Truenza
Sinon do Brasil Ltda. - Porto Alegre /RS.
Inseticida
diflubenzurom (benzoiluréia) (250 g/kg)
Informações
Número de Registro
15108
Marca Comercial
Truenza
Formulação
WP - Pó Molhável
Ingrediente Ativo
diflubenzurom (benzoiluréia) (250 g/kg)
Titular de Registro
Sinon do Brasil Ltda. - Porto Alegre /RS.
Classe
Inseticida
Modo de Ação
Ingestão
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Alabama argillacea
Curuquerê; Curuquerê-do-algodoeiro
Amendoim
Anticarsia gemmatalis
Lagarta-da-soja; Lagarta-desfolhadora
Amendoim
Stegasta bosquella
Lagarta-do-pescoço-vermelho
Arroz
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Arroz irrigado
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Citros
Ecdytolopha aurantiana
Bicho-furão
Milho
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Soja
Anticarsia gemmatalis
Lagarta-da-soja; Lagarta-desfolhadora
Soja
Pseudoplusia includens
Lagarta-do-linho; Lagarta-falsa-medideira
Todas as culturas
Rhammatocerus schistocercoides
Gafanhotos
Todas as culturas
Rhammatocerus spp
Gafanhotos
Tomate
Helicoverpa zea
Broca-grande-do-fruto; Broca-grande-do-tomate
Tomate
Neoleucinodes elegantalis
Broca-pequena-do-fruto; Broca-pequena-do-tomateiro
Tomate
Phthorimaea operculella
Cegadeira; Traça-da-batatinha
Tomate
Tuta absoluta
Traça-do-tomateiro
Trigo
Pseudaletia sequax
Lagarta-do-trigo
Conteúdo da Bula
Truenza®
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob nº 15108
COMPOSIÇÃO:
Ingrediente ativo 1-(4-chlorophenyl)-3-(2,6-difluorobenzoyl)urea
(DIFLUBENZUROM).......................................................................................250 g/kg (25% m/m)
Outros ingredientes.......................................................................................750 g/kg (75% m/m)
GRUPO 15 INSETICIDA
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Inseticida inibidor da síntese de quitina do grupo químico benzoiluréia
TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó molhável (WP)
TITULAR DO REGISTRO (*):
SINON DO BRASIL LTDA.
Av. Carlos Gomes, 1340 - conj. 1001
CEP 90480-001 - Porto Alegre/RS - CNPJ: 03.417.347/0001-22
Número do registro do estabelecimento no Estado: 00001094/99 – SEAPA/RS
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
DIFLUBENZURON TÉCNICO SINON – Registro MAPA nº 05607
SINON CORPORATION
No. 101, Nanrong Road, Da-Du District, Taichung City, 43245, Taiwan, R.O.C.
SINON CHEMICAL (CHINA) CO., LTD.
28, Beicun Road, Zhelin Town, Fengxian District, Shanghai, China
SMILYN TÉCNICO – Registro MAPA n° TC16521
PROREGISTROS REGISTROS DE PRODUTOS LTDA.
Rua Santa Catarina, 40/502, Santa maria Goretti, Porto Alegre/RS – Brasil
CNPJ: 05.617.846/0001-99
FORMULADOR:
SINON CORPORATION
No. 101, Nanrong Road, Da-Du District, Taichung City, 43245, Taiwan, R.O.C.
SINON CHEMICAL (CHINA) CO., LTD.
28, Beicun Road, Zhelin Town, Fengxian District, Shanghai, China
FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A.
Rod. Presidente Castelo Branco km 68,5
CEP: 18120-970 - Mairinque/SP - CNPJ: 47.226.493/0001-46
Número do registro do estabelecimento no Estado: 031 – CDA/SP
FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA.
Av. Antonio Carlos Guillaumon, 25 – Distrito Industrial III
CEP: 38001-970 – Uberaba/MG – CNPJ: 04.136.367/0005-11
Número do registro do estabelecimento no Estado: 701-2530/2006 – IMA/MG
INDÚSTRIA QUÍMICAS LORENA LTDA
Rua 01, esquina com Rua 06 s/n – Distrito Industrial
CEP: 12580-000 - Roseira/SP - CNPJ: 48.284.749/0001-34
Número do registro do estabelecimento no Estado: 266 – CDA/SP
SIPCAM NICHINO BRASIL S.A.
Rua Igarapava, 599 – Distrito Industrial III
CEP: 38044-755 - Uberaba/MG - CNPJ: 23.361.306/0001-79
Número do registro do estabelecimento no Estado: 701-332/2008 – IMA/MG
IMPORTADOR:
Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda
Rua Santos Dumont, nº 1307, sala 4-A, 1º andar – Centro
Foz do Iguaçu – PR, Brasil
CNPJ: 05.280.269/0001-92
Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda
Rua Ronat Walter Sodre, nº 2800, sala 7 – Parque Industrial
Ibiporã – PR, Brasil
CNPJ: 05.280.269/0006-05
Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda
Av. Euripedes Menezes S/N QD 004, LT 014E – Parque Industrial
Aparecida de Goiânia – GO, Brasil
CNPJ: 05.280.269/0002-73
Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda
Rua Projetada, nº 150 – Distrito Industrial
Cuiabá – MT, Brasil
CNPJ: 05.280.269/0003-54
Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda
Rua Ronald Tkotz, nº 9916, ARMZ 5, Marginal BR 269 – Distrito Industrial Doutor Jehovah
Almeida Gomes, Cambé – PR, Brasil
CNPJ: 05.280.269/0005-16
N° do Lote e partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS
EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
INDÚSTRIA BRASILEIRA (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil,
conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7212, de 15 de junho de 2010).
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE
II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO:
Truenza é inseticida fisiológico, cujo ingrediente ativo, DIFLUBENZUROM, atua interferindo na
deposição de quitina, um dos principais componentes da cutícula dos insetos. Após a ingestão
de Truenza, as larvas têm dificuldades na ecdise. A cutícula mal formada do novo instar não
suporta a pressão interna durante a ecdise e/ou não consegue dar suficiente suporte aos
músculos envolvidos. Isso resulta numa incapacidade em liberar a exúvia e finalmente conduz a
morte das larvas. Truenza atua principalmente por ação de ingestão.
O composto não tem efeito sistêmico nas plantas e não penetra nos tecidos vegetais.
Consequentemente, insetos sugadores não são afetados: essas características formam a base
de uma seletividade adicional entre os insetos.
Truenza não tem ação de choque, e a morte das pragas ocorre poucos dias após um tratamento.
Por isso não se deve esperar que a infestação atinja o nível de controle.
CULTURAS: Produto indicado para as culturas de Algodão, Amendoim, Arroz, Citros, Fumo,
Milho, Soja, Tomate e Trigo.
CULTURAS / PRAGAS / DOSES / VOLUME DE CALDA/ ÉPOCA E NÚMERO DE
APLICAÇÃO:
Culturas Praga Doses Volume de calda Época de
aplicação/Número de
aplicações
Iniciar os tratamentos
antes que o nível de
desfolha ou a contagem
Aplicação de lagartas atinja os
Terrestre: níveis preconizados nas
150 L/ha tabelas tradicionais. Em
Curuquerê regiões onde o curuquerê
Algodão 60 g/ha ataca na fase inicial da
(Alabama argillacea) cultura, efetuar duas
aplicações sequenciais de
Aplicação aérea: 30 g e com intervalo de
15 a 20 L/ha 10 dias.
Máximo de aplicações: 2
Lagarta-da-soja Iniciar tratamento nos
100 a 150 primeiros sinais de
(Anticarsia g/ha infestação. Para lagarta-
gemmatalis)
da-soja usar a dose maior
Aplicação quando a cultura estiver
Amendoim Terrestre: com alto grau de
Lagarta-do-pescoço- enfolhamento, reaplicar,
200 L/ha
vermelho 150 g/ha quando preciso, 15 dias
após a primeira, quando
(Stegasta bosquella)
as lagartas estiverem no
1º ou 2º instar. Observar o
manejo integrado de
Culturas Praga Doses Volume de calda Época de
aplicação/Número de
aplicações
pragas da região
produtora.
Máximo de aplicações: 2
Aplicação Iniciar o tratamento
Terrestre: quando ocorrer os
primeiros sinais de
Arroz e Lagarta-do-cartucho 200 L/ha
80 a 90 raspagem das folhas,
Arroz (Spodoptera estando as lagartas no 2º
g/ha
Irrigado frugiperda) instar.
Aplicação aérea:
15-20 L/ha Máximo de aplicações: 2
Aplicação Efetuar o tratamento no
Terrestre: início da infestação antes
Bicho-furão que a larva penetre no
2000 L/ha
fruto
Citros (Ecdytolopha 500 g/ha
aurantiana) Máximo de aplicações: 1
Aplicação aérea:
15-20 L/ha
Efetuar o tratamento no
Traça-da-batata Aplicação início da infestação.
500 a 750 Terrestre:
Fumo (Phthorimaea g/ha
operculella) 200 L/ha
Máximo de aplicações: 1
Efetuar amostragens
selecionando 5 a 10
pontos de amostragem,
considerando 100 plantas
Aplicação
por cada ponto, contando-
Terrestre:
se o número de folhas
300 L/ha raspadas. Quando ocorrer
Lagarta-do-cartucho o início dos sintomas de
100 a 120 ataque, efetuar uma
Milho (Spodotera g/ha aplicação buscando
frugiperda) atingir o cartucho da
planta. O tratamento deve
Aplicação aérea: ser sempre efetuado
antes que as lagartas
15 a 20 L/ha penetrem no cartucho.
Máximo de aplicações: 1
Iniciar as aplicações de 30
Aplicação
g/ha de Truenza no início
Terrestre:
Lagarta-da-soja do ataque da praga, com
60 a 80 200 L/ha lagartas no 1º e 2º instar
Soja (Anticarsia g/ha (fase jovem), repetindo a
gemmatalis)
aplicação 15 dias após a
Aplicação aérea: primeira. Caso a cultura
encontre-se em estágios
Culturas Praga Doses Volume de calda Época de
aplicação/Número de
aplicações
15 a 20 L/ha com alto grau de
enfolhamento, utilizar 60
g/ha, reaplicando 15 a 20
dias após a primeira (caso
necessário), sempre com
lagartas no 1º e 2º instar,
de acordo com o manejo
integrado de pragas.
Máximo de aplicações: 2
Aplicação Aplicar no início da
Terrestre: infestação. Em pré-plantio
Lagarta-falsa- aplicar em dose única
medideira 150 L/ha quando constatar grande
140 g/ha infestação da praga em
(Pseudoplusia fase pequena até 3º
includens) Aplicação aérea: instar.
15 a 20 L/ha Máximo de aplicações: 1
Traça-do-tomateiro
(Tuta absoluta) Efetuar o tratamento entre
o começo do vôo dos
Broca-grande-do-
adultos e a oviposição;
tomateiro
repetir com intervalos de 7
(Helicoverpa zea) a 14 dias, evitando
Aplicação reinfestação.
Tomate Broca-pequena-do- 500 g/ha Terrestre:
tomateiro
1000 L/ha
(Neoleucinodes Máximo de aplicações: 1
elegantalis)
Traça-da-batata
(Phtorimaea
operculella)
Aplicação Efetuar o tratamento no
Terrestre: início da maturação
Lagarta-do-trigo fisiológica (grão leitoso)
100 g/ha 150 L/ha
quando do início da
(Pseudaletia sequax)
Aplicação aérea: infestação da praga.
15-20 L/ha Máximo de aplicações: 1
Aplicar quando a praga
Trigo Gafanhoto estiver na fase jovem –
Aplicação saltão – efetuar aplicação
(Rhammatocerus terrestre: para obter cobertura
schistocercoides) 150 a 200 L/ha adequada inclusive das
100 g/ha
áreas subsequentes
Gafanhoto Aplicação aérea: observando o
(Rhammatocerus 15 a 20 L/ha deslocamento da praga.
spp)
Máximo de aplicações: 1
MODO DE APLICAÇÃO / EQUIPAMENTOS:
Truenza deve ser preparado em mistura com água, e aplicando em pulverização, usando o
volume de calda suficiente para dar cobertura uniforme.
Pulverização via terrestre:
Costal: Utilizar bicos cônicos das series D, X ou equivalente com pressão de 40 a 60 lb/pol²
(p.s.i)
No caso especifico do tomate aplicar de 400 a 1000 litros de calda por hectare, de acordo com o
estagio da cultura.
Tratorizado: Quando aplicar com barra, usar bico cônico das series D, X ou equivalente, com
pressão se 40 a 60 lb/pol² (p.s.i) nos bicos.
No caso especifico de citros, poderá ser usado equipamento do tipo pistola ou turbo atomizador.
Pulverização via aérea:
Nas culturas de algodão, arroz sequeiro, arroz irrigado, citros, milho, soja, trigo ou combate a
gafanhotos, o avião deverá ser equipado com micronair AU 5000.
Largura da faixa: a ser definida por teste, dependendo da altura do vôo.
Calcular a dose do produto de forma a manter a dose indicada por hectare.
Truenza não deve ser aplicado com Umidade Relativa (UR) abaixo de 70%.
Truenza não deve ser aplicado com equipamento de ultra-baixo – volume (UBV)
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura Dias
Algodão 28
Amendoim 21
Arroz 70
Citros 30
Fumo UNA (*)
Milho 60
Soja 21
Tomate 04
Trigo 30
* UNA = Uso não alimentar
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no
mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes esse período, utilize os
equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇOES DE USO:
• Uso exclusivamente agrícola.
• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
• Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos as
culturas indicadas.
• A calda deve ser aplicada no mesmo dia da preparação. A utilização da mesma
preparada de um dia para o outro reduz a eficiência do produto.
• Truenza não apresenta restrições de uso desde que seja utilizado de acordo com as
recomendações constantes na bula do produto.
• Truenza não deve ser aplicado com Umidade Relativa (UR) abaixo de 60%.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:
GRUPO 15 INSETICIDA
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um
problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à
resistência.
O inseticida Truenza pertence ao grupo 15 (inibidores da biossíntese de quitina, tipo 0,
Lepidoptera) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode
aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do Truenza como uma ferramenta útil de manejo de pragas
agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter
a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 15. Sempre rotacionar
com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar Truenza ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo
de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de Truenza podem ser feitas desde que o período residual total do
“intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas.
No caso específico do Truenza, o período total de exposição (número de dias) a
inseticidas do grupo químico das Benzoilureias não deve exceder 50% do ciclo da cultura
ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do Truenza ou outros produtos do
Grupo 15 quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das
pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como
rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que
disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do
produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na
aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser
encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da
Agricultura,Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Além dos métodos utilizados para o manejo de resistência a inseticidas, incluir outros métodos
de controle de insetos (ex.: Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo
Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.
MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
▪ Produto para uso exclusivamente agrícola.
▪ O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
▪ Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
▪ Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
▪ Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
▪ Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
▪ Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou
com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo
fabricante.
▪ Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
▪ Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de
um profissional habilitado.
▪ Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e de animais.
▪ Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
▪ Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI)
com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
▪ Produto extremamente irritante para os olhos.
▪ Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças
por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro
mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
▪ Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados.
▪ Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
▪ Evite, o máximo possível, o contato com a área tratada.
▪ Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
▪ Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área
em que estiver sendo aplicado o produto.
▪ Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
▪ Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que
outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
▪ Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças
por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de
segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
▪ Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e
manter os avisos até o final do período de reentrada.
▪ Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área
tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os
Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a
aplicação.
▪ Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas
tratadas logo após a aplicação.
▪ Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
▪ Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas
ainda vestidas para evitar contaminação.
▪ Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original,
em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
▪ Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
▪ Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais
roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
▪ Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
aplicação.
▪ Não reutilizar a embalagem vazia.
▪ No descarte de embalagem utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de
algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
▪ Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
▪ A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e
devidamente protegida.
PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite
que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e
sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deverá proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis,
por exemplo.
- Pode ser nocivo se ingerido
ATENÇÃO - Pode ser nocivo em contato com a
pele
- Pode ser nocivo se inalado
INTOXICAÇÕES POR DIFLUBENZUROM
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico Benzoilureia
Classe
Categoria 5
toxicológica
Mecanismo de
Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
toxicidade
Vias de
Oral, dérmica e inalatória
exposição
Absorção
1) Inseticidas do grupo benzoilureia podem ser absorvidos pelos humanos,
devido à exposição ocupacional, por via dérmica ou via inalatória durante
a pulverização de inseticidas.
2) Em animais experimentais, podem ser absorvidos através de trato
digestivo e, em um grau menor, através da pele.
Distribuição
1) Inseticidas do grupo benzoilureia parecem ser amplamente distribuídos
nos tecidos, em acumular.
Metabolismo
1) Não há estudos disponíveis em humanos.
Toxicocinética 2) Os estudos em animais com diflubenzurom mostraram que a principal rota
de metabolismo em animais é pela hidroxilação e que altas doses orais
não foram completamente absorvidas, mas o que foi absorvido pareceu
ser rapidamente e completamente metabolizado por hidroxilação e
hidrólise.
Excreção
1) Em ratos e camundongos, a excreção urinária diminuiu proporcionalmente
ao aumento do nível da dose.
2) Em gatos, porcos e gado, 70 a 80% do diflubenzurom são eliminados nas
fezes. A absorção intestinal do diflubenzurom é altamente relacionada à
dose administrada. Quanto maior a dose, maior é a excreção nas fezes.
1) Em humanos saudáveis, os inseticidas do grupo benzoilureia não
parecem oferecer risco toxicológico significativo, contudo os dados em
humanos são muito limitados.
A maioria dos casos de exposição é por via dérmica ou inalatória. A
exposição oral também pode ocorrer, mas não há dados relatados de
ingestão acidental ou exposição intencional destes agrotóxicos.
2) Alguns estudos em animais mostraram que a exposição a inseticidas
benzoilureicos pode causar metemoglobinemia.
Ocular – Estudos realizados demonstraram que o diflubenzurom não foi
Sintomas e irritante para olhos de coelhos.
Sinais Clínicos Respiratório – Dificuldades respiratórias foram observadas em
experimento com ratos Wistar. Alguns animais apresentam dificuldades
de locomoção 2 horas após a administração da substância. Em testes
inalatórios não foram constatadas lesões macroscópicas nos pulmões,
fígado e rins.
Gastrointestinal – Podem ocorrer náusea e vômito após a ingestão
destes agrotóxicos.
Hematológico – Foi relatada metemoglobinemia em vários estudos com
animais de laboratório.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
Diagnóstico
quadro clínico compatível.
Prevenção de absorção
A) Não há dados em humanos a respeito da exposição a inseticidas do grupo
químico benzoilureia. Não há antídoto conhecido.
B) Observe os pacienteS que ingeriram grandes quantidades da substância
quanto ao desenvolvimento de sintomas sistêmicos e administre
tratamento sintomático quando necessário.
C) A descontaminação intestinal geralmente não é necessária. Não se sabe
se o carvão ativado é útil no tratamento das ingestões.
Monitoramento
A) Monitore os sinais vitais e o estado mental após exposição significativa.
B) Monitore a contagem de células sanguíneas, testes de função hepática e
nível de metemoglobina após exposições significativas ou em pacientes
sintomáticos.
C) Se ocorrer vômito severo ou diarréia após ingestão de agrotóxicos,
monitore os níveis hidro-eletrolíticos.
Exposição Oral / Parenteral
A) O tratamento é sintomático e de suporte;
B) A descontaminação gastrintestinal geralmente não é necessária;
C) Carvão ativado: Considere a administração de carvão ativado após a
ingestão potencialmente tóxica.
Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água /
30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos / adolescentes, 25 a
50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças com menos de 1
ano. È mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a
ingestão do agrotóxico.
O uso de um catártico com o carvão ativado não é recomendado uma vez
que não há evidência de que catárticos reduzem a absorção da droga e é
sabido que eles causam efeitos adversos tais como: náusea, vômito,
espasmos abdominais, desequilíbrio eletrolítico e, ocasionalmente,
Tratamento hipertensão.
COMPLICAÇÕES: êmese, aspiração. A aspiração pode ser complicada
por falência respiratória aguda, síndrome da angústia respiratória do
adulto ou bronquiolite obliterante.
D) Foi relatada metemoglobinemia em estudos em animais.
E) Metemoglobinemia: Determine a concentração de metemoglobina e avalie
o paciente quanto aos efeitos clínicos da metemoglobinemia (dispnéia,
dor de cabeça, fadiga, depressão do SNC, taquicardia, acidose, etc.).
Trate os pacientes sintomáticos com azul de metileno (isso geralmente
ocorre com níveis de metemoglobinemia acima de 20-30%, mas pode
ocorrer com níveis mais baixos de metemoglobina em pacientes com
anemia, desordens pulmonares ou cardiovasculares).
Dose inicial / adulto ou criança: 1 a 2 mg/kg/dose (0,1 a 0,2 ml/kg/dose)
via intravenosa acima de 5 minutos, conforme necessário, a cada 4 horas.
A melhora é observada rapidamente após a administração se o
diagnóstico estiver correto. O azul de metileno também pode ser
administrado se o diagnóstico estiver correto. O azul de metileno também
pode ser administrado por infusão intraóssea se o acesso intravenoso não
puder ser estabelecido. Neonatos: 0,3 a 1mg/kg.
Doses adicionais podem ser necessárias, especialmente para substâncias
com absorção prolongada, baixa eliminação, ou aquelas que originam
metabólitos que produzem metemoglobinemia.
Doses elevadas de azul de metileno podem causar metemoglobinemia ou
hemólise.
Contraindicações: Deficiência de G-6-PD (desidrogenase de 6 fosfato de
glicose): o azul de metileno pode causar hemólise.
Exposição inalatória
A) Observe cuidadosamente os pacientes com exposição inalatória para o
desenvolvimento de algum sinal de toxicidade sistêmica e institua
tratamento sintomático conforme necessário.
B) Remova o paciente para um local arejado. Cheque as alterações
respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a
irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre
oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos
com agonistas beta 2 via inalatória e corticosteroides via oral ou
parenteral.
C) Se a irritação do trato respiratório ou depressão respiratória são
evidentes, monitore os gases sanguíneos arteriais, raio-X do tórax e
testes de função pulmonar.
Exposição ocular
A) Descontaminação: Lave os olhos expostos com água em abundância ou
soro fisiológico (0,9%) à temperatura ambiente por pelo menos 15
minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia
persistirem o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição dérmica
A) Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área
exposta com água e sabão.
B) O tratamento é sintomático e de suporte.
Contra -
A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco potencial de aspiração.
indicações
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT –
ANVISA/MS
Atenção
Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da Empresa: TOXICLIN 0800 0141 149
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO:
A absorção intestinal de Diflubenzurom em mamíferos decresce com o aumento da dose. Em
doses menores houve rápida absorção, sendo que o pico de concentração no sangue foi
atingido em 4 horas após a administração. O composto foi extensivamente distribuído, sendo
que as maiores concentrações foram observadas no fígado e eritrócitos. Diflubenzurom
apresenta, em geral, baixo potencial de acumulação, sendo que algum potencial foi observado
em fígado e eritrócitos. A taxa de excreção foi > 90% em 48 horas após a administração. As vias
de metabolização do composto foram principalmente por hidroxilação do anel anilino e quebra da
ponte uréia, sendo identificados como principais compostos, relevantes do ponto de vista
toxicológico: Diflubenzurom e 4-chlorophenylurea.
Efeitos Agudos:
DL50 oral: DL50 superior a 5000 mg/kg peso corpóreo para ratos fêmeas.
DL50 dérmica: maior que 2000 mg/kg.
CL50 inalatória: maior que 14,385 mg/L (quatro horas).
Irritação dérmica: Levemente irritante.
Irritação ocular: Extremamente irritante.
Sensibilização dérmica: Não sensibilizante.
Efeitos Crônicos: Os principais efeitos da administração a longo prazo do Diflubenzurom em
animais incluíram metemoglobinemia (por oxidação das hemoglobinas) e alterações dos
hepatócitos.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RESURSOS NATURAIS
RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO
AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
(X) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
▪ Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
▪ Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
▪ Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
▪ Não utilize equipamento com vazamento.
▪ Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
▪ Aplique somente as doses recomendadas.
▪ Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d´água. Evite a contaminação da água.
▪ A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
▪ Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a
500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para
abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água,
moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
▪ Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
▪ Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
▪ O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas ou outros materiais.
▪ A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
▪ O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
▪ Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
▪ Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
▪ Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
▪ Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
▪ Observar as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
▪ Isole e sinalize a área contaminada.
▪ Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SINON DO BRASIL LTDA. –
Telefone de Emergência: TOXICLIN 0800 0141 149.
▪ Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas
de borracha, óculos protetores e máscara com filtro).
▪ Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
bueiros, drenos ou corpos d´água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente
lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado.
O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa,
visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das
características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
▪ Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ
QUÍMICO, ETC., ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmo EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
▪ Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-
a na posição vertical durante 30 segundos;
▪ Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
▪ Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
▪ Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
▪ Faça esta operação três vezes;
▪ Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
▪ Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
▪ Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
▪ Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
▪ A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
▪ Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
▪ Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
segundos.
▪ Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por
30 segundos;
▪ Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque pulverizador;
▪ Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo
de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardamos as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com
lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal,
emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com
lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardamos as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produto no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
que inclui o acompanhamento de ficha de emergência do produto, bem como determina que os
agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou
outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.