALO DE SEGURANÇA:
                               Cultura                 Dias
                               Algodão                  28
                              Amendoim                  21
                                Arroz                   70
                                Citros                  30
                                Fumo                  UNA (*)
                                Milho                   60
                                Soja                    21
                               Tomate                   04
                                Trigo                   30
* UNA = Uso não alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no
mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes esse período, utilize os
equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇOES DE USO:
   •   Uso exclusivamente agrícola.
   •   Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
   •   Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos as
       culturas indicadas.
   •   A calda deve ser aplicada no mesmo dia da preparação. A utilização da mesma
       preparada de um dia para o outro reduz a eficiência do produto.
   •   TrulyMax não apresenta restrições de uso desde que seja utilizado de acordo com as
       recomendações constantes na bula do produto.
   •   TrulyMax não deve ser aplicado com Umidade Relativa (UR) abaixo de 60%.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM                      DA   EMBALAGEM        OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

                                                                             Página 8 de 19
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:

           GRUPO                             15                       INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um
problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à
resistência.
O inseticida TrulyMax pertence ao grupo 15 (inibidores da biossíntese de quitina, tipo 0,
Lepidoptera) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode
aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.

Para manter a eficácia e longevidade do TrulyMax como uma ferramenta útil de manejo de
pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou
reverter a evolução da resistência:

Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:

   •   Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 15. Sempre rotacionar
       com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
   •   Usar TrulyMax ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um
       “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
   •   Aplicações sucessivas de TrulyMax podem ser feitas desde que o período residual total
       do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
   •   Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas.
       No caso específico do TrulyMax, o período total de exposição (número de dias) a
       inseticidas do grupo químico das Benzoilureias não deve exceder 50% do ciclo da cultura
       ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
   •   Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do TrulyMax ou outros produtos do
       Grupo 15 quando for necessário;
   •   Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das
       pragas a serem controladas;
   •   Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como
       rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que
       disponível e apropriado;
   •   Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do
       produto;
   •   Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais
       estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na
       aplicação de inseticidas;
   •   Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser
       encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura,
       Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Além dos métodos utilizados para o manejo de resistência a inseticidas, incluir outros métodos
de controle de insetos (ex.: Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo
Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.




                                                                                 Página 9 de 19
                 DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

               ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
          USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
  ▪ Produto para uso exclusivamente agrícola.
  ▪ O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
  ▪ Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
  ▪ Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
     pessoas.
  ▪ Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
     recomendados.
  ▪ Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
     válvulas com a boca.
  ▪ Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou
     com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo
     fabricante.
  ▪ Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
     pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de
     um profissional habilitado.
  ▪ Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas
     em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
  ▪ Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
     trancado, longe do alcance de crianças e de animais.
  ▪ Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
     seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
  ▪ Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI)
     com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
  ▪ Produto extremamente irritante para os olhos.
  ▪ Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente
     com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças
     por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro
     mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
  ▪ Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
     Individual (EPI) recomendados.
  ▪ Ao abrir a embalagem faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
  ▪ Evite, o máximo possível, o contato com a área tratada.
  ▪ Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
     (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
  ▪ Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área
     em que estiver sendo aplicado o produto.
  ▪ Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
     respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
  ▪ Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que
     outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
  ▪ Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente
     com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças

                                                                            Página 10 de 19
       por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de
       segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
  ▪ Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e
     manter os avisos até o final do período de reentrada.
  ▪ Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área
     tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os
     Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a
     aplicação.
  ▪ Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas
     tratadas logo após a aplicação.
  ▪ Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
     (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
  ▪ Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original,
     em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
  ▪ Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas
     ainda vestidas para evitar contaminação.
  ▪ Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
  ▪ Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais
     roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
  ▪ Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
     aplicação.
  ▪ Não reutilizar a embalagem vazia.
  ▪ No descarte de embalagem utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de
     algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
  ▪ Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do
     fabricante.
  ▪ Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na
     seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
  ▪ A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e
     devidamente protegida.



                                                 Pode ser nocivo se ingerido
                  ATENÇÃO                        Pode ser nocivo em contato com a pele



PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica.
Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite
que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis,
etc) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15
minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis,
por exemplo.

                                                                                  Página 11 de 19
                       INTOXICAÇÕES POR “DIFLUBENZUROM”
                              INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico         Benzoilureia
Classe toxicológica   Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Vias de exposição     Oral, dérmica e inalatória
                      Absorção
                          1) Inseticidas do grupo benzoilureia podem ser absorvidos pelos humanos,
                              devido à exposição ocupacional, por via dérmica ou via inalatória durante
                              a pulverização de inseticidas.
                          2) Em animais experimentais, podem ser absorvidos através de trato
                              digestivo e, em um grau menor, através da pele.
                      Distribuição
                          1) Inseticidas do grupo benzoilureia parecem ser amplamente distribuídos
                              nos tecidos, sem acumular.
                      Metabolismo
                          1) Não há estudos disponíveis em humanos.
Toxicocinética            2) Os estudos em animais com diflubenzurom mostraram que a principal rota
                              de metabolismo em animais é pela hidroxilação e que altas doses orais
                              não foram completamente absorvidas, mas o que foi absorvido pareceu
                              ser rapidamente e completamente metabolizado por hidroxilação e
                              hidrólise.
                      Excreção
                          1) Em ratos e camundongos, a excreção urinária diminuiu proporcionalmente
                              ao aumento do nível da dose.
                          2) Em gatos, porcos e gado, 70 a 80% do diflubenzurom são eliminados nas
                              fezes. A absorção intestinal do diflubenzurom é altamente relacionada à
                              dose administrada. Quanto maior a dose, maior é a excreção nas fezes.


Toxicodinâmica        Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
                         1) Em humanos saudáveis, os inseticidas do grupo benzoilureia não
                            parecem oferecer risco toxicológico significativo, contudo os dados em
                            humanos são muito limitados.
                            A maioria dos casos de exposição é por via dérmica ou inalatória. A
                            exposição oral também pode ocorrer, mas não há dados relatados de
                            ingestão acidental ou exposição intencional destes agrotóxicos.
                         2) Alguns estudos em animais mostraram que a exposição a inseticidas
                            benzoilureicos pode causar metemoglobinemia.
                            Ocular – Estudos realizados demonstraram que o diflubenzurom não foi
Sintomas e sinais           irritante para olhos de coelhos.
clínicos.                   Respiratório – Dificuldades respiratórias foram observadas em
                            experimento com ratos Wistar. Alguns animais apresentam dificuldades
                            de locomoção 2 horas após a administração da substância. Em testes
                            inalatórios não foram constatadas lesões macroscópicas nos pulmões,
                            fígado e rins.
                            Gastrointestinal – Podem ocorrer náusea e vômito após a ingestão
                            destes agrotóxicos.
                            Hematológico – Foi relatada metemoglobinemia em vários estudos com
                            animais de laboratório.

                      O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
Diagnóstico
                      quadro clínico compatível.




                                                                                    Página 12 de 19
             Prevenção de absorção
                A) Não há dados em humanos a respeito da exposição a inseticidas do grupo
                    químico benzoilureia. Não há antídoto conhecido.
                B) Observe os pacientes que ingeriram grandes quantidades da substância
                    quanto ao desenvolvimento de sintomas sistêmicos e administre
                    tratamento sintomático quando necessário.
                C) A descontaminação intestinal geralmente não é necessária. Não se sabe
                    se o carvão ativado é útil no tratamento das ingestões.
             Monitoramento
                A) Monitore os sinais vitais e o estado mental após exposição significativa.
                B) Monitore a contagem de células sanguíneas, testes de função hepática e
                    nível de metemoglobina após exposições significativas ou em pacientes
                    sintomáticos.
                C) Se ocorrer vômito severo ou diarreia após ingestão de agrotóxicos,
                    monitore os níveis hidroeletrolíticos.
             Exposição Oral / Parenteral
                A) O tratamento é sintomático e de suporte;
                B) A descontaminação gastrintestinal geralmente não é necessária;
                C) Carvão ativado: Considere a administração de carvão ativado após a
                    ingestão potencialmente tóxica.
                    Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água /
                    30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos / adolescentes, 25 a
                    50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças com menos de 1
                    ano. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a
                    ingestão do agrotóxico.
                    O uso de um catártico com o carvão ativado não é recomendado uma vez
                    que não há evidência de que catárticos reduzem a absorção da droga e é
                    sabido que eles causam efeitos adversos tais como: náusea, vômito,
                    espasmos abdominais, desequilíbrio eletrolítico e, ocasionalmente,
Tratamento          hipotensão.
                    COMPLICAÇÕES: êmese, aspiração. A aspiração pode ser complicada
                    por falência respiratória aguda, síndrome da angústia respiratória do
                    adulto ou bronquiolite obliterante.
                D) Foi relatada metemoglobinemia em estudos em animais.
                E) Metemoglobinemia: Determine a concentração de metemoglobina e avalie
                    o paciente quanto aos efeitos clínicos da metemoglobinemia (dispnéia,
                    dor de cabeça, fadiga, depressão do SNC, taquicardia, acidose, etc.).
                    Trate os pacientes sintomáticos com azul de metileno (isso geralmente
                    ocorre com níveis de metemoglobinemia acima de 20-30%, mas pode
                    ocorrer com níveis mais baixos de metemoglobina em pacientes com
                    anemia, desordens pulmonares ou cardiovasculares).
                    Dose inicial / adulto ou criança: 1 a 2 mg/kg/dose (0,1 a 0,2 ml/kg/dose)
                    via intravenosa acima de 5 minutos, conforme necessário, a cada 4 horas.
                    A melhora é observada rapidamente após a administração se o
                    diagnóstico estiver correto. O azul de metileno também pode ser
                    administrado se o diagnóstico estiver correto. O azul de metileno também
                    pode ser administrado por infusão intraóssea se o acesso intravenoso não
                    puder ser estabelecido. Neonatos: 0,3 a 1mg/kg.
                    Doses adicionais podem ser necessárias, especialmente para substâncias
                    com absorção prolongada, baixa eliminação, ou aquelas que originam
                    metabólitos que produzem metemoglobinemia.
                    Doses elevadas de azul de metileno podem causar metemoglobinemia ou
                    hemólise.
                    Contraindicações: Deficiência de G-6-PD (desidrogenase de 6 fosfato de
                    glicose): o azul de metileno pode causar hemólise.
             Exposição inalatória
                A) Observe cuidadosamente os pacientes com exposição inalatória para o
                    desenvolvimento de algum sinal de toxicidade sistêmica e institua
                    tratamento sintomático conforme necessário.

                                                                               Página 13 de 19
                       B) Remova o paciente para um local arejado. Cheque as alterações
                          respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a
                          irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre
                          oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos
                          com agonistas beta 2 via inalatória e corticosteroides via oral ou
                          parenteral.
                       C) Se a irritação do trato respiratório ou depressão respiratória são
                          evidentes, monitore os gases sanguíneos arteriais, raio-X do tórax e
                          testes de função pulmonar.
                   Exposição ocular
                       A) Descontaminação: Lave os olhos expostos com água em abundância ou
                          soro fisiológico (0,9%) à temperatura ambiente por pelo menos 15
                          minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia
                          persistirem o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
                   Exposição dérmica
                       A) Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área
                          exposta com água e sabão.
                       B) O tratamento é sintomático e de suporte.
Contraindicações    A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração.
Efeitos das
interações         Não são conhecidos materiais incompatíveis.
químicas
                   Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnósticos e
                   tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 - Rede Nacional de
                   Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS
                   As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
                   Agravos de Notificação Compulsória.
ATENÇÃO
                   Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação
                   (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
                   (Notivisa).
                   Telefone de Emergência da Empresa: TOXICLIN 0800 0141 149


MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO:
A absorção intestinal de Diflubenzurom em mamíferos decresce com o aumento da dose. Em
doses menores houve rápida absorção, sendo que o pico de concentração no sangue foi
atingido em 4 horas após a administração. O composto foi extensivamente distribuído, sendo
que as maiores concentrações foram observadas no fígado e eritrócitos. Diflubenzurom
apresenta, em geral, baixo potencial de acumulação, sendo que algum potencial foi observado
em fígado e eritrócitos. A taxa de excreção foi > 90% em 48 horas após a administração. As vias
de metabolização do composto foram principalmente por hidroxilação do anel anilino e quebra da
ponte uréia, sendo identificados como principais compostos, relevantes do ponto de vista
toxicológico: Diflubenzurom e 4-chlorophenylurea.

Efeitos agudos:
   • DL50 oral em ratos: 5000 mg/kg p.c.
   • DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg.
   • CL50 inalatória: > 14,385 mg/L (4 horas).
   • Corrosão/Irritação dérmica: Levemente irritante, reversível em 48 horas em 2/3 dos
       animais e 72 horas em 1/3 dos animais.
   • Corrosão/Irritação ocular: Levemente irritante. Todos os sinais de irritação retornaram ao
       normal em 7 dias após a aplicação.
   • Sensibilização dérmica: Não sensibilizante.
   • Mutagenicidade: Não mutagênico.




                                                                                        Página 14 de 19
Efeitos Crônicos: Os principais efeitos da administração a longo prazo do Diflubenzurom em
animais incluíram metemoglobinemia (por oxidação das hemoglobinas) e alterações dos
hepatócitos.


       INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RESURSOS NATURAIS
                                 RENOVÁVEIS

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO
AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
(X) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).

   ▪   Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
   ▪   Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
   ▪   Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
   ▪   Não utilize equipamento com vazamento.
   ▪   Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
   ▪   Aplique somente as doses recomendadas.
   ▪   Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
       d´água. Evite a contaminação da água.
   ▪   A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação
       do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
   ▪   Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a
       500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para
       abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água,
       moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
   ▪   Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
       atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
   ▪ Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
   ▪ O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
     bebidas ou outros materiais.
   ▪ A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
   ▪ O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
   ▪ Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
   ▪ Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
   ▪ Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens
     rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
   ▪ Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
     Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
   ▪ Observar as disposições constantes da legislação estadual e municipal.




                                                                               Página 15 de 19
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
   ▪ Isole e sinalize a área contaminada.
   ▪ Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SINON DO BRASIL LTDA. –
      Telefone de Emergência: TOXICLIN 0800 0141 149.
   ▪ Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas
      de borracha, óculos protetores e máscara com filtro).
   ▪ Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
      bueiros, drenos ou corpos d´água. Siga as instruções abaixo:
      Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente
      lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado.
      O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante
      através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
      Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
      esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
      empresa registrante conforme indicado acima.
      Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
      animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa,
      visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das
      características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
    ▪ Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ
      QUÍMICO, ETC., ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmo EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
    ▪ Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-
       a na posição vertical durante 30 segundos;
    ▪ Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
    ▪ Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
    ▪ Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
    ▪ Faça esta operação três vezes;
    ▪ Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
   ▪ Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
   ▪ Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
   ▪ Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
       segundos;
   ▪ A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
   ▪ Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.




                                                                               Página 16 de 19
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
   ▪ Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
       invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
       segundos.
   ▪ Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
       pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por
       30 segundos;
   ▪ Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque pulverizador;
   ▪ Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo
de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

                                                                               Página 17 de 19
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardamos as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com
lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal,
emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com
lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardamos as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.

                                                                               Página 18 de 19
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produto no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
que inclui o acompanhamento de ficha de emergência do produto, bem como determina que os
agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou
outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
Restrição de uso para os alvos Rhammatocerus schistocercoides e Rhammatocerus spp. no
estado do Paraná




                                                                                Página 19 de 19
                                

Compartilhar